29 junho 2018

[News] Curta ´´Alguma coisa assim´´ que deu origem a filme homônimo,já está disponível no Vimeo


Com direção de Esmir Filho e Mariana Bastos, o curta-metragem “ALGUMA COISA ASSIM”  nasceu em 2006 para mostrar a relação entre dois adolescentes descobrindo sentimentos escondidos e vivendo suas primeiras frustrações amorosas. Premiado em Cannes no mesmo ano, o curta inspirou o longa-metragem homônimo, que estreia nos cinemas em 26 de julho.
- A realização do curta em 2006 gerou um encontro único entre nós (atores e realizadores). Transformou nossas vidas – pessoais e profissionais - e o resultado na tela foi uma recepção muito positiva de público e crítica. Ficou claro que essa experiência tinha combustível para mais que 15 minutos. Ela seria bem-vinda novamente de qualquer ponto de vista. Deu vontade de entrar de novo no mundo de Mari e Caio, entender o que teria acontecido com aquela relação tão particular, agora com os dois mais maduros, em outro momento da vida, com novos conflitos – revela Mariana.
O filme reúne cenas rodadas em São Paulo e Berlim nos anos 2006, 2013 e 2016 para contar a história de Caio (André Antunes) e Mari (Caroline Abras), dois adolescentes que saem à noite pelas ruas de São Paulo em busca de diversão. Para contar o desfecho da história, 10 anos depois, o elenco original voltou à cena. Caroline Abras, que começou a carreira exatamente com o curta, hoje é a protagonista da série “O Mecanismo”, de José Padilha.  André Antunes é, além de ator, psicanalista e professor. Interrompeu sua carreira após a realização do curta e retornou ao cinema através do longa homônimo, em 2016. “O André trouxe para o filme uma visão ampla de como trabalhar com um personagem em constante conflito psicológico e atribuiu seu conhecimento em outras áreas para enriquecer a dinâmica entre os personagens”, comenta Esmir. Conhecido internacionalmente por trabalhos como “007 – Cassino Royale” e “Praia do Futuro”, o ator alemão Clemens Schick completa o elenco.
Através dos dois personagens e de três momentos, “ALGUMA COISA ASSIM” mostra uma geração que busca representatividade através dos próprios questionamentos. Enquanto o curta acompanhava Mari e Caio - um jovem casal de amigos explorando a noite de São Paulo, descobrindo diferentes aspectos de sua sexualidade e o que cada um sentia pelo outro - o longa expande a história dos protagonistas e vai até a cidade de Berlim, na Alemanha.
O longa-metragem teve sua estreia no Festival de Cinema do Rio de 2017, onde saiu premiado como melhor montagem. Foi vencedor de dois Coelhos de Prata no Festival Mix Brasil – melhor roteiro e melhor interpretação para Caroline Abras. Depois, foi exibido nos Festivais de Guadalajara, Outshine Film Festival e Portland Film Festival, entre outros. Com a coprodução do Canal Brasil, será distribuído pela Vitrine Filmes.

Prêmios
Melhor Atriz no Festival de Gramado em 2006
Melhor Curta no Festival de Biarritz Cinemas et Cultures d'Amerique em 2006
Melhor Curta brasileiro no Prêmio Itamaraty em 2006
Melhor direção no Curta Santos em 2006
Melhor direção no Festival de Gramado em 2006
Melhor Filme no Festival de Gramado em 2006
Melhor Filme - Júri Popular no Festival Internacional de Cinema de Kiev em 2006
Melhor roteiro para curta-metragem na Semana Internacional da Crítica no Festival de Cannes em 2006
Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema Iberoamericano de Huelva em 2006

