20 setembro 2017

[News] Divulgado o primeiro trailer do novo live-action de Tomb Raider



Após o primeiro pôster ter sido liberado ontem, hoje temos — finalmente — o primeiro trailer do reboot da franquia Tomb Raider. O novo filme é protagonizado pela vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme A Garota Dinamarquesa em 2016 e é o primeiro sem envolvimento de Angelina Jolie, a estrela dos demais filmes.

A história será focada na nova fase dos jogos, onde é explorado o passado de Lara Croft, o surgimento de sua reputação, como ela se tornou uma lenda. E, pelo trailer, é possível perceber que está bem fiel à humanização que lhe foi empregada no últimos dois títulos produzidos pela Square Enix. 

Tomb Raider: A Origem tem previsão de estreia para 16 de Março de 2018.




19 setembro 2017

[Discurso] P!nk no VMA


A cantora P!nk recebeu, no VMA que ocorreu no último Domingo (27), o "Michael Jackson Video Vangaurd Awars" e escolheu fazer seu discurso não apenas para agradecer, mas para passar uma linda mensagem para sua filha, Willow, que estava na plateia. Um discurso de aceitação e empoderamento, típico da cantora. Curiosos? Leiam a transcrição:

"Recentemente, estava levando minha filha à escola e, do nada, ela disse pra mim:
'2Mamãe?'
'Sim, querida.'
'Sou a menina mais feia que conheço.'
E eu disse: 'Oi?'
'Pareço um menino com cabelo comprido.'
E já pensei: "Meu Deus, você tem 6 anos. Por quê? De onde está vindo isso? Quem disse isso? Posso dar uma surra em uma criança de 6 anos?'
 
Mas não falei nada. Em vez disso, fui para casa e fiz uma apresentação no PowerPoint para ela. E nessa apresentação tinha estrelas do rock andrógenas e artistas que viveram a verdade deles e, provavelmente, foram zombados todos os dias de suas vidas e seguiram em frente, carregando suas bandeiras e inspirando todos nós; artistas como Michael Jackson, David Bowie, Freddie Mercury, Annie Lennox, Prince, Janis Joplin, George Michael, Elton John... tantos artistas. Os olhos dela brilharam.
E eu disse: 'Quero saber por que você se sente assim.'
Ela respondeu: 'Pareço um menino'.
'E como você acha que eu pareço?'
'Você é bonita.'
'Bom, obrigada, mas quando as pessoas caçoam de mim, é isso que elas usam. Elas falam que pareço um menino, que sou muito masculina, que tenho muitas opiniões e que meu corpo é muito sarado.'
E perguntei a ela: 'Você me vê deixando meu cabelo crescer?'
'Não, mamãe.'
'Você me vê mudando meu corpo?
'Não, mamãe.'
'Você me vê mudando o jeito como me apresento ao mundo?'
'Não, mamãe.'
'Você me vê lotando arenas no mundo todo?'
'Sim, mamãe.'
'Certo. Então, querida, nós não mudamos. Nós pegamos o cascalho e a concha e fazemos uma pérola, e ajudamos as outras pessoas a mudarem para que possam ver outros tipos de beleza.'
Para os artistas aqui hoje, estou tão inspirada por todos vocês. Obrigada por serem autênticos e iluminarem o caminho para nós. Há tanta coisa legal acontecendo atualmente na indústria musical. Continuem fazendo isso e brilhando para o resto de nós ver. E você, minha menina querida, é linda e eu a amo."

18 setembro 2017

[Resenha] Agora e para sempre, Lara Jean

Na aguardada conclusão da série Para todos os garotos que já amei, Lara Jean vai ter que tomar as decisões mais difíceis de sua vida. Em Para todos os garotos que já amei, as cartas mais secretas de Lara Jean — aquelas em que se declara às suas paixonites platônicas para conseguir superá-las — foram enviadas aos destinatários sem explicação, e em P.S.: Ainda amo você Lara Jean descobriu os altos e baixos de estar em um relacionamento que não é de faz de conta. Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás. Quando o coração e a razão apontam para direções diferentes, qual deles se deve ouvir?
O que eu achei?
Uma coisa que adoro no meio literário é nossa capacidade, como leitores, de vermos nossos gostos evoluírem com o passar do tempo. Nunca me esquecerei da minha primeira releitura em que passei a odiar um livro que anteriormente amava por não me conectar mais com aquela história. Entretanto, existem também aqueles livros estáticos, que vivem numa bolha exclusiva onde o tempo e a física tiveram seus corações partidos. Por mais que eu siga cada vez mais crítico quanto às demais histórias que leio — as fantasias, os suspenses, os romances — nos livros da Jenny muito pouco importa além da alegria genuína que preenche meu peito.

