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[News]Joyce Cândido faz shoe de pré-lançamento de seu sexto álbum, Samba Nômade, Teatro Claro Rio



JOYCE CÂNDIDO FAZ SHOW DE PRÉ-LANÇAMENTO DE SEU SEXTO ÁLBUM, SAMBA NÔMADE, TEATRO CLARO RIO

Joyce Cândido HORZ - foto Roberto Pontes


“Joyce Cândido é cantora que não tateia quando canta. Tem voz plena e calorosa, de lindo timbre levemente arranhado na região grave, a combinar com o frescor jovem de suas interpretações.

A moça nasce com estrela.”

Zuza Homem de Melo


Em 2014, Joyce Cândido lançou o DVD “O Bom e Velho Samba Novo” no palco do Teatro Claro Rio, em Copacabana. Seus 10 anos de carreira também foram comemorados lá, em 2017. Agora, volta a este teatro para o show de pré-lançamento do seu sexto álbum, “Samba Nômade”, no dia 23 de novembro, terça, com participação especial de Moyseis Marques. Joyce também vai comemorar o lançamento de mais um single deste disco, “Recordação”, nas plataformas digitais no dia 19 de novembro, sexta, assim como do clipe, no dia 20 de novembro, sábado, ao meio dia, no seu canal do YouTube.



Link para ouvir o single e ver o teaser do clipe “Recordação”: https://we.tl/t-fT2jvteI9S




Considerada uma das principais vozes do samba e da MPB da nova geração, Joyce se destaca pela qualidade técnica musical, pela multiplicidade (toca piano, é bailarina e atriz) e por ser convidada a cantar em diversas partes do mundo, representando o Brasil. Embaixadora da música brasileira no Japão, melhor cantora brasileira nos EUA e uma “estrela em ascendência em Portugal” são títulos que ela coleciona. Nascida em Assis, interior de São Paulo, Joyce mora no Rio de Janeiro há dez anos e aqui já conquistou muito; já gravou e fez shows com artistas como Elza Soares, João Bosco, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, Diogo Nogueira, Leny Andrade, Marília Pêra, Zezé Motta e Bibi Ferreira.



“Samba Nômade”, CD que será lançado em março, retrata Joyce como artista de alma itinerante, que leva a música brasileira para os quatro cantos do mundo, fazendo shows com músicos que vivem no Japão, na Alemanha, em Portugal, nos Estados Unidos e em diversas partes do país. É um trabalho todo autoral, com sambas inéditos, da própria cantora e de diversos compositores, de diferentes estados do Brasil, dentre eles, os manauaras Flávio Pascarelli e Paulo Onça, o mossoroense André da Mata, o mineiro Roger Resende e os cariocas Guilherme Sá e Deivid Domênico. O álbum conta com as participações especiais de João Cavalcanti, Moyseis Marques e do português António Zambujo.



O show mescla estas músicas inéditas com os maiores sucessos de carreira de Joyce, inclusive “Tesouro Maior” (Alceu Maia e Lu Carvalho), a “Música do Amigo", que viralizou recentemente pelos grupos de WhatsApp planeta afora. Dentre as inéditas, algumas delas já lançadas como singles durante a pandemia, destacam-se “Queria morar num boteco” (Roger Resende), que contou com participação do português António Zambujo no álbum, “Tem dó de mim” (Flávio Pascarelli, Paulo Onça e André da Mata) e “Verdadeiro amor” (Pascarelli e Onça).



Joyce tem sambas já consagrados exclusivamente em sua voz, como “Cê Pó Pará" (Alceu Maia, Ana Costa e Fred Camacho) - com participação especial de Carlinhos de Jesus - e o próprio “Tesouro Maior” (Lu Carvalho e Alceu Maia), ambos gravados em seu DVD “O Bom e Velho Samba Novo”, show com o qual viaja o mundo desde 2014.



O espetáculo tem direção musical de Alceu Maia; roteiro e direção artística de Joyce Cândido; cenografia e iluminação de Paulo Denizot; desenho de som de João Damaceno; e terá a participação especial de Moyseis Marques, que gravou com a cantora “Surpresas do Amor”, uma das faixas do novo álbum de autoria da própria Joyce em parceria com Guilherme Sá.



