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[News]Discussão sobre violência contra a mulher pauta episódio do projeto musical Ter Saudade, de Paula Cavalciuk

Discussão sobre violência contra a mulher pauta episódio do
projeto musical Ter Saudade, de Paula Cavalciuk

 
Indicada ao Prêmio APCA de 2016 na categoria Artista Revelação e uma das participantes da websérie Na Rota do Rock, promovida pela SKY, a cantora paulista Paula Cavalciuk é criadora de projeto online inédito
 

Fotos disponíveis neste link
 
A cantora Paula Cavalciuk oferece ao público uma série de programas veiculados em seu canal do Youtube com apresentações musicais suas e de artistas convidados. Veiculado sempre às terças-feiras, 20h, Ter Saudade, que foi dirigido pelo artista Thiago Alixandre, acena para um formato que lembra os antigos programas de rádio, mas reforça sua contemporaneidade ao ter como mote as saudades dos afetos, da presença e dos palcos – todos eles afetados pela pandemia do novo coronavírus. O projeto inédito, nomeado Paula Cavalciuk ao Vivo - Ter Saudade, foi viabilizado pelo Proac Expresso Lei Aldir Blanc 39/2020.
 
O próximo episódio, com participação de Khalil e Preta Ribeiro (6 de abril), traz uma discussão sobre o aumento da violência contra a mulher durante a pandemia. A música Morte e Vida Uterina, que nomeia também seu primeiro álbum, é a canção que dá corpo ao assunto, com uma letra centrada na história da puberdade, emancipação e violências sofridas por uma menina.
 
"Durante o isolamento, muitas mulheres estão confinadas com seus próprios agressores. É este o ponto que a violência de gênero alcança neste momento", diz Paula. A artista conta que a música Morte e Vida Uterina foi lançada em meio a uma campanha que recebeu mais de 50 protestos virtuais de mulheres se posicionando contra a violência de gênero.
 
Sobre os convidados
 
Khalil - Foi na capital do Pará que o sorocabano Khalil Magno começou a tocar violão, aos treze anos. A partir daí, o músico vem se desenvolvendo como violonista, cantor e compositor, e hoje conta com um repertório autoral que envolve temas diversos como existencialismo, amor e política. Ele já tocou suas canções em calçadas, praças e transportes públicos como artista de rua, cantou em faculdades, saraus e festivais como Psicodália e Forró da Lua Cheia, gravou e lançou seu primeiro disco, De Cara pro Vento sob produção de Alê Siqueira e agora tem participado de eventos virtuais, como o Festival Ziriguidum, o programa Correio do Povo, projeto Cio da Terra - Entre Escutas do Sesc Sorocaba e a peça de teatro do Canto de Cabocla de Mogi das Cruzes intitulada A Rainha.
 
Preta Ribeiro - Bailarina e produtora cultural, Preta Ribeiro também é co-fundadora do Coletivo O12 de dança contemporânea e do Parque da Autonomia, espaço dedicado à cultura, arte e educação na cidade de Votorantim. Junto com Coletivo O12, foi premiada pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna em 2008, para a produção do trabalho Quando se desprendem as partes. Participou da programação do Festival Contemporâneo de Dança com o trabalho Mãos sujas de tinta e algumas idéias de dança. Esteve no Projeto Primeiro Passo no Sesc Pompeia com o trabalho Corpometáfora, e nos anos de 2010 e 2011 esteve em turnê no interior de São Paulo com o espetáculo Quando se desprendem as partes. No mesmo ano, esteve como bailarina na estreia do espetáculo Game Cênico, do Coletivo O12. Em 2016 esteve como bailarina em mais uma criação com o Coletivo O12, com o espetáculo Quanto se dependem as partes, premiado pelo Proac edital em 2015, que teve sua estreia na Mostra Nacional Dança na Pedreira e foi apresentado na Mostra Corpografias, do Sesc Sorocaba. Em 2019, estreou o espetáculo de dança Ao que se pretendem as partes, do Coletivo O12, no Sesc Sorocaba. É bailarina convidada da Cia Tempo de Brincar para o espetáculo Cafuné, que teve sua estreia no Sesc Sorocaba.
 
