[Programação] Shows de 8 a 15 de novembro

   Confira a programação de shows da semana no RJ:

                    Teatro Bradesco:

Elvis the concert,quinta, dia 8 de novembro ás 21h. De 80 a 140 reais.


Um verdadeiro show de musicalidade que impressiona pela harmonia, arranjos perfeitos e potencial vocal que traz de volta a toda a magia do Rei do Rock.
O mais premiado (comprovadamente) Intérprete de Elvis da América do Sul, Gilberto Augusto, detentor de uma carreira marcada por comerciais, prêmios e participações em shows internacionais, é responsável por interpretar Elvis com talento, potencial vocal e muito carisma.
Com 20 anos de carreira do Grupo Musical Memphis, atua com excelência musical e sucesso em apresentações por todo o país.
A Banda e Orquestra, com maestria, soma o rock com melodias musicais de Elvis.

O frenético Dancin´ Days, dia 9 de novembro, sexta,às 21h e dia 10, sábado às 19 e 22 h.De 75 a 160 reais.

Grande sucesso da temporada teatral carioca, o musical ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto

por mais de 35 mil pessoas e prorrogou a temporada no Teatro Bradesco Rio até novembro,
agora com uma novidade.: o ator Érico Brás foi convidado para interpretar o lendário DJ Dom
Pepe, um dos idealizadores da boate Frenetic Dancing´Days Discotheque ao lado dos amigos
Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto e Djalma Limongi. O próprio Nelson Motta (com
Patrícia Andrade) assina o texto de ‘O Frenético Dancin´Days’, que marca a estreia da
coreógrafa e bailarina Deborah Colker na direção de um espetáculo teatral, com realização das
Irmãs Motta e Opus e produção geral de Joana Motta.
“Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou
com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma
grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em
um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah. “O Dancin´Days foi uma ilha de
liberdade e alegria. Vínhamos de 12 anos de ditadura, estávamos mesmo precisando soltar as
feras e cair na gandaia”, complementa Nelson Motta.
O musical é uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de
audições, à exceção de Érico Brás e Stella Miranda (Dona Dayse), uma das mais importantes
atrizes de musicais do país, convidados especialmente para o projeto. O elenco é formado
ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma),
Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine
Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),
além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher
(Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra
Pêra).
Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da
Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e terá ao seu lado uma
ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé
(desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max
Weber (visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a
história da boate, mas da cultura nacional.
Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha
inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram
no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo
que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo
para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.
A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer
um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela
veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um
DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os
arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples.
“Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais,
que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para
chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Turma da Mônica e Hello Kitty em O poder da amizade-O musical,dias 10 e 11, sábado e domingo às 15h, de 75 a 100 reais.

Sanrio ainda na década de 70. Atualmente, outras histórias da Turma da Mônica são publicadas no mesmo jornal, em versão japonesa. Em 2017, a MSP e a Sanrio firmaram uma parceria para licenciamento de produtos, cujo lançamento será no segundo semestre de 2018.
Sinopse do musical: Ao longo de uma hora de espetáculo, a Turma da Mônica viverá uma aventura em solo japonês. Mônica, Cebolinha, Magali e Castão viajam para o país do sol nascente para participar do aniversário de uma grande amiga: a graciosa Hello Kitty. Mas o que seria uma bonita festa se transforma em uma história cheia de mistérios e novas experiências, já que a vilã Alini Miga não gosta do sentimento da amizade e fará de tudo para atrapalhar. Durante a jornada, a Turma aprenderá mais um pouco sobre a sinceridade, o afeto e a proteção, valores essenciais que compõem a verdadeira amizade.
Apresentado por SulAmerica, com apoio do Rio Quente Resorts e realização da Mauricio de Sousa AO VIVO e Opus Promoções, o espetáculo tem 60 minutos de duração e 15 minutos de intervalo.


Maurício Meirelles, Levando o caos, dia 11, domingo ás 18:30 e 21h. De 60 a 100 reais.

Considerado o melhor show de stand up do Brasil em 2016 e 2017, novo espetáculo do humorista reúne piadas inéditas e permanece com o Webbullying
“Estou contente com meu novo solo. 2018 será um ano com muito trabalho. Em 2017 foram mais de 100 shows no Brasil e exterior, percorri mais de 70 cidades e me apresentei para mais de 50 mil pessoas no total. Fiz shows em Portugal, Holanda, Inglaterra, Irlanda e EUA. Espero seguir o mesmo caminho com o ‘Levando o Caos’ e fazer com que mais pessoas ainda mais pessoas possam conhecer meu trabalho de perto”, revela Meirelles.
O novo show de Mauricio Meirelles segue com o formato consagrado do “Perdendo Amigos”, eleito o melhor espetáculo de stand up no Grande Prêmio Risadaria Smiles do Humor Brasileiro por dois anos consecutivos, em 2016 e 2017.
Em 90 minutos de apresentação, Meirelles continua abordando temas mais profundos, de forma madura e sempre bem-humorada, baseado em sua vivência.
Seus textos novos falam sobre depressão, feminismo dentro e fora do casamento, formas de criação dos animais domésticos, a gravidez da esposa, preconceitos que todos possuem, entre muitos outros.
Depois de apresentar o seu stand up com piadas inéditas, Meirelles comanda, na parte final do espetáculo, os quadros TRAUMAS e WEBBULLYING. O humorista convida corajosos que tenham histórias engraçadas para contar e analisa a melhor delas ao lado de um ícone especial denominado “A Voz da Experiência” - presença escolhida com a ajuda do público. A história vencedora participa do WEBBULLYING, o momento mais esperado do show onde o comediante toma conta do perfil de uma pessoa nas redes sociais (Facebook, Whatsapp, etc...) passando a interagir com outras pessoas como se fosse o titular da conta.

