15 novembro 2018

[Programação] Shows de 15 a 22 de novembro

Confira os shows da semana no RJ:

                            Teatro Bradesco:


Stomdup, dia 16,sexta ás 21h. De 60 a 120 reais.

Sucesso de público, com plateia lotada em todas as suas apresentações, o espetáculo “STOMDUP” levanta voo e visita as principais cidades e capitais do Brasil. O espetáculo adiciona ao humor e talento únicos do artista uma inédita produção em apresentações desse gênero. No palco, Tom canta suas perfeitas imitações de grandes nomes da música, entre outras surpresas. Cada apresentação tem seus diferenciais únicos, pois Tom trabalha suas crônicas e piadas em cima das atualidades do Brasil e do mundo, com uma boa dose de improviso, que ele domina tão bem. As observações do comportamento humano e o olhar atento sobre a política do país somam-se às hilariantes imitações de personalidades da televisão e aos personagens originais do humorista, como o hilário João Canabrava, O velho contador de causos Sr. Venâncio, a petulante doméstica Jarilene.
Com licença, obrigada.
Senhoras e senhores divirtam-se. Com vocês Tom Cavalcante.

Absolutamente imperdível.

O frenético Dancin´ Days,dia 17 às 19h e 22h, dia 18 às 19h, dia 20 às 21h e dia 22 às 21h.De 75 a 160 reais.

Grande sucesso da temporada teatral carioca, o musical ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto
por mais de 35 mil pessoas e prorrogou a temporada no Teatro Bradesco Rio até novembro,
agora com uma novidade.: o ator Érico Brás foi convidado para interpretar o lendário DJ Dom
Pepe, um dos idealizadores da boate Frenetic Dancing´Days Discotheque ao lado dos amigos
Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto e Djalma Limongi. O próprio Nelson Motta (com
Patrícia Andrade) assina o texto de ‘O Frenético Dancin´Days’, que marca a estreia da
coreógrafa e bailarina Deborah Colker na direção de um espetáculo teatral, com realização das
Irmãs Motta e Opus e produção geral de Joana Motta.
“Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou
com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma
grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em
um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah. “O Dancin´Days foi uma ilha de
liberdade e alegria. Vínhamos de 12 anos de ditadura, estávamos mesmo precisando soltar as
feras e cair na gandaia”, complementa Nelson Motta.
O musical é uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de
audições, à exceção de Érico Brás e Stella Miranda (Dona Dayse), uma das mais importantes
atrizes de musicais do país, convidados especialmente para o projeto. O elenco é formado
ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma),
Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine
Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),
além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher
(Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra
Pêra).
Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da
Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e terá ao seu lado uma
ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé
(desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max
Weber (visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a
história da boate, mas da cultura nacional.
Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha
inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram
no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo
que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo
para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.
A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer
um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela
veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um
DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os
arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples.
“Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais,
que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para

chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Turma da Mônica e Hello Kitty em O poder da amizade-O musical, dia 17 às 15h, dia 18 às 11:30 e 15h e dia 20 ás 11:30 e 15h. De 75 a 100.