Sobre o programa
 
A paixão pela música e os laços afetivos que ela pode construir são investigações antigas de Paula Cavalciuk. Em Ter Saudade, a artista une essas pesquisas ao desejo de criar um programa de rádio, veículo com o potencial de unir essas suas paixões. Inspirado por elas, o programa foi previamente gravado e ficará disponível para visitação do público no canal de Paula. "Antes de ter pretensão de ser cantora, já me imaginava como locutora de um programa de rádio. Esse projeto cumpre a função de um tipo de despertar através da música", reforça Paula.
 
Com duração de aproximadamente 30 minutos, o programa será composto por canções de Paula e dos artistas convidados. A produção executiva de Paula Cavalciuk ao Vivo - Ter Saudade é de Preta Ribeiro.  Jessica Giancotti é responsável por cabelo e maquiagem, João Paulo Simão assina captação de áudio e mixagem e Rômulo dos Santos assina captação de vídeo e edição.
 
O próximo episódio tem participação de Khalil e Preta Ribeiro (6 de abril) e os seguintes contam com Vinicius Lima (13 de abril) e Theodoro Nagô (20 de abril). Em todas as edições, Paula conta também com a presença de Anderson Charnoski (violão, viola e guitarra) e Fabio Serra (percussão). Os episódios anteriores tiveram participação de Flor Märia (23 de março) e Ananda Jacques (30 de março).
 
“São artistas com quem já dividi palco. O palco é uma saudade imensa, os aplausos, os encontros, os afetos, abraços no pós-show. Tudo isso gera saudade e nos faz repensar o valor de coisas que, há um ano, poderiam parecer corriqueiras. Quem é que não sente saudade hoje?”, questiona Paula, que já dividiu palco com grandes artistas da nova música brasileira, como Tulipa Ruiz, Liniker, Francisco el Hombre, Carne Doce, Ekena, Plutão Já Foi Planeta e As Baías (Antigo As Bahias e a Cozinha Mineira).
 
Sobre Paula Cavalciuk
 
Paula Cavalciuk é cantora e compositora, residente em Sorocaba, interior de SP. A cantora foi indicada ao Prêmio APCA com seu primeiro disco, “Morte & Vida” (2016/Proac).  A convite da SKY, participou do reality show “No Rota do Rock” que culminou em sua apresentação no #SKYROCKS, no Rock in Rio 2017.
 
O clipe de Morte e Vida Uterina ganhou o prêmio de melhor videoclipe de animação, na Argentina e concorreu ao lado de Jay-Z (Motion Awards USA 2017) e U2 (UK Music Videos Awards 2018). Sua biografia foi publicada no livro “Vozes Transcendentes”, de Larissa Ibúmi Moreira, ao lado de Liniker, Linn da Quebrada e Johnny Hooker, artistas da atual música brasileira que usam suas vozes para tratar de questões de gênero.
 
Sua música Maria Invisível, que fala da questão da empregada doméstica no Brasil, foi tuitada por Gilberto Gil, logo que foi lançada (2015) e ganhou o prêmio de melhor letra no Festival Lollo Terra (2016). Paula e sua banda realizaram a turnê  nacional “Morte & Vida”, onde se apresentaram em boa parte do Nordeste, tocando em capitais como Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa e Natal e também no interior, como em Patos/PB, Sousa/PB, Alagoinhas/BA. Depois foi a vez de estender a turnê para o sul do país, passando por Curitiba, Blumenau, Balneário Camboriú, Passo Fundo e Porto Alegre.
 
Paula já dividiu palco com grandes artistas da nova música brasileira, tais como Tulipa Ruiz, Liniker, Francisco el Hombre, Carne Doce, Ekena, Plutão Já Foi Planeta e As Baías (Antigo As Bahias e a Cozinha Mineira).
 
Banda
Paula Cavalciuk (voz, violão e gaita)
Anderson Charnoski (violão, viola e guitarra)
Fabio Serra (percussão)
 
Produção
Thiago Alixandre (direção artística)
Preta Ribeiro (produção executiva)
Jessica Giancotti (cabelo e maquiagem)
João Paulo Simão (captação de áudio e mixagem)
Rômulo dos Santos (captação de vídeo e edição)
 
Serviço
Ter Saudade
Até 20 de abril, terças-feiras, 20h
Exibidos no canal youtube.com/paulacavalciuk
Duração: 30 minutos

Acesso gratuito
PR

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