Novidades

[News] Festival ‘Ópera na Tela’ volta ao Parque Lage em 2021 com récitas inéditas

 

Cena da récita ‘O Cavaleiro da Rosa’, de Richard Strauss (divulgação)

Após hiato de um ano por conta da pandemia do coronavírus, o Festival Ópera na Tela volta ao Parque Lage, no Rio de Janeiro, em sua sexta edição. De 13 a 24 de novembro o jardim do palacete criado por Henrique Lage para sua mulher, a cantora lírica Gabriela Besanzoni, recebe uma tenda montada a céu aberto para a projeção, em tela gigante, de uma programação inédita no país: 11 récitas europeias, uma Gala do Teatro Alla Scala de Milao com cantores consagrados e, pela primeira vez, um balé: O Corcunda de Notre Dame, da Ópera de Paris, com a famosa coreografia do Roland Petit.


 


Estamos muito felizes por voltar a realizar o Festival Ópera na Tela depois da interrupção por causa da pandemia. Mais do que nunca, nesse momento em que não tivemos apresentações com público nos teatros, a captação audiovisual se tornou fundamental, por ter sido a única forma de registrar o espetáculo e agora poder mostrá-lo. Acreditamos que nosso público sempre tão fiel esteja com saudades de assistir às récitas e esperamos que os jovens, que também nos prestigiaram na última edição, voltem esse ano e redescubram o prazer do espetáculo lírico - comenta o curador Christian Boudier.


 


Uma récita por dia em montagens grandiosas exibidas em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem, cadeiras confortáveis e preços acessíveis. As projeções ao ar livre irão seguir todos os protocolos de segurança e cumprir as recomendações da Prefeitura do Rio. Higienização do local e das cadeiras reclinadas, distanciamento mínimo tanto na entrada quanto entre os assentos, exigência do passaporte de vacinação, álcool gel disponível em vários pontos e controle de temperatura são algumas medidas previstas.


 


Após as projeções ao ar livre, os filmes serão programados em vários cinemas do país ao longo do primeiro semestre, entre eles, o Cine Theatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte (MG).


 


O Festival Ópera na Tela tem produção da Bonfilm – responsável também pelo Festival Varilux de Cinema Francês – e patrocínio de Varilux, Persol, Engie, Sofitel, Servier. Os copatrocinadores são Air France, Edenred, MedRio, Naval Group,Total, Vallourec e Voltalia. O evento tem apoio institucional da Embaixada da França, da Aliança Francesa e do Consulado Alemão.


 


A programação completa do festival pode ser conferida no site: www.operanatela.com



Siga o Ópera na Tela nas redes:


Facebook: @festivaloperanatela


Instagram: @operanatela


Youtube: Festival Ópera na Tela


Hashtag #ÓperaNaTela


 


A SELEÇÃO


Com cópias digitais e legendadas, as 13 produções integraram, de certa forma, a temporada europeia e trazem diversidade na programação em montagens clássicas e releituras mais contemporâneas, tornando a atualidade lírica mundial acessível ao público brasileiro através da tela. Algumas das récitas apresentadas no festival podem chegar a custar até três milhões de euros e raramente são montadas fora da Europa e quase nunca na América Latina.


 


Durante a pandemia, os teatros e as grandes casas de ópera europeia também tiveram seus trabalhos interrompidos e quando puderam retornar, atuaram de forma criativa para que os espetáculos pudessem ocorrer contando com os recursos técnicos e humanos disponíveis. A Ópera de Viena, por exemplo, revisitou encenações originais de Tosca; a Ópera de Roma contornou a ausência do público ocupando corredores e foyer do teatro para a encenação de La Traviata. Já Parsifal (Viena) e Fausto (Paris), mais contemporâneas, integraram técnicas de vídeo e projeção inovadoras às filmagens.  Esse ano, muitas obras serão apresentadas pela primeira vez no Festival: Der Rosenkavalier de Strauss, Parsifal, de Wagner, Les Indes Galantes, de Rameau, Der Messias e As Bodas de Figaro, de Mozart, Adriana Lecouvreur, de Cilea e O Palácio Encantado, de Luigi Rossi.


