29 setembro 2018

[Crítica] Tal Pai, Tal Filha; disponível na Netflix

Sinopse: Rachel (Kristen Bell) é uma jovem viciada no trabalho que está prestes a se casar com Owen (Jon Foster). Momentos antes da cerimônia, ela ainda está ao celular resolvendo detalhes de um possível novo cliente. Tal situação faz com que o noivo desista do casamento em pleno altar, por perceber que ela jamais irá mudar. Desolada, Rachel ainda é surpreendida com a súbita reaparição de seu pai, Harry (Kelsey Grammer), que a abandonou quando tinha apenas 5 anos. Após uma noite de bebedeira, ela decide não perder o cruzeiro ao Caribe que já havia programado para sua lua de mel, e convida seu pai a acompanhá-la. 

O que achei? Tal Pai, Tal Filha – filme escrito e dirigido por Lauren Miller Rogen – é um filme de comédia/drama mostra uma trama simples sobre relacionamento entre uma filha que tem dificuldades em perdoar o pai por abandona-la e um pai que teve uma grande perda recentemente e que aparece no dia do seu casamento para tentar um reconciliamento.

O filme mostra de forma leve e despretensiosa Rachel e Harry aprendendo a conviver não apenas um com o outro mas também com outros casais que se tornaram seus companheiros de viagem. Isso proporciona momentos engraçados e emocionantes, pois todos os atores apresentam uma boa química durante o filme.

O filme equilibra muito bem a comédia e o drama e, embora tenha alguns lugares comuns em filmes sobre relacionamento entre pais e filhas, isso não atrapalha o desenvolvimento da história. O ambiente do cruzeiro é ideal para o reconciliamento de Rachel e Harry, apesar de ter algumas cenas previsíveis.

Kristen Bell e Kelsey Grammer tem boas atuações e formam uma dupla convincente de pai e filha. Embora o filme não traga nada de novo ao gênero, ele é agradável de assistir e são os clichês desse gênero que fazem com que ele seja divertido até mesmo nos momentos previsíveis. 


Trailer:
Escrito por Michelle Araújo

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