O plot do livro é bem simples: será o fim de Lara Jean e Peter? Depois de ter suas cartas apaixonadas enviadas aos respectivos remetentes e de lidar com os conflitos do primeiro relacionamento sério, é hora da maior fazedora de cookies — assim como Margot no primeiro livro — sair de casa e ir para a faculdade. Mas, ao contrário de sua irmã, tudo que ela mais quer é ingressar os estudos no campus mais perto de casa possível, já que não consegue viver longe de Kitty ou do pai. Ademais, Lara Jean e Peter decidem cursar a mesma faculdade para assim superarem o estigma de casal de colegial fadado ao término, porém tudo sai do controle no momento em que recebe uma notícia não tão inesperada assim.

O que mais me cativa em todos os momentos, acima até mesmo do romance extremamente fofo, é a relação intimista das irmãs Song. O modo intrincado como elas se complementam e estão sempre ali umas pelas outras. Lara Jean com sua ingenuidade, o impulso de sentir-se no controle de tudo e, claro, seus infinitos doces. Kitty com sua personalidade forte e seu jeito de dominar o ambiente sem o mínimo de esforço aparente. E Margot por sua seriedade e onipresença velada na mente das outras. Elas formam um tipo de linha de sucessão, em que uma se espelha na outra até que torna-se impossível separá-las em imagens distintas.

Adorei como o conflito do livro volta-se muito mais para a própria Lara Jean, sua insegurança em seguir em frente, e sua família que seu relacionamento com Peter. Destaque para o casamento de seu pai e a vizinha, Srta. Rothschild. Estando fisicamente distante por conta da faculdade, Margot não presencia a evolução do relacionamento deles como as outras duas, de modo que, quando retorna para a cerimônia, encontra a casa totalmente diferente e seu lugar como a “mulher da casa” tomado por outra. E isso afeta a todos, sobretudo Kitty em especial, que agora possui alguém para substituir a mãe que ela nem chegou a conhecer profundamente de tão nova quando a perdeu. É algo que se fixou na minha mente pela evidência de ciclos se fechado, de que a história está realmente chegando ao seu fim e tudo está se ajustando num novo normal.

Contrariando o livro anterior, seu namoro com Peter agora não necessariamente sofre de interferências bobas como ciúmes e inseguranças para que haja história para contar. Na verdade, a narrativa de Agora e Para Sempre, Lara Jean é, dentre todas, a mais casual. Eles estão mais unidos que nunca por meio das pequenas coisas, como assistir filmes juntos e inúmeras degustações de cookies com gotas de chocolate na busca de Lara Jean pela receita perfeita.

Em outros tempos, eu diria que os livros da Jenny são meus guilty pleasures, mas isso seria um enorme equívoco. Para mim, seus livros são leituras reconfortantes que reviram a falsa monotonia do cotidiano, dando luz aos pequenos momentos, e não há necessidade de negar meu amor por eles. Claro, é impossível negar que é uma série bobinha e que Lara Jean consegue ser muito ingênua em certos momentos, mas o que procuro nela é o conforto que até então me foi dado sem medir esforços e, enquanto esse sentimento ainda perdurar, a seguirei por onde for.

[News] Emmy 2017 e seus ganhadores

Na última noite presenciamos um show de mulheres, na premiação do Emmy.
Tivemos duas séries como grandes campeões: "Big Little Lies" e "The Handmaid's Tale" esta última ainda sem exibição no Brasil; ambas com 5 prêmios nas categorias principais.

A serie "Veep" permaneceu ganhando no quesito humor.
A única surpresa da Noite foi Sterling  K. Brown recebe o Emmy de melhor ator em série dramática por  "This is us" desbancando até Robert De Niro.

