16 outubro 2018

[Programação] Teatro da semana

   Confira a programação de teatro da semana:

                  Shopping da Gávea

Marina nada morena,sábados e domingos às 17h, até 28 de outubro. 60 a inteira e 30 a meia.


Baseada no livro autoral de mesmo título da carioca meio portuguesa, Vanessa Balula, o espetáculo infantil Marina Nada Morena estreia no dia 02 de setembro no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio e fica em cartaz até 28 de outubro. Com direção de Ernesto Piccolo, a peça marca a estreia de Mel Maia e Cauê Campos no teatro, interpretando Marina e Lucas, dois amigos inseparáveis. Tendo como personagem principal, Marina, uma encantadora menina dona de um olhar diferente sobre tudo e que transborda de tanta história boa para contar, a trama lida com temáticas do cotidiano de forma dinâmica, abordando as diferenças da vida moderna e tendo como foco principal o valor da amizade.
Para a autora Vanessa Balula, Marina Nada Morena é uma história que vai tocar não apenas o público infantil, mas também os adultos, por possuir personagens que colorem a vida real, pontuam a fantasia, envolvendo e comovendo o expectador.
“O universo da Marina, tem muitos ecos das referências de mundo de sua família e esse é o grande lance do texto – é aí que se dá o encontro da emoção dos pais com os seus filhos. Pois é reencontro da lembrança, da saudade, esse gostinho bom de voltar no tempo com a surpresa boa de se identificar com os personagens e sua história. Isso é bonito de ver”.
Vanessa conta ainda que ao longo da trama, Marina vai passando por diversas situações mas que sempre dará um jeito de lidar com todas da melhor maneira possível: “A Marina passa por muitas questões: separação dos pais, um novo casamento do pai, a mudança de casa, a mudança do seu grande amigo para o exterior, etc. Nada disso é fácil, mas ao longo da história ela vai criando e nos apresentando recursos emocionais para lidar e conviver de uma forma bacana com tudo isso. E mesmo quando tudo mais não é tão alegre quanto ela gostaria, ela arruma uma forma de passar a ser.”
Para o diretor Ernesto Piccolo, é sempre uma honra trabalhar com uma peça e um elenco infantil: “Creio que não pode haver qualquer talento sem que haja um pouco de criança em si. Quando eu vou fazer espetáculo infantil eu viro uma criança, gosto de trabalhar o lúdico, com a imaginação. Adoro trabalhar com crianças, jovens e adolescentes, é uma graça ver a espontaneidade, a maneira como eles se jogam para contar a história e nesse espetáculo, particularmente, o Cauê e a Mel são dois brilhantes, fofos, então está sendo muito prazeroso. Eu espero que o público se divirta com essa história da Marina e do Lucas, uma história de amizade, de aventura”.

Tô de graça,sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. 80 a inteira e 40 a meia.Até 28 de outubro

Um dos maiores êxitos do canal Multishow em 2017, faz sua estreia no Teatro das Artes, com texto e direção de Rodrigo San’tanna.
Graça (Rodrigo San’tanna) é uma pedinte e catadora de lata que tem a missão diária de sustentar e administrar as confusões de um marido eternamente desempregado e dos seus treze filhos.
É sobre essa personagem tão comum, e ao mesmo tempo invisível à sociedade, que a história de “Tô de Graça”, já aclamada na TV à cabo, chega aos palcos cariocas.
A trama se desenrola com a notícia que a favela onde Graça vive, será o cenário para a gravação do videoclipe de um artista famoso. Isso causará um alvoroço na família e perturbação à nossa anti- heroína, que acha um desfrute a execução desse evento num lugar tão desassistido.
E é nesse ponto que mora a intrínseca crítica social, pois a comunidade se mostra um lugar carente de apoio e infraestrutura para os nativos, porém, extremamente romantizada aos olhos do turista e da mídia.
Além do texto hilário e escrachado, típico do ator/criador, a peça traz uma realidade delicada sobre a vida em locais tão precários; resultado de uma construção elaborada nas próprias vivencias de San’tanna.
Outro ponto forte da obra, é o poder de cativar o público, ao retratar a força dos laços e conflitos familiares da nossa sociedade. Um vasto material de afeição coletiva.
A ideia de levar o riso para o teatro, se deu justamente pelo índice de audiência em 2017. Sendo um dos programas mais vistos do referido canal. A aceitação e admiração do público pelo programa, promoveu Graça a um dos personagens mais populares do comediante, transformando o universo desse pequeno barraco, numa dimensão de novas possibilidades.
A peça conta também com Isabelle Marques (Brit), Andy Gercker (Maico) e Evelyn Castro (Marraia) representando todo o brilhante elenco do programa.