Festivais
Festival Internacional de Curtas de São Paulo (2006)
Festival Mix Brasil (2006)
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2006)
Vitória Cine Vídeo (2006)
Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira (2006)
Mostra de Cinema de Tiradentes (2007)
Festival de Dresden (2007)
Festival Luso-brasileiro de Curtas de Sergipe (2007)
Festival de Cinema de Campo Grande (2007)
Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro (2006)
Curta nas Telas (2007)
Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual (2007)
Mostra Londrina de Cinema (2006)
Festival Internacional de Cinema de Miami (2007)
Rencontres Cinemas Amérique Latine de Toulouse (2007)
Festival de Cork (2006)
Festival Internacional de Cinema de Thessaloniki (2006)
Festival Internacional de Cinema de Los Angeles (2006)
Festival Internacional de Cinema DaKino (2006)
Festival Internacional de Cinema Gay e Lésbico das Ilhas Canárias (2007)
Festival Latino de Filme de São Diego (2007)
Festival de Filme Internacional Kino Pavasaris (2007)
Semana Internacional de curta metragens de São Roque (2007)
Festival de Curtas de Bruxelas (2007)

SINOPSE
Caio e Mari, dois adolescentes, saem à noite pelas ruas de São Paulo em busca de diversão. Entre sons e silêncios, descobrem mais sobre si mesmos.

FICHA TÉCNICA DO CURTA
Ficção | 2006 | 15’ | Brasil
Direção e Roteiro: ESMIR FILHO e MARIANA BASTOS
Elenco: CAROLINE ABRAS, ANDRÉ ANTUNES
Fotografia: MARCELO TROTTA
Direção de Arte: MARCELO ESCANUELA
Animação: BRUNO MAZZILLI
Empresa(s) produtora(s): IOIÔ FILMES
Som: GERALDO RIBEIRO
Edição de som: EDILSON MARTINS, LUIZ ADELMO, SÉRGIO SHAO
Câmera: MARCELO TROTTA
Direção de produção: SHEILA SPETT
Produção Executiva: LORENZO GIUNTA
Música: LUIZ MACEDO

FICHA TÉCNICA DO LONGA
Ficção | 2017 | 80’ | Brasil-Alemanha
Direção e Roteiro: ESMIR FILHO e MARIANA BASTOS
Elenco: CAROLINE ABRAS, ANDRÉ ANTUNES, CLEMENS SCHICK,  JULIANE ELTING, KNUT BERGER e Participação Afetiva LÍGIA CORTEZ e VERA HOLTZ
Produzido por: ESMIR FILHO, THEREZA MENEZES e FERNANDO SAPELLI
Coprodução: JELENA GOLDBACH E CANAL BRASIL
Direção de Fotografia: JUAN SARMIENTO G. (Berlim), MARCELO TROTTA (São Paulo)
Montagem: CAROLINE LEONE
Direção de Som:  MARTÍN GRIGNASCHI
Direção de Arte: SANDRA FINK (Berlim), MARCELO ESCAÑUELA (São Paulo)
Figurino: JULIANA ZANETTI/ MARIA BARBALHO (São Paulo) RENATA GASPAR/ SANDRA FINK (Berlim)
Trilha Sonora Original: LUCAS SANTTANA e FABIO PINCZOWSKI
Trilha Adicional: LUIZ MACEDO E JOÃO MAIA