Confira abaixo a lista de vencedores:
Melhor Série de Drama
The Handmaid's Tale

Melhor Série de Comédia
Veep

Melhor Telefilme
Black Mirror - San Junipero

Melhor Minissérie ou Série Limitada
Big Little Lies

Melhor Ator em Série de Drama
Sterling K. Brown (This Is Us)

Melhor Atriz em Série de Drama
Elisabeth Moss (The Handmaid's Tale)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama
John Lithgow (The Crown)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama
Ann Dowd (The Handmaid's Tale)

Melhor Ator Convidado em Série de Drama
Gerald McRaney (This Is Us)

Melhor Atriz Convidada em Série de Drama
Alexis Bledel (The Handmaid's Tale)

Melhor Ator em Série de Comédia
Donald Glover (Atlanta)

Melhor Atriz em Série de Comédia

Julia Louis-Dreyfus (Veep)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia

Alec Baldwin (Saturday Night Live)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia
Kate McKinnon (Saturday Night Live)

Melhor Ator Convidado em Série de Comédia
Dave Chapelle (Saturday Night Live)

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia
Melissa McCarthy (Saturday Night Live)

Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme

Riz Ahmed (The Night Of)

Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme
Nicole Kidman (Big Little Lies)

Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme
Alexander Skarsgard (Big Little Lies)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme
Laura Dern (Big Little Lies)

Melhor Direção em Série de Drama

The Handmaid's Tale, Reed Morano

Melhor Direção em Série de Comédia

Atlanta, Donald Glover

Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme
Big Little Lies, Jean Marc-Vallée

Melhor Roteiro em Série de Drama

The Handmaid's Tale, Bruce Miller

Melhor Roteiro em Série de Comédia
Master of None, Lena Waithe e Aziz Ansari

Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme

San Junipero (Black Mirror), Charlie Brooker

Melhor Programa de Esquetes
Saturday Night Live

Melhor Programa de Variedade

Last Week Tonight with John Oliver
Escrito por Juliana Brito

17 setembro 2017

[Entrevista] Juliana Parrini


1. Quais são seus livros?
Depois do que aconteceu , Antes que aconteça, Novamente você, Tudo ou nada, Enquanto o sol brilhar, Com você, Com ela e a antologia Mundos Paralelos.
2. Se inspirou em algum outro autor para começar a escrever? Se sim, qual?
Na infância amava ler Carlos Heitor Cony e Pedro Bandeira. Veio daí o prazer da leitura e também da escrita.
3. Você escreve romances, mas qual seu gênero favorito para ler?
Além do romance, gosto de ler Thriller e suspense policial. Adoro ler livros que me deixam ansiosa para saber o final. Amo George Martin e Stephen King.
4. Quais suas maiores dificuldades para publicar? Conte-nos sua trajetória desde o início, como foi que ocorreu do processo de começar a escrever até ver seu primeiro livro publicado?
Comecei a escrever na adolescência, mas nada que levasse a diante. Mas em 2014 senti necessidade de resgatar esse hobby e dei início a história do Depois do que Aconteceu no Wattpad (plataforma para novos escritores). Meu intensão não era ser linda, mas em dois meses o livro ultrapassou a marca de 2 milhões de leituras no aplicativo. No início de 2015 publiquei o livro na Amazon de forma independente junto com o segundo volume chamado Antes que Aconteça. O retorno foi imediato e ambos os livros ficaram, respectivamente, em 1º e 2º lugar na lista dos e-books mais vendidos da Amazon e foi assim que recebi o convite da Suma de Letras (Grupo Companhia das Letras) para a publicação desses livros e mais outros dois. Foi tudo muito rápido e agradeço aos primeiros leitores. Tudo isso foi graças a eles.
5. Qual livro que você leu e não gostou, mas todos gostam?
Nossa! Difícil, não é? Eu não curti muito o Easy da Tammara Webber. Ela escreve muitíssimo bem, apenas não consegui me animar com a história.
6. Dos livros que escreveu, qual é o seu favorito? Conte-nos um pouco sobre ele, sem dar spoiler, cuidado hein...
Todos são especiais. Mas o que mais me diverti escrevendo foi o Novamente Você. Ele se passa em uma ilha paradisíaca no norte do Rio de Janeiro chamada Ilha Grande. Tem uma pegada de comédia e muito romance.Vou deixar a sinopse aqui que explica direitinho:

