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[News] Salgadinho relança clássicos dos anos 90

O cantor Salgadinho, figura lendária do pagode e do samba, está fazendo de 2020 um dos anos mais especiais de sua carreira. Comemorando 50 anos de idade, o sambista está promovendo uma série de relançamentos de sucessos e canções que o influenciaram desde o início da carreira. Desta vez, os clássicos "Que se Chama Amor", "Utopia" e "Vergonha na Cara", clássicos noventistas, ganharam versões exclusivas em um pout-pourri ao vivo.

Eternizadas originalmente pelos grupos por Só Pra Contrariar, Art Popular e Ginga Pura, as canções que marcaram os anos 90 ganharam novas versões e foram registradas durante a "Salgadinho Experience Tour", em São Paulo. "Além dos clássicos que eternizaram minha carreira, escolhi regravar alguns sucessos que me inspiraram e influenciaram. São músicas muito especiais para mim e estou muito feliz com o resultado", conta Salgadinho.

Cheio de novidades:

Além dos relançamentos, o sambista está em turnê pelo país com a Salgadinho Experience Tour, turnê comemorativa que celebra os 50 anos do cantor por todo país, e ainda está preparando pelo menos três lançamentos inéditos a partir de maio e um EP para o segundo semestre.

Vale lembrar que recentemente, Salgadinho lançou os singles "Sol e Sal" com Ferrugem, "Química do Amor" ao lado de Mumuzinho e Suel, e "Sorte de Aprendiz" com o cantor sertanejo Thiago Brava. As canções já somam mais de 1 milhão de streamings nos apps de música e mais de 3 milhões de visualizações no Youtube.

Dono de hits como como Inaraí e Recado à Minha Amada, precursor e idealizador do movimento pagode 90 e idealizador do projeto "Amigos do Pagode 90", Salgadinho completa 50 anos de idade em 2020 e a sua nova turnê, a "Salgadinho Experience Tour" promete ser maior que sua antecessora que passou por 19 Estados, 80 cidades e levou mais de 400 mil pessoas aos shows.



Versalle lança "Teu Sol e o Mar"

Música estará disponível em todos os apps de música nesta sexta-feira.
Versalle (Douglas Mendes)

A banda Versalle, um dos maiores nomes do indie pop nacional, promete um 2020 repleto de novidades. Depois de lançar o single "Escape", faixa bônus do disco homônimo, o trio lança seu novo single "Teu Sol e o Mar", no dia 13 de março, sexta-feira, em todos os apps de música.


Com influências de Twenty on Pilots, Foals e Of Monster and Men, e, abusando de sintetizadores e melodias marcantes, "Teu Sol e o Mar" marca uma nova fase da banda. Composta pelo grupo, o novo single mostra que os indicados ao Grammy Latino com seu primeiro álbum estão em constante mutação e evolução. "Estamos em um momento de nossas carreiras em que queremos buscar coisas novas. Estamos vivendo uma constante mutação e evolução, tendo como premissa em nossos novos trabalhos sempre se renovar", conta Criston, vocalista.

Além do single, a banda deve lançar alguns singles com participações especiais e um projeto acústico no inverno. "Queremos fazer de 2020 um ano mais que especial. Estamos nos permitindo experimentar muita coisa que sempre quisemos fazer. Também lançaremos alguns singles com participações especiais dos mais variados estilos, além de um projeto acústico para o inverno", conta Igor Jordi, baterista.

Vencedores do prêmio Pop Mais 2019 na categoria 'Melhor grupo/duo', indicados ao Grammy Latino na categoria melhor álbum de rock com "Distante em algum lugar" e Finalistas do programa Superstar, a Versalle é um dos maiores nomes do indie pop nacional. 

Com mais 10 milhões visualizações no Youtube e 2 milhões de streamings nos apps de música, o trio já subiu em palcos de grandes festivais como o Lollapalooza e dividiu a noite com grandes nomes da música mundial como Alabama Shakes, Florence + The Machine, Noel Gallagher, Twenty One Pilots. Sua última turnê "Distante em Algum Lugar", já passou por 10 Estados, mais de 20 cidades e levou mais de 60 mil pessoas aos shows.

A Versalle é formada por Criston Lucas (voz e guitarra), Igor Jordi (bateria) e Paulo Casca (baixo).           

Bloco do Caos lança novo single "Salvador"

Mais uma vez o Bloco do Caos foge do superficial e traz questionamentos importantes em sua nova música.

Assista:encurtador.com.br/bkovQ 

Bloco do Caos (Divulgação)

 Longe de ser uma banda convencional, o Bloco do Caos, de São Paulo, explora múltiplas sonoridades em seu novo lançamento, "Salvador". Acompanhando a letra que traz questionamentos profundos sobre espiritualidade, religião e autoconhecimento, o ouvinte caminha pelo reggae, pop, axé, dub, ijexá e cumbia. É o sopro latino acompanhado das guitarras distorcidas e da percussão ritmada dos tambores africanos. É o órgão de reggae ao lado de elementos eletrônicos e beats. É musica pra cantar, dançar, pensar e pra ficar de bem consigo mesmo.

"Salvador" é a primeira música de trabalho da banda em 2020. O single vem após os bem sucedidos lançamentos de 2019: "Algum Lugar", que conta com mais de 150 mil visualizações Youtube e versão acústica com participação da banda Maneva; e "Palma pra Louco", de crítica ferrenha ao governo federal, que beira os 60 mil plays no Spotify e que teve o lançamento ladeado a uma série de charges também de cunho crítico. "Salvador", assim como essas outras duas citadas, vem como "aperitivo" do segundo álbum da carreira do Bloco do Caos, que será lançado no segundo semestre.

O novo som do Bloco nos impõe um questionamento mais do que necessário (especialmente nos dias de hoje): onde devemos buscar nossa salvação? Vale a pena, em busca dela, abrirmos mão de nós mesmos, do nosso autoconhecimento? Talvez nossos salvadores sejam aqueles que nos olham quando encaramos o espelho.

A banda formada por Ale Cazarotto (Vocal), Renato Frei (Guitarra), Lelê Maggioni (Baixo), Andrew Lee (Bateria), e Cidão Formigão (Percussão), surgiu no final de 2013 em São Paulo e estreou no cenário com o EP "Singular" em 2015, com destaque para a música "O Mensageiro", que uniu dois grandes nomes do Reggae Music, Toni Garrido (Cidade Negra) e Quino McWhinney (Big Mountain). Além desse trabalho, o Bloco do Caos tem mais dois lançados, entre eles o seu único e principal álbum até o momento: "Coalizão dos Indesejados", pré indicado ao 29º Prêmio da Música Brasileira. O álbum foi produzido por Rodrigo Castanho, vencedor de 3 Grammys Latinos, e teve as participações de peso de Tato, do Falamansa, e Vitor Isensee, do Braza e Forfun. No decorrer desses anos, o Bloco já realizou turnê pela Europa, participou de importantes festivais, e dividiu o palco com grandes artistas do cenário nacional e internacional.





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