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[News] “DOCE CARNAVAL”: Novo projeto da cantora e compositora ALEXIA BOMTEMPO revisita canções carnavalescas

 “DOCE CARNAVAL”: Novo projeto da cantora e compositora ALEXIA BOMTEMPO revisita canções carnavalescas

 

O primeiro single do álbum, “Banho de Cheiro”, com a participação de Roberta Sá, será lançado em todas as plataformas de streaming nesta sexta-feira (29/4), via LAB 344 e Ropeadope

 


Ouça ou baixe aqui: https://lab344.lnk.to/banhodecheiro

Spotify: https://lab344.lnk.to/banhodecheiro/spotify

Deezer: https://lab344.lnk.to/banhodecheiro/deezer

Apple Music: https://lab344.lnk.to/banhodecheiro/applemusic

 



Capa do single “Banho de Cheiro” – Alexia Bomtempo e Roberta Sá – crédito: Luan Lopez

 

Alexia Bomtempo é reconhecida por sua voz doce e por sua interpretação elegante em canções que transitam entre a bossa nova e o jazz. A cantora e compositora norte-americana foi criada no Brasil, onde teve sua formação cultural bastante influenciada pela música brasileira. Com mais de 12 anos de carreira, e há quase 10 anos morando em Nova York, Alexia se prepara para lançar seu novo projeto, o álbum “Doce Carnaval”, onde revisita canções carnavalescas com novos arranjos. 

 

O primeiro single“Banho de Cheiro” (Carlos Fernando), sucesso na voz de Elba Ramalho, ganhou uma versão bem suave na voz de Alexia e da cantora Roberta Sá, que participou da faixa com lançamento previsto nas plataformas digitais nesta sexta-feira (29/4). Amiga e parceira de longa data de Alexia Bomtempo, Roberta falou um pouco dessa parceria: "Estar ao lado de mulheres que admiro potencializa meu canto. Portanto, homenagear Elba Ramalho, esse furacão nordestino que abriu porta para tantas gerações de cantoras, ao lado da Alexia que é de uma voz doce, firme e encantadora, além de ser uma amiga muito querida, reforça que a união feminina traz força e coragem pra enfrentar os dias. ”, diz Roberta.

 



Alexia Bomtempo e Roberta Sá – crédito: Luan Lopez

 

Uma das primeiras músicas a serem incluídas no disco, “Banho de Cheiro” foi gravada em Nova York e no Rio de Janeiro, no auge da pandemia. A produção de Alexandre Vaz e Jake Owen trouxe um formato mais sensível e feminino para a canção. “Eles fizeram uma desconstrução do arranjo original e acho que alcançamos um lugar de tanta delicadeza que a música se revelou de uma maneira completamente nova pra mim. Eu fico encantada quando isso acontece”, revela Alexia.

 

A ideia da colaboração surgiu quando Roberta Sá estava fazendo um show em Nova York e Alexia participou: “Cantamos juntas num show dela aqui em Nova York e o Alexandre Vaz (produtor), que também mora aqui, estava fazendo a direção musical. Então já tinha um ‘namoro colaborativo’ no ar. Essa música nos levou para um lugar de muito afeto, num momento de tanta angústia, preocupação e saudade”, conta Alexia. 

 

A canção também ganhou um videoclipe, assinado pelos cineastas Cadu Fávero e Fabrício Tadeu, que será lançado em breve.

 

O álbum “Doce Carnaval” conta com outras participações especiais e terá nove faixas no repertório com a produção de Alexandre Vaz, que já assinou trabalhos de artistas como Marcelo D2, Lulu Santos e Fernanda Abreu, Jake Owen (Augustana, Stephen Barber e Mannarino), coprodução de Mauro Refosco (David Byrne, Red Hot Chilli Pepers, Atoms For Peace e Bebel Gilberto), mixagem de Scotty Hard (NY), Mario Caldato JR. (CA) e masterização de Michael Fossenkemper (NY). E ainda tem a força de vários nomes de excelência do cenário musical como KassinPhilippe PowellJaques MorelenbaumAlberto Continentino, Stéphane San JuanJorge AiltonMilton Guedes, entre outros. O álbum será disponibilizado em junho no Brasil, pelo selo LAB 344, e terá lançamento mundial simultâneo em formato físico (CD e LP) através do prestigiado selo americano Ropeadope.

 

Mais sobre Alexia Bomtempo


Crédito: Nathan West

Alexia Bomtempo

 

Filha de pai brasileiro e mãe americana, já lançou 4 álbuns de estúdio e teve seus trabalhos divulgados por veículos importantes, nacionais e internacionais, incluindo O Globo, Estado de São Paulo, G1, Washington Post, NPR, New York Times, DownBeat, KCRW, All Access Music e American Songwriter.

 

Cantora-compositora, Alexia já abriu shows de Rita Lee e Ney Matogrosso, e rodou o mundo em turnês, dividindo o palco com nomes como Caetano Veloso, Roberta Sá, Anat Cohen e Djavan. Fez residências no Japão, onde lança seus álbuns até hoje. Tem parcerias com nomes como Dadi Carvalho, Mauro Refosco, Alberto Continentino, Domenico Lancellotti e Jesse Harris, além de um projeto paralelo com o renomado pianista de jazz americano Orrin Evans. 

 

Seu quarto e mais recente álbum de estúdio, Suspiro, traz convidados como Michael Leonhart (vencedor do Grammy e colaborador de Steely Dan, Mark Ronson). No elogiado I Just Happen to Be Here (2012), produzido por Dé Palmeira e Felipe Abreu, Alexia recriou canções que Caetano Veloso escreveu em inglês, entre 1969 e 1972 durante o exílio londrino. Alexia lançou também Astrolábio (2010) e Chasing Storms and Stars (2017).

 

Links para a artista:


Site: https://www.alexiabomtempo.com

Instagram: https://www.instagram.com/alexiabomtempo

Facebook: https://www.facebook.com/alexiabomtempomusic

YouTube: https://www.youtube.com/user/alexiabomtempomusic

 

“Banho de Cheiro” por Bernardo Canto

 

“’Banho de Cheiro’ é, ao mesmo tempo, didática e nostálgica. Afinal, que beabá é esse? Que, em plena pandemia, suou sem roçar, sangrou à distância e choveu sem curar a seca do sertão? Talvez, um dos maiores trunfos do primeiro single oficial de ‘Doce Carnaval’ seja, justamente, propor o resgate desse exercício lúdico de soletrar algo indizível sobre o Brasil — e sobre cada um de nós. No plano atemporal dos blocos de rua, desejos, fantasias e veias abertas, por onde histórias, saudades e amores se interconectam enroscadas em serpentinas, o ‘cheiro’ do título nada mais é que a vontade irracional de dar e receber carinho apesar das máscaras e da natureza efêmera dos sonhos que elas ostentam. ‘Banho de Cheiro’ exala fé e dor, magia e luta, é suave nos ouvidos, mas não se engane: a faixa revela grandes contradições da alma humana, nos deixando com uma espécie de torpor existencial, que vai aumentando a cada batida vigorosa no surdo ou toque despretensioso no tamborim. ”

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