"É possível se apaixonar duas vezes pela mesma pessoa? Maria Rita foi embora para nunca mais voltar. Deixou para trás o marido, os pais, as irmãs e uma vida de pobreza em uma cidade pequena da qual sempre quis sair. Doze anos depois, ela volta como partiu: sem maiores explicações. Mas agora Maria Rita é a sofisticada Miah, acostumada ao glamour e à vida superficial de Hollywood. Ao chegar, ela se dá conta de que não foi a única que mudou: seu ex-marido, Leonardo Júnior, agora é um homem bem-sucedido, diferente do caiçara com quem ela se casou ainda muito jovem. Empresário de sucesso, Léo parece ter superado o trauma de ser abandonado pelo grande amor de sua vida, até que reencontra a mulher que pensou que nunca mais veria. Apesar da mágoa, ele não consegue deixar de ter vislumbres de sua Maria Rita sob a pele da arrogante Miah. E resistir à antiga paixão será o maior desafio que já enfrentou."
7. Se pudesse recomendar 2(apenas dois) livros, quais seriam?
2? Hum... Orgulho e Preconceito da Jane Austen e O Senhor dos Anéis de Tolkien.
8. Quais os planos literários para o futuro? Estou escrevendo um livro e me dedicando ao máximo a ele por se tratar de um tema complexo.

Sempre escrevo um livro de cada vez e meu foco fica diretamente na mesma história. Estou animada e doida para mostrar aos leitores.
9. Alguma vez estava "caminhando pela vida" e viu alguém lendo seu livro? Qual foi a sensação?
Vi sim e quase morri do coração!

Estava passeando no Shopping e vi uma moça na fila de uma livraria com dois dos meus livros. Mas sou tímida e fiquei apenas emocionada olhando a cena. 😊
10. Deixe um recado pros leitores do blog.
Olá, galera, espero que tenham gostado da entrevista e nada melhor do que ter a leitura em nossas vidas, não é? Leiam sempre! Espero que curtam alguns dos meus livros e obrigada Maisa pelas ótimas perguntas.

Agora um De frente com Maisa: curiosidades sobre você.

1. Se pudesse levar dois itens para uma ilha deserta, quais seriam?
Uma coca-cola e celular.
2. Ler ou ser lida?
Ler
3. Filme preferido?
O senhor dos anéis
4. Séries que acompanha?
Game of Thrones, Outlander. No momento, só essas duas. O tempo está curto! Haha Mas AMO séries!
5. O desejo da tua vida?
Fazer um mochilão pelo mundo!
6. Um cheiro inesquecível?
Dos meus filhos!
7. Qual maior loucura que você já cometeu?
Escrever hahahaha Com certeza, foi a maior delas!
8. Um sonho de consumo?
Viagem a França.
9. Comida preferida?
Cheddar do MC Donalds
10. Juliana por Juliana, quem é você?
Sou esposa, mãe, irmã, escritora e mais algumas coisas. Gosto de conhecer novos lugares e pessoas. Amo o cheiro da chuva e me sinto realizada com um abraço. Sou minimalista. Me contento com o pouco e, não acho isso ruim. Não costumo criar expectativas sobre nada e me entrego de corpo e alma à minha família.

[News] O 69º Emmy é hoje a noite e Stranger Things já sai na frente....



O Emmy é uma premiação,  muito importante, anual em que a Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA elege as séries, minisséries e telefilmes que mais se destacaram dentro de suas categorias.

A premiação está na sua 69º edição, e acontece esta noite, (17/9/2017) sua transmição será pelo canal fechado TNT, a partir das 20h, e será apresentada por Stephen Colbert.