SOBRE OS DIRETORES
Esmir Filho se formou em cinema na FAAP e viajou com seus filmes para diversos festivais nacionais e internacionais. Seu primeiro longa OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE – distribuído pela Warner Bros – foi o vencedor do Festival do Rio 2009, além de ter sido selecionado para a seleção oficial de Locarno e Berlim e conquistado prêmios de melhor filme, direção e crítica em Havana, Valdívia e Guadalajara. O longa estreou em circuito comercial nos cinemas do Brasil, França, Japão e Portugal. É coautor do hit de internet TAPA NA PANTERA, com mais de 10 milhões de acessos no YouTube. Seu curta ALGUMA COISA ASSIM ganhou prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes 2006, enquanto SALIVA – também selecionado para Cannes - foi escolhido para ser o curta representante do Brasil na corrida para o Oscar 2007. No comando da produtora SALIVA SHOTS desde 2011, foi criador e diretor geral dos programas VIVA VOZ (2014) e CALADA NOITE (2015) no canal GNT, que juntos atingiram mais de 12 milhões de telespectadores. Também criou e dirigiu o programa de debates FILOSOFIA POP (2015) para o canal SESCTV. Em 2017, lançou no Festival do Rio o longa ALGUMA COISA ASSIM, coprodução Brasil- Alemanha, continuação do curta homônimo premiado em Cannes. Seu terceiro longa VERLUST, coproduzido pela Globo Filmes com Andrea Beltrão e Marina Lima no elenco, encontra-se em fase de pós- produção.
Mariana Bastos é diretora e roteirista formada pela FAAP. Atualmente desenvolve seu segundo longa- metragem RAQUEL 1:1, um “suspense bíblico pop”, em produção pela Claraluz Filmes com filmagem prevista para o segundo semestre de 2018. É uma das autoras do hit de internet “Tapa Na Pantera”, com mais de 15 milhões de visualizações no YouTube. Venceu por duas vezes o concurso de roteiros do Festival Cultura Inglesa, que lhe permitiu realizar seu primeiro curta metragem: “Perto de Qualquer Lugar”, em 2007, premiado em vários festivais nacionais e internacionais. Codirigiu o curta “Alguma Coisa Assim”, com Esmir Filho, premiado na Semana da Crítica; do Festival de Cannes. Com ele também dividiu a direção dos episódios do “Filosofia Pop” com Marcia Tiburi (Sesc TV). Com Rafael Gomes e Marco Dutra roteirizou os episódios da série de ficção Tudo o que é Sólido Pode Derreter, na TV Cultura. Criou, roteirizou e dirigiu a série de seis episódios do doc-reality “Expedição Xingu”, no Fantástico (Rede Globo). Dirigiu o programa Base Aliada, com Julia Petit (GNT) e criou o formato do reality Descontroladas (GNT). Dirigiu e roteirizou a segunda temporada da série de ficção “MARIAS” (em parceria com Vera Egito), para o canal Sony. Roteirizou o programa de variedades “Admirável Móvel Novo”, em exibição no canal GNT. É sócia fundadora do projeto BASE FILMES, com Esmir Filho e Thereza Menezes, uma residência artística para desenvolvimento de roteiros que teve sua primeira edição em 2014.

SOBRE A PRODUTORA
SALIVA SHOTS é um selo que assina projetos que visam quebrar padrões convencionais e produzir conteúdo que valoriza a narrativa e a estética. A produtora foi responsável pela criação e produção dos programas VIVA VOZ e CALADA NOITE, apresentados por Sarah Oliveira no canal GNT e os especiais de música do canal, como a série NA TRILHA DA CANÇÃO, com Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Gal Costa e outros. Também criou e produziu o programa de debates FILOSOFIA POP para o SESCTV. Desenvolveu e produziu espetáculos e obras multimídias, como KOLLWITZSTRASSE 52, um espetáculo de live cinema exibido no MIS em São Paulo em 2012. Na produção de longas, destaque para a co-produção Brasil-Alemanha ALGUMA COISA ASSIM e a co-produção com Globo Filmes VERLUST, de Esmir Filho.

SOBRE A VITRINE FILMES
Em sete anos, a Vitrine Filme distribuiu mais de 100 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que alcançou mais de 200 mil espectadores; “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, considerado pelo New York Times um dos melhores filmes de 2012; o Americano “Frances Ha”, indicado ao Globo de Ouro em 2014; “Califórnia”, filme de estreia de Marina Person, selecionado para o Festival de Tribeca; “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, diretora do premiado “Que Horas Ela Volta?”; “Aquarius”, segundo longa de Kleber Mendonça Filho, que competiu no Festival de Cannes e levou 360 mil espectadores aos cinemas brasileiros; e o documentário “Cinema Novo”, que ganhou o prêmio “Olho de Ouro” também no festival de Cannes. Em 2017, a distribuidora lançou “O Filme da Minha Vida”, terceiro filme como diretor de Selton Mello e que já levou mais de 250 mil pessoas aos cinemas.


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