20 julho 2018

[News] Ouça agora "Pour Over", novo single do Vintage Culture

Entre os maiores nomes do cenário eletrônico, o DJ brasileiro já emplacou dois hits no TOP 200 do país só este ano
Já está disponível em todas as plataformas digitais o novo single do Vintage Culture“Pour Over”, amplamente anunciado nos últimos dias.
No TOP 100 de nomes do cenário e TOP 10 das plataformas digitais, portanto entre os DJs mais bem cotados da atualidade, Vintage Culture ganhou notoriedade no cenário de música eletrônica ao lançar remixes de sucessos de grandes nomes da música, como Pink Floyd, Cazuza, New Order e Fernanda Abreu.
Em 2016 lançou seu primeiro EP “Hollywood” e, com o produtor Slowmotion, pouco tempo depois, emplacou o remix “Drinkee”, para a dupla Sofi Tukker. Mas, foi o lançamento de “Wild Kidz” que deu à Vintage Culture notoriedade internacional – a faixa entrou no chart “Global Viral” do Spotify. Além de acumular em seu currículo apresentações em grandes festivais como Rock in Rio, Tomorrowland, Ultra Music Festival e LollaPalooza.
Neste ano, o DJ já emplacou dois hits no TOP 200 do Spotify Brasil, “Memories” e “Cante Por Nós”, alcançaram 2 e 10 milhões, respectivamente, em streams na plataforma.

Clique e ouça agora "Pour Over" na plataforma digital de sua preferência:

[News] Michelle Branch celebra 17 anos de "Everywhere"

Grande sucesso da carreira, este foi o primeiro single da cantora, conhecida também no Brasil pelas parcerias com o guitarrista Carlos Santana

Há 17 anos, Michelle Branch lançava seu primeiro single, “Everywhere”. Grande sucesso e parte da trilha sonora de várias séries norte-americanas, a cantora comemora a data especial convidando os fãs, por meio de suas redes sociais, para escutarem e relembrarem com ela este sucesso.

Quando compôs a música, coincidentemente, a artista vivia seus 17 anos. Ainda hoje, “Everywhere” é um dos maiores sucessos da trajetória de Michelle, que ficou conhecida no Brasil por parcerias feitas com o guitarrista Carlos Santana, nas faixas “The Game Of Love” e “I´m Feeling You”.

Clique e relembre também o videoclipe de “Everywhere”:

Cantora, compositora e guitarrista norte-americana, Michelle Branch fez sua estreia no mercado fonográfico no ano de 2000, tendo conquistado platina pelos álbuns “The Spirit Room” e “Hotel Paper” nos anos seguintes. Junto com a parceira de longa data, Jessica Harp, em 2004, integrou a banda The Wreckers. Enquanto cantora solo, além da ‘aniversariante’ “Everywhere”, Michelle ficou conhecida com o sucesso e hit mundial “Goodbye To You”, muitas vezes entoado em parceria com Avril Lavigne, no primeiro projeto da cantora, “Broken Bracelet”.

Confira da letra de “Everywhere”:

Turn it inside out so I can see
The part of you that's drifting over me
And when I wake you're never there
But when I sleep you're everywhere
You're everywhere
Just tell me how I got this far
Just tell me why you're here and who you are
'Cause every time I look
You're never there
And every time I sleep
You're always there
'Cause you're everywhere to me
And when I close my eyes it's you I see
You're everything I know
That makes me believe
I'm not alone
I'm not alone
I recognize the way you make me feel
It's hard to think that
You might not be real
I sense it now, the water's getting deep
I try to wash the pain away from me
Away from me
'Cause you're everywhere to me
And when I close my eyes it's you I see
You're everything I know
That makes me believe
I'm not alone
I'm not alone
I am not alone
Whoa, oh, oh, oh
And when I touch your hand
It's then I understand
The beauty that's within
It's now that we begin
You always light my way
I hope there never comes a day
No matter where I go
I always feel you so
'Cause you're everywhere to me
And when I close my eyes it's you I see
You're everything I know
That makes me believe
I'm not alone
'Cause you're everywhere to me
And when I catch my breath
It's you I breathe
You're everything I know
That makes me believe
I'm not alone
You're in everyone I see
So tell me
Do you see me?

Relembre você também, junto com Michelle Branch, o sucesso de "Everywhere":

[News] "Bohemian Rhapsody" ganha novo trailer oficial

A cinebiografia "Bohemian Rhapsody", filme que conta a história da banda Queen, ganhou mais um trailer oficial.
Confiram a sinopse:

"Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros, Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas."

Com direção de Brian Singer, roteiro de Anthony McCarten, e com o incrível Rami Malek como Freddie Mercury, o filme chega aos cinemas em 1° de novembro de 2018.