 


 


DESTAQUES DA SELEÇÃO


Um dos destaques dessa edição do Ópera na Tela é a récita O Palácio Encantado, de Luigi Rossi. Encenada pela primeira vez em 1642, em Roma, ficou esquecida durante 380 anos na biblioteca do Vaticano, e foi redescoberta pelo maestro Leonardo Garcia Alarcon.  Agora, em plena pandemia, e sem público, nova encenação foi criada pela Ópera de Dijon e será exibida no festival. Participaram 16 solistas, coros duplo e triplo com seis e 12 vozes e dezenas de bailarinos.


 


A noite de gala “A Rivedere le Stelle”, do Teatro Alla Scala de Milao, também se sobressai na programação. Por não ter conseguido realizar sua tradicional noite de celebração de Saint-Ambroise por conta da pandemia, o superintendente francês da instituição, Dominique Meyer, criou uma gala de portas fechadas que foi transmitida ao vivo pela televisão pública italiana, a Rai 1, e a Rádio 3, e depois captada pela Arte, na França e na Alemanha. O evento reuniu grandes nomes da ópera como Ildar Abdrazakov a Sonya Yoncheva, Roberto Alagna, Piotr Beczala, Benjamin Bernheim, Marianne Crebassa, Plácido Domingo, Juan Diego Flórez, Elena Garanča, Vittorio Grigolo, Jonas Kaufmann, Aleksandra Kurzak, Francesco Meli, Lisette Oropesa e Ludovic Tézier em uma apresentação de música e dança. A direção foi de David Livermore, com direção musical de Riccardo Chailly, do La Scala, para a orquestra e coro.


 


Outra novidade desta edição é a exibição do balé O Corcunda de Notre Dame, do renomado coreógrafo Roland Petit, inspirado no romance homônimo de Victor Hugo e com música de Maurice Jarre. No décimo aniversário da morte de Petit, a Ópera de Paris presta homenagem ao profissional a partir do trabalho de Luigi Bonino, seu assistente e amigo.


 


Mais uma vez, pelo sexto ano consecutivo, será oferecida uma Masterclass, com objetivo proporcionar a cantores líricos e músicos profissionais brasileiros a oportunidade de aprimorar suas habilidades com o cantor e professor Raphaël Sikorski.


 


RECITAL


Na noite de abertura, 13, às 19h, a cantora-lírica Anne-Catherine Gillet fará um recital  antes da récita do dia, a Gala do Teatro Alla Scala de Milão, às 20h. Quem adquirir ingresso para este dia de evento, pode assistir às duas atrações. Nascida na Bélgica, ainda jovem assumiu seus primeiros papéis na Real Ópera de Wallonie-Liège, em seu país. Logo avançou para uma carreira internacional, tendo se apresentado em alguns dos principais palcos do circuito da ópera europeia. Encarnou papéis importantes em repertórios do período barroco e outros do século XIX e XX. Entre eles, “Poppea” em L’Incoronazione di Poppea, em Toulouse; Aricie em “Hippolyte et Aricie” na Ópera Nacional de Paris; Julieta em “Romeu e Julieta”, em Tours e Monte-Carlo; e Blanche em “Dialogues des Carmélites”, em Frankfurt.  Entre seus projetos futuros, está a atuação em “Carmen”, no La Monnaie, em Bruxelas e no Grand-thêatre de Luxemburgo.


 


CICLO DE PALESTRAS


Em paralelo às récitas e à apresentação de Gillet, será promovido na tenda um ciclo de palestras com entrada franca. Com intuito de democratizar a arte lírica, facilitar sua compreensão e formar novas plateias, o festival convida o público a explorar a riqueza e a diversidade da ópera. A professora Laura Rónai irá ministrar as palestras “À Flor da Pele: La Traviata, de Giuseppe Verdi” e “Como expressar sua raiva musicalmente? Mozart responde”, dias 14 e 20 de novembro, respectivamente, às 17h. 