Single e clipe “Recordação”

“Saudade batendo na porta | da casa do meu coração | Que resistente suporta | Enquanto lá fora ela corta | O tempo da recordação”. Com estes versos Joyce Cândido inicia seu novo single, “Recordação”. Escrita pelo carioca Raul DiCaprio e pelo mossoroense André da Mata, é um samba com um leve toque de baião. Segundo André “a música tem aquele sentimento puro de uma saudade, de um desamor, ou um amor ou tudo que fica daquilo que não ficou”. Raul DiCaprio diz que ele e o parceiro tentaram transmitir o sentimento de dor de quando um relacionamento se desfaz através de versos como estes: “eu vi quando o brilho dos olhos sumiu, senti quando o toque se desencontrou”.



A música tem aquele gostinho de saudade desde a primeira nota do acordeom de Kiko Horta, que sola na introdução. O arranjo é de Alceu Maia, que traduziu muito bem a ideia dos compositores e atendeu ao pedido da cantora de incluir o acordeom. “Quando ouvi a versão violão e voz do André, fiquei apaixonada pela canção. Senti a vontade de colocar o acordeom, que amo muito. O resultado ficou lindo. Uma das músicas mais bonitas que já gravei. Um grande presente.” diz Joyce.



O clipe foi gravado em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, na Casa de Santa, do francês Matthieu Romancant. “Queríamos um lar aconchegante, cheio de memórias e detalhes, e a Casa da Santa tem isso tudo, além de um toque retrô que adoro e tem tudo a ver com Recordação”, explica Joyce, que criou o roteiro ao lado do marido Roberto Pontes, que também assina a direção do clipe.



O vestido que se repete, o tempo que se repete, o sentimento que se repete, o cotidiano que se repete. O vazio. A câmera estabelece o quadro e deixa a cena acontecer. Sem pressa. Degustando a imagem e a música. Numa simbiose entre voz, acordeom, espaço e cantora. Assim começa o clipe. Em linguagem de cinema, lentamente descortinando a narrativa até o momento de virada da música, no qual temos a mudança de linguagem e sentimentos. Uma atmosfera de superação e renascimento.



Recordação (André da Mata e Raul DiCaprio)

Saudade batendo na porta

Da casa do meu coração

Que resistente suporta

Enquanto lá fora ela corta

O tempo da recordação

Covarde entrou pela janela

No peito arrumou confusão

Quem me fez cativo foi ela

Ou será que sou dono dela

Confesso não entendo mais não



Eu vi quando o brilho dos olhos sumiu

Senti quando o toque se desencontrou

Chorei pra saudade fingir que dormiu

Tentei mas a dor insistiu

E nem embalei, nem no sono pegou



Vem que é demais

A distância crescente que vinga entre nós

Perdi a paz

Sem o cheiro da gente em nossos lençóis

Traz aconchego e devolve o sossego

Pra quem nada tem

Perdoa benzinho este alguém

Que te quer tanto bem



FICHA TÉCNICA - música

Bateria: Jorge Gomes

Sanfona: Kiko Horta

Baixo: Alexandre Cavallo

Cavaquinhos e Viola: Alceu Maia

Percussão: Neném Chama e Rafael Chaves

Coro: Claudia Telles, Viviane Godói e Paola Maia

Produção musical: Alceu Maia

Mixagem e masterização: Tuta Macedo

Produção Musical: Alceu Maia



FICHA TÉCNICA - clipe

Direção, fotografia e edição: Roberto Pontes

Roteiro: Joyce Cândido e Roberto Pontes

Assistência e making of: Daniel Santos

Produção: Alyne Maryele

Correção de cor: Ronnie Outtch

Arte: Matheus Meira

Beleza: Carolina Guimarães

Locação: Casa da Santa - Matthieu Romancant

Marketing digital, criação e produção de conteúdo: Pontes Comunicação e Arte

Produção: Pontes Comunicação e Arte

Distribuição: Onerpm

Selo: Sensorial Centro de Cultura por Gustavo Ribeiro, coordenação Amaury Linhares



Serviço

Show: Joyce Cândido em pré-lançamento do álbum “Samba Nômade” com participação especial de Moyseis Marques

Local: Teatro Claro Rio (Rua Siqueira Campos, 143/2º Piso – Copacabana - Shopping Cidade Copacabana – Tel: 2147-8060)

Dia e horário: 23 de novembro, terça, às 20h

Ingressos: plateia: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) e balcão: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Bilheteria: de segunda a domingo das 10 às 22h, inclusive feriados.

Classificação: 12 anos

* O teatro segue todas as normas sanitárias necessárias à proteção nesta pandemia.

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