Fonte: AdoroCinema, IMDb

[Resenha] Me Chame Pelo Seu Nome

Sinopse: Livro que inspirou o filme dirigido por Luca Guadagnino, aclamado nos festivais de Berlim, Toronto, do Rio, no Sundance e um dos principais candidatos ao Oscar de 2018. A casa onde Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana, parada certa de amigos, vizinhos, artistas e intelectuais de todos os lugares. Filho de um importante professor universitário, o jovem está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas na villa da família um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver. Elio imediatamente, e sem perceber, se encanta pelo americano de vinte e quatro anos, espontâneo e atraente, que aproveita a temporada para trabalhar em seu manuscrito sobre Heráclito e, sobretudo, desfrutar do verão mediterrâneo. Da antipatia impaciente que parece atravessar o convívio inicial dos dois surge uma paixão que só aumenta à medida que o instável e desconhecido terreno que os separa vai sendo vencido. Uma experiência inesquecível, que os marcará para o resto da vida. Com rara sensibilidade, André Aciman constrói uma viva e sincera elegia à paixão, em um romance no qual se reconhecem as mais delicadas e brutais emoções da juventude. Uma narrativa magnética, inquieta e profundamente tocante.


O que eu achei?
“Me Chame Pelo Seu Nome”, de André Aciman, é um dos poucos romance pelos quais já tive algum interesse em ler, principalmente depois de assistir ao filme. E sim, eu vi o filme antes de ler, e foi isso o que me fez ansiar loucamente por essa leitura. O filme, deslumbrante em todos os sentidos só me fez desejar mais a história original.
O livro é um relato, como um diário, onde Elio relembra e reconta o verão em que conheceu Oliver, e tudo o que se passou entre eles. Mas além disso, ele relembra tudo o que se passou dentro dele mesmo. A história é quase uma ópera da autodescoberta na juventude, onde o jovem Elio, de 17 anos, se encontra perdidamente enfeitiçado pelo visitante Oliver, de 24 anos.


E é enfeitiçado, por que a compreensão do que ele sente escapa de suas mãos, e ele vive numa angústia sem entender exatamente o que sente e o porque de sentir aquilo por Oliver. É incrível ver que a construção desse relacionamento entre dois estranhos não foi forçada em momento algum pela mágicas mãos do destino ou algo parecido tão comum aos romances. A timidez e o medo das consequências daquele desejo, além da dificuldade em expressar aquilo que se sente faz com que a união dos dois se torne complicada, tempestuosa, como um jogo de gato-e-rato. O desejo impulsiona ao mesmo tempo que o medo prende, e ninguém sabe se deve fazer o primeiro movimento. Os sentimentos de Elio são avassaladores e novos, atingindo-o ferozmente. A forma como foi retratada os conflitos internos são extremamente realista. E um dos pontos mais inteligentes dessa história foi total ausência de rótulos. 


A narrativa é extremamente poética, dramática e apaixonante. A história é riquíssima de detalhes, ornada por muita arte, literatura e paixão. As personagens são lindas se se acompanhar, e suas personalidades são encantadoras. É como se uma obra de arte, uma pintura, ganhasse vida e nos constasse toda a história de seu nascimento, inspiração, decisão das cores, pressão das pinceladas, tudo até a obra completa e seu status de obra-prima!


Até mesmo o sexo é tratado de uma forma mais realista. O amor, que se satisfaz também pelo sexo, traz consigo questionamentos e descobertas desconcertantes, assustadoras. A novidade de tudo traz consigo medo, que anda de mãos dadas com o desejo, e as vezes até se misturam e se confundem. Mas o querer nunca se afasta.


O amor dessa história transcende carne e posse, vai além de sentimento e proximidade. O amor é expansivo e eterno, como se vivido e descoberto a cada dia, fresco, saboroso. É poético, profano, artístico, lírico e boêmio. É cada forma, textura e detalhe guardado na memória, que traz uma nostalgia que, ao mesmo tempo faz doer e acaricia.


E para quem viu o filme, saiba que há muito mais para acontecer além do final cinematográfico. A história se prolonga muito mais, e vemos mais profundamente o que aquele verão significou para os dois, mesmo após longos anos.


Eu não sei bem como falar desse livro de outra forma, uma vez que tanto filme quanto livro eu só conseguia pensar nisso: arte e poesia. A descoberta do primeiro e grande amor, a descoberta de si mesmo, a descoberta do novo... As descobertas que nos fazem ser quem somos e nos marcam de forma profunda, para sempre... É sem dúvida umas das histórias de amor mais lindas que eu já li e vi, e que não peca nem por exageros e nem por faltas. Tudo está lá, bem como deve ser. Realista e absolutamente emocionante.

[News] Cleo divulga clipe para a faixa "Bandida"

Ainda promovendo o seu EP "Jungle Kid", Cleo lançou ontem (19) um novo clipe. A faixa escolhida para ser single foi "Bandida", uma das faixas em português no álbum.
Confiram:

Confiram a nossa crítica: Jungle Kid EP

Ouça o EP nas plataformas digitais: Jungle Kip EP

[News] "A Freira" ganha pôster oficial, novas imagens e teaser

A Freira foi apresentada ao público no filme "Invocação do Mal 2", de 2016, e já não é novidade que ela ganhará um filme próprio.
Mas a novidade é que finalmente foram divulgados o pôster e imagens oficiais do longo, além de um teaser trailer oficial.



O longa possui roteiro de David Leslie Johnson, produção de Peter Safran e James Wan e direção Corin Hardy.
Confira a sinopse:

"Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e torna o convento num campo de batalha."