 


Já o maestro Leonardo García Alarcón, através de videoconferência, ministra a palestra “A Redescoberta da Obra-Prima Esquecida de Luigi Rossi: O Palácio Encantado” no dia 21, às 17h. Alarcón redescobriu a ópera “O Palácio Encantado”, de Luigi Rossi, que estava perdida há 380 anos na biblioteca do Vaticano. Este ano, o espetáculo foi reencenado sem público, por causa da pandemia, pela Ópera de Dijon. Com Coro da Ópera de Dijon e Coro de Câmara de Namur, participaram 16 solistas, coros duplo e triplo com seis e 12 vozes e dezenas de bailarinos. Na palestra, ele conta essa trajetória, da descoberta aos palcos.


 


Nesse mesmo dia, às 19h, será projetada a ópera Les Indes Galantes, da Ópera de Paris, cujo maestro é também Alarcon. A récita tem libreto de Luis Fuzelier e foi encenada pela primeira vez no Theâtre du Palais Royal em 1735. O diretor é Clément Cogitore.


 


 


A PROGRAMAÇÃO


ADRIANA LECOUVREUR


De Francesco Cilea - Teatro Comunale di Bologna - Ópera em 4 atos


Libreto: Arturo Colautti


Encenada pela primeira vez no Teatro Lírico de Milão em 1932


Cantada em italiano


Duração: 2h12


Maestro: Asher Fisch


Diretores: Giuseppe Pennisi e Rosetta Cucchi


 


ELENCO


Adriana Lecouvreur - Kristīne Opolais


Maurizio - Luciano Ganci


Michonnet - Sergio Vitale


Princesa de Bouillon - Veronica Simeoni


Príncipe de Bouillon - Romano Dal Zovo


 


SINOPSE Paris, 1730. A atriz Adrienne Lecouvreur e a Princesa de Bouillon amam o mesmo homem, Maurizio da Saxônia, brilhante oficial e grande sedutor. Adrienne consegue conquistar seu amor, mas ela morre envenenada pelo cheiro mortal de um buquê de violetas enviado por sua rival.


 

AS BODAS DE FÍGARO


De Wolfgang Amadeus Mozart - Ópera do Estado de Berlim - Ópera-bufa em 4 atos


Libreto:  Lorenzo Da Ponte


Baseado na peça La folle journée ou Le Mariage de Figaro, de Beaumarchais.


Estreou em Viena, em 1786.


Duração: 2h08


Cantada em italiano


Maestro: Daniel Barenboim


Diretor: Vincent Huguet e Staatskapelle Berlin


 


ELENCO


Conde Almaviva - Gyula Orendt


Condessa Almaviva - Elsa Dreisig


Suzana - Nadine Sierra


Fígaro - Riccardo Fassi


Cherubino - Emily d'Angelo


 


SINOPSE Fígaro e Suzana, criados do conde e da condessa Almaviva, estão ocupados com os preparativos do seu casamento. Mas a alegria dos dois se vê ameaçada pelo atrevimento do conde, disposto a tudo para seduzir a futura noiva. Com a ajuda da condessa – ela própria negligenciada pelo marido volúvel – Fígaro e Suzana terão de recorrer à sua habilidade para desarmar os ardis de Almaviva, assim como evitar as ciladas de Marcelina, Bartholo e Basílio. Para isso se valem dos equívocos do ardente Cherubino, jovem criado propenso a se apaixonar por todas as mulheres da casa.


