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[News]"Encontro Casual" é o novo single de Nathan Itaborahy

“ENCONTRO CASUAL” É O NOVO SINGLE DE NATHAN ITABORAHY

  OUÇA OU BAIXE AGORA: https://tratore.ffm.to/encontro

O cantor e compositor disponibilizou o terceiro single de seu aguardado álbum de estreia!
    
Capa/colagem: Júlia Fregadolli

Nathan Itaborahy – crédito: Clara Castro


Nesta sexta-feira (19/6), o cantor e compositor mineiro Nathan Itaborahy disponibiliza a faixa “Encontro Casual”, terceiro single de aguardado álbum de estreia, “Sentado No Céu”, que chega às plataformas digitais no dia 2 de julho, via Tratore. Fruto de uma parceria com o poeta e amigo, Rogério Arantes, a canção surgiu de um poema, uma espécie de microcena urbana que descrevia uma situação contemporânea e casual.

“Entrei nessa cena e fui caçando outros caminhos a partir da música, descompromissado com os versos na íntegra, mas conectado com as imagens e sentidos que ele me entregou no poema”, diz Nathan.

A música contou com a participação de Douglas Poerner (baixo), Fábio Ramiro (teclados) e Pedro Brum (guitarra). Durante a gravação, Nathan chegou a pedir em tom de provocação que a guitarra tivesse o som de uma mosquinha, insinuante e persistente. “É a faixa que afirma com mais força o groove, uma música mais ‘terra’, mais carnal. Sinto que o arranjo contempla um pouco isso: tem uma incerteza e imprevisibilidade nas primeiras partes, como se a música estivesse se insinuando, para depois poder se render no refrão, como num jogo ora tenso e ora prazeroso de um encontro despretensioso. ”, explica o artista.

Nathan Itaborahy lançou recentemente dois singles de seu novo trabalho, uma prévia do álbum “Sentado no Céu”. A música Solta”, lançada no dia 12/6, contou com a participação especial de sua namorada, a cantora Clara Castro. Considerada o primeiro ‘respiro’ do disco, a faixa nasceu para trazer um pouco de paz em um momento de tormenta pós-eleição 2018, onde o país estava totalmente polarizado. A gravação contou com a percussão do músico Chico Cabral, tocando tabla indiana, e a viola caipira de Gustavo Duarte. Ouça ou baixe agora: https://tratore.ffm.to/solta.

Primeiro single do projeto, a música “Macaco Véio”, lançada no final de maio, é sobre a existência dos contrastes e oposições nas personalidades das pessoas. “A música fala um pouco sobre o nosso lado louco, nosso alter ego descabido na figura do macaco; as feras que nos habitam e que vivem brigando com o lado disciplinado e aplicado. ”, explica Nathan. Ouça aqui: https://tratore.ffm.to/nathan. A canção ganhou ainda um clipe colaborativo, feito com a contribuição de 38 pessoas que enviaram imagens em suas casas, no período da quarentena do coronavírus (COVID-19), sentindo os efeitos do isolamento. Assista ao clipe: https://youtu.be/0y4-dCXX84Y.


O álbum “Sentado no Céu” nasceu de uma campanha de financiamento coletivo. Desde o início ele foi sendo construído com a ideia da autoprodução e do “faça você mesmo”. Nathan, que divide a produção do disco com Douglas Poerner, convidou 15 músicos talentosos de Juiz de Fora, MG, para a gravação. O artista mineiro explica que suas músicas tocam em algumas questões existenciais, políticas e éticas que atravessaram sua vida em algum momento. “É uma poesia bem confessional e autobiográfica. Mas cada música tem sua própria inspiração, sua inquietação”, diz.

Sobre Nathan Itaborahy:

O jovem cantor e compositor, nascido em Juiz de Fora, MG, foi criado num ambiente musical. Aos 9 anos de idade, ganhou sua primeira bateria. Com o pai, que tinha um quartinho só para guardar seus discos, conheceu Led Zeppelin, Pink Floyd, Novos Baianos, Tears For Fears, entre outros. Sua família, Itaborahy, tem uma tradição com a música em São João Nepomuceno, MG, onde existiu o Conjunto Itaborahy, além dos vários parentes que são compositores e músicos espalhados pelo Brasil. Do outro lado da família, também teve uma grande influência musical, seu avô materno, Dante Zanzoni, foi um grande cantor de casamentos.

Nathan cresceu se aperfeiçoando na música, fez aulas de bateria, ainda criança, estudou violão e flauta transversal na adolescência e, nessa época, se encantou pelo rock progressivo. Aos 15 anos de idade, começou a tocar em bares e casas noturnas. O artista gravou seu primeiro CD, como baterista, com a banda Eta!Noise, depois tocou com o trio Dona Flor e com as bandas Urbana Legio e Blend 87 (onde lançou o CD “Concebido por acaso na Terra”, em 2017, com várias composições suas). Também gravou e participou da turnê de lançamento do disco “Caostrofobia”, da cantora Clara Castro, que também conta com algumas de suas composições. Com o Tropeço Trio lançou o EP “O Assassinato da carteira assinada”, em 2019. Recentemente, fez a direção artística e produção musical do EP “Coração na Mesa” do Arcanjos, dupla de São João Del Rei, MG. Também atua como mestre de bateria e arranjador da Banda do Ben, bloco de carnaval em homenagem à Jorge Ben, e é aluno do curso de bateria na Bituca, Universidade Livre de Música Popular, em Barbacena, MG.

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PR/LuanaRibeiro

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