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[News]Nova série do YouTube, "O Som do Rio", convida público a mergulhar na cultura e natureza amazônica

 

Nova série do YouTube, "O Som do Rio", convida público a mergulhar na cultura e natureza amazônica 

A série, exclusiva do YouTube, é criada e produzida por Maria Gadú, Estela Renner e Marcos Nisti, e tem o objetivo de mostrar a riqueza da floresta e chamar a atenção para a urgência em frear os impactos ambientais na região 





Com participação de Thelminha, Vítor diCastro, Lenine e Felipe Castanhari, Gadú se une à ativista indígena Val Munduruku para proteger os sons da floresta


Imagens aqui


Maria Gadú e Val Munduruku em “O Som do Rio”. Divulgação: Maria Farinha Filmes

São Paulo, 27 de abril de 2022 - A nova série exclusiva do YouTube, O Som do Rio, que estreia em junho deste ano, traz Val Munduruku, ativista indígena, e Maria Gadú, artista e ativista socioambiental, em uma viagem de conhecimento e descoberta pelo Rio Tapajós ao lado de convidados. trailer de “Som do Rio” está sendo lançado hoje, 27 de abril. 


Na série, que conta com quatro episódios dirigidos por Carol Quintanilha, Maria Gadú convida personalidades como Thelma Assis (médica, apresentadora e influenciadora digital), Vítor diCastro (ator e influenciador digital) e Lenine (cantor e compositor) a se desconectarem da vida na cidade e embarcar numa jornada de transformação, onde a conexão real é tudo que encontrarão. 


Acompanhados por Val Munduruku, todos se encontram a bordo de um barco no Rio Tapajós, que segue o ritmo do vento e da água e permite a sintonia com o ciclo do Sol e de todas as espécies da floresta, proporcionando experiências transformadoras guiadas pelas vozes das comunidades locais. Enquanto o grupo se encanta com o que vivencia na floresta, também se depara com questões ambientais urgentes que afetam a região. Para explicar o impacto que isso tem na vida de quem está longe da Amazônia, o YouTuber e apresentador, Felipe Castanhari, usa toda sua didática, apresentando de maneira simples, alguns conceitos complexos relacionados a mudanças climáticas. 


“O Som do Rio é uma orquestra cultural. São muitas vozes: das pessoas, da floresta, das águas, dos cantos sagrados, dos pássaros. Poder viajar em tanto conhecimento é ampliar as formas que temos para lutar contra a destruição que está em curso”, comenta Maria Gadú.


Para o YouTube, o Som do Rio é um projeto importante e que ressalta os esforços da plataforma para conectar as pessoas com assuntos urgentes, como a preservação da Amazônia"’O Som do Rio' é um dos projetos principais do YouTube nos últimos tempos. Estamos sempre nos dedicando para valorizar a cultura e diversidade do nosso país e esse é mais um desses momentos.  A missão do YouTube é justamente ampliar as vozes de todos, inclusive as comunidades locais que vivem nesse ecossistema. Nosso time ficou muito feliz com o resultado da série, que trará visibilidade a lugares, povos e iniciativas que não só merecem, mas têm direito a espaço para mostrarem sua identidade e propósito." comenta Clarissa Orberg, Head de Parcerias de Conteúdo de Educação, Saúde e Entretenimento Infantil do YouTube.  "A comunidade do YouTube poderá, de qualquer lugar e a qualquer momento, assistir a série e se conectar com a floresta, além de entender os impactos reais das questões ambientais que hoje afetam a Amazônia e a urgência de combatê-las." complementa Orberg. 


Quando Estela Renner, Gadú e eu criamos O Som do Rio, queríamos focar na importância da reconexão das pessoas com a natureza. A vida de Gadú foi transformada quando se viu pertencente àquele lugar e entendemos, ainda mais, o quanto a Floresta Amazônica é rica. Poder proporcionar essa experiência aos convidados, que de forma muito generosa toparam embarcar nesta viagem e compartilhá-la com o público de casa, foi algo precioso. E, para além disso, contar com uma plataforma como o YouTube como parceira, é ampliar ainda mais nossas possibilidades e nosso impacto. Não poderíamos estar mais encantados com o resultado desta primeira temporada”, comenta Marcos Nisti, sócio-fundador da Maria Farinha Filmes e um dos criadores da série.


Ao longo desta jornada, Gadú compõe uma canção inédita, inspirada pela orquestra da floresta. Toda a experiência sonora será captada em Dolby Atmos, uma tecnologia inovadora de áudio, que proporciona uma experiência realista e imersiva.