O elenco conta com Taissa Farmiga, Demian Bichir, Charlotte Hope, Jonas Bloquet, Ingrid Bisu e Bonnie Aarons, que retorna como a Freira demoníaca, mesmo papel que interpretou em "Invocação do Mal 2".
A Freira‘ estreia dia 7 de setembro.


Fonte: Cinema Pop, Adoro Cinema, IMDb

19 julho 2018

[News] Muse lança novo single, "Something Human"

Lançamento chega acompanhado de videoclipe inédito e anuncia novo álbum da banda


Chega hoje, a todas as plataformas digitais, “Something Human”, novo single da banda Muse, que anuncia e fará parte do novo álbum do grupo. A faixa vem acompanhada de videoclipe inédito. “Something Human” é uma faixa edificante, cinematográfica e, ao mesmo tempo, íntima, que aborda liricamente a necessidade de os seres humanos redefinirem e voltarem a se envolver em suas emoções humanas.
A música vem acompanhada de  videoclipe inspirado na série "Teen Wolf",  dirigido por Lance Drake, que trabalhou com a banda em "Dig Down" e "Thought Contagion". Matt Bellamy comentou sobre o lançamento: “A vida na estrada pode trazer à tona seu monstro interior, essa música, e o vídeo que a acompanha, é sobre domesticar essa fera, desejando um retorno a algo humano. Além disso, Teen Wolf é legal”.

Com um clima apocalíptico e recheado de efeitos visuais, as imagens mostram o  Matt Bellamy dirigindo por uma estrada, com um carro esportivo, a caminho de devolver uma fita de VHS em uma antiga locadora. Pelo trajeto, o vocalista é perseguido por uma viatura de polícia comandada pelos outros integrantes, Dominic Howard e Chris Wolstenholme.

Clique e assista agora ao clipe de “Something Human”:

“Nosso objetivo com “Something Human” era continuar a jornada que começou em “Dig Down” e “Thought Contagion”. Indo mais longe, em um mundo simulado, seguimos Matt, Dom e Chris na perseguição de uma vida - onde algo tão simples, quanto retornar algumas fitas de vídeo, se torna uma jornada épica ",finalizou Drake.

"Something Human" é a primeira composição de Matt após a turnê de "Drones". O vocalista contou que estava se sentindo desconectado do mundo ao seu redor e a faixa é exatamente a necessidade que ele tinha por “Algo Humano (Something Human)”.


Clique e ouça agora "Something Human" na plataforma digital de sua preferência:

[Programação] Shows de 19 a 26 de julho

  Confira a programação de shows no RJ de 19 a 26 de julho:

                      Circo Voador:
  Carrossel de emoções, dia 20 de julho às 22h, de 40 a 100 reais

Após arrastar multidões no formato bloco, eles estão de volta ao Circo com um show totalmente novo. Sexta, 20 de julho, o Baile Carrossel de Emoções baixa no palco da lona pela primeira vez e, de quebra, traz MC Sapão pra dar aquela sacudida na noite.
Formado em 2012, o Carrossel já começou bombando. Pra ter uma ideia, em um dos primeiros shows do bloco, nada menos que 6 mil pessoas requebraram ao som de ‘Rap da Felicidade’, ‘Nosso Sonho’, ‘Estrada da Posse’, ‘Rap do Salgueiro’, ‘Rap do Silva’, ‘Corpo Nú’, e claro, ‘Carrossel de Emoções’, de Claudinho e Buchecha.
Nesse novo formato, o bonde do Baile, que é formado pelos vocalistas Fernando Guina, Grazy Dolls, Raoni Albuquerque (guitarra), Rafa Moreira (percussão), Chocolate (bateria), Lelê Oliveira (baixo) e André BPM (participação especial), preparou um repertório que mistura o pop e o funk pra fazer a galera descer até o chão. Segura no quadradinho e vem!

Pirâmide perdida, dia 21 de julho às 18h, de 40 a 100 reais.
Uma das maiores bancas do hip hop nacional completa 3 anos e, pra comemorar em grande estilo a data, preparou nada menos que um festival. Sábado, 21 de julho, a Pirâmide Perdida brota no Circo Voador com seu timaço formado por Akira Presidente, Sain, Luccas Carlos, Bk, Bril, Chs, JXNV$ e El Lif Beatz, além de uma série de atrações.

Durante a tarde, o evento contara com uma Feira de Re-sale e Sneakers, mediada pela SneakersClubRJ, trazendo um pouco desse mundo que os artistas e os fãs do selo tanto curtem. Além disso, ainda teremos a loja oficial do selo, com a venda de produtos exclusivos.

                           CCBB RJ:
Moo-Edição Mulheres latino-americanas, dia 20 de julho às 23h, entrada franca. 
Para acompanhar a exposição Construções Sensíveis, a Festa MOO em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro faz sua 3ª edição no dia 20 de julho no Estacionamento do CCBB.
A edição de julho contará com a participação de duas mulheres da nova geração da música eletrônica. A mineira Carol Mattos, um nos nomes à frente da moderninha Masterplano, que lota as ruas de Belo Horizonte e a chilena Valesuchi , de destaque internacional.
Completando o line up os residentes Badenov e Diogo Reis também dividem a pista.
Serão distribuídas pulseiras na entrada do evento, por ordem de chegada até a lotação máxima (1.000 pessoas).

