21 agosto 2018

[Programação] Teatro de 21 a 28 de agosto

                                 SESC RJ:

  The And, todo dia até 26 de agosto ás 18h, 16 anos, grátis para PCG, 7,50 associados SESC, 15 a meia e 30 a inteira. 


O espetáculo reflete sobre os caminhos do mundo contemporâneo à luz de questões propostas por Beckett nestas narrativas: "Onde Agora? Quando Agora? Quem Agora?", levando ao público a radicalidade da obra ficcional beckettiana, o seu humor cáustico e a estarrecedora identificação de seus temas com a atualidade.

 Uma frase para minha mãe, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h, 10 anos, grátis para PCG, 7,50 para habilitados SESC, 15 a meia-entrada e 30 a meia. 

A atriz, diretora e pesquisadora Ana Kfouri apresenta o texto Uma Frase para Minha Mãe de Prigent, autor que pensa a escrita como “um gesto de arrombamento no corpo da língua”. Kfouri vê nesta narrativa um fértil terreno para aprofundar sua pesquisa cênica na qual corpo e palavra são entendidos como campos de forças que estão em relação.

   Amor barato-O Romeu e Julieta dos esgotos, sextas às 20:30, sábados às 18h e 20:30h e domingos às 19h.Até 26 de agosto. 7,50 para associados do SESC, 15 a meia e 30 a inteira.

A improvável e imprevisível história de amor entre Dom e Dona, membros de famílias rivais e habitantes dos subterrâneos do poder de uma metrópole, se transforma num frenético mergulho num universo onde humor, poesia, segredos escondidos e verdades não ditas formam as muitas faces de uma mesma moeda. Narrado por meio de texto e canções originais, esse musical urbano e com forte crítica social se inspira em fábulas e em histórias clássicas de amor para cantar com paixão e ironia o encontro entre diferentes. Direção de Fábio Espírito Santo e Ana Paula Bouzas; trilha original de Jarbas Bittencourt e Ronei Jorge. No elenco, Adriana Capparelli, Aline Machado, Beto Mettig, Eric de Oliveira, Pietro Leal e Thaís Dias

                       Shopping da Gávea
             Dei a Elza em você,10 a 31 de agosto, sextas às 19h, 60 a inteira e 30 a meia.


Conta a trajetória de três drag-queens muito hilárias e três belos rapazes que para sanarem suas dívidas financeiras, resolvem montar um show musical revivendo os anos da era disco music (70/80).
A partir daí, com muito humor, muita trapaça, muita confusão, nossas personagens armam um plano mirabolante para que possam aplicar um golpe umas nas outras a fim de se apossarem da bilheteria de estreia do show e literalmente “se dar bem” nessa história. Mas o que não previam é que um final surpreendente pudesse mudar todo o rumo de seus planos.
“Dei a Elza em Você” é com certeza um espetáculo que vai entreter com muito humor toda a família.


       3 é ímpar, quintas-feiras até 30 de agosto às 21h, 50 reais.

O espetáculo ”3 é ímpar” é o resultado de uma amizade única e altamente criativa que surgiu entre os comediantes cariocas Marcos Castro, Estevam Nabote e o alagoano Ed Gama.
Separadamente realizaram inúmeras apresentações pelo brasil, participaram e vencerem concursos tais como “Quem chega lá” do Domingão do Faustão e o “Prêmio Multishow de Humor”. Viram suas carreiras solo ganhar projeção no cenário do stand up brasileiro.
No entanto, foram durantes as gravações do sucesso de internet UTC (maior campeonato de trocadilhos do Brasil), que tiveram a certeza que fariam algum projeto de teatro juntos.
A parceria aconteceu naturalmente, seguida de muitas idéias, piadas e principalmente … Muitas risadas.
Nesta apresentação, é exibida de forma bem natural, a receita do gênero stand up: originalidade, capacidade de improvisação, carisma e identificação com o público.
Marcos Castro abre o show, na sequência vem Ed Gama e por fim Estevam Nabote. As piadas vão surgindo e o público não tem outra alternativa a não ser rir durante 60 minutos.
Se separados eles já são um sucesso, juntos são imperdíveis!