 


 


FAUSTO


De Charles Gounod - Opera Nacional de Paris - Ópera em 5 atos


Libreto: Jules Barbier e Michel Carré


Baseado na obra de Goethe


Encenada pela primeira vez em Paris (Théâtre Lyrique), em 19 de março de 1859


Duração: 2h10


Maestro: Lorenzo Viotti


Diretor: Tobias Kratzer


Orquestra da Ópera Nacional de Paris


 


ELENCO


Fausto - Jean-Yves Bernheim


Marguerite - Ermonela Jaho


Mefistófeles - Benjamin van Horn


Valentim - Christian Sempey


 


SINOPSE Envelhecido, Doutor Fausto é um sábio desesperançado e cansado da vida. De repente, Mefistófeles, o diabo em pessoa, aparece diante dele. Ele faz um pacto com Fausto, que lhe oferece a eterna juventude em troca de sua alma. Fascinado por uma imagem de Marguerite que Mefistófeles lhe mostra para convencê-lo, Fausto parte para seduzi-la.


 


 


LA TRAVIATA


De Giuseppe Verdi - Ópera Nacional de Roma - Ópera em 3 atos


Libreto: Francesco Maria Piave


Baseado no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.


Cantada em italiano


Encenada pela primeira vez em 1853 no Teatro La Fenice, Veneza.


Duração: 2h10


Maestro: Daniele Gatti


Diretor: Mario Martone


 


ELENCO


Violetta Valery - Lisette Oropesa


Alfredo Germont - Saimir Pirgu


Giorgio Germont - Roberto Frontali


 


SINOPSE Numa noite de boemia em Paris, Alfredo Germont, jovem de uma família respeitável da região da Provence, apaixona-se por Violetta, uma conhecida cortesã. Também atraída por ele, Violetta abandona sua profissão para se entregar – sem reservas – a Alfredo. Contudo, o pai de Alfredo, em nome do decoro burguês, convence Violetta a romper relações com o seu filho. Ela escreve então uma carta a Alfredo anunciando o rompimento, porém, sem revelar o motivo real de sua decisão. A tuberculose, que ela já havia contraído, volta a se manifestar com toda a força. Um mês depois, Alfredo fica sabendo pelo pai que Violetta jamais deixou de amá-lo e que ela sacrificou seu amor para preservar a reputação do amante.


 


 


LES INDES GALANTES


De Jean-Philippe Rameau - Ópera Nacional de Paris - Ópera-balé


Libreto: Luis Fuzelier


Cantada em francês


Encenada pela primeira vez no Theâtre du Palais Royal em 1735


Duração: 1h53


Maestro: Leonardo García Alarcón


Diretor: Clément Cogitore


Orquestra Cappella Mediterranea, coros de Namur e da Ópera Nacional de Paris


Coreografia: Bintou Dembélé


Bailarinos: Compagnie Rualité


 


ELENCO


Hébé | Phani | Zima - Sabine Devieilhe


L'amour | Zaïre - Jodie Devos


Émilie | Fatime - Julie Fuchs


Bellone | Adario - Florian Sempey


Osman | Ali - Edwin Crossley-Mercer


 


SINOPSE Sequência de quatro dramas líricos independentes interligados por um tema exposto no prólogo: o Amor une diferentes culturas. O libreto de Louis Fuzelier inspirou-se em documentos e relatos de testemunhas sobre as "Índias", abarcando lugares "exóticos" como a Turquia, o Peru, a Pérsia e a América do Norte. Deixando de lado os deuses e feiticeiros habituais no barroco, ele volta sua atenção para pessoas "comuns" que se apaixonam


 


LUCIA DE LAMMERMOOR


De Gaetano Donizetti   - Ópera de Estado de Viena - Ópera em duas partes e 3 atos,


Libreto: Salvatore Cammarano


Baseado no romance The Bride of Lammermoor, de Walter Scott.


Cantada em italiano


Encenada pela primeira vez no Teatro San Carlo de Nápoles em 26 de setembro de 1835.


Duração: 2h25


Maestro: Evelino Pidò  


Diretor: Laurent Pelly  


Orquestra da Ópera de Estado de Viena


Coro da Ópera de Estado de Viena


 


ELENCO


Lucia - Olga Peretyatko


Sir Edgardo di Ravenswood - Juan Diego Florez


Lorde Enrico Ashton - George Petean


 


SINOPSE Lucia Ashton e Edgardo Ravenswood, membros de famílias escocesas rivais, têm uma história de amor secreta. Enrico, irmão de Lucia, que detesta os Ravenswood, mente à irmã, dizendo que Edgardo a traiu, se casando com outra mulher. Obriga-a então a se casar com outro nobre, Arturo. A dor de Lucia é tão arrasadora que ela perde a razão.