  Música no museu, dia 25 de julho às 12:30. 20 a inteira e 10 a meia.
Grupo Vitória Régia. Clássicos brasileiros.

[Nerds & Geeks] Uma análise das pistas do trailer dos Titãs

      Hoje é um dia excitante para qualquer fã de cultura pop. 19 de julho de 2018 é o primeiro dia da San Diego Comic-Con, a maior convenção do mundo que acontece todo ano em San Diego, na Califórnia. 
Semana que vem farei um especial com os destaques e novidades apresentados na feira. Para a coluna dessa semana, irei analisar algumas dicas que o trailer dos Titãs deixou. Se você ainda não viu o trailer, veja agora:


                      1) A cena inicial: 
O trailer começa com uma visão ou sonho de Rachel Roth (Teagan Croft) também conhecida como Ravena, do Circo Haly. Se você está familiarizado com os quadrinhos da DC, deve ter reconhecido o nome do circo onde a trupe de acrobatas Flying Graysons se apresentava. Durante uma parada em Gotham City, o dono do circo foi confrontado por gângsteres que queriam extorquir dinheiro. Quando o dono se recusou a pagar, eles sabotaram o trapézio e na próxima performance, as cordas se rasgaram, enviando os pais de Dick para a morte, deixando o garoto órfão. Dick se tornou protegido de Bruce Wayne, treinado para combater o crime e depois adotou a identidade do Robin. Mais tarde, com a ajuda do Batman, Grayson se vingou do assassinato dos seus pais. E Rachel diz: ´´You are the boy from the circus´´ (Você é o garoto do circo. 

                   2) Esse é o Detetive Grayson:
Desde sua introdução em 1940, Dick já teve várias ocupações: um acrobata,aluno,policial, barman, um curador de museu e um super-espião. Apesar de nos quadrinhos Dick se tornar um policial na cidade dominada pelo crime, Blüdhaven, parece que na série ele será um detetive em Gotham (a localidade não é especificada no trailer mas pelo fato do bandido ter perguntado sobre o Batman no beco nos leva a crer que a história será ambientada lá) E, caramba, a menção do Robin da palavra que começa com F foi um susto e tanto!

           3) Por favor, você pode me ajudar?
A premissa da série nos leva a crer que será baseada na HQ The New Titans,de Marv Wolfman e George Pérez,lançada em 1980, em que a meio-humana, meio-demônio Ravena manipula um grupo de jovens heróis para enfrentar a ameaça que seu pai, o demônio interdimensional, Trigon, representa. Entretanto,a Ravena da série live-action foi nitidamente adaptada de suas representações mais recentes, incluindo a mais familiar dos espectadores da série animada dos Jovens Titãs. 
A primeira sinopse da série descreve Rachel como ´´uma jovem especial possuída por uma estranha escuridão´´. Enquanto nos quadrinhos Ravena foi criada em outra dimensão e treinada para suprimir seu lado demoníaco, essa cena sugere que ela talvez seja um peão de um grupo que pretende trazer o inferno para a Terra-provavelmente Trigon. 
   
                                            4) Apresentando... Mutano
Apesar de várias fotos de Brenton Thwaites como Robin terem sido divulgadas, nós tínhamos apenas tido vislumbres do Mutano de Ryan Potter em fotos vazadas do set e de alguns pôsteres. Essa cena do trailer foi a primeira vez que vimos Garfield Logan (seu nome verdadeiro) em ação e podemos supor que ele está prestes a se transformar em algum animal.
As expectativas são mais altas para ver Rachel e Dick mas parece provável que Mutano também aparecerá bastante, especialmente no final da temporada com a apresentação ds Patrulha do Destino, um grupo de super-heróis do qual Mutano tem ligações diretas.
 Esperamos vê-lo na forma de algum animal nos próximos trailers!

                   5)Será que a Estelar é mesmo uma alien?
De todos os personagens, parece que Estelar será a mais difícil de agradar o público porque a DC aparenta ter adotado uma abordagem mais realista e não exatamente fiel ás HQs. Interpretada por Anna Diop, parece que Estelar será apenas possuída pelas forças do mal e não uma sacerdotisa meio-demônio criada em outra dimensão.
 
                                   6) A outra dupla dinâmica
O borrão de penas brancas é, claro, a vigilante Columba, interpretada por Minka Kelly. Ao fundo, vemos Rapina (Alan Ritchson). A dupla foi criada pelo recém-falecido Steve Ditko e Steve Skeates, em 1968, como irmãos- o militante Rapina e o pacífico Columba- eram reflexos da situação política da época. Depois da morte do Columba original no evento Crise nas Infinitas Terras, em 1985, ele foi substituído pela versão feminina atual. 
Kelly afirmou numa entrevista que eles não são super-heróis e sim vigilantes.´´ Você verá a história de como nos tornamos vigilantes, o que aconteceu em nossas vidas que nos abalou, que nos fez querer lutar, proteger as pessoas.´´

          7)Espere um pouco...Trigon, é você?