Além da visibilidade que a série visa trazer para a região, o YouTube ainda está realizando uma contribuição de 230 mil reais para o Centro de Empreendedorismo da Amazônia, para assim, gerar um impacto local por meio de projetos de desenvolvimento econômico sustentável para auxiliar na luta para frear os impactos ambientais na região


“O Som do Rio” é oferecido pelo YouTube, produzido pela Maria Farinha Filmes e é uma criação de Maria Gadú, Marcos Nisti e Estela Renner. A série está prevista para ficar disponível em junho no canal da Maria Gadú no YouTube


Ficha técnica

PRODUÇÃO: Maria Farinha Filmes

ROTEIRO: Flávia Borges e Carol Quintanilha

COLABORAÇÃO DE ROTEIRO: Val Munduruku, Duda Porto e João Iglesias 

DIREÇÃO: Carol Quintanilha

PRODUTORES: Maria Gadú, Estela Renner, Luana Lobo, Marcos Nisti e Mariana Oliva

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Joelma Oliveira Gonzaga

DISTRIBUIÇÃO: YouTube

ELENCO: Maria Gadú, Val Munduruku, Lenine, Vítor diCastro, Thelma Assis, Felipe Castanhari 

DURAÇÃO PREVISTA: 4 x 15'


Sobre a Maria Farinha Filmes

Há mais de 13 anos contando histórias com o objetivo de despertar grandes mudanças, a Maria Farinha Filmes já produziu mais de 60 filmes, séries e outros formatos que impactaram milhões de pessoas em todo planeta. A primeira produtora da América Latina a receber o certificado B Corp, desenvolveu projetos como O Começo da Vida 2 (2020), Um Crime entre Nós (2020), Eleitas (2020), Aruanas (2019/2021), Nunca Me Sonharam (2017), O Começo da Vida 1 (2016), Jovens Inventores (2015), Tarja Branca (2014), Muito Além do Peso (2012), entre outros.


Sobre Carol Quintanilha

Carol Quintanilha é diretora de fotografia, roteirista e diretora de documentários.

Formada em jornalismo, com curso de história e antropologia visual, trabalha com fotografia desde 1997. Desde 2011 migrou para o audiovisual e desde então participou de diversos longas premiados, webséries e séries de TV.

Como colaboradora de ONGs como Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA) entre outros por mais de 10 anos, tem desenvolvido projetos na região Amazônica. Muitos dos seus trabalhos focam em experiências bem-sucedidas de sustentabilidade na floresta como exemplo de possibilidade ambiental. Mulheres Baniwas que produzem pimenta para redes nacionais, redes povos do Xingu que fornecem sementes de replantio de florestas para a região do Mato Grosso e rede de beradeiros extrativistas que produzem alimentos para programas nacionais de abastecimento alimentar.

Todas essas vivências trazem para Carol uma imersão e conexão únicas com a floresta e seus povos.


Sobre Estela Renner e Marcos Nisti

Estela Renner e Marcos Nisti são produtores, roteiristas, autores e fundadores da Maria Farinha Filmes (MFF). Eles também são os criadores e showrunners da série ficcional Aruanas (2019 - disponível no Globoplay), cuja abordagem inovadora em relação à justiça climática e ao ativismo estabeleceu um estilo próprio: o thriller ambiental. O programa - do qual Renner também foi diretora e Marcos produtor - atingiu a média de 33 milhões de pessoas por episódio só no Brasil, tornando-se Trending Topic mundial. A série foi destaque na mídia internacional por aproximar a Floresta Amazônica e o ativismo do entretenimento, além de proporcionar uma consciência global da defesa do meio ambiente. A segunda temporada, visando a poluição do ar, teve um dos maiores orçamentos para uma série de streaming produzida no Brasil.


Sobre Maria Gadú

Maria Gadú - Mayra Correa - é cantora, compositora, musicista, produtora e ativista socioambiental. Nasceu na cidade de São Paulo / Brasil, e começou sua carreira quando tinha apenas 12 anos de idade, tocando em bares, restaurantes e casas noturnas. Em 2009, lançou seu primeiro álbum, “Maria Gadú”, e rapidamente ganhou espaço na mídia, tornando-se um sucesso de crítica e de público. Suas canções compuseram a trilha sonora de diversas novelas, filmes e seriados e Gadú foi contemplada em prêmios como o “Prêmio da Música Brasileira” e o “Prêmio Multishow” e indicada a diversos outros, dentre eles o Grammy Latino.


Ao longo de sua trajetória, Gadú sempre se dedicou a estudos sobre antropologia, sociologia e sobre a história brasileira genuína, e, após o lançamento de “Guelã ao Vivo”, a artista intensificou suas pesquisas e seu ativismo pelas causas indígena, LGBTQIA+, feminista, anti-racista, tornando-se referência para esses movimentos no Brasil. Toda a vivência decorrente desse mergulho nos estudos, trouxe à tona a faixa “Mundo Líquido”, lançada no dia 22 de abril de 2019. O single e seu videoclipe foram gravados no Rio Negro, coração da Amazônia brasileira, e propõem uma viagem de volta ao berço de um povo, o reconhecimento de sons, cores e símbolos que são a matriz do Brasil e da ascendência indígena da artista. Em agosto de 2019, Gadú empreendeu o projeto “Gadú 20 Anos”, em comemoração a seus 20 anos de carreira, tocando, por todo o Brasil, seus grandes sucessos ao lado da banda que a acompanhou durante a turnê de seus dois primeiros álbuns.


De março de 2019 a setembro de 2021 Gadú trabalhou na produção do álbum “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, lançado pela SLAP no dia 03/12/2021.

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