                                Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste? sextas e sábados ás 19h, 80 reais.
A partir de 1º de junho o Teatro das Artes recebe a comédia romântica “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, de Yuri Ribeiro, com argumento do próprio autor em conjunto com Claudia Wildberger. Para contar a história do casal Andréia e Daniel, o diretor Jorge Farjalla optou por uma linguagem poética e lúdica para criar uma montagem não realista, transformada em fábula.

Se valendo da atualidade do tema, Yuri Ribeiro, que também está como ator, resolveu transformar sua experiência de vida em espetáculo teatral. O espetáculo aborda as várias fases de um relacionamento amoroso, prometendo deliciosas risadas e muita reflexão. No palco, Paula Burlamarqui dá vida a Andrea, uma mulher mais “experiente” que casa com Daniel, interpretado por Ribeiro, um rapaz que tem uns bons anos de experiência a menos que ela. O filho de Andrea, Caio (Vitor Thiré), brincalhão e piadista, não se dá muito bem com “a espécie de irmão mais velho que ele arrumou”.

Vou Deixar De Ser Feliz Por Medo De Ficar Triste? é uma produção da CW MARKETING em parceria com a BRAIN +. Espetáculo com aproximadamente 70 minutos de duração, promete conquistar um público diversificado, emocionando e, principalmente, divertindo com um humor leve e inteligente.

    Lololendi, sábados e domingos ás 17h, 40 a inteira e 80 a meia.
Até 30 de setembro.

Heloísa Périssé está de volta aos palcos e em dose dupla. Além de escrever e atuar na comédia Loloucas, em que fala da passagem do tempo e da amizade, a atriz, autora e roteirista assina outro projeto simultaneamente, desta vez destinado ao público infantil. O musical Lololendi, idealizado em parceria com o diretor Paulo Dimantas, ocupa o mesmo Teatro dos Quatro que abrigará o espetáculo adulto, em sessões vespertinas nos fins de semana, a partir de 21 de julho. Com copatrocínio da Vivo, forte incentivadora do teatro brasileiro, a peça fica em cartaz até 30 de setembro e conta a história de uma ex-dona de cantina de escola que vira cuidadora de crianças e, sem abrir mão da tecnologia, mostra a elas que há todo um mundo de brincadeiras e aventuras além da telinha do celular.
“Eu e Paulinho (Paulo Dimantas, diretor, roteirista e produtor, enteado da atriz) há um bom tempo pensamos em fazer algo juntos. E sempre que a família se reúne, inventamos brincadeiras para Pietra, a filha dele de 5 anos, e isso, aos poucos, foi se desenhando em um projeto e dando material para bolarmos a peça”, explica Heloísa, que escreveu o texto, montado com a direção de Paulo. “Comecei minha carreira trabalhando com teatro infantil e sempre quis fazer uma personagem que fosse uma mistura de Mary Poppins, Noviça Rebelde e Nanny McPhee”, confessa a atriz.
No musical, Lolô é ex-dona da cantina de uma escola, que fecha por causa da crise. Pressionada pelas dívidas e por Leleco Casas (Vitor Thiré) – rico proprietário de vários imóveis da região, que faz de tudo para comprar a casa que é da família dela há várias gerações –, Lolô resolve virar cuidadora de crianças e resgatar brincadeiras da sua época como pique esconde, pique pega e pula bandeira. Ao perceber e despertar o talento e as habilidades de cada criança em áreas como esportes, moda, culinária, música e contação de histórias, Lolô faz de sua casa – que, desde pequena, acredita ser encantada – um lugar de magia e diversão, o sonho de qualquer criança: a Lololendi. Quem pontua a história como narradores são os cachorros Arroz e Feijão, que vivem no quintal da casa, bonecos manipulados por Thaisa Violati e Alexandre Guimarães, que pularam da realidade para a ficção: “São os nomes dos meus cachorros de verdade. E eu e Paulinho já nos divertíamos, inventando vozes e personalidades para eles, nas brincadeiras com Pietra e resolvemos colocá-los na peça”, diverte-se Heloísa.
Para criar esse mundo fantástico, o diretor Paulo Dimantas elaborou uma cena em que a tecnologia marcasse presença, com uso de projeções e vídeo mapping (criados por Dado Marietti e Bruno Grieco), e ao mesmo tempo destacasse o caráter lúdico das brincadeiras que atravessam gerações, concretizada na cenografia colorida e geométrica de Teca Fichinski, que assina também o figurino. Seguindo a mesma linha, a luz de Maneco Quinderé acentua o lado mágico e alegre que permeia o espetáculo: “Não há como ignorar que as crianças são tecnológicas hoje em dia, mas pensamos em usar isso de uma forma que elas conseguissem ser crianças e ao mesmo tempo não ficassem bitoladas nesse mundo cibernético; que o celular, ao invés de tomar conta da vida delas, fosse uma ferramenta para explorar suas habilidades”, explica Paulo.
A trilha sonora inédita, com letras de Heloísa Périssé e melodias do diretor musical Max Viana (há ainda um música assinada por Raquel Farias) é interpretada pelo elenco, que canta e dança as coreografias criadas por Johayne Hildefonso e Gisele Bastos.
Em breve, a peça irá extrapolar o palco para ganhar um canal no Youtube: “A história tem potencial para vários desdobramentos. Temos várias ideias a partir desse trabalho e essa é uma que já iremos colocar em prática”, adianta Heloísa.