 


 


O CORCUNDA DE NOTRE-DAME


Ópera Nacional de Paris - Balé em 2 atos e treze cenas (1965) - Reencenado por Luigi Bonino


Libreto e Coreografia: Roland Petit


Música de Maurice Jarre


Baseado no romance de Victor Hugo


Duração: 1h28


Maestro: Jean-François Verdier


Orquestra da Ópera de Paris


Balé da Ópera de Paris


 


BAILARINOS


Esmeralda - Amandine Albisson


Quasímodo - Stéphane Bullion


Frollo - Mathias Heymann


Phœbus - Florian Magnelet


 


SINOPSE Na Paris do século XV, uma jovem cigana, Esmeralda, dança na praça da Catedral de Notre-Dame. Sua beleza transtorna o arquidiácono Claudio Frollo, que, querendo se afastar da tentação, ordena que o corcunda Quasímodo rapte a moça.


 


 


O CAVALEIRO DA ROSA


De Richard Strauss - Ópera do Estado de Berlin - Ópera em 3 atos


Livreto: Hugo von Hofmannsthal


Baseado no Les amours du chevalier de Faublas de Louvet de Couvray


Encenado pela primeira vez no Königliches Opernhaus de Dresden em 1911


Maestro: Zubin Mehta


Diretor: André Heller


 


ELENCO


A Marechala - Camilla Nylund


Barão Ochs - Christof Fischesser


Octavian - Michèle Losier


Sophie - Nadine Sierra


 


SINOPSE O jovem Octavian aprende uma lição de vida e de sexualidade da Marechala, Princesa Werdenberg. Mas, só descobre a si mesmo e começa a entender os mistérios do coração feminino quando é encarregado por ela de uma nobre missão: levar uma rosa de prata à jovem Sophie, a noiva do Barão von Lerchenau.


 


 


O MESSIAS


De Georg Friedrich Händel / Wolfgang Amadeus Mozart - Festival de Salzburgo - Oratório com 51 movimentos divididos em 3 partes


Libreto: Charles Jennens


Cantada em alemão


Duração: 2h10


Maestro: Marc Minkowski


Diretor: Robert Wilson


Orquestra: Les Musiciens du Louvre


 


ELENCO


Elena Tsallagova


Wiebke Lehmkuhl


Richard Croft


José Coca Loza


SINOPSE O Messias apresenta a profecia e o nascimento de Jesus, os episódios da Paixão e o tema da Redenção.


 


 


O PALÁCIO ENCANTADO


De Luigi Rossi - Teatro de Dijon - Azione in musica (Ação musical)


Libreto: Giulio Rospigliosi


Cantada em italiano


Encenada pela primeira vez em 1642, em Roma, e pela segunda vez em 2021 em Dijon (França)


Duração: 3h34


Maestro: Leonardo García Alarcón


Diretor: Fabrice Murgia


Cappella Mediterranea


Coro da Ópera de Dijon e Coro de Câmara de Namur


 


ELENCO


Orlando - Victor Sicard


Angélica - Arianna Vendittelli


Ruggiero - Fabio Trümpy


Bradamante | A Pintura - Deanna Breiwick


Atlante - Mark Milhofer


 


SINOPSE Para salvar seu protegido de uma desgraça, um mago aprisiona cavalheiros e damas num palácio encantado e labiríntico, até que eles acabam perdendo a razão. O palácio é uma representação da vida humana, pela qual as criaturas passam quase sempre ansiosas, na busca dessa felicidade que raramente ou nunca conseguem encontrar.


