12 junho 2018

[Programação] Teatro Semana de 12 a 19 de junho

Confira a programação de teatro da semana no RJ:
 
Aventuras caninas, sábados e domingos às 17h. Inteira por 60 e meia-entrada por 30

Os Aventureiros Caninos é uma adaptação que chegou para animar a criançada com suas histórias e muitas surpresas.
Trabalhamos com o lúdico e a curiosidade das crianças, tendo interação, música e muita diversão.
Com 50 minutos de muita aventura num texto original dividido em duas partes: “O aniversário surpresa do Cão Policial” e o “Os Aventureiros Perdidos”. O espetáculo tem humor, danças e muita aventura. A Companhia prioriza a qualidade textual e conta uma história com início, meio e fim e não coloca os bonecos apenas no palco. É um espetáculo teatral com figurinos caprichados, belo cenário, efeitos que deixam as crianças e os adultos encantados.

 Pirula em: A ciência só está certa quando concorda comigo. Apresentação única dia 16 de junho. 70 a inteira e 35 a meia.



Pirula é biólogo, e há 6 anos possui um canal no Youtube onde trata de ciência, educação e diversos temas polêmicos que envolvam sociedade, religião e meio ambiente de forma didática e bem humorada. No meeting “Pirula em: a ciência só está certa quando concorda comigo”, no formato TedTalk, Pirula irá explicar porque ocorre uma evidente hipocrisia na sociedade: pessoas que negam conhecimento científico quando isso não é do seu interesse, ou vai contra suas convicções pessoais, porém, esta mesma ciência mostra-se o argumento definitivo quando se está tentando provar uma opinião própria.
Sobre a produção
Produzido por Ana Paula Lima, que foi pioneira em produzir espetáculo com “youtubers” no elenco. Esteve à frente do espetáculo Deixa Eu Te Contar, um sucesso e fenômeno de público em 2015 e que levava ao palco as atrizes Kéfera Buchmann e Bruna Louise, com uma turnê pelo Brasil que foi assistida por mais de 100.000 pessoas. FriendZone, que contou com a presença dos integrantes do Galo frito, o 3º maior canal do YouTube: Cadore e Mederi, Pathy dos Reis (youtuber com mais de 1 milhão de inscritos) e Mary Lessa (protagonista da premiada série Julie e os Fantasmas).

   Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste sexta e sábado, às 21h e domingo às 20h. 80 reais, preço único.
. A partir de 1º de junho o Teatro das Artes recebe a comédia romântica “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, de Yuri Ribeiro, com argumento do próprio autor em conjunto com Claudia Wildberger. Para contar a história do casal Andréia e Daniel, o diretor Jorge Farjalla optou por uma linguagem poética e lúdica para criar uma montagem não realista, transformada em fábula.
Se valendo da atualidade do tema, Yuri Ribeiro, que também está como ator, resolveu transformar sua experiência de vida em espetáculo teatral. O espetáculo aborda as várias fases de um relacionamento amoroso, prometendo deliciosas risadas e muita reflexão. No palco, Paula Burlamarqui dá vida a Andrea, uma mulher mais “experiente” que casa com Daniel, interpretado por Ribeiro, um rapaz que tem uns bons anos de experiência a menos que ela. O filho de Andrea, Caio (Vitor Thiré), brincalhão e piadista, não se dá muito bem com “a espécie de irmão mais velho que ele arrumou”.