Ícones e personagens amadas das famílias brasileiras e japonesas, a Turma da Mônica e a Hello Kitty estarão juntas, em cena, pela primeira vez na história
O espetáculo musical Turma da Mônica e Hello Kitty em O Poder da Amizade transformará em experiência live uma parceria que já foi anunciada no co-branding de produtos licenciados entre a Mauricio de Sousa Produções e a Sanrio. Estreia a temporada na capital paulista, no dia 15 de setembro, a produção que terá sessões as 11h e 15h, no Teatro Opus – Shopping VillaLobos.
Apresentado pela SulAmerica, o espetáculo promete ser um sucesso não somente pelo encontro de personagens, mas também pela produção cênica forte e autêntica. Todo o roteiro, a cenografia, as 9 músicas e aproximadamente 45 figurinos estão sendo criados dentro dos estúdios da Mauricio de Sousa Produções baseados em uma linguagem de Mangá e Animes, isto é, dentro do universo geek.
“É natural que a união da Turma da Mônica e da Hello Kitty ao vivo em cena tende a levar para um espetáculo voltado ao público feminino, quando, na verdade, a proposta é justamente atingir um público amplo, sobretudo quem é muito cativo à Turma da Mônica por meio das Graphics Novels, da Turma da Mônica Toy e do público da CCXP. Para colocar isso em prática, tanto o roteiro quanto a cenografia, com falas curtas e muita informação em imagens, estão sendo montados como uma espécie de revista em Mangá”, defende Mauro Sousa, produtor e diretor do musical e quem comanda a MS AO VIVO, empresa do Grupo Mauricio de Sousa Produções realizadora de todos os eventos da Turma da Mônica em live experience.
Participação especial: Quem dará vida à vilã da história é a atriz e cantora Lissah Martins, que se tornou conhecida nacionalmente por integrar a girl band Rouge e que acumula, ao longo dos últimos anos, papéis de destaque e protagonismo em diversos musicais de sucessos de público e crítica, como Miss Saigon, A Bela e A Fera, Jekyll & Hyde - Médico e o Monstro e Disney In Concert, entre outros.
Encontro em cena de uma longa parceira: A relação comercial entre a Mauricio de Sousa Produções e a Sanrio é de longa data. Histórias do Horácio, um dos personagens mais antigos da Turma da Mônica, começaram a ser publicadas em um jornal japonês voltado para o público infantil que pertence à Sanrio ainda na década de 70. Atualmente, outras histórias da Turma da Mônica são publicadas no mesmo jornal, em versão japonesa. Em 2017, a MSP e a Sanrio firmaram uma parceria para licenciamento de produtos, cujo lançamento será no segundo semestre de 2018.
Sinopse do musical: Ao longo de uma hora de espetáculo, a Turma da Mônica viverá uma aventura em solo japonês. Mônica, Cebolinha, Magali e Castão viajam para o país do sol nascente para participar do aniversário de uma grande amiga: a graciosa Hello Kitty. Mas o que seria uma bonita festa se transforma em uma história cheia de mistérios e novas experiências, já que a vilã Alini Miga não gosta do sentimento da amizade e fará de tudo para atrapalhar. Durante a jornada, a Turma aprenderá mais um pouco sobre a sinceridade, o afeto e a proteção, valores essenciais que compõem a verdadeira amizade.

Apresentado por SulAmerica, com apoio do Rio Quente Resorts e realização da Mauricio de Sousa AO VIVO e Opus Promoções, o espetáculo tem 60 minutos de duração e 15 minutos de intervalo.

MDB-Música divertida brasileira, dia 20, terça, ás 21h, foi CANCELADO.

A AbR Produções comunica o cancelamento do espetáculo MDB: Música Divertida Brasileira, que ocorreria no dia 20 de novembro, no Teatro Bradesco, no Rio de Janeiro, devido a questões de logística. Os realizadores e a equipe do espetáculo agradecem a compreensão do público.
Aos clientes que optarem pelo reembolso dos valores de ingressos, as solicitações deverão ocorrer até o dia 17/11, no mesmo local da compra, mediante apresentação de documento de identidade e ingressos.
Aos que adquiriram ingressos pela internet, no site Uhuu.com, o estorno poderá ser solicitado
por uma das seguintes formas:
Portal - diretamente pelo portal fazendo o login, acessando “Perfil”, “Meus Pedidos” e
“Solicitar Cancelamento”.
E-mail - enviando e-mail com o título “CANCELAMENTO MDB” para falecom@uhuu.com
Chat online- Acessando o portal Uhuu.com, opção “Ajuda”
PRAZOS DE REEMBOLSOS

Cartão de Crédito: o estorno acontecerá na próxima fatura ou na fatura subsequente, de
acordo com o fechamento da sua fatura*
Cartão de débito: 15 dias úteis para reembolso;

Em dinheiro: a devolução acontecerá igualmente em dinheiro;
*Conforme regras da sua administradora de cartão, para compras realizadas acima de 90 dias,

a Uhuu poderá em alguns casos, solicitar os seus dados bancários para depósito.

Fulaninha e dona coisa, dia 21, quinta, ás 21h. De 50 a 120 reais.