 


PARSIFAL


De Richard Wagner - Ópera do Estado de Viena – Bühnenweihfestspiel em 3 atos


Encenada pela primeira vez no Festival de Bayreuth a 26 de julho de 1882


Duração: 4h00


Maestro: Philippe Jordan


Diretor: Kirill Serebrennikov


Regente do coro: Thomas Lang


Orquestra da Ópera de Viena


 


ELENCO


Parsifal - Jonas Kaufmann


Gurnemanz - Georg Zeppenfeld


Kundry - Elīna Garanča


Amfortas - Ludovic Tézier


Klingsor - Wolfgang Koch.


 


SINOPSE O mago Klingsor criou um jardim mágico repleto de mulheres para fazer com que cavaleiros do Graal rompam com seu voto de castidade. Com o rei do Graal ferido, a redenção só será alcançada pelos atos de um homem inocente e casto, Parsifal.


 


 


TOSCA


De Giacomo Puccini - Ópera do Estado de Viena - Ópera em 3 atos


Libreto: Luigi Illica e Giuseppe Giacosa


Baseada na peça de teatro de Victorien Sardou, de 1887, La Tosca


Cantada em italiano


Estreou no Teatro Costanzi, de Roma, em 14 de janeiro de 1900.


Duração: 2h45


Maestro: Bertrand de Billy


Diretora: Margarethe Wallmann


Diretor de Coro:  Martin Schebesta


Coro da Ópera do Estado de Viena


Orquestra da Ópera do Estado de Viena


 


ELENCO


Floria Tosca - Anna Netrebko


Mario Cavaradossi - Yusif Eyvazov


Barão Scarpia - Wolfgang Koch


 


SINOPSE Em Roma, em 1880, o pintor Mario Cavaradossi ajuda um prisioneiro político foragido. Angelotti é procurado por Scarpia, o temido chefe de polícia que persegue todos os que lutam pela liberdade. O gesto generoso de Cavaradossi, contudo, terá terríveis consequências. Scarpia cobiça há muito a amante do pintor, a bela cantora Floria Tosca. Nada mais fácil para este hábil manipulador do que utilizar o ciúme da temperamental Tosca para capturar Angelotti, se livrar de Cavaradossi e possuir enfim a amante deste.


 


NOITE DE GALA “A Rivedere le stelle”


Teatro La Scala de Milão - Maestro: Riccardo Chailly –


Diretor: Davide Livermore


Diretor do balé: Michele Gamba


Diretor de coro: Bruno Casoni


Duração: 2h45


 


Por não ter conseguido realizar sua tradicional noite de celebração de Saint-Ambroise por conta da pandemia, o superintendente francês da instituição, Dominique Meyer, criou uma gala de portas fechadas que foi transmitida ao vivo pela televisão pública italiana, a Rai 1, e a Rádio 3, e depois captada pela Arte, na França e na Alemanha. O evento reuniu grandes nomes da ópera: Ildar Abdrazakov, Sonya Yoncheva, Roberto Alagna, Piotr Beczala, Benjamin Bernheim, Marianne Crebassa, Plácido Domingo, Juan Diego Flórez, Elena Garanča, Vittorio Grigolo, Jonas Kaufmann, Aleksandra Kurzak, Francesco Meli, Lisette Oropesa e Ludovic Tézier.


 


 


Sobre o Festival Ópera na Tela


Em sua sexta edição, o Festival Ópera na Tela traz filmes com récitas europeias, uma Gala do Teatro Alla Scala de Milao com cantores consagrados e um balé, em tenda montada ao ar livre com tela gigante, espreguiçadeiras e som de última geração, no Parque Lage, no Rio de Janeiro. Em seguida, a seleção de peças líricas será exibida nos cinemas de diversas cidades brasileiras. A programação completa está no site www.operanatela.com A programação completa está no site www.operanatela.com


 


Serviço:

Festival Ópera na Tela 2021

Parque Lage, Rio de Janeiro

De 13 a 24 de novembro

Ingressos: R$28; R$14 meia-entrada


 




Nenhum comentário