Vou Deixar De Ser Feliz Por Medo De Ficar Triste? é uma produção da CW MARKETING em parceria com a BRAIN +. Espetáculo com aproximadamente 70 minutos de duração, promete conquistar um público diversificado, emocionando e, principalmente, divertindo com um humor leve e inteligente

   A guerra não tem rosto de mulher, terça e quarta às 20h. 60 a inteira e 30 a meia.
A narrativa oficial das guerras é masculina. Na imensa maioria dos casos, conhecemos a história através de depoimentos de homens, sejam eles soldados, comandantes, capitães, presidentes ou historiadores. Recém-premiada com o Nobel de Literatura, a escritora bielorrussa Svetlana Alexievich entrevistou centenas de mulheres que sobreviveram à Segunda Guerra e transformou os relatos no premiado livro ‘A Guerra Não Tem Rosto de Mulher’.
Pela primeira vez, a obra chegará aos palcos brasileiros, no espetáculo homônimo concebido e dirigido por Marcello Bosschar, com estreia marcada para dia 1 de julho no Teatro Poeira. Em cena, Carolyna Aguiar, Luisa Thiré e Priscilla Rozenbaum dão voz às heroínas de guerra, em relatos que dão conta de temas tão complexos quanto o conflito em que estão envolvidas.
Bosschar conta que a autora precisou insistir muito para falar com as esposas dos “heróis” da guerra. ‘Elas são heroínas, mas se acostumaram aos bastidores por terem, segundo os maridos, uma versão menos ‘cinematográfica’ dos fatos. Svetlana deixa que as lembranças dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente de morte. Muitas queriam falar sobre o amor, a menstruação, as lágrimas e a sensação horripilante de matar alguém pela primeira vez’, diz o diretor.
Apesar do valor histórico e documental em cena, a proposta da direção foi a de privilegiar o humano em cena. Todas as referências de tempo e lugar foram retiradas da adaptação, assinada por Bosschar em parceria com as três atrizes. O palco estará desnudo e as imagens serão todas compostas através da coreografia e do movimento das intérpretes.
A ideia é que elas conduzam o público neste profundo mergulho pelos horrores da guerra, mas também os façam entrar em contato com os eventos cotidianos no front e nas batalhas. Do alistamento das jovens – que não faziam ideia do que iria acontecer com elas – ao anúncio do fim da guerra, vão passar pelo palco histórias de perdas, lutas e superações, mas também histórias de amor, amizade e afeto.‘Ao retirarmos referências geográficas e culturais, fazemos com que “a Guerra” possa ser qualquer guerra, inclusive as urbanas que estão tão próximas de todos nós. O que restou foram mães, irmãs, filhos e avós. Todos nós entendemos a linguagem da perda, da esperança e do amor. A peça é universal pois é humana, são mulheres que morreram e outras que sobreviveram nas guerras passadas e nas presentes’, resume o diretor.

   Aérea, quinta ás 21h. 60 a inteira e 30 a meia.

Comédia sobre uma comissária de bordo totalmente descontrolada emocionalmente e que debita o seu destempero numa fixação doentia por um comandante que trabalha na mesma companhia aérea. Os sentimentos não são recíprocos, o que torna o desequilíbrio da personagem mais aguçado. Misturando vida pessoal com profissional, ela se perde em diferentes padrões de comportamento. “Aérea” explora e satiriza o universo aéreo pouquíssimo explorado pelo teatro. E discute com humor o comportamento, a postura e os códigos da relação tripulação versus passageiro.

Édipo e o rei, um acidente mitológico, sexta e sábado às 21h e domingo às 20h. Sexta e sábado, inteira 60 e meia 30 e domingo 70 inteira e 35 meia.

O oráculo de Delphos prevê que Édipo será o assassino do próprio pai. A fim de evitar a profecia, ele foge do Corinto, e vai para Tebas, cidade governada pelo rei Laio e pela rainha Jocasta. Mas a cidade é dominada por uma terrível esfinge e, num ato heroico, Édipo derrota o monstro e liberta a cidade. Os tebanos passam a adorá-lo, inclusive Laio e Jocasta, despertando a ira dos Deuses. Tebas é então castigada. Em busca da cura para a cidade, os reis descobrem que são os pais de Édipo. Tocados pela descoberta, Laio, Jocasta e Édipo traçam um rumo diferente da tragédia de Sófocles.

  Fale mais sobre isso, segunda às 20h. 