Tô de Graça já é um sucesso em todo país e essa nova roupagem trará uma grande história, cheia de situações surpreendentemente cômicas, um show de improviso e diversão garantida.

Hotel milionário,todas as quintas de outubro às 21h,60 a inteira e 30 a meia.

Dona Cleici é a nova rica mais divertida da cidade de São Gonçalo, ela acaba de ganhar uma bolada na loteria, porém, esquecida como é, acaba perdendo o dinheiro pelo hotel, o que faz com que a cidade vire de cabeça para baixo em busca dessa grana, uma peça onde todos são “amigos, amigos, dinheiro a parte”, os sete pecados estão presentes na história de humor, que não tem qualquer afã em defendê-los.

O jogo da vida, terças e quartas às 20h, até 31 de outubro.60 a inteira e 30 a meia.

Primeira produção da Arina Entretenimento. O musical, inspirado no famoso jogo, traz seis atores que dão vida a personagens inéditos, em colaboração coletiva com a direção e a plateia, com texto e música autoral.
– Como o próprio título propõe, o musical fala sobre a vida e seus acontecimentos inesperados, o futuro sob controle do acaso. Livremente inspirado no clássico “Jogo da vida” e em outros jogos de tabuleiro, as cenas são definidas ora por integrantes da plateia, ora por um dado jogado em cena pelos próprios atores – diz Tauã Delmiro, diretor, compositor e dramaturgista do espetáculo.
Essa interação junto ao público e os atores tem uma explicação, a premissa da Arina Entretenimento é que o telespectador faça parte do espetáculo de forma mais participativa.

Rapunzel, sábados, domingos e feriados às 18:30.60 a inteira e 30 a meia. 

Com adaptação e direção de Renato Calvet, “Rapunzel” é uma comédia musical, que conta a história de Flynn Ryder, o bandido mais procurado e sedutor do reino. Um dia, em plena fuga, ele se esconde em uma torre. Lá conhece Rapunzel, uma jovem prestes a completar 18 anos que tem um enorme cabelo dourado. Rapunzel deseja deixar seu confinamento na torre para ver as luzes que sempre surgem no dia de seu aniversário. Para tanto, faz um acordo com Flynn: Ele a ajuda a fugir e ela lhe devolve a valiosa tiara que ele tinha roubado. Só que a mamãe Gothel, que manteve Rapunzel na torre durante toda a sua vida, não quer que ela deixe o local de jeito nenhum.

Com amor, Vinícius, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.80 a inteira e 40 a meia.

Mostra o lado mais humanista do poeta Vinicius de Moraes ao resgatar parte de seu legado artístico e emular o formato de longevo show.
O grande poeta e compositor subia ao palco tendo a companhia de um exímio violonista e de uma cantora de timbre marcante. Escrito por Hugo Sukman e Marcos França, “Com amor, Vinícius” traz o ator Marcos França como o poeta, dividindo a cena com a cantora Luiza Borges e com o violonista André Siqueira, também diretor musical da montagem. O espetáculo tem direção de Ana Paula Abreu e cumpre temporada no Teatro dos Quatro a partir de 5 de outubro.
Nesta peça / show o público irá conhecer algumas das facetas que compuseram a persona de Vinicius de Moraes. Trata-se de um Vinicius terno em total sintonia com questões sociais da vida, mais ligadas ao que conhecemos como direitos humanos, e também preocupado com o fim das liberdades, fossem elas a de expressão, artística, e mesmo a de ir e vir.
Para fazer desse retrato o mais fiel possível ao personagem, a dramaturgia tem como pilares três épocas diferentes. A montagem começa em 1969, com um esbaforido poeta chegando atrasado a um show devido aos protestos populares que ocorriam na cidade. Volta-se ao ano de 1964, quando o golpe militar instala-se derrubando assim o sistema democrático de governo, avançando em seguida até a década de 70, onde a narrativa estabelece-se.
E quem é esse Vinicius afinal? Um cara que não fugia de questões importantes da vida (da sua própria e da dos cidadãos). Um Vinicius que sabia que a liberdade era peça-chave para uma sociedade mais igualitária. Um homem que, em nome do seu amor à vida e à liberdade, falou por todos nós, independentemente de etnia, credo e demais preferências. Com amor, sempre.


                                                      Teatro Bradesco
A bela e os tenores, quinta, dia 18 às 21h. De 80 a 150 reais.

Após enorme sucesso, o trio A Bela e os Tenores, formado pela soprano Giovanna Maira e os Tenores Jorge Durian e Armando Valsani, irá apresentar seu novo espetáculo: “A Bella Itália”.

