16 junho 2018

[Crítica] Newness, disponível na Netflix

Sinopse: Na atual Los Angeles, duas pessoas embarcam em uma trajetória emocional curiosa em rede, que acaba gerando um relacionamento que aflora neles condições emocionais e físicas extremamente intensas.


O que eu achei?
Estava eu em casa sem nada para fazer e pedi dica de filme a um amigo e ele me indicou esse e que grata surpresa!

Martin é o tipo de cara que utiliza um aplicativo de encontros casuais pelo simples propósito de satisfazer seu apetite sexual. Ele vem de um casamento desfeito que deixou marcas na sua história.
Gabi é uma fisioterapeuta que procura ter orgasmos sem relacionamentos e sem a intenção de continuar alguma coisa pós- sexo, também utiliza o aplicativo de encontros.

Numa das noites em que os encontros sexuais dão errados para Martin e Gabi enfim se encontram. Ambos contam o que houve de errado no encontro anterior, e o envolvimento deles é espontâneo e além do sexual. 
Logo o ato sexual se torna em um relacionamento monogâmico "normal" e as cosias começam a evoluir muito rápido, quando Martin propõe que Gabi more com ele. Mas o que ninguém podia esperar é que ambos tivessem tédio de uma vida comum e aí tudo muda, quando durante uma briga de casal cada um vai para um lado e trai o outro. Gabi percebe que não quer uma vida de casal normal e pergunta se não é melhor "abrir a relação", mas o que eu não podia imaginar é que ele decide aceitar.

Newness mostra numa forma muito esclarecedora nossa atual realidade de relacionamentos e de vida. Os celulares são protagonistas quando tomam tanto espaço nesta relação quanto a intimidade em que deveria haver entre o casal. 
A forma com que este relacionamento se abre, os segredos que cada um carrega começam a ser mostrados e afetando o casal. Esta não é mais uma história de amor convencional em que há mocinhos e/ou vilões, todos tem seu grau de culpa e aí onde está o segredo deste filme tão envolvente e sensual.


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