A terapeuta Laura está na faixa dos quarenta anos e, como a maioria das mulheres, divide seu tempo entre cuidar da família e da carreira. Em seu consultório, ela atende Sr. B, um jovem de cerca de 30 anos que tem a organização e a metodologia como lemas de vida; da Sr. C, que foi trocada por uma mulher mais jovem e, ao invés de sentir tristeza, fica feliz e sente-se culpada por isso; do Sr. D, que acredita ser Deus; e de Alice, uma senhorinha doce de 78 anos que nunca conseguiu falar o que realmente sente.60 inteira e 30 a meia.

Nem tudo está azul no país azul, sábado e domingo às 17h por 60 a inteira e 30 a meia

Baseado na obra de Willian Shakespeare, a autora Gabriela Rabello escreve o texto “Nem Tudo está Azul no País Azul”, contada pela Cia Teatral ND através de músicas, danças e acrobacias. A história se passa no País Azul, um reinado onde as cores primárias, comandadas pelo autoritário Rei Azul, não podem se misturar para não perder a pureza de suas cores. No entanto, um decreto não pode controlar a diversidade, o afeto e a amizade. Leo, um rapaz vermelho e Lina, uma moça amarela, quebram essa barreira, casam-se e têm um filho laranja, dando início a esta aventura colorida que transforma o Reino Azul numa linda Aquarela.

Allan Kardec- um olhar para a eternidade, quarta às 21, 70 a inteira e 35 a meia

Sucesso de público nos teatros do Brasil há 17 anos, o espetáculo teatral “Allan Kardec – Um Olhar para a Eternidade” com direção de Ana Rosa, já realizou mais de 1.000 apresentações, com mais de meio milhão de espectadores.
A maioria do elenco se divide entre dois, três ou mais personagens e faz isso com maestria. No palco, a atriz Érica Collares, também produtora do espetáculo, vive a médium Gertrudes Laforgue e Amélie Gabrielle Boudet (esposa de Allan Kardec). “A história de Amélie e Kardec é muito bonita. Eles eram companheiros em uma vida passada e se reencontram no século XIX. Foi amor à primeira vista. Eram filhos únicos, não tiveram filhos, e estavam unidos na missão do espiritismo. Foram destinados a isso”, conta Érica.
Já Ana Carolina Rainha tem entre os seus papéis de destaque: a mãe de Allan Kardec, Madame Rivail, a Madame Plainemaison e a amiga de Kardec Justine Frenard. Figuras fundamentais na transição de Allan Kardec. “A primeira pessoa espírita que ele tem contato é com a culta e fina Madame Plainemaison. Ele a visita pretendendo desmascará-la, mas Allan receberá uma mensagem do além, que o fará mudar radicalmente e começar a codificação do espiritismo”, esclarece Ana Carolina. Outros integrantes do elenco são Claudio Gardin – que interpreta o Professor Fortier, o Padre católico e o tio Maurice – e Antonio Pina, como o Mago Lacazze, o Professor Pestalozzi, o médium Jean Paul e o Espirito da Verdade.
Sob a direção de Ana Rosa, uma das maiores atrizes do país, o espetáculo pretende alcançar um público eclético, formado por simpatizantes dos assuntos espirituais, por aqueles que buscam respostas às suas indagações e por pessoas que simplesmente acreditam na eternidade da alma. Nesta peça, a curiosidade pelos assuntos espirituais está ligada ao objetivo da equipe em contar boas histórias, de fazer um bom espetáculo e atender ao público que procura um trabalho sério e verdadeiro.
“Estou muito entusiasmada. Primeiro, por se tratar da vida e obra de Allan Kardec, já conhecido por nós através de suas obras básicas. Segundo, porque o texto de Paulo Afonso de Lima é uma obra de arte, tanto em termos de pesquisa como de teatralidade. E terceiro, por orquestrar o talento e sensibilidade de atores como Rogério Fabiano, Érica Collares, Antonio Pina, Ana Carolina Rainha e Claudio Gardin, exercício que me revigora – como atriz que sou – e me entusiasma como diretora a cada ensaio”, frisa Ana Rosa, espírita praticante há mais de 30 anos e dirige os espetáculos de sucesso “O Cândido Chico Xavier” e “Violetas na janela”, ambos em cartaz há 15 anos. Ana subiu ao palco pela primeira vez com apenas 15 dias de idade, em um espetáculo em sua cidade natal, Promissão (SP). E em 1997, ela entrou para o Guiness Book como a atriz recordista em participação de telenovelas, recorde que mantém até hoje.