Os indicados foram anunciados por Anna Chumsky e Shemar Moore, em 13 de Julho.
Saindo na frente Westworld com 22 indicações e Stranger Things com 18. Confira agora a lista com algumas categorias e veja se seu/sua queridinha está na competição:

Melhor série dramática
  •  Better Call Saul
  •   the crown
  •   The Handmaid's Tale
  •   house of cards
  •   stranger things
  •   this is us
  •   Westworld


Melhor atriz em série dramática
  •   Viola Davis - HTGAWM
  •   Claire Foy – The crown
  • Elisabeth Moss - The Handmaid's Tale
  •   Keri Russell – the americans
  •   Evan Rachel Wood - Westworld
  •   Robin Wright - House of Cards


Melhor ator em série dramática

  •  Sterling K. Brown - This is Us
  •   Anthony Hopkins - Westworld
  •   Bob Odenkirk - Better Call Saul
  •   Matthew Rhys – the americans
  •   Liev Schreiber - Ray Donovan
  •   Kevin Spacey - House of Cards
  •   Milo Ventimiglia - This is Us


Melhor atriz coadjuvante em série dramática
  •   Uzo Aduba - Orange is the new black
  •   Millie Bobby Brown – Stranger Things
  •   Ann Dowd - The Handmaid's Tale
  •   Samira Wiley - The Handmaid's Tale
  •   Chrissy Metz - This is Us
  •   Thandie Newton - Westworld


Melhor ator coadjuvante em série dramática
  •   Jonathan Banks - Better Call Saul
  •   Michael Kelly - House of Cards
  •   John Lithgow - The Crown
  •   Mandy Patinkin - Homeland
  •   David Harbour – Stranger things
  •   Ron Cephas Jones – this is us
  •   Jeffrey Wright -  Westworld


Melhor atriz convidada em série dramática
  •   Cicely Tyson htgawm
  •   Laverne Cox – orange is the new black
  •   Shannon Purser – stranger things
  •   Alison Wright – the americans
  •   Alexis Bledel - The Handmaid's Tale
  •   Ann Dowd - The Leftovers


Melhor ator convidado em série dramática
  •   Ben Mendelsohn - Bloodline
  •   BD Wong - Mr. Robot
  •   Hank Azaria - Ray Donovan
  •   Brian Tyree Henry - This is Us
  •   Gerald McRaney - This is Us
  •   Denis O'Hare - This is Us


Melhor roteiro em série dramática
  •   Gordon Smith pelo episódio "Chicanel" - Better Call Saul
  •   The Duffer Brothers pelo episódio "Capítulo Um: o desaparecimento da vontade Byers" – stranger things
  •   Joel Fields e Joe Wesberg pelo episódio "A Divisão Soviética" – the americans
  •   Peter Morgan pelo episódio "Assassins" - The Crown
  •   Bruce Miller pelo episódio "Offred (Pilot)" - The Handmaid's Tale
  •   Lisa Joy e Jonathan Nolan pelo episódio "The Bicameral Mind" - Westworld


Melhor série cômica
  •   Atlanta
  •   Black-ish
  •   Mestre de Nenhum
  •   Modern Family
  •   Silicon Valey
  •   unbreakable Kimmy Schmidt
  •   Veep


Melhor atriz em série cômica
  •   Pamela Adlon - Melhores Coisas
  •   Jane Fonda - Grace & Frankie
  •   Allison Janney - mom
  •   Ellie Kemper - Unbreakable Kimmy Schmidt
  •   Julia Louis-Dreyfus - Veep
  •   Tracee Ellis Ross - Black-ish
  •   Lily Tomlin - Grace & Frankie


Melhor ator em série cômica
  •   Anthony Anderson - Black-ish
  •   Aziz Ansari - Mestre de Nenhum
  •   Zach Galifianakis - Baskets
  •   Donald Glover - Atlanta
  •   William H. Macy - Shameless
  •   Jeffrey Tambor - Transparente


Melhor atriz coadjuvante em série cômica
  •   Leslie Jones - Saturday Night Live
  •   Kate McKinnon - Saturday Night Live
  •   Vanessa Bayer - Saturday Night Live
  •   Kathryn Hahn - Transparente
  •   Judith Light - Transparente
  •   Anna Chlumsky - Veep


Melhor ator coadjuvante em série cômica
  •  Louie Anderson - Cestas
  •  Ty Burrell - Família moderna
  •  Alec Baldwin - Saturday Night Live
  •  Tituss Burgess - Unbreakable Kimmy Schmidt
  •  Tony Hale - Veep
  •  Matt Walsh - Veep


Melhor atriz convidada em série cômica
  •   Wanda SykesBlack-ish
  •   Carrie Fisher - Catástrofe
  •   Becky Ann Baker - girls
  •   Angela Bassett - Mestre de Nenhum
  •   Melissa McCarthy - Saturday Night Live
  •   Kristen Wiig - Saturday Night Live


Entre outras...

