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[News] Consultor de estilo alerta para o uso desenfreado do Tie Dye

 

Já garantiu a sua camiseta ou moletom com a estampa do momento? O Tie Dye veio para ficar durante a quarentena, porém, o consultor de estilo João Freire alerta para os abusos na tendência: “Limite e bom senso são sempre bem-vindos! Infelizmente não são tão frequentes como deveriam ser. O isolamento social intensificou a tendência, mas não o limite.”


João Freire se tornou um dos nomes queridinhos da moda e consultoria de imagem no Brasil. O paulista, que estudou em Nova York, com passagem como personal shopper da rede de lojas Saks Fifth Avenue, vem ganhando notoriedade em tudo que faz envolvendo luxo e bom gosto. Para ele, que já foi eleito como um dos 25 homens mais bem-vestidos pela “Revista GQ”, é preciso, antes de mais nada, entender a origem do que se está usando.


“O Tie Dye nada mais é do que uma tendência que surgiu nos Estados Unidos com o movimento hippie. Desde então segue forte em vários elementos, não apenas no vestuário. E, sem dúvida, o isolamento social aumenta essa tendência. Tie Dye, em tradução livre, significa ‘amarrar e tingir’, ou seja, é uma técnica simples e antiga de tingimento de roupa. O isolamento fez isso ressurgir porque as pessoas estavam com mais tempo em casa, testando receitas, habilidades novas e limpando o armário”, destaca o expert em moda.


João dá dicas de como usar melhor a estampa: “Prefiro o Tie Dye mais neutro com duas cores, azul e branco, por exemplo. A Maria Grazia fez um trabalho lindo na Dior usando a tendência, de forma leve e elegante. É legal também utilizar em peças que estavam paradas em seu closet, para poder reciclar o look.”


Onde não fica bem o Tie Dye?


O consultor de estilo alerta que para tudo relacionado a moda é preciso ‘bom senso e limite’. Ele faz alertas para o uso da estampa: “Em ambientes formais não cai bem. É uma tendência bem descontraída, deve ser usada em momentos de lazer e situações casuais. Além disso, quando o look é inteiro tie dye pode ser ‘perigoso’. Nem todo mundo fica bem, assim como nem todo moletom combina. O bom senso deve existir na hora de se vestir. Até rimou (risos)”.


João dá dicas para quem não quer errar: “Uma opção para não falhar é optar pelos tons neutros ou duas cores. Além de discretos, eles cansam menos. Optar por uma peça ‘ponto de luz’ também é uma boa. Misturar com jeans, por exemplo, fica incrível.”


E em acessórios, fica bom?


João Freire aprova o uso do tie dye em acessórios e relembra que tudo depende do contexto, mas quando bem executado fica lindo.


“Combina em bolsas, chinelos, tênis, até em objetos de decoração”, destaca o profissional, que completa: “Uma boa dica para evitar erros é o autoconhecimento. Conhecer o seu próprio estilo e até seu físico é fundamental para uma boa imagem e postura. Tie Dye a tendência que mais vemos no Instagram, mas isso não significa que combine com todo mundo ou em todo momento.”



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Saiba mais sobre João Freire:


Com apenas 29 anos, João Freire já se tornou um dos nomes queridinhos da moda e consultoria de imagem no Brasil. O paulista, que estudou em Nova York, com passagem como personal shopper da rede de lojas Saks Fifth Avenue, vem ganhando notoriedade em tudo que faz envolvendo luxo e bom gosto. Ele é empresário e influenciador digital, especialista em viagens, além de assinar uma coleção de joias para Marisa Clermann há seis anos, com peças usadas por nomes como Alok, Adriane Galisteu e Sabrina Sato.

Apaixonado por viagens e um dos influenciadores mais procurados no assunto, João Freire já viajou mais de 22 países. Entre seus lugares favoritos ele destaca: Nova York, Florença, Paris e St. Barths.

http://joaofreire.com.br/

https://www.instagram.com/freirejoao/





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