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[Programação] Shows de 24 a 31 de janeiro

 Confira a programação de shows da semana:

                      Circo Voador
Refavela 40, dia 25, está com os ingressos esgotados.

Refavela 40, dia 26,sábado, às 22h, 90 a meia e 180 a inteira. Com ANELIS ASSUMPÇÃO, MAÍRA FREITAS,
MORENO VELOSO, CHIARA CIVELLO,
MAYRA ANDRADE, SOFIA FREIRE E GILBERTO GIL
PISTA: DJ LENCINHO E DIGITALDUBS (AFTER)

Never shout never, dia 27, domingo, às 20h. 90 a meia ou 180 a solidária.

Esse ano eles comemoram 10 anos de estrada e a comemoração vai ser no Brasil! Domingo, 27 de janeiro,  a NeverShoutNever desembarca no Circo Voador com ‘Throwback Tour’,  um show inédito em que em que faz um apanhado das composições que conquistaram toda uma geração.
Apesar da longa estrada, Christofer Drew, vocalista e fundador do NSN, tem apenas 27 anos. Lançou-se em 2007, aos 16 anos, como um projeto solo sob o nome NeverShoutNever! e com gravações totalmente caseiras feitas direto do seu quarto, postadas no Myspace de forma despretensiosa.
Diante do sucesso imediato, Chris lançou mais singles, o EP “The Yippee” e chegou onde todo o artista de sua geração queria chegar: a MTV. A partir daí a grafia mudou para NeverShoutNever, a base de fãs explodiu e vieram os lançamentos de álbuns completos como “Time travel”, “Indigo”, “Sunflower” e “RecycledYouth”, além das turnês mundiais incluindo a posição de headliner na tradicional Vans Warper Tour.
O que era apenas uma banda de um homem só se tornou um power trio que se reveza entre violões, bateria, ukelele, teclado, gaitas e outros instrumentos, além de acumular mais de 3 milhões de seguidores nas redes sociais. O mesmo conjunto expandiu para outros projetos paralelos, como o Eatmewhileimhot, de metalcore e metal experimental. Christofer ainda se aventurou como artista plástico e escritor.
Um dos álbuns mais expressivos do NeverShoutNever, “Black Cat”, também será reverenciado nessa turnê. A banda chegou aos estúdios para gravá-lo em 2014, junto com o produtor Dennis Herring (que gravou com nomes como Elvis Costello, Modest House, The Hives, entre outros do indie rock), e é considerado o primeiro a ser concebido coletivamente, e não apenas pelo líder.
À ocasião desse lançamento, já em 2015, Drew abraçou a persona “gato preto” como um análogo à “ovelha negra”. De cabelos longos e tatuagens até no rosto, o artista abraçou suas diferenças e “seu lugar único no universo” (como ele mesmo disse na época do lançamento). A obra perpassa temas como verdade, amor, perda e aceitação, mas num viés otimista.
Por fim, “Violett Soul”, de 2018, é o último lançamento da banda e também deve estar presente nos shows, ao lado de hits como “Trouble”, “Can’t Stand It” e “Happy”.

                       Fundição Progresso
Canta Lulu de janeiro, dia 26, sábado, às 22h.De 70 a 300 reais.

                           Teatro Bradesco
O Frenético Dancin´ Days, dia 25 às 21h, dia 26 às 18h e 21h e dia 27 às 19h. De 75 a 160 reais.

A aura mítica em torno da Frenetic Dancing´Days Discotheque se mantem. Após ser um marco na noite carioca, com apenas quatro meses de funcionamento, a boate renasceu em forma de musical e, mais uma vez, a magia se fez. Grande sucesso da temporada teatral carioca 2018, ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto por mais de 40 mil pessoas e retorna para celebrar o verão carioca, a partir de 05 de janeiro, no Teatro Bradesco Rio. Nelson Motta (ao lado de Patrícia Andrade) assinou o texto com a absoluta propriedade de quem foi um dos fundadores da boate e viveu toda a agitação que marcou o Rio naquela época. O musical resgata esse clima de celebração da vida, de sentir a felicidade bater na porta e conta a história da Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada, em 1976, pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. Deborah Colker aceitou o desafio e fez sua estreia na direção teatral, além de assinar as coreografias, ao lado de Jacqueline Motta. A realização é das Irmãs Motta e Opus e produção geral de Joana Motta.