  Cariocomedy,quinta às 21h. 70 preço único

O espetáculo “Cariocomedy” segue a linha de “Comedy Show” mesclado com o teatro de revista, onde é apresentado sob influência de notícias atuais. Tendo como elenco dois atores, comediantes e humoristas, os quais assinam o texto. Os comediantes levam bom humor e diversão para o público em 1h de apresentação, podendo ter uma participação especial diferente a cada espetáculo. Alternando entre Stand Up Comedy, pequenos shows musicais e doses e mais doses de improviso.
É um espetáculo inovador, apresentado como principal atração a desenvoltura dos atores, a qual a plateia interage do início ao fim do show.

   Espelho, espelho meu, sábado e domingo às 16h, por 60, preço único

“Espelho, espelho meu, existe no mundo alguém mais bela que eu?” A famosa pergunta de um dos clássicos infantis mais conhecidos de todos os tempos segue conquistando pequenos espectadores das novas gerações no espetáculo “Espelho, Espelho Meu”, que tem autoria e direção de Anacleto Carindé.
Nesta versão repaginada, a incansável Rainha Má tem um novo plano para acabar com Branca de Neve sem precisar ficar velha. Desta vez, o veneno não estará em maçãs, mas no líquido do verdadeiro amor.
Trata-se de uma comédia musical onde todas as personagens foram construídas de uma forma lúdica usando figurinos e caracterização semelhantes aos dos clássicos musicais infantis como referência para os pequenos espectadores. Com um elenco de onze atores e quatro bailarinas coreografados por Vitor Maia e Ariane Rocha esta história tem músicas de Pablo Paleologo e preparação vocal de Jonas Hammar. Espelho, Espelho meu é um musical para crianças de todas as idades e tem a produção da Castello Branco Produções Artísticas.

  Eu sou eles, quinta às 21h, 70 preço único
Todo mundo é “pouco ator”… Quem é que nunca atuou pra conseguir o que queria? Pra pedir aquele aumento? Pra inventar aquela desculpa sem pé nem cabeça? Numa jornada por situações embaraçosas, o humorista Israel Linhares da vida a dezenas de personagens que mostram as hilárias tentativas de ‘Miguel Junior’ em se tornar um ator de sucesso. Em cena aparecem Branca de Neve, uma Cenoura, uma mãe aproveitadora e um avô que adora passar trotes.

  O mágico de Oz-uma aventura em busca do sonho, sábados, domingos e feriados às 17h, 60 a inteira e 30 a meia
Após grande sucesso nos últimos anos, o espetáculo “O Mágico de OZ, uma aventura em busca do sonho” volta aos palcos do Teatro Vannucci em 2018 para uma nova temporada encantando crianças e adultos.
Desde sua estreia, em 2014, a montagem recebeu ótimas críticas pela adaptação e direção (Carla Reis), canções originais (Bruno Camurati), cenário (Pedro Valério) e figurinos (Fernanda Lima. Foi eleita pela revista Veja Rio entre as cinco melhores peças em cartaz na cidade. Ganhou o prêmio de “Melhor Diretor de Teatro Infantil”, além de ser indicado em diversas categorias como: Melhor Espetáculo do ano, Melhor Texto, Melhor Ator e Melhor Atriz, na premiação do site Botequim Cultural.
O musical traz como destaque principal a linha tênue entre o bem e o mal através do conflito da famosa Bruxa Má do Oeste. A dúvida em escolher ser uma Bruxa Boa ou uma Bruxa Má conduz a história e que faz com que todos os outros acontecimentos se desenrolem na trama a partir deste ponto.
Com muito humor e emoção, coreografias e números musicais, cantados ao vivo, que inclui desde country até hip-hop na trilha, o espetáculo é moderno, mas mantém toda a essência do conto original e magia do mundo de Oz. Seus personagens lúdicos e inesquecíveis contam a trajetória de uma menina, um espantalho, um homem de lata e um leão que vão à procura do Mágico de Oz para realizar seus sonhos, mas são impedidos pela Bruxa Má. A partir daí, cada um deles descubra dentro de si qualidades que eles nem imaginavam que possuíam: inteligência (espantalho), sentimentos (homem de lata), coragem (leão).
Publicado pela primeira vez em 1900, ‘O Mágico de Oz’ tornou-se um dos livros mais lidos e amados de todos os tempos e se matem atual e necessário até os dias de hoje. Um ótimo programa para a família.
Uma verdadeira lição de vida e aprendizado sobre quem realmente somos nós!

