28 setembro 2018

[News] Canal Brasil apresenta nova edição da Mostra Cinefoot

Na nova edição da “Mostra Cinefoot”, sob o comando de Xico Sá, o Canal Brasil apresenta títulos com curadoria do Festival de Cinema de Futebol

Mais uma vez, o Canal Brasil leva para a TV a programação de importantes festivais de cinema – desta vez, é o Cinefoot – Festival de Cinema de Futebol que vira uma mostra no canal. O jornalista, escritor e amante do esporte Xico Sá será o responsável por apresentar os títulos da programação, que tem curadoria de Antonio Leal, idealizador e diretor do Cinefoot. Em 2018, a mostra, que começa no dia 4 de outubro, fará uma homenagem aos 78 anos de Pelé, e exibe os filmes Isto É Pelé (1974), Pelé – O Rei Desconhecido (2017), Pelé – O Nascimento de uma Lenda (2016) e Pelé Eterno (2014). 77 Eternos Campeões (2017), produção que dá o pontapé inicial, comemora o centenário do Botafogo de Ribeirão Preto.


MOSTRA CINEFOOT
Início: Quinta-feira, dia 4/10, às 19h
Horário: Quintas, às 19h

77 Eternos Campeões (2017) (96’)
Horário: Quinta, dia 4, às 19h
Classificação: 10 anos
Direção: Igor Ramos
Sinopse: O filme narra a conquista Botafogo de Ribeirão Preto ao título de Campeão da Taça Cidade de São Paulo, em 1977. No enredo, a trajetória épica do maior esquadrão da história do clube do interior paulista, formado por Sócrates, Zé Mário Baroni, Lorico, entre outros craques. Uma conquista inédita, contra o São Paulo no estádio do Morumbi, e que fez Ribeirão Preto literalmente parar para comemorar naquele 18 de maio de 1977. Com um enredo repleto de depoimentos e imagens inéditas, o documentário é enriquecido pelos relatos de jogadores, técnicos, dirigentes e torcedores que vivenciaram a época de ouro do futebol paulista.

Isto É Pelé (1974) (70’)
Horário: Quinta, dia 11, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto
Sinopse: Dirigido por Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto, o longa remonta a trajetória do melhor jogador de todos os tempos, ao longo de 17 anos dedicados ao futebol. Nas cenas de arquivo, as primeiras imagens mostram sua "volta olímpica" no Maracanã, durante a despedida da Seleção Brasileira em 1971. A partir daí, a produção retorna a 1958, mostrando em detalhes seus gols e jogadas principalmente nos jogos com França e Suécia. Pelé, contudo, destaca seu gol contra o País de Gales que, segundo ele, lhe deu confiança para jogar como titular da seleção. Durante a competição, o mundo descobriu aquele que encantaria plateias de todos os tipos e lugares. Dotado de um talento natural inegável, era incansável em treinamentos para se aprimorar.

Pelé – um Rei Desconhecido (2017) (38’)
Horário: Quinta, dia 11, às 20h10
Classificação: Livre
Direção: Ernesto Rodrigues
Sinopse: Coproduzido pelo Canal Brasil em parceria com a Bizum, o documentário de Ernesto Rodrigues traz imagens raras de acervos estrangeiros, preservadas ao longo dos anos, com registros valiosos do craque em ação dentro e fora de campo, filmados no Brasil, na Europa, nas Américas e até na Oceania.

Pelé – O Nascimento de uma Lenda (2017) (108’)
Horário: Quinta, dia 18, às 19h
Classificação: 10 anos
Direção: Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist
Sinopse: O filme foca sua atenção nos primeiros anos da vida de Pelé (vivido por Leonardo Lima Carvalho, na infância, e Kevin de Paula, na adolescência) na pequena cidade de Três Corações, em Minas Gerais. O pequeno Edson é o filho mais velho de Dondinho (Seu Jorge) e Lucia (Mariana Nunes), um casal humilde com dificuldades para educar outras duas crianças em um pequeno casebre. Nos campos de terra batida do bairro, o menino começa a mostrar seu talento com a bola nos pés e a encantar plateias com dribles cheios de ginga e gols memoráveis. A vontade de se tornar um jogador de futebol, no entanto, esbarra nas amarras sociais – ele é obrigado a trabalhar como engraxate para ajudar na insuficiente renda familiar – e na vontade dos pais, focados em manter o menino na escola e contrários aos seus sonhos nos gramados.

Pelé Eterno (2004) (123’)
Horário: Quinta, dia 25, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Anibal Massaini
Sinopse: No dia 23 de outubro de 1940, nascia na cidade de Três Corações (MG) o filho de dona Celeste e seu Dondinho. Em 1945, a família se mudou para Bauru (SP) acompanhando o pai do então futuro artilheiro, que também foi jogador. Nessa época, o pequeno Edson já havia recebido seu famoso apelido – um desdobramento de “Bilé”, goleiro e colega de seu Dondinho. Nas divisões de base do Bauru Atlético Clube, Pelé – descoberto pelo técnico Waldemar de Brito – atraiu olhares com sua habilidade e faro de “matador”. Assim, em 1956, o garoto prodígio foi contratado pelo Santos, time do litoral paulista, onde eternizaria a camisa 10. O menino magro e franzino encontrou uma equipe profissional já formada e vencedora, na qual faria história. Entre 1959 e 61, por exemplo, conquistou 11 torneios internacionais, com a expressiva marca de 99 gols em 90 partidas. Apesar das propostas milionárias que recebeu, Pelé permaneceu no Santos por 18 anos, levantando incontáveis troféus, dentre eles duas Libertadores da América (1962 e 63), cinco Taças Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65) – equivalente ao Campeonato Brasileiro dos dias atuais – e dois Mundiais de Clubes (1962 e 63).

Pelé Eterno (2004) (123’)
Horário: Quinta, dia 25, às 19h
Classificação: Livre
Direção: Anibal Massaini
Sinopse: No dia 23 de outubro de 1940, nascia na cidade de Três Corações (MG) o filho de dona Celeste e seu Dondinho. Em 1945, a família se mudou para Bauru (SP) acompanhando o pai do então futuro artilheiro, que também foi jogador. Nessa época, o pequeno Edson já havia recebido seu famoso apelido – um desdobramento de “Bilé”, goleiro e colega de seu Dondinho. Nas divisões de base do Bauru Atlético Clube, Pelé – descoberto pelo técnico Waldemar de Brito – atraiu olhares com sua habilidade e faro de “matador”. Assim, em 1956, o garoto prodígio foi contratado pelo Santos, time do litoral paulista, onde eternizaria a camisa 10. O menino magro e franzino encontrou uma equipe profissional já formada e vencedora, na qual faria história. Entre 1959 e 61, por exemplo, conquistou 11 torneios internacionais, com a expressiva marca de 99 gols em 90 partidas. Apesar das propostas milionárias que recebeu, Pelé permaneceu no Santos por 18 anos, levantando incontáveis troféus, dentre eles duas Libertadores da América (1962 e 63), cinco Taças Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65) – equivalente ao Campeonato Brasileiro dos dias atuais – e dois Mundiais de Clubes (1962 e 63).



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