Numa encenação não realista, dirigida por Daniel Herz e idealizada por Eduardo Barata, Nathalia Dill e Vilma Mello vivem, respectivamente, “Fulaninha e Dona Coisa”. Rafael Canedo interpreta um técnico de telefone que se envolve com a empregada. O espetáculo realizará circulação por algumas cidades brasileiras no segundo semestre de 2018. “A possibilidade de emocionar o público dentro de uma comédia é algo quem me instiga e me interessa”, detalha o diretor. A peça se apropria do humor, da carência, da solidão e do encontro para falar das diferenças de origem e da relação entre duas pessoas, ao mesmo tempo, tão ricas e diferentes. “Fui assistente de direção do Nanini na primeira montagem carioca, com Louise Cardoso, em 1990. Quando convidei o Daniel para dirigir, planejamos uma encenação dinâmica e divertida, com uma nova roupagem. O espetáculo mantém vários elementos de referência aos anos 90, como: telefone com fio, bip de mensagens, secretária eletrônica, entre outros. Contudo, as emoções, situações e relações são completamente atuais”, detalha o produtor e idealizador Eduardo Barata.
De um lado está Dona Coisa, uma mulher moderna, independente, que prefere manter certa distância em suas relações. Do outro está Fulaninha, uma jovem com a cabeça cheia de sonhos que chega do interior para trabalhar como empregada doméstica. O espetáculo retrata, através do humor, as dificuldades da convivência diária entre ambas, resultado das trapalhadas de Fulaninha, que entre muitas confusões pensa que a piscina do prédio chique de Dona Coisa é um açude; se assusta com o telefone e elevador; e ainda arruma um namorado bem enrolado. Apesar do estranhamento com a vida moderna, Fulaninha é muito esperta e usa a inteligência para conquistar a patroa, que só admite a empregada com muitas exigências, como dormir no local, trabalhar nos finais de semana e não namorar. Sem saber sobre seus direitos, Fulaninha acata as exigências por também gostar da patroa e aproveita para curtir a casa como se, literalmente, fosse sua, usando as roupas de Dona Coisa e comendo suas comidas preferidas.
“Todos temos na vida um lado Fulaninha e um lado Dona Coisa. Brincamos com isso quando as atrizes invertem de papel no palco”, conta Herz, que traz para a encenação a questão da temática racial, pensada e idealizada pelas equipes de produção e criação, desde a programação visual, que utiliza uma imagem em preto e branco das atrizes; até a iluminação, que acentua o momento de inversão por uma mudança de direção de focos. “É um dos momentos chave do espetáculo”, afirma o iluminador Renato Machado.  A cenografia de Fernando Melo da Costa, com algumas sugestões de elementos que compõe a casa de Dona Coisa, propõe um espaço de jogo cênico. O espetáculo faz com que cada espectador idealize uma casa diferente para Dona Coisa, através da imaginação.
“Estar no lugar da patroa tem um significado que vai além do particular: é político e social. Falamos aqui não só do empoderamento negro, mas também da divisão de classes. O público esbarra numa comédia leve que aponta para a reconstrução de valores éticos e estéticos”, comenta Vilma Melo, primeira atriz negra a ganhar o prêmio Shell RJ (29° edição) na categoria de melhor atriz. “Quando o Eduardo me mostrou o texto, eu topei fazer na hora. A peça toca num ponto que ainda é tabu na nossa sociedade, o trabalho da empregada doméstica, que transita em uma linha tênue entre o privado e o profissional”, conta Nathalia Dill.
“Como as mudanças são muito rápidas e ninguém sai de cena praticamente, resolvemos fazer uma brincadeira a partir do conceito de transformação”, conta Clívia Cohen, responsável pelos figurinos, que se transformam em múltiplos elementos e adereços de cena. “Uma hora a bolsa da Dona Coisa vira o avental de Fulaninha (símbolo da empregada doméstica), outra hora a saia vira um mantô (símbolo de poder e riqueza), então assim como a relação entre as duas vai se transformando, os figurinos seguem a mesma proposta”, conclui.  Leandro Castilho compôs vinhetas e trilhas que auxiliam nas transições de cenas. “A música contribui bastante com o humor da peça. Aproveitei ritmos bem brasileiros, como batucada de tamborim, cuíca e samba, na hora de fazer as vinhetas”, comenta Castilho.

“Em um momento em que o país passou por uma transformação nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Uma peça que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, finaliza o produtor Eduardo Barata.

                          KM DE VANTAGENS HALL

Roupa Nova,dias 16 e 17, sexta e sábado, às 22h.De 48 a 200 reais.

Sucesso que atravessa gerações, o Roupa Nova volta ao palco do Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro. Com duas apresentações, nos dias 16 e 17 de novembro, o grupo fará um show que une grandes sucessos de sua carreira com músicas inéditas.
A venda para o público geral está disponível desde o dia 04 de agosto. Os ingressos poderão ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda espalhados pelo Brasil e na bilheteria oficial do Km de Vantagens RJ. O show é realizado pela TIME FOR FUN
Com quase 40 anos de estrada, a trajetória da banda Roupa Nova se confunde com a história da própria música brasileira. São mais de 20 milhões de cópias vendidas e 37 discos lançados até os dias de hoje. Formada em 1970 sob o nome de Os Famks, o tecladista Cleberson Horsth, o baixista Nando, o guitarrista Kiko e o cantor Paulinho deram início à história de uma das bandas de maior sucesso do Brasil em todos os tempos. Em 1975, o tecladista e guitarrista Ricardo Feghali e o baterista Serginho Herval se juntaram à banda para formarem então Os Motokas, que só seria rebatizada de Roupa Nova algum tempo depois, após sugestão do produtor Mariozinho Rocha.
Roupa Nova é recordista de trilhas em novelas com mais de 35 até hoje, além de serem responsáveis pelo Tema da Vitória - que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna - pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do Rock in Rio. Suas composições mais famosas são Whisky a Go-Go, Dona, Volta pra Mim, Anjo, Seguindo no Trem Azul e A Viagem. A banda também é recordista por ter a mesma formação há mais tempo no Brasil.
Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro e Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso e outros. Milton Nascimento é considerado o padrinho da banda. O cantor esteve com a banda desde a sua formação, na década de 70.
Vencedores do Grammy Latino de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres, gravado em 2009 nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum Roupa Nova 30 anos, de 2010. Já em 2015, o grupo lançou o CD e DVD Todo Amor do Mundo, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O disco intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960.

