30 outubro 2018

[Programação] Teatro da semana de 30 de outubro a 6 de novembro

  Confira a programação de teatro da semana no RJ:

                         Teatro da Gávea

Ninguém segura essa velha,quintas de 1 a 29 de novembro,às 21h, 60 a inteira e 30 a meia.

“Por caridade filhinho, dá pra largar esse negócio um pouco e dar uma atenção pra mim…” Esse é um dos diálogos de avó e neto, ou pelo menos uma tentativa de conversa. Com a era digital os diálogos estão escassos, e aqueles que não acompanham essa evolução, não entendem o que tanto fascina os jovens. O espetáculo “Ninguém Segura Essa Velha” se passa no Rio de Janeiro nos dias atuais e mostra a relação de avó e neto. Tina, a vó, é uma ex-chacrete, ama as artes dramáticas, tem um humor bem peculiar. Fernando, o neto, foi morar com a avó para tentar ajudar na administração do teatro, ele é ligado em tecnologia, ama as redes sociais e juntos eles farão de tudo para que o teatro da família, onde eles moram, não feche as portas de vez.
“Ninguém Segura Essa Velha” é uma comédia para todas as idades, e promete fazer o espectador, rir, se emocionar e dançar.
No elenco dois rapazes no início da carreira, Fernando Duarte é formado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Monte no Litoral de SP. Estudou teatro na Escola Macunaíma em São Paulo.
Já produziu espetáculos teatrais como Sereias de Salto (2011), Eu Sou João Gustavo (2012), Alice e Gabriel (2013), e Deu Branco – Cenas Improvisadas (2014/2015). Além de ter produzido documentários, curtas-metragens e séries para a internet e cinema. Agora ele encara o desafio de roteirizar, produzir e interpretar a personagem Tina em Ninguém Segura Essa Velha.
João Pedro Celli, começou cedo na carreira artística, com apenas 5 anos já fazia a campanha nacional de O Boticário.
O gosto pela arte dramática veio logo e fez participações em longas como No Meu Lugar de Eduardo Valente (2009), e Fica Comigo Esta Noite de João Falcão (2006), em novelas da TV Globo como: A Favorita (2009), Belíssima (2005), Bang Bang (2006), fez também participação no humorístico A Tuma do Didi (2010). Estuda teatro no Tablado e já fez parte do elenco de O Auto da Compadecida com o personagem Chicó, participou da montagem do espetáculo O Ateneu de Carlos Wilson (2018).

Hoje ele interpreta o personagem Fernando em Ninguém Segura Essa Velha.

O jogo da vida, terças e quartas ás 20h, até 31 de outubro, 60 a inteira e 30 a meia.

Primeira produção da Arina Entretenimento. O musical, inspirado no famoso jogo, traz seis atores que dão vida a personagens inéditos, em colaboração coletiva com a direção e a plateia, com texto e música autoral.
– Como o próprio título propõe, o musical fala sobre a vida e seus acontecimentos inesperados, o futuro sob controle do acaso. Livremente inspirado no clássico “Jogo da vida” e em outros jogos de tabuleiro, as cenas são definidas ora por integrantes da plateia, ora por um dado jogado em cena pelos próprios atores – diz Tauã Delmiro, diretor, compositor e dramaturgista do espetáculo.
Essa interação junto ao público e os atores tem uma explicação, a premissa da Arina Entretenimento é que o telespectador faça parte do espetáculo de forma mais participativa.

