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[News] Os festivais na trajetória dos jovens cineastas

Os festivais e as mostras de filmes constituem um verdadeiro cartão de visitas para os estudantes de Cinema e de Animação da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP). Além da aproximação com o mercado, esse tipo de evento proporciona retorno imediato do público, trocas e networking. Mas, com a pandemia do novo coronavírus, iniciativas como essa tiveram suas datas alteradas ou modelos revistos.

A 19ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, por exemplo, divulgou a realização do evento para o período da primavera, ainda sem data certa para acontecer. É nele que o filme “Planta”, produzido por alunos de Animação da FAAP, será exibido mais uma vez.

Com a ajuda da produtora Sonhador Filmes, a animação – feita em stop motion – já participou de outros importantes festivais, como o International Moving Film Festival, realizado em Abadan, Khouzestan, no Irã (2019), Festival Cine Luso Espírito Mundo, em Bruxelas, na Bélgica (2019), e o Anim!Arte (2019), que aconteceu no Planetário da Gávea, no Rio de Janeiro.

Para o professor Eliseu Lopes Filho, coordenador do curso de Animação da FAAP, os festivais são uma porta de entrada importantíssima para esses jovens cineastas, que complementam o que aprendem em sala de aula. “É onde eles veem a materialização do trabalho, que começa já na seleção para o festival. A exibição para o público é um passo importante no processo”, ressalta.

Com a pandemia, além de mudança nas datas de realização, alguns festivais tiveram que se reinventar. Em sua sétima edição, o Festival de Finos Filmes ocorreu totalmente on-line. O tradicional Festival de Gramado já anunciou que neste ano a programação será realizada on-line e, também, pela TV, a partir de uma parceria com o Canal Brasil.

“Pode ser uma tendência, que veio para ficar, ocorrendo sempre em paralelo: virtual e presencial”, explica o professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP. “Há filmes para todas as telas”, destaca.

Objeto não identificado

Com pouco mais de dois minutos, o curta-metragem “Planta” fala sobre um objeto não identificado que chama a atenção de três plantas no jardim. Uma delas desenvolve uma relação de curiosidade e carinho com ele.

Para o aluno Pedro Vieira, um dos diretores do filme, a partir dos festivais é possível descobrir o potencial que o curta-metragem tem. “Os festivais são uma boa janela de visualização, tanto para os profissionais do mercado como para o seu público-alvo. O feedback é mais natural, porque é possível ver a reação das pessoas ao assistir”, diz.

No Anim!Arte, por exemplo, ao lado do outro diretor do filme, Pedro teve contato direto com as crianças que assistiram ao filme. “Ver a reação positiva delas nos estimula a fazer mais curtas”, finaliza.

Sobre a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP)

Sustentada em três pilares: tradição, cultura e inovação, a FAAP é hoje um grande polo de educação, com Ensino Médio, 19 cursos de graduação, nas áreas de Exatas e Humanas, pós-graduação, cursos de aperfeiçoamento de curta-duração, além de programas de idiomas, intercâmbio e eventos de alto nível que complementam a formação do aluno.  Além de São Paulo, a FAAP está presente em São José dos Campos, em Ribeirão Preto e em Brasília.


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