O grande mistério levantado pelo trailer chega por volta de 1:25 quando esse homem de aparência ordinária (ah, como as aparências enganam...) arremessa uma mulher pelo ar.
Rumores circularam em dezembro que estavam procurando um ator para interpretar Trigon. Embora esse homem não se pareça em nada com o que conhecemos do demônio das HQs- não tem chifres ou pele escarlate- sua força sobrenatural implica que haja mais nele do que aparenta. Encaixando algumas pistas do trailer, podemos desconfiar que seja Trigon-ou ao menos, seu receptáculo humano.

[Lista] 12 Livros Escritos Por Celebridades

Sim, nós amamos listas, e sabemos que vocês tambem adoram. E por isso, hoje separamos uma especial.
Nesta lista temos cantores, cantoras, atrizes e atores se arriscando no mundo da literatura.
Confira.

O Irmão Alemão – Chico Buarque
Sergio Buarque de Holanda morou em Berlim entre 1929 e 1930, como correspondente de O Jornal, órgão dos Diários Associados. A cidade vivia o fervor da República de Weimar, o auge criativo de Alfred Döblin, Fritz Lang e Kurt Weill, o frenesi dos cabarés. Era um ambiente cultural estimulante e mundano - embora a barbárie e as trevas estivessem logo ali, à espreita.
O período berlinense foi de grande importância para a formação do jovem crítico. Na cidade travou contato com nomes relevantes da intelligentsia local, como Thomas Mann - a quem entrevistou nos elegantes salões do Hotel Adlon, no bulevar Unter den Linden - e o historiador Friedrich Meinecke - a cujas aulas assistiu. A experiência no estrangeiro e o distanciamento serviram ainda de incentivo para a reflexão sobre o país natal. Datam da estadia na capital alemã os apontamentos para “Corpo e alma do Brasil”, artigo publicado em 1935 na revista Espelho, e que seria a base de Raízes do Brasil, lançado no ano seguinte.
Essa Berlim brechtiana foi também cenário de uma aventura amorosa entre o brasileiro e certa Anne Ernst, da qual resultou um filho, Sergio Ernst, que o pai jamais conheceu. De volta ao Brasil, Sergio Buarque daria largos passos rumo ao ensaísmo acadêmico, se tornaria professor universitário e diretor de museu, logo um dos maiores intelectuais do país. Casou-se, teve sete filhos, entre os quais Chico Buarque. Seu “mau passo juvenil” não era exatamente um tabu, porém estava longe de ser assunto na família. Chico só soube da história em 1967, aos 22 anos. Estava na casa de Manuel Bandeira em companhia de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, e o poeta pernambucano deixou escapar algo sobre aquele “filho alemão do seu pai”.
Quando se preparava para escrever um novo romance, o autor pediu a Luiz Schwarcz - como costuma fazer ao fim dos períodos de entressafra literária - que lhe enviasse livros de que gostara nos últimos tempos. No pacote foram Austerlitz, de W. G. Sebald, cruciante investigação ficcional da memória e da história pessoal, e Paris, a festa continuou, de Alan Riding, uma história narrativa das manifestações culturais na Paris ocupada pelos nazistas (a bem da verdade um relato da acomodação de grande parte dos artistas e empresários da cultura franceses às forças de ocupação). A leitura de Austerlitz despertou em Chico Buarque a angústia pelo destino incerto desse irmão que jamais conhecera - e que bem poderia ter sucumbido aos anos de terror numa “cidade bombardeada e partida ao meio”, ou mesmo cerrado fileiras com a juventude hitlerista. Transcorridas quase cinco décadas, decidiu então tomar o assunto como matéria para um novo livro. Logo assomou a necessidade de saber o que se passara com Sergio Ernst, por motivos afetivos mas agora também literários. Afinal, como desatar os nós da narrativa sem conhecer o fim da história real? Por sua vez, um pianista salvo do nazismo pelo mítico benemérito americano Varian Fry, citado em Paris, a festa continuou, evocou lembranças da infância paulistana do autor -, e deu-lhe o mote para uma figura central do romance. Começava-se assim a desenrolar o novelo.
Chico Buarque já enfrentava as primeiras páginas quando tomou conhecimento de uma correspondência - preservada por sua mãe, Maria Amelia Buarque de Holanda - entre autoridades do governo alemão e seu pai, ali chamado de Sergio de Hollander. Já no poder, os nazistas queriam se certificar de que a criança, então sob a guarda do Estado, não tinha antepassados judeus, a fim de liberá-la para adoção. Ao tomar ciência do teor dos documentos, Chico deu início a uma pesquisa exaustiva sobre a vida e o paradeiro do garoto. Por intermédio do historiador brasileiro Sidney Chalhoub, acionado pela editora enquanto passava um período acadêmico em Berlim, os pesquisadores João Klug (historiador) e Dieter Lange (museólogo) embarcaram num trabalho verdadeiramente detetivesco, conseguindo afinal traçar o destino do “irmão alemão”, com descobertas surpreendentes. O irmão alemão reproduz ficcionalmente essa pesquisa real, mas não é um relato histórico. O autor usa a realidade como fonte da ficção.
A narrativa se estrutura numa constante tensão entre o que de fato aconteceu, o que poderia ter sido e a mais pura imaginação. Na São Paulo dos anos 1960, o adolescente Francisco de Hollander, ou Ciccio, encontra uma carta em alemão dentro de um volume na vasta biblioteca paterna, a segunda maior da cidade. Em meio a porres, roubos recreativos de carros e jornadas nem sempre lícitas a livros empoeirados, surgem pistas que detonam uma missão de vida inteira. Ao tentar traçar o destino de seu irmão alemão, parece também estar em jogo para o narrador ganhar o respeito do pai, que, apesar dos arroubos intelectuais de Ciccio, tem mais afinidade com Domingos, ou Mimmo, seu outro filho, galanteador contumaz, leitor da Playboy e da Luluzinha, e sempre a par das novas sobre Brigitte Bardot. A despeito das tentativas de mediação da mãe, Assunta - italiana doce e enérgica, justa e com todos compreensiva -, a relação dos irmãos é quase feita só de silêncio, competição e ressentimento.
Num decurso temporal que chega à Berlim dos dias presentes, e que tem no horror da ditadura militar brasileira e nos ecos do Holocausto seus centros de força, O irmão alemão conduz o leitor por caminhos vertiginosos através dessa busca pela verdade e pelos afetos.