Pinocchio, o musical,sábados, domingos e feriados às 18:30, 60 a inteira e 30 a meia.De 3 de novembro a 16 de dezembro,

“PINOCCHIO, o Musical” inicia temporada no Rio de Janeiro, a partir de 03 de novembro de 2018, sempre aos sábados, domingos e feriados, às 18h30, no Teatro Vannucci, Shopping da Gávea – Rio de Janeiro/RJ.
Com roteiro adaptado de um dos maiores clássicos de todos os tempos, o espetáculo teatral infantil “PINOCCHIO, o Musical” traz uma releitura contemporânea, que despertará interesse das crianças pela abordagem de temas relacionados a educação, respeito, obediência aos pais, tudo de uma forma lúdica, bem humorada e emocionante.
“Como inovação no mercado de peças infantis, trouxemos toda a ambientação em projeção mapeada, trazendo realidade virtual e imagens animadas, desenvolvidas por um dos profissionais mais renomados do mercado”, salienta o diretor Luiz Marcelo Legey.
“Após uma extensa pesquisa, estamos produzindo um musical com roteiro adaptado de um dos mais tradicionais contos infantis, trazendo cenas e diálogos contemporâneos, além de reunir uma equipe comprometida com o objetivo da peça, trazendo muita diversão e uma experiência audiovisual incrível”, reforçam as diretoras e roteiristas Ana Ferguson e Solange Bighetti.

Os homens querem casar e as mulheres querem sexo 2, sábados às 22:50, até 22 de dezembro.70 a inteira e 35 a meia.

Se em “Os Homens Querem Casar e As Mulheres Querem Sexo”, Jonas (Carlo Simões) entra em crise após ser abandonado no altar pela terceira vez e se desespera por constatar que é apenas usado sexualmente pelas moças, agora duas revelações mudam sua vida. Ele encontra Deus (Drika Matos) e descobre que, além de mulher, o Divino é cearense. É quando Deus propõe a Jonas passar a sentir tudo que as mulheres sentem para entender, enfim, a visão feminina sobre o universo masculino. “Além de atender a um pedido do público para que a peça ganhasse sequência, esta continuação tem muito do amor que sinto pelo mundo feminino e pelas nordestinas, em especial pelas cearenses. Já namorei quatro e acho que o humor das nordestinas está relacionado diretamente à inteligência”, relata Carlo.

O mágico de Oz-Uma aventura em busca do sonho, sábados, domingos e feriados ás 17h, 60 a inteira e 30 a meia.

Após grande sucesso nos últimos anos, o espetáculo “O Mágico de OZ, uma aventura em busca do sonho” volta aos palcos do Teatro Vannucci em 2018 para uma nova temporada encantando crianças e adultos.
Desde sua estreia, em 2014, a montagem recebeu ótimas críticas pela adaptação e direção (Carla Reis), canções originais (Bruno Camurati), cenário (Pedro Valério) e figurinos (Fernanda Lima. Foi eleita pela revista Veja Rio entre as cinco melhores peças em cartaz na cidade. Ganhou o prêmio de “Melhor Diretor de Teatro Infantil”, além de ser indicado em diversas categorias como: Melhor Espetáculo do ano, Melhor Texto, Melhor Ator e Melhor Atriz, na premiação do site Botequim Cultural.
O musical traz como destaque principal a linha tênue entre o bem e o mal através do conflito da famosa Bruxa Má do Oeste. A dúvida em escolher ser uma Bruxa Boa ou uma Bruxa Má conduz a história e que faz com que todos os outros acontecimentos se desenrolem na trama a partir deste ponto.
Com muito humor e emoção, coreografias e números musicais, cantados ao vivo, que inclui desde country até hip-hop na trilha, o espetáculo é moderno, mas mantém toda a essência do conto original e magia do mundo de Oz. Seus personagens lúdicos e inesquecíveis contam a trajetória de uma menina, um espantalho, um homem de lata e um leão que vão à procura do Mágico de Oz para realizar seus sonhos, mas são impedidos pela Bruxa Má. A partir daí, cada um deles descubra dentro de si qualidades que eles nem imaginavam que possuíam: inteligência (espantalho), sentimentos (homem de lata), coragem (leão).
Publicado pela primeira vez em 1900, ‘O Mágico de Oz’ tornou-se um dos livros mais lidos e amados de todos os tempos e se matem atual e necessário até os dias de hoje. Um ótimo programa para a família.
Uma verdadeira lição de vida e aprendizado sobre quem realmente somos nós!

