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[Crítica] O Vigia

 

Sinopse:

A vida organizada do vigia de um sanatório abandonado é perturbada pela chegada de um casal estranho que pede para ficar em um dos quartos. Todos os três têm algo de que querem fugir e também para esconder no deserto.







O quê eu achei?


Vlad(Yuriy Bykov) é o vigia de um sanatório abandonado em um lugar remoto na Rússia.Ele vive isolado do mundo e quase nunca tem visitantes.Seu único companheiro é o cachorro Bandit.


Em uma noite de inverno,uma mulher chamada Vera(Alla Yuganova) chega de carro e bate em uma árvore. Ela estava completamente bêbada e fugindo de alguma coisa. No dia seguinte,seu marido Stas (Vladislaw Abashin)chega a pé e pede hospedagem. Relutantemente, Stas aceita.

O filme todo tem um tom bem deprimente, parece um daqueles clássicos russos como Crime e Castigo ou Os Irmãos Karamazov.
Acontecimentos fora do comum começam a acontecer desde o início: Vlad encontra seu cachorro morto e pendurado numa arvore e estava prestes a cometer suicídio se jogando de um lugar alto quando Vera o interrompe.

Logo fica claro que cada um esconde um enigma. 3 homens mal encarados chegam e ateiam fogo no caramanchão da propriedade.Eles estão atrás de Stas, que tem um assunto inacabado com eles.

Gradativamente,o espectador descobre o que cada um fez:Vlad é um médico cirurgião que cometeu um erro médico que custou a vida de seu paciente-e a família dele quer vingança.
Stas é um ex-membro de uma gangue e fugiu após roubar dinheiro deles. Seus ex-colegas estavam atrás dele.
Já Vera sofreu uma perda terrível: era mãe de um garoto de dois anos mas ele morreu e ela se tornou vítimas de agressões do marido,além de ter virado alcóolatra.

Durante uma hora e meia temos uma atmosfera de descrença e o final aberto demonstra que talvez, apenas talvez, haja esperança para nossos personagnes.



Trailer:





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