Autor de musicais consagrados como ‘Elis, a musical’, ‘Tim Maia- Vale Tudo, o musical’ e ‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’, Nelson Motta afirma que nunca foi tão feliz com um espetáculo. “Esse musical é uma festa, as pessoas ficam enlouquecidas na plateia, parece que estamos mesmo voltando aos tempos da boate. É uma alegria imensa”, festeja. Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah. 

O musical é uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Érico Brás (Dom Pepe)e Stella Miranda (Dona Dayse), uma das mais importantes atrizes de musicais do país, convidados especialmente para o projeto. O elenco é formado ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),  além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra Pêra).

Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e tem ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé (desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max Weber (visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.

Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.

A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples. “Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais, que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Dance sem parar
A noite carioca fervia nos anos 70, quando a casa foi criada para inaugurar também o Shopping da Gávea. A cena disco estava explodindo em Nova York, mas ainda não tinha acontecido no Brasil. O Dancin´Days foi inaugurado em 05 de agosto de 1976 e marcou a chegada da discoteca no país. Lady Zu, Banda Black in Rio, Tim Maia, a pista da boate fervia. Na casa, se apresentaram nomes como Rita Lee (ainda com o Tutti-Frutti), Raul Seixas, Gilberto Gil. “Eu adoro dançar, eu adoro dança, tudo que se movimenta. E para dançar você precisa de música. E música boa é a junção perfeita. E não tem como o Dancin´Days não ter isso, é uma música muito boa, é a melhor. É um iluminismo!”, celebra Deborah.

Nada causou tanta sensação quanto o surgimento das Frenéticas. Contratadas inicialmente como garçonetes, elas também faziam uma breve apresentação durante a madrugada. O sucesso foi imediato: Leiloca, Sandra Pera, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves logo abandonaram as bandejas e assumiram os holofotes. Elas foram o primeiro grupo contratado da multinacional Warner, que estava aportando no Brasil. O país inteiro cantou ‘Dancin´Days’, ‘Perigosa’, ‘O Preto que satisfaz’ (abertura da novela ‘Feijão Maravilha’, da TV Globo), entre tantas outras.

“As Frenéticas foram obra do acaso e, claro, do talento de seis garotas que eram atrizes desempregadas, começaram como garçonetes do Dancin´Days e, no fim da noite, cantavam quatro músicas. Foi um estouro! o Dancin lotava só para ver as Frenéticas, que se tornaram as rainhas da discoteca no Brasil”, aponta Nelson.

A boate funcionou por apenas quatro meses, pois o contrato era limitado ao período que antecedia a abertura do Teatro dos Quatro. Ela celebrava um Rio e um país que conseguiam ser livres, apesar da ditadura militar. A casa reunia famosos e anônimos, hippies e comunistas, todas as tribos com o único objetivo de celebrar a vida. O sucesso foi tamanho que a casa foi reaberta no Morro da Urca e inspirou a novela ‘Dancin´Days’, de Gilberto Braga, que tinha a música homônima das Frenéticas como tema de abertura. O país inteirou caiu na gandaia e entrou na festa.

E é justamente esta celebração que estará de volta a partir do dia 24 de agosto. O espetáculo relembrará grandes clássicos da discoteca como ‘I love the nightlife’, ‘You make me feel might real’, ‘We are Family’, ‘Y.M.C.A’, ‘Stayin´alive’, além de clássicos das Frenéticas e grandes sucessos nacionais da época, com

o ‘Marrom Glacê’ e ‘A noite vai chegar’, entre outros. O Rio de Janeiro voltará a sorrir!

         O show da Luna, dia 26, sábado, às 11:30 e domingo, dia 27, às 15h. De 60 a 120 reais.

A cientista sucesso das telinhas, vai encantar os fãs no espetáculo “O Show da Luna, ao Vivo”. Luna e sua turma vão tentar descobrir como a água vira chuva, se tem alguém vivendo em Marte e porque as bolhas são redondas.

O espetáculo é criado e dirigido por Célia Catunda, Jonatan Pilolé e Kiko Mistrorigo e a peça é uma produção do núcleo teatral da TV PinGuim. As canções de André Abujamra e Márcio Nigro, foram coreografadas especialmente para o show.

                                                             KM de Vantagens Hall:
Leonardo, dia 26, sábado, às 22h. De 48 a 200 reais.

Um dos maiores cantores sertanejos do Brasil, com mais de 50 milhões de discos vendidos, Leonardo traz para o palco do Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro, as músicas do DVD “Canto, Bebo e Choro”, no dia 26 de janeiro de 2019.


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