   Os saltimbancos, sábados, domingos e feriados às 15h, 60 a inteira e 30 a meia

O musical “OS SALTIMBANCOS’’ é um clássico da nossa dramaturgia infantil.
Adaptado brilhantemente por Chico Buarque,tornou-se referência para várias gerações e até hoje encanta crianças e adultos por sua magia.
Ao longo da trajetória de 25 anos, o elenco de “Os Saltimbancos” contou com nomes como: Alexandra Richter, Suely Franco, Mônica Martelli, Telma Leite, Nizo Neto, Andrea Veiga, Ricardo Graça Melo, Ruben Gabira, Felipe Dylon, entre outros, que estão sendo homenageados ao longo da nova temporada. No elenco atual, além de Maria Lucia Priolli, estão Julie Duarte, André Rayol e Claudio Gardin, que reveza o personagem do Jumento como ator Cristiano Sauma.
A peça conta a história de quatro animais: Gata, Cachorro, Jumento e Galinha, que fogem se suas casas por receberem maus tratos de seus patrões. Rumo a cidade grande se encontram e formam um conjunto musical. Através da união seguem um caminho de liberdade onde amor, respeito e amizade são fundamentais. “Nas sessões especiais que iremos realizar entre novembro e dezembro, esses sentimentos serão ainda mais valorizados, através de algumas canções natalinas que iremos cantar com as crianças”, finaliza Priolli.

  Terapia do riso-especial 12 anos, sexta, sábado às 21h e domingo às 20h. 70 sexta e 80 sábado e domingo.

A edição comemorativa “Terapia do Riso – Especial 12 anos”, traz em cena os atores Israel Linhares, Hellen Suque e Bia Guedes. A novidade fica por conta do retorno dos personagens mais marcantes de todas as edições anteriores mesclados com novos e inéditos personagens, em 70 minutos apresentação, prometem fazer o público ‘chorar de rir’.
Além de novos personagens o espetáculo vai contar com participações especiais de atores convidados. A tradicional abertura da peça mantém o envolvimento da plateia no contexto da história.
O humor de estereótipos e muita interação com a plateia, continuam sendo a marca deste espetáculo que agrada a todos os públicos, que se identifica com os conflitos dos personagens apresentados.
O teatro escolhido para a estreia nacional desta nova edição é o teatro Vannucci, localizado dentro shopping da Gávea no Rio de Janeiro que aposta em sucessos da comédia para manter a assiduidade do público que tem buscado cada vez mais, esse gênero como entretenimento.