Ufaaaa.... quase que não acaba mais, mas podemos esperar muuuuuuuuuuuuuuuuita coisa boa essa noite, esta semana tivemos a premiação que avalia as categorias técnicas do Emmy, o “CREATIVE ARTS EMMY AWARDS 2017”, onde Stranger Things foi um dos grandes vencedores da noite.




Animados para a premiação ?
Então depois me diz aqui o que achou!!

até a próxima...
Escrito por Juliana Brito


16 setembro 2017

[Crítica Musical] David Gilmour Live in Pompeii


Bom, antes de falar sobre o filme-concerto, vamos a uma breve descrição de quem é David Gilmour. Cantor, compositor e guitarrista da banda britânica de rock progressivo Pink Floyd (hoje sem atividades), David Gilmour também possui carreira solo, tocando junto com grandes artistas em apresentações memoráveis.

Agora falando sobre o filme-concerto, o início mostra uma parte dos ensaios enquanto David Gilmour fala sobre como é voltar à cidade para uma nova apresentação, 45 anos depois de gravar um show com o Pink Floyd no mesmo lugar, o anfiteatro de Pompeia. Detalhe que em 1971, a apresentação da banda foi gravada sem plateia. Assim, o show de David Gilmour em 2016 foi o primeiro show com público no local depois de cerca de 2 mil anos, quando as apresentações no anfiteatro eram lutas de gladiadores da Roma Antiga.

Algo que impressiona é a qualidade da imagem e do som do show. Não me lembro de ter assistido a um show, seja em DVD, na TV, ou na internet, com uma qualidade tão espetacular!

Um ponto interessante que chamou a atenção foi quando Gilmour disse que ele não faz questão que as músicas sejam tocadas no show exatamente da mesma maneira que nas gravações dos álbuns. Ele gosta que os músicos levem ideias novas para os palcos. Isso mostra um pouco da grande personalidade que Gilmour tem e um dos motivos de ser considerado um dos maiores músicos de todos os tempos.

A banda formada para o espetáculo é composta por importantes músicos, como os tecladistas Chuck Leavell, que já tocou com a banda Rolling Stones, e Greg Phillinganes, que tocou junto de Michael Jackson em quase toda a carreira do cantor, o guitarrista Chester Kamen, que já havia tocado com Gilmour no festival Live Aid de 1985, e o saxofonista brasileiro João Mello. Além deles, estão presentes também o bateirista Steve DiStanislao e o baixista Guy Pratt, ambos já presentes em outros shows ao lado de Gilmour. E nos backing vocals estão Bryan Chambers, Louise Clare Marshall and Lucita Jules. Ou seja, uma banda histórica para um concerto histórico.

Logo no início do show, David Gilmour já toca as famosas “Rattle That Lock” (do seu álbum solo) e “What Do You Want From Me” (Pink Floyd). E a vontade do telespectador é de cantar e aplaudir junto! Depois, um espetáculo vocal é feito pelos backing vocals, na música “The Great Gig In The Sky”.

Ao tocar a música “Wish You Were Here”, a plateia vai ao delírio. É de arrepiar! A música é boa demais!

Músicas como “High Hopes”, “Shine On You Crazy Diamond”, “Sorrow” e “One of These Days” (única música presente nos dois shows - 1971 e 2016), também fazem parte do repertório. Solos de guitarras, espetáculos de luzes, todos os integrantes usando óculos escuros na música “Run Like Hell”, fazem o concerto de rock ser épico e inesquecível.

No fim, Gilmour encerra o show com as famosas músicas, da época de Pink Floyd, “Time” e “Confortably Numb”.

Escrito por Victor Monteiro