Paula Fernandes,Voz e Violão, dia 14, quarta, às 21h, de 80 a 180 reais.

Sensível, intensa e original. Assim é a turnê "Acústico – Voz e Violão" que Paula Fernandes apresenta no Rio de Janeiro, dia 14 de novembro, no Teatro Bradesco. O show, que percorre o país em paralelo a “Jeans”- nova turnê da cantora, já está com vendas abertas.  A tour acústica é mais intimista, repleta de grandes sucessos, tanto autorais quanto canções que fazem parte da playlist da artista e conta com ingressos a partir de R$80.
“Estou muito feliz com essa turnê. Minha voz e violão são os grandes protagonistas desse espetáculo em um cenário marcado por sutilezas. Pensei em um repertório em que o público pudesse cantar do começo ao fim todos meus grandes sucessos, além de canções que eu gostaria de ter composto e/ou gravado. Tem sido uma experiência deliciosa, relembrando meus tempos de voz e violão em bares e casas de show, que podia me realizar cantando canções que sempre me emocionaram.  É uma volta ao tempo em que meu violão e eu éramos um só!", comemora a cantora.
"Acústico - Voz e Violão" privilegia a essência vocal da cantora. Iluminação, cenário e músicos levam o público a despertar memórias e emoções. A direção do espetáculo é da própria Paula Fernandes e de Marcio Monteiro, produtor e amigo que a acompanha desde sempre. No repertório, que não tem obrigação de ser igual em todos os shows, aparecem novidades como Nando Reis, Kansas, Skank, Victor e Léo, Almir Sater entre outros.



Paula Fernandes em números

· Mais de 5,6 milhões de discos vendidos

· 200 mil EPs vendidos

· 1 LP, 1 EP, 3 DVDs e 9 CDs

· 12 turnês internacionais (4 na América do Norte, 1 na América do Sul, 5 na Europa e 1 na África)

· Cerca de 100 mil visitas por mês no site oficial da cantora

· Mais de 20 músicas em trilhas sonoras de novelas e filmes

· 9 campanhas publicitárias

· Mais de 14,4 milhões de seguidores no Facebook.

· Foi a artista mais tocada em rádios em 2014

· Mais de 7 milhões de fãs no Twitter e Instagram

· Mais de 840 milhões de visualizações no canal VEVO da cantora, no YouTube

                      SESC Copacabana:

Corpos opacos,todo dia menos segunda,até 11 de novembro, horários diversos,grátis para PCG, 7,50 para habilitados SESC, 15 a meia e 30 a inteira.

A peça tem como ponto de partida a história real das religiosas colombianas do mosteiro Santa Inés de Montepulciano, que viviam em clausura absoluta, preservando os seus corpos “puros” dos olhares de outras pessoas. Direção de Yara de Novaes e Marco André Nunes. Com Carolina Virgüez e Sara Antunes


Galáxias I-todo esse céu é um deserto de corações pulverizados, quinta, sexta, sábado e domingo, às 20h.Grátis para PCG, 7,50 para habilitados SESC, 15 a meia e 30 a inteira.

Em cena, o espetáculo se desenvolve como um experimento cênico e dramatúrgico que investiga uma possível relação entre a condição de fragilidade da vida humana em meio ao cosmos e os impactos das ações humanas no planeta Terra. O espetáculo acompanha as investigações de um professor-filósofo, que busca desvendar o enigma da existência da vida na Terra por meio de uma série de cartas, estudos e palestras. O enredo também fala de um jovem casal de irmãos, que se relaciona com as investigações do “mestre” e busca, cada um ao seu modo, encontrar (ou inventar) sentidos que sustentem as suas próprias existências. Direção, dramaturgia e textos de Luiz Felipe Reis. Com Ciro Sales, Julia Lund e Leo Wainer.


Kpndima-sobre travessias, de quinta a domingo ás 19h, grátis para PCG, 7,50 para associados SESC, 15 a meia e 30 a inteira.

O quinto espetáculo da Troupp Pas D’argent destaca como questão central a situação dos refugiados, lançando um olhar sensível para os desdobramentos das vidas dos personagens, revelando suas dificuldades, sua força, seus medos, seus sonhos e a perda deles. Kondima é uma palavra pertencente ao dialeto Lingala, falado em tribos da Angola e da República Democrática do Congo, que significa acreditar. No espetáculo, quatro pessoas partem em busca de uma vida melhor, em um pequeno bote no meio do oceano, à deriva. Entre relatos verídicos de violências, travessias e sonhos, os estilhaços destas vozes se cruzam e se entrelaçam de forma irreversível. No final, tudo se vai, só o que fica é a certeza de que somos todos iguais quando perdemos tudo. Direção de Marcela Rodrigues. Com Carolina Garcês, Natalie Rodrigues, Orlando Caldeira e Ruth Mariana.


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