Holy Cow - Uma Fábula Animal – David Duchovny
Uma aventura irreverente criada pelo astro de Arquivo X com muita personalidade e uma heroína quadrúpede inesquecível Elsie Bovary é uma vaca muito feliz em sua bovinidade. Até o dia que resolve sair sorrateiramente do pasto e se vê atraída pela casa da fazenda. Através da janela, observa a família do fazendeiro reunida em volta de um Deus Caixa luminoso – e o que o Deus Caixa revela sobre algo chamado “fazenda industrial” deixa Elsie e tudo o que ela sabia sobre seu mundo de pernas para o ar. A única saída? Fugir para um mundo melhor e mais seguro. Assim, um grupo para lá de heterogêneo é formado: Elsie; Shalom, um porco rabugento que acaba de se converter ao judaísmo; e Tom, um peru tranquilão que não sabe voar, mas que com o bico consegue usar um iPhone como ninguém. Munidos de passaportes falsos e disfarçados de seres humanos, eles fogem da fazenda e é aí que a aventura deles alça voo – literalmente. Elsie é uma narradora marrenta e espirituosa; Tom dá conselhos psiquiátricos com um sotaque alemão um tanto forçado; e Shalom, sem querer, acaba unindo israelenses e palestinos. As criaturas carismáticas de David Duchovny indicam o caminho para um entendimento e uma aceitação mútuos dos quais esse planeta tanto precisa.

A Fogueira – Krysten Ritter
Com lançamento simultâneo no Brasil e nos EUA, A fogueira é o livro de estreia da atriz Krysten Ritter, protagonista do premiado seriado da Netflix Jessica Jones e conhecida também por seus papéis em Os defensores e Breaking Bad, entre outros filmes e séries. Na trama, Abby Williams é uma advogada de 28 anos especializada em questões ambientais. Hoje uma mulher independente vivendo em Chicago, Abby teve uma adolescência problemática numa cidadezinha no estado de Indiana que até hoje ela luta para esquecer. Mas um caso de contaminação envolvendo uma grande empresa obriga Abby a voltar à pequena Barrens e confrontar seu próprio passado. Quanto mais sua equipe avança nas investigações sobre a Optimal Plastics, mais Abby se aproxima também da verdade sobre o misterioso desaparecimento de sua antiga melhor amiga anos atrás e de outros acontecimentos até então sem resposta.

Fim – Fernanda Torres
O público brasileiro acostumou-se a ver Fernanda Torres no cinema, no teatro ou na televisão. Em filmes premiados, novelas ou séries globais, ela se firmou como uma das mais versáteis atrizes brasileiras, capaz de atuar num arco dramático que vai da comédia escrachada ao denso drama psicológico. Em anos recentes, Fernanda começou a atuar na imprensa, em colunas no jornal Folha de S.Paulo, na Veja Rio e em colaborações para a revista piauí. Com Fim, seu primeiro romance, ela consolida sua transição para o universo das letras e mostra que nesse âmbito é uma artista tão completa quanto no palco ou diante das câmeras. O livro focaliza a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas: festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos. Álvaro vive sozinho, passa o tempo de médico em médico e não suporta a ex-mulher. Sílvio é um junkie que não larga os excessos de droga e sexo nem na velhice. Ribeiro é um rato de praia atlético que ganhou sobrevida sexual com o Viagra. Neto é o careta da turma, marido fiel até os últimos dias. E Ciro, o Don Juan invejado por todos — mas o primeiro a morrer, abatido por um câncer. São figuras muito diferentes, mas que partilham não apenas o fato de estar no extremo da vida, como também a limitação de horizontes.

