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[Crítica] Mulher-Maravilha 1984

 

Sinopse:

Mulher-Maravilha 1984 acompanha Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) em 1984, durante a Guerra Fria, entrando em conflito com dois grande inimigos - o empresário de mídia Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a amiga que virou inimiga Barbara Minerva/Cheetah (Kristen Wiig) - enquanto se reúne com seu interesse amoroso Steve Trevor (Chris Pine).





              O quê eu achei?

Fui para o cinema cheia de expectativa e algumas delas foram atendidas, outras nem tanto.Foi a segunda cabine presencial que fui desde que a pandemia começou e tudo fechou-a primeira foi do novo corte de O Poderoso Chefão exatamente duas semanas antes. 

Foi no UCI do New York City Center,um shopping na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que fica do lado do Barra Shopping. Cheguei cedo e esperei até 12:45 para poder subir porque iria começar às 13h-diferentemente da maioria das cabines que começam às 10:30.

O longa começa com uma cena de flashback da infância de Diana, uma competição que é um percurso cheio de obstáculos. Diana quase ganha mas age desonestamente e é impedida. Sua mãe Hipólita, a rainha das amazonas e sua tia Antíope lhe avisam de que o mundo ainda não está preparado para o que ela irá se tornar.

Corte para o futuro, mais especificamente no ano de 1984.Todos os entes queridos de Diana se foram. Ela mora sozinha e trabalha como antropóloga no Smithsonian, o complexo de museus em Washington D.C. O milionário homem de negócios Max Lord (Pedro Pascal) conhecido como o carismático homem do petróleo pelos anúncios da TV, chega na cidade mas logo descobrimos que ele está falido e os investidores estão desistindo de investir nos negócios dele.

Ela conhece Bárbara Minerva, gemóloga, geóloga e criptozoóloga e logo ficam amigas. Bárbara logo fica com uma certa inveja pela força e beleza de Diana e quando um misterioso artefato feito de citrino, que concede desejos a quem o segurá-lo é encontrado, cada um faz um pedido: Diana deseja que Steve Trevor volte, Bárbara deseja ser como a MM e Max Lord deseja ser a própria pedra dos desejos!

Podem imaginar o caos que surge a partir disso: Lord fica cada vez mais ganancioso e chega a agravar ainda mais a guerra-lembrando que eles ainda estavam na Guerra Fria nessa época. Diana descobre que para a pedra ser destruída, é preciso que todos os que fizeram desejos, renunciem a eles. Mas Bárbara não vai abrir mão deles tão fácil!

Minha principal crítica é o desenvolvimento da personagem Mulher-Leopardo (Cheetah em inglês) porque ela só aparece em sua forma final em uma cena e é derrotada facilmente. Pedro Pascal rouba a cena como Max Lord. Outra coisa que acho que poderia ter sido melhor é o final; não houve nenhum plot twist como no final do primeiro com a revelação da identidade de Ares.A resolução do problema poderia ser mais complexa.

Pontos positivos: Diana aprendendo mais sobre suas habilidades, como voar e andar pelos raios.Gal continua incorporando a amazona com perfeição. Um elemento clássico das HQs dela aparece: o jato invisível! A trilha sonora de Hans Zimmer nunca decepciona.

Mulher-Maravilha 1984 não alcança todo o potencial que poderia ter mas ainda é válido para fãs da personagem. Espero que sua mitologia seja explorada de maneira mais fiel no futuro.

                                                                  

                                 Trailer:





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