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[News]Guil transforma relacionamentos e vivências em música no seu disco de estreia "ikarus"

Guil transforma relacionamentos e vivências 

em música no seu disco de estreia “ikarus”




 Inspirado na mitologia grega e em nomes como Taylor Swift, Tiago Iorc e AnaVitória, compositor mostra seu potencial narrativo em 10 faixas inéditas

 

OUÇA O DISChttps://open.spotify.com/album/4utMWxCMQGlakHpMqMCcdd?si=aB7g5zVxSoyDyKyZksZQKg&nd=1



O compositor é uma espécie de mago que consegue transformar histórias em músicas. Alguns optam por dar maior profundidade às suas obras, inspirados muitas vezes por histórias e sentimentos reais. As melhores composições, por sinal, são aquelas nas quais essas vivências conseguem ser sentidas e absorvidas pelo ouvinte. Esse olhar delicado foi usado pelo cantor Guil na construção de seu álbum de estreia, ikarus, criado a partir de experiências pessoais que englobam relacionamentos e episódios de sua vida.

 

Os amantes da mitologia grega, por sinal, já devem estar familiarizados com a história trágica de Ícaro, usada por Guil como base para intitular o álbum. De acordo com a fantasia, o personagem ganhou de seu pai, Dédalo, asas artificiais, feitas a partir de cera do mel de abelhas e penas de diversas espécies de pássaros. Ícaro, não atento aos conselhos do pai, voou próximo demais ao Sol e suas asas derreteram, ocasionando uma queda que causou sua morte.


Guil foi tocado pela história e a interpretou como uma mensagem de que é preciso sempre se lembrar de suas origens. “É meu álbum de estreia e, logo, é meu primeiro voo. É o meu deslanche no mundo. Para mim, a parte das asas derretendo não possuem um significado negativo. Na verdade, é uma lembrança. Eu aprendi que você precisa ser humilde e manter os pés no chão. Eu preciso lembrar de onde eu vim. Não posso alcançar alturas inalcançáveis porque isso leva à queda.”, conta o artista.

 

Como inspirações, Guil se espelhou no sucesso de Taylor Swift, uma das mais celebradas compositoras da atualidade. Já em termos estéticos, a brasilidade enxergada nas melodias evoca o trabalho de alguns nomes nacionais. “São pessoas que trabalham a MPB de forma moderna, mas completamente natural e lírica”, lembra o músico, também fã de Tiago Iorc e da dupla AnaVitória.

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Ikarus, o álbum, é basicamente uma retrospectiva de sua vida. Começa com “andarilho”, justamente o primeiro single do álbum, que aborda o processo de Guil em compreender a sua própria sexualidade. Passa por “machucado” e “tu”, sobre relacionamentos antigos. Segue com “término”, que fala de um casal de amigos do cantor sobre o qual ele nutria grande admiração.

 

A faixa “vem”, seguindo a ordem do disco, marca a transição para um novo momento, protagonizado pelo relacionamento de Guil com seu atual companheiro, que participa do projeto assinando as fotos, e que aprofundou ainda mais a narrativa proposta. As músicas “liberdade”, “ikarus”, “vício” e “amarração”, todas com mensagens mais alegres e positivas, retratam essa relação que há anos abrilhanta a vida do cantor. Mesmo que de forma identificável para qualquer ouvinte, com letras facilmente palatáveis, Guil aproveita o espaço para contar sua história com Ikaro, desde que se conheceram até o momento atual, em que moram juntos em São Paulo, tocando em temas como luta por direitos, intimidade e mais. Todas as faixas citadas até aqui, por sinal, são composições solo de Guil, produzidas por Raul Alaune, da produtora 48K.

 

Já no encerramento do álbum, “epílogo”, composta em parceria com Mateus Melo e Sabrina Lopes, volta a alguns conceitos apresentados ao longo do material, como um resumo de toda a história narrada. Já a última faixa, o single prévio “dimensão” (em parceria com Sabrina Oliveira), é a faixa bônus que encerra o disco com a cabeça erguida, fazendo com que todos nós possamos nos identificar e nos maravilhar com a história “pé no chão” de Guil. “Tudo que a gente vive precisa ser sentido com intensidade, desde os momentos ruins até os mais  felizes. Tudo isso somente termina quando acaba a vida, nem um segundo antes”, argumenta.

 

SOBRE GUIL

 

Nascido em Brasília (DF), Guil tem uma boa vivência territorial. Ainda bebê, foi morar em Natal (RN). Depois, foi para Recife (PE), onde ficou até os 23 anos, quando se mudou para São Paulo (SP) para se dedicar à carreira musical, abrindo mão de seu cargo C-Level em uma empresa multinacional. Além disso, já estudou na Nova Zelândia e na Alemanha. Essa mistura lhe deu uma rica base cultural, que se reflete muito em sua sonoridade. Apesar de não ser de uma família de músicos, Guil é compositor desde os 13 anos de idade, quando começou a tocar violão, já tendo ideias em inglês para músicas autorais. No entanto, com o tempo, foi passando a se interessar mais e mais pela música nacional. Não tardou muito para fazer seu primeiro show, aos 19 anos, cantando com uma banda na festa de 15 anos de sua irmã. O gosto pela coisa, com o passar do tempo, foi crescendo cada vez mais e esse interesse deu origem não apenas à sua carreira solo, mas também ao seu projeto paralelo ALTEREGO, com base no rock inglês.

 

Guil sempre se assumiu como compositor, refletindo profissionalmente um traço forte de sua personalidade, que é o de colocar sua perspectiva em tudo que faz. Após lançar alguns singles dentro do time de uma grande gravadora até o fim de 2020, ele focou mais em sua carreira independente e passou a pôr em prática o trabalho autorial que sempre quis, com maior autonomia e liberdade. Atualmente, integra o time da produtora 48K junto à colega Sabrina Oliveira e mais nomes incríveis. Neste novo momento de sua carreira, já lançou dois singles e atualmente trabalha o lançamento de seu disco de estreia Ikarus.

 

 

FICHA TÉCNICA

Arranjo e Produtor Musical: Raul Alaune e Mateus Melo 

Gravado no Estúdio: 48k em São Paulo 

Produção Executiva: Rulio Salinas

PR/Elisangela

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