  Salto em fúria-Rio in Comedy, quinta, 14 de junho, às 21h, 70, preço único

Crise econômica, dificuldades financeiras, corrupção e o mundo em constante alerta. São tantos problemas que fica a pergunta: Há quanto tempo você não dá uma boa gargalhada? Em meio a tantos desafios, rir parece impossível. Neste contexto, a risada precisa ganhar força e, porque não, espaço. É esse o objetivo da comédia teatral TERAPIA DO RISO, que neste ano completa
13 anos ininterruptos de palco. Com a expressiva marca de 4 milhões de espectadores, o espetáculo prova que acertou no tom e faz o público rir de verdade.
Com Hellen Suque (Terapia do Riso) , A peça conta a saga de Bruna, uma mulher de 35 que anos após a descobrir a traição de seu noivo, e ser abandonada, começa uma busca alucinada por vingança .
“Uma tentativa desesperada de sentir-se melhor”. Este é o ponto de partida da comédia “Salto em Fúria”, que promete tratar o assunto ‘fim de relacionamento’ e a dependência emocional com humor inteligente e situações engraçadas.
A partir daí, Bruna faz de tudo para se ver livre dos sentimentos do passado e com um final surpreendente “dar a volta por cima de salto novo”.A situação limite onde Bruna se coloca, na tentativa de infligir ao Marcelo a dor que está sentindo e o ápice do exagero que beira a um ataque de nervos, dentro de uma realidade em que muitos já se viram em algum momento da sua vida, é o que leva ao publico a uma identificação imediata e a um questionamento sobre suas próprias fragilidade,
Assim como Bruna, muitos homens e mulheres vivem obcecados por seus parceiros ou pela relação, incapazes de perceberem que estão se destruindo lentamente. A peça fala dessa dependência emocional de forma agradável e cômica.
A direção do monólogo é de Marcus Alvisi, Prêmios Shell, Mambembe e Sharp pela direção dos espetáculos “Solidão a Comédia” e “Diário de Um Louco”, ambos com o ator Diogo Vilela no elenco. Dirigiu também PÁSSARO DA NOITE, Com Luana Piovani e “ O Impecável, em cartaz atualmente, com Luiz Fernando Guimarães.
No elenco, Hellen Suque , desde 2005 está em cartaz com espetáculo “Terapia do Riso”, assistido no Rio por mais de 4 milhão de pessoas.

 Rio in Comedy, quintas às 21h, 70, preço único

O festival Rio in Comedy tem por objetivo reunir diferentes espetáculos de humor que já estiveram em cartaz no Rio de janeiro. A cada semana um espetáculo diferente se apresenta, encenados todas as quintas de junho e julho no Teatro Vannucci, ás 21:00h no shopping da Gávea, um dos mais conceituados teatros do Rio de Janeiro.
Com uma diversidade de linguagens o festival promete atender ao mais variado público, trazendo todos os estilos de humor, stand up, besteirol, esquetes, comédia de tipos e humor “cult” estarão presentes neste festival que busca promover a divulgação da comédia carioca e principalmente a solidificação do gênero no cenário cultural da cidade.
A temporada do festival Rio in Comedy se inicia no dia 31 de Maio, tendo como espetáculo de abertura a já renomada comédia Terapia do Riso que completa 12 anos em cartaz no Rio de janeiro, a cada semana toda quinta-feira o festival vai apresentar um espetáculo diferente.
O festival Rio In Comedy vai até o dia 29 de Julho, onde cada semana a renovação do público contribui para fomentar a cultura no Rio de Janeiro.
Gargalhadas que transformam Crise econômica, violência, dificuldades financeiras, corrupção… são momentos difíceis para a cidade do Rio de Janeiro que nos últimos tempos tem sofrido com tantos acontecimentos e insegurança pública, o que acaba prejudicando a vida da população carioca. São tantos problemas que fica a pergunta: Há quanto tempo você não dá uma boa gargalhada? Em meio a tantos desafios, rir parece impossível. Neste contexto, a risada precisa ganhar força e, porque não, espaço.
É com esse propósito em meio a isso tudo surge o Festival Rio In Comedy, que tem como objetivo fazer rir e trazer de volta a alegria que sempre contagiou a cidade maravilhosa, serão nove comédias que durante dois meses prometem fazer o público gargalhar, e se rir é o melhor remédio, o bom humor é contagiante e faz bem à saúde.