Para 2018, eles inovam mais uma vez e lançam o projeto Novas do Roupa, composto por 12 canções inéditas, que serão divulgadas ao longo dos meses e algumas se tornarão clipes. “Queda de Braço”, “Luzes de Emergência” e “Seja Bem-Vindo (o amor)” foram as três primeiras faixas divulgadas nas plataformas digitais no dia 13 de julho.

Herbie Hancock, dia 19,segunda, às 21h. De 100 a 420 reais.

O lendário pianista e compositor Herbie Hancock é parte integral de todos os movimentos de música popular desde a década de 1960. Agora, em 2018, ele volta ao Brasil para duas apresentações, dia 17 de novembro no Credicard Hall, em São Paulo, e dia 19 de novembro no Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro as vendas começam no dia 11 de outubro. Em São Paulo, clientes Credicard tem uma pré-venda exclusiva entre os dias 4 e 10 de outubro. As vendas gerais começam no dia 11 de outubro. Os ingressos para ambas as apresentações podem ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda oficial (sem taxa de conveniência – Credicard Hall em São Paulo; Km de Vantagens Hall RJ no Rio de Janeiro) e nos pontos de venda por todo o país. As apresentações no Brasil são produzidas pela TIME FOR FUN.
Em sua sexta década de carreira, Herbie Hancock permanece onde sempre esteve: na vanguarda da cultura mundial, tecnologia, negócios e música. Como membro do Miles Davis Quintet, pioneiro de um som inovador em Jazz, ele também desenvolveu novas abordagens em suas próprias gravações, seguido pelo seu trabalho nos anos 70 – com álbuns recordistas como Headhunters – que combinava jazz elétrico com funk e rock em um estilo inovador que continua a influenciar a música contemporânea. Rockit e Future Shock marcaram a incursão de Hancock nos sons de dance eletrônico; durante o mesmo período, ele continuou a trabalhar em um ambiente acústico com a V.S.O.P., que incluiu ex-colegas do Miles Davis Quintet: Wayne Shorter, Ron Carter e Tony Williams.
O pianista tem um ótimo relacionamento com o Brasil, que inclui diversas visitas ao país e parcerias musicais com artistas como Milton Nascimento (eles tocaram juntos no Dia Internacional do Jazz 2013, em Istambul) e Céu (ela é uma das estrelas do grupo que participou da gravação do aclamado The Imagine Project e abriu seu show no Credicard Hall, São Paulo, em 2013).
Em 2010, Hancock lançou o aclamado CD Herbie Hancock’s The Imagine Project, vencedor de dois prêmios Grammy. Usufruindo da linguagem universal da música para expressar temas centrais como paz e responsabilidade global, o projeto “Imagine” foi gravado em diversas partes do mundo, com participações especiais dos músicos Jeff Beck, Seal, Rosa, Dave Matthews, The Chieftains, Lionel Loueke, Anoushka Shankar, Chaka Khan, Céu, entre outros.
Fora dos palcos e dos estúdios, Hancock também mantém uma carreira de sucesso. Recentemente nomeado pela Filarmônica de Los Angeles como responsável pelo Jazz, ele também é presidente do Thelonious Monk Institute of Jazz, a principal organização internacional dedicada ao desenvolvimento do jazz e da educação em todo o mundo. Além disso, Hancock é um dos fundadores do “Comitê Internacional dos Artistas para a Paz” e recebeu o título de "Commandeur des Arts et des Lettres" do primeiro-ministro francês, François Fillon. Em julho de 2011, Hancock foi designado “Embaixador da Boa Vontade” da UNESCO. Em honra a seu trabalho, foi premiado com o Grammy Lifetime Achievement Award em fevereiro de 2016. Hancock está, atualmente, trabalhando em seu estúdio para um novo álbum.
Com uma ilustre carreira de seis décadas e mais de 14 Grammy® Awards, incluindo Álbum do Ano por River: The Joni Letters (2007), Hancock continua a encantar as audiências ao redor do mundo e está voltando ao Brasil para mostrar todo seu talento.

Nenhum comentário

Postar um comentário