Nesta única apresentação, A Bela e os Tenores trazem um repertório com muitos clássicos italianos de tirar o fôlego, como “Nessun Dorma”, de Giacomo Puccini, criada em 1926 e já interpretada por grandes artistas como Luciano Pavarotti e Plácido Domingo, “O Mio Babbino Caro”, também de Giacomo, feita especialmente para a voz feminina da soprano, “O Sole Mio” uma das mais conhecidas canções italiana que foi composta em 1901, entre outras.
O trio é acompanhado pelos mais competentes músicos que incluem piano e violinos e prometem um espetáculo inesquecível!

Sobre a Bela e os Tenores
Criado em 2017 pelos cantores líricos Armando Valsani, Giovanna Maira e Jorge Durian, o grupo musical confere ao seu repertório, que transita entre o erudito e o popular, um jeito único de interpretar canções autorais e consagradas mundialmente. Além das vozes marcantes, o trio se destaca pela união inédita entre dois tenores e um soprano, tornando a experiência de ouví-los um misto de encantamento, emoção e prazer.
Seu álbum de estréia, lançado em 2017, contém sucessos como "Because We Believe”, de Andrea Bocelli, David Foster e Amy Foster; “You Raise me Up”, de Rolf Løvland e Brendan Graham e “Hallelujah”, faixa homônima ao álbum, de Leonard Cohen.
Armando Valsani, tenor lírico com quase 40 anos de carreira, se destacou pelo mundo pela sua brilhante potência vocal. Giovanna Maira, cantora lírica (soprano), traz delicadeza para a apresentação com sua voz doce e cristalina. Jorge Durian, tenor com uma sólida carreira com mais de 30 anos, sempre foi destaque por transformar canções populares em clássicos eruditos.
Com carreiras solo conceituadas, tanto no Brasil quanto no exterior, esses talentosos cantores, agora juntos em A Bela e Os Tenores, despontam na cena musical, trazendo frescor e modernidade à música clássica.
Ficha Técnica
Direção Geral e Produção Musical - Jorge Durian e Marcelo schimez
Tenor - Armando Valsani
Soprano - Giovanna Maira
Tenor - Jorge Durian

O frenético Dancin´Days, dia 19 às 21h,dia 20 às 17h e 21h e dia 21 às 15h e 18h.De 75 a 160 reais.

Asas abertas, feras soltas, o Rio de Janeiro era uma festa. E não havia lugar mais adequado para celebrar do que o Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. E por que não resgatar esse tempo quando o carioca era feliz e sabia? Os dias de alegria estão de volta!
Ao lado de Patrícia Andrade, o próprio Nelson Motta assina a história de ‘O Frenético Dancin' Days’. O musical marca a estreia da coreógrafa e bailarina Deborah Colker na direção de um espetáculo teatral, com realização das Irmãs Motta e Opus e direção de produção de Joana Motta.
O musical será uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Stella Miranda, uma das mais importantes atrizes de musicais do país, que foi convidada especialmente para o projeto. Além de Stella, que interpreta Dona Dayse, o elenco é formado por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Gabriel Manita (Inácio/Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara), Thadeu Matos (Tony Manero), além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra Pêra).
Deborah Colker (que acaba de ser premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias e terá ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenários), Maneco Quinderé (designer de luz) e Alexandre Elias (direção musical). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.
A noite carioca fervia nos anos 70, quando a casa foi criada para inaugurar também o Shopping da Gávea. A cena disco estava explodindo em Nova York, mas ainda não tinha acontecido no Brasil. O Dancin´Days foi inaugurado em 05 de agosto de 1976 e marcou a chegada da discoteca no país. Lady Zu, Banda Black in Rio, Tim Maia, a pista da boate fervia. Na casa, se apresentaram nomes como Rita Lee (ainda com o Tutti-Frutti), Raul Seixas, Gilberto Gil.
Entretanto, nada causou tanta sensação quanto o surgimento das Frenéticas. Contratadas inicialmente como garçonetes, elas também faziam uma breve apresentação durante a madrugada. O sucesso foi imediato: Leiloca, Sandra Pera, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves logo abandonaram as bandejas e assumiram os holofotes. Elas foram o primeiro grupo contratado da multinacional Warner, que estava aportando no Brasil. O país inteiro cantou ‘Dancin´Days’, ‘Perigosa’, ‘O Preto que satisfaz’ (abertura da novela ‘Feijão Maravilha’, da TV Globo), entre tantas outras.

                        SESC Copacabana
Corpos opacos,todos os dias menos segunda em horários variados,grátis para PCG, 7,50 para associados SESC e 15 a meia. 30 a inteira.

A peça tem como ponto de partida a história real das religiosas colombianas do mosteiro Santa Inés de Montepulciano, que viviam em clausura absoluta, preservando os seus corpos “puros” dos olhares de outras pessoas. Direção de Yara de Novaes e Marco André Nunes. Com Carolina Virgüez e Sara Antunes.



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