          Teatro Bradesco
 O homem de La Mancha

Superpodução dirigida por Miguel Falabella estreia dia 07 de junho no Teatro Bradesco
São Paulo, 08 de maio de 2018 – O Homem de La Mancha, o emocionante musical de D. Quixote, estreia dia 07 de junho no Teatro Bradesco do Rio de Janeiro. Um ano depois da temporada de sucesso em São Paulo, que levou mais de 100 mil pessoas ao teatro, o premiado espetáculo de Miguel Falabella, produzido pelo Atelier de Cultura, desembarca em curta temporada na cidade maravilhosa. Os ingressos variam de R$ 37,50 a R$ 190 e já estão abertas as reservas para grupos a partir de 10 lugares.
A adaptação de Falabella transpõe a história original da peça “Man of La Mancha”, de Dale Wasserman, ao cotidiano brasileiro: da Inquisição Espanhola para um hospício brasileiro dos anos 50. A inspiração do diretor para cenários e figurinos é direta desse ambiente: as obras do artista plástico Arthur Bispo do Rosário, um dos internos da Colônia Juliano Moreira (RJ).
O enredo de “O Homem de la Mancha” traz a história de Miguel de Cervantes, poeta, ator de teatro e coletor de impostos, que é internado em um manicômio no final dos anos 1950. Junto com ele, é apresentado ao público seu criado, Sancho. O musical narra, a partir daí, diversos momentos que culminam na encenação da história de D. Alonso Quijana, fazendeiro tomado pela loucura que imagina ser D. Quixote, Senhor de La Mancha, um Cavaleiro Errante atrás de aventuras para combater o mal, assistir os indefesos e praticar o bem.
O espetáculo apresenta 27 números musicais, dentre os quais está a música “O Sonho Impossível”, um dos maiores ícones da história do teatro musical. A produção completa é composta por 92 profissionais, sendo 30 atores, 16 músicos e 46 integrantes da equipe técnica.
Nos papeis de Miguel de Cervantes e Dom Quixote de la Mancha está o ator Cleto Baccic, premiado em 2014, como Melhor Ator pela APCA. No mesmo ano, o espetáculo ainda foi eleito a melhor peça de 2014, pela mesma instituição, Melhor Musical pelo Júri de Críticos da Folha de São Paulo e Prêmio Aplauso Brasil, também como melhor musical. Em 2015 recebeu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical nas categorias Voto do Júri e Voto Popular.
“O Homem de La Mancha” estreou em 1965 na Broadway e é um dos musicais mais vistos no mundo. No Brasil, essa é a segunda vez que o espetáculo é montado. A primeira vez foi em 1972, com direção de Flávio Rangel, e versão das músicas por Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra. Era a vez de Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otello viverem os personagens Miguel de Cervantes/Dom Quixote, Aldonza/Dulcinéia e Sancho Pança, respectivamente.
A premiada produção fica em cartaz até 27 de julho e terá cinco sessões por semana, de quinta a domingo.

                  SESC Copacabana 
SESC Entre Dança- castelos e redes : estamos em obras-os dois cia de dança, quinta, sexta, sábado e domingo. Quinta a sábado, 21h e domingo às 20h. 30 a inteira, 15 meia-entrada e 7,50 associado SESC

O programa consiste em duas coreografias apresentando os bailarinos Davi Benaion e Ique Moraes. Castelos – Nessa nova peça coreográfica de 25 minutos, Giselda Fernandes retoma a caixa d’água, seu primeiro objeto-partner visto em Castelo d`água (2002).  Agora com dois novos corpos e duas caixas d`água, a pesquisadora procura atualizar e aprofundar sua obra com objetos, reafirmando suas preocupações ambientais. Redes – Na coreografia de 20 minutos que compõe a sequência do programa, a coreógrafa se utiliza de outro material da construção civil. Redes usadas para delimitar espaços interditados trazem novos contornos para os corpos de dois bailarinos que sobre sapatilhas de ponta procuram nas redes proteção para seus corpos enquanto criam novos usos para esse material de modo lúdico e poético. Classificação: 16 anos.







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