A Filha das Flores - Vanessa da Mata
Giza cresceu à beira de uma estrada que liga o norte e o sul do país. Sua geografia familiar, no entanto, pouco ultrapassa os limites da casa de infância, onde foi criada em meio às plantações de flores, ao pé do jardim. Os buquês e arranjos que lá eram preparados abasteciam toda a região, aproximando Giza de um universo de gente que ama, é rejeitada e morre, cada circunstância pedindo a sua própria flor. Assim, a menina, vivendo à sombra das tias, duas garotas que já encantavam os homens do vilarejo, encontrava seu jeito de vencer as cercas de casa. Mas, se das flores ela colecionava as histórias, das tias ela ganhava um vislumbre da vida adulta, que Margarida e Florinda, a despeito de serem pouco mais velhas, pareciam abraçar com naturalidade. Quase como uma estrangeira na casa, Giza passa a infância navegando pelos códigos e subentendidos da família, à beira de algo que ela parece prestes a compreender. Dona de uma imaginação prodigiosa, ela preenche esses espaços com doçura, humor e leveza, que a autora soube captar num estilo vivo e vibrante. Mas a menina cresce. E começa a saber de seu corpo, de suas vontades e de seus arredores. Viajando no carro que usa para entregar flores, ela ultrapassa os limites impostos pela família e chega a uma vila, lugar sobre o qual pairam histórias tenebrosas, e que ela passará a frequentar em busca de uma vida mais terrena. A filha das flores, primeiro romance da cantora e compositora Vanessa da Mata, capta, num registro ao mesmo tempo delicado e áspero, essa transição.

O Pau - Fernada Young

Diz a crença popular que a vingança é um prato que se come frio. Em O pau, Fernanda Young fala do tema ao contar a história de Adriana, uma bela designer de joias que descobre sinais da traição do namorado, 14 anos mais novo. Ao longo das páginas, a escritora usa o humor ácido que a consagrou como redatora de sucessos como Os normais para derrubar a teoria freudiana da inveja do pênis.Linda, bem nascida e com uma carreira de sucesso, Adriana tem 38 anos e sofre com as inseguranças que atingem boa parte das mulheres de sua idade. O corpo, embora cuidado com esmero, não tem mais a firmeza encontrada nas meninas de 20. No rosto, começam a despontar as primeiras marcas de expressão, e temores como o aumento do grau dos óculos para vista cansada são uma constante. Por dentro, as marcas de sucessivas decepções amorosas a tornaram extremamente desconfiada.Nesse contexto, entra na vida da designer de joias um jovem ator de 24 anos. Bonito, com um corpo malhado e, para completar, se dizendo completamente apaixonado por ela. Mesmo sem querer acreditar muito que possa ser verdade, Adriana termina embarcando na história, dizendo a si mesma que não é amor o que sente, está só aproveitando a chance de desfilar por aí na companhia de um belo rapaz, ainda por cima mais novo, que está ao seu lado porque tem a chance de aprender sobre o mundo e levar uma vida melhor. Afinal, segundo ela, suprir mútuas necessidades é a base do sucesso da maioria dos casais.Tudo parecia ir bem até uma noite em que, acordada sozinha na sala da casa do namorado, ouve o celular dele apitar com uma mensagem de um remetente sem nome. Em poucos minutos, a desconfiança de Adriana cresce e ela descobre a identidade de quem mandou o torpedo: uma modelo e atriz que diz ter 21 anos. Diante dos sinais de traição, a designer monta um elaborado plano de vingança, com o objetivo de destruir o que acredita ser a única coisa com a qual seu namorado se importa: o próprio pênis.

Tipos Incomuns – Tom Hanks
Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção uma coletânea de histórias que disseca, com grande afeição, humor e perspicácia, a condição humana e todos os seus defeitos. Um affair agitado e divertido entre dois grandes amigos. Um ator medíocre que se torna uma estrela e se vê em meio à frenética viagem de divulgação de um filme. O colunista de uma cidadezinha com um ponto de vista antiquado sobre o mundo. Uma mulher se adaptando à vida na nova vizinhança após o divórcio. Quatro amigos e sua viagem de ida e volta à Lua num foguete construído num fundo de quintal. Essas são apenas algumas das pessoas e situações que Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção. Os contos têm algo em comum: em todos, uma máquina de escrever desempenha um papel - às vezes menor, às vezes central. Conhecido por sua sensibilidade como ator, Hanks traz essa característica para sua escrita. Ora extravagante, ora comovente, ocasionalmente melancólico, Tipos incomuns deleitará e surpreenderá seus milhões de fãs.