Com amor, Vinícius,sextas e sábados às 21h e domingos às 20h,até 11 de novembro,80 a inteira e 40 a meia.

Mostra o lado mais humanista do poeta Vinicius de Moraes ao resgatar parte de seu legado artístico e emular o formato de longevo show.
O grande poeta e compositor subia ao palco tendo a companhia de um exímio violonista e de uma cantora de timbre marcante. Escrito por Hugo Sukman e Marcos França, “Com amor, Vinícius” traz o ator Marcos França como o poeta, dividindo a cena com a cantora Luiza Borges e com o violonista André Siqueira, também diretor musical da montagem. O espetáculo tem direção de Ana Paula Abreu e cumpre temporada no Teatro dos Quatro a partir de 5 de outubro.
Nesta peça / show o público irá conhecer algumas das facetas que compuseram a persona de Vinicius de Moraes. Trata-se de um Vinicius terno em total sintonia com questões sociais da vida, mais ligadas ao que conhecemos como direitos humanos, e também preocupado com o fim das liberdades, fossem elas a de expressão, artística, e mesmo a de ir e vir.
Para fazer desse retrato o mais fiel possível ao personagem, a dramaturgia tem como pilares três épocas diferentes. A montagem começa em 1969, com um esbaforido poeta chegando atrasado a um show devido aos protestos populares que ocorriam na cidade. Volta-se ao ano de 1964, quando o golpe militar instala-se derrubando assim o sistema democrático de governo, avançando em seguida até a década de 70, onde a narrativa estabelece-se.
E quem é esse Vinicius afinal? Um cara que não fugia de questões importantes da vida (da sua própria e da dos cidadãos). Um Vinicius que sabia que a liberdade era peça-chave para uma sociedade mais igualitária. Um homem que, em nome do seu amor à vida e à liberdade, falou por todos nós, independentemente de etnia, credo e demais preferências. Com amor, sempre.


                        SESC Copacabana 
Corpos opacos,todo dia menos segunda,horários sob consulta,grátis para PCG,7,50 para habilitados SESC, 15 meia e 30 a meia.

A peça tem como ponto de partida a história real das religiosas colombianas do mosteiro Santa Inés de Montepulciano, que viviam em clausura absoluta, preservando os seus corpos “puros” dos olhares de outras pessoas. Direção de Yara de Novaes e Marco André Nunes. Com Carolina Virgüez e Sara Antunes.

Primeira morte,todo dia menos segunda, até 4 de novembro, horários sob consulta,grátis para PCG,7,50 para habilitados SESC, 15 a meia e 30 a inteira.

A peça reflete a continuação da vida, o cuidado com sua dimensão mais singular e subjetiva. Como é possível se comprometer com o mundo se os seres humanos encontram-se já tão afastados de sua própria vida? Direção de Paulo Verlings. Com Darília Oliveira, Gabriel Delfino Marques, Vilma Melo e Yasmin Garcez.

Casa dos náufragos,todo dia menos segunda,até 18 de novembro.Grátis para PCG,7,50 para habilitados SESC, 15 a meia e 30 inteira.

No espetáculo, Guillermo Rosales, um dos maiores escritores da literatura cubana, encarna o paradigma da frustração, o fulgor do gênio, o tormento da insatisfação e a loucura. Seu único livro publicado, o autobiográfico A Casa dos Náufragos, é um marco da literatura hispano-americana do século XX, e exala violência e desespero perante a existência. O espetáculo conta o cotidiano do autor no hospital psiquiátrico onde viveu por sete anos, até que se matou com um tiro na cabeça aos 47 anos, pobre, sozinho e esquecido. Com colaboração artística de Matheus Nachtergaele. Direção e atuação de Augusto Garcia.

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