05 novembro 2018

[News] José Milton part de Fagner,Miúcha e Cristóvão Bastos



José Milton lança o CD “Retrato Cantado” no dia 07 de novembro, quarta-feira, no Teatro Rival Petrobras. O show contará com as participações especiais de Fagner, Miúcha e Cristóvão Bastos. Elogiado pela crítica, “Retrato Cantado” é um fiel, e representativo roteiro musical; uma trilha sonora da trajetória do cantor e produtor José Milton.
“Retrato Cantado” (Biscoito Fino), é marcado por composições que resgatam a carreira de cantor. O único álbum de Zé Milton foi lançado há 42 anos – A uma dama transitória (1976). Aliás, desde os anos 1970, o nome de José Milton vem sendo progressivamente creditado como produtor musical de álbuns de cantores como Nelson Gonçalves, Hebe Camargo, Nana Caymmi, Emilio Santiago, Raimundo Fagner, Ângela Maria, Miltinho, Miúcha, Dominguinhos, Paulinho da Viola, Banda de Pau e Corda, Joyce, Alcione, Fafá de Belém, Tavinho Moura, Yamandu, Sivuca, Oswaldinho, Carlos Lyra, Paulo José, Lúcia Menezes, Maciel Melo, Josildo Sá. O cearense “José Milton” sempre evidenciou seu apego às tradições musicais da MPB e também da música brasileira produzida antes da revolução da Bossa Nova.

Houve quem pudesse vê-lo como crooner de bandas em Recife (PE) e de São Paulo (SP). Em Retrato cantado, essa voz soa afinada, no samba-canção Molambo (Jayme Florence e Augusto Mesquita, 1953) que abre o disco gravado sob a direção musical do pianista Cristovão Bastos, nome recorrente nos álbuns formatados pelo produtor musical.
Entre as pérolas coletadas pelo produtor para seu novo disco, está "Ronda das Sombras", “Foi uma pedra que rolou” (1940), “Nem eu” (Dorival Caymmi, 1952), “Velho piano” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 1982), “Atiraste uma pedra” (Herivelto Martins, 1958) que ganhou arranjos do pianista Gilson Peranzzetta em 1987 para não concretizado dueto de José Milton com Nelson Gonçalves, “Tocando em frente” (Almir Sater e Renato Teixeira, 1990).
"Retrato cantado é uma viagem sentimental pelas canções que fazem parte da minha vida e marcaram meu caminho nesses 50 anos de trabalho e de amor à música", carateriza José Milton no texto que escreveu para o encarte da edição em CD deste álbum gravado com músicos do naipe excepcional do violonista João Lyra, dos baixistas Jamil Joanes e Jorge Helder e dos bateristas Jurim Moreira e Paulo Braga, entre outros.
“Recife, cidade lendária” (Capiba, 1950) – música que ouvia na infância vivida em Fortaleza (CE)) e “50 anos” (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 1996). Mas há espaço para o bolero “E era Copacabana” (2006) e uma regravação de “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976).
Descendente da linhagem vocal de cantores como Nelson Gonçalves, como mostra o distinto registro de “As vitrines” (Chico Buarque, 1981), José Milton se retrata sem artifícios neste disco que sintetiza os gostos musicais do produtor musical que ora volta a se aventurar como cantor.
Serviço
Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro. Data: 07 de novembro (Quarta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 50,00 (Inteira), R$ 35,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 25,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim - http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo


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