Lucíola – Vera Fischer
A literatura produzida por mulheres conquista cada vez mais espaço no imaginário dos leitores, no mercado editorial e na cena literária. Vera Fischer, atriz reconhecida por seu talento, sua sensibilidade e beleza, embrenha-se pela segunda vez nesta seara. Agora, a escritora nos apresenta sua Lucíola, personagem que, assim como a cortesã de José de Alencar, tem no amor a sua redenção.
Quase dois séculos separam as Lucíolas de Alencar e de Vera. Mas ambas dialogam sobre a moral e o preconceito, ainda que – diferente do livro homônimo – a Lucíola de Vera habite um Rio de Janeiro de tintas fortes, violência, desamparo, bebidas e outras drogas. E é neste ambiente de contrastes que nasce também a esperança. Num discurso honesto, a presença de Lucíola soma beleza e determinação em igual equilíbrio. As mesmas qualidades que Vera sempre mostrou de forma intensa numa carreira repleta de enfrentamentos e conquistas. 
Nesta obra, cujo personagem central é uma mulher escrita pelas mãos de outra mulher, revela-se claramente a perspectiva não de um espaço de rebeldia, mas de discussão, da exposição de ideias através de uma ótica feminina, nunca feminista. Na trajetória desta heroína, Vera desconstrói com inteligência e coragem o mito da inferioridade da mulher. Ela, que sempre ousou em suas atitudes, se coloca novamente à prova através de suas inúmeras facetas. Fato é que continua a surpreender seu público, trazendo à luz uma produção rica em imagens, diálogos precisos, sensualidade e afeto, onde a alma humana se revela transgressora e guerreira, sempre sob o olhar generoso da autora.
Nas obras de Vera, seja em Serena, seja agora em Lucíola, prevalece a percepção da vida, quebrando paradigmas e preconceitos históricos, amalgamando a sensibilidade, numa linguagem urbana e apurada que, em linhas gerais, busca chancelar que não existe a literatura feminina ou masculina, e sim a literatura de qualidade ou não. E, neste ponto, Vera se consolida na primeira opção.

Quem Sabe Um Dia – Lauren Graham
ROMANCE DE ESTREIA DE LAUREN GRAHAM, A LORELAI DE GILMORE GIRLS E SARAH BRAVERMAN DE PARENTHOOD Quando se mudou para Nova York, Franny Banks deu a si mesma três anos para conseguir se estabelecer como atriz. E agora, em janeiro de 1995, faltando apenas seis meses para o fim do prazo, ela não conseguiu grandes avanços. Todas as suas fichas estão depositadas na Apresentação, uma mostra dos alunos do curso de teatro do qual faz parte com diversos agentes presentes. Assim, resta a Franny lutar contra a conta bancária, o cabelo indomável, o tempo e a própria sorte para conseguir aquilo que acredita ser seu por direito. • O livro ganhará uma série de TV, produzida pelo canal CW. • “De forma inteligente, Lauren Graham extrai detalhes de sua experiência como atriz, construindo um texto perspicaz e divertido.” Washington Post • “Leve, engraçado e mordaz, o estilo de Lauren Graham me conquistou de imeditado.” Meg Cabot • “Cativante e engraçado, fascinante e inteligente.” Diane Keaton

Terra de Histórias – Chris Colfer
Os irmãos gêmeos Alex e Conner estão vivendo os piores dias de suas vidas. Para tentar alegrá-los, no aniversário de 12 anos, a avó os presenteia com o antigo livro de histórias que o pai costumava ler para eles, quando crianças, antes de dormir. E a magia volta a tomar conta da vida dos dois - de verdade! Assim como Alice chegou ao País das Maravilhas após cair num buraco do coelho, Alex e Conner são sugados pelo livro e vão parar dentro do mundo dos contos de fadas. Lá, descobrem o que aconteceu com os personagens após o "E foram felizes para sempre!". Cachinhos Dourados, por exemplo, é uma fugitiva, Chapeuzinho Vermelho tem seu próprio reino e Cinderela, agora rainha, está prestes a se tornar mãe. Mesmo em meio a tantas surpresas, os gêmeos não têm tempo a perder: precisam voltar para casa antes que o livro se feche e a mãe dê queixa do desaparecimento deles. Para que o Feitiço do Desejo se cumpra, Alex e Conner têm de desvendar as pistas deixadas em um diário. Eles só não podiam imaginar que mais alguém estava no rastro e faria de tudo para atravessar para o mundo real no lugar deles: a Rainha Diabólica.

Código de um Cavaleiro – Ethan Hawke
Um cavaleiro, temendo não retornar da batalha, escreve uma carta para os filhos na tentativa de deixar um registro do que aprendeu durante a vida. Em uma série de reflexões sobre solidão, humildade, perdão, honestidade, coragem, graça, orgulho e paciência, ele se baseia nos ensinamentos das antigas filosofias oriental e ocidental e nos grandes escritos espirituais e políticos da história humana. Seu objetivo não é simples: dar a seus filhos uma bússola para uma jornada que terão que fazer sozinhos, um pequeno guia sobre o que dá sentido e beleza à vida.

Linha M – Patti Smith
Depois do cultuado Só garotos, a lendária cantora e escritora Patti Smith volta à sua odisseia pessoal em Linha M, que ela chama de “um mapa para minha vida”. O livro começa no Greenwich Village, o bairro que tanto marcou sua história. Todos os dias a artista vai ao mesmo café e, munida de seu caderno de anotações, registra suas impressões sobre o passado e o presente, a arte e a vida, o amor e a perda. Num tom que transita entre a desolação e a esperança — e amplamente ilustrado com suas icônicas polaroides —, Linha M é uma meditação sobre viagens, séries de detetives, literatura e café. Um livro poderoso e comovente de uma das mais multifacetadas artistas em atividade.