        Eu comigo mesmo, sextas e sábados ás 21h e domingos às 20h. Sextas e domingo, 60 a inteira e 30 a meia. Sábado 70 a inteira e 35 a meia.

Se você acha que já riu de tudo, vai se surpreender com Rafael Portugal. O ator do Porta dos Fundos apresenta no seu espetáculo inédito ‘Eu comigo mesmo’, a rapidez do stand up aliada à criatividade na composição de um personagem inusitado em um show de humor e comédia no ritmo certo que vai entreter, contagiar e fazer o público se divertir.
Rafael conta um pouco das histórias mais engraçadas que aconteceram em sua vida, como por exemplo quando ele se alistou no exercito e não tinha nenhuma noção do que iria acontecer lá dentro; de quando era adolescente e passava o dia na casa de praia. E como morador da zona oeste do Rio de Janeiro não podiam faltar as histórias que aconteciam dentro do trem. Essas e outras histórias contadas com muita irreverência e descontração farão o público se identificar e morrer de rir.

 Confissões de um senhor de idade, terças e quartas ás 21h, 60 a inteira e 30 a meia.Até 28 de agosto.

Flavio Migliaccio retorna em cartaz dia 17 de julho com o espetáculo “Confissões de um Senhor de Idade”, montado ano passado em comemoração aos 60 anos de carreira do ator. Escrita e dirigida por Flávio, a peça fica em cartaz às terças e quartas no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, às 21h, até o dia 28 de agosto.

Flávio divide o palco com o ator Luciano Paixão, que interpreta Deus encarnado no corpo de um simples mortal para propor um estranho pacto: se Flávio ajudar a desvendar um caso estranho que está acontecendo no céu, receberá a recompensa da vida eterna.

Num diálogo bem humorado com Deus, Flávio conta suas histórias, suas experiências, suas memórias, saudades e até tristezas, tudo com o bom humor que sempre foi a sua marca. Detalhes da vida íntima do artista também serão revelados – uma forma de presentear o público, em agradecimento ao carinho recebido pela comemoração dos 60 anos de carreira.
Sobre Flavio Migliaccio
Desde 1972, quando foi convidado pela Globo para atuar na novela “O Primeiro Amor” de Walter Negrão, onde viveu o “Xerife” solidificou seu estilo Chapliniano de representar e seguiu sólido inclusive nas telas de cinema. O longa “Aventuras do Tio Maneco” (1971) foi vendido para 31 países e legou ao ator vários prêmios. Além de sua popularidade televisiva, Flavio é autor de peças com sucesso de crítica e público. -“os ratos do ano 2030”, montado com sua saudosa irmã Dirce Migliaccio com glórias das críticas de Barbara Heliodora “o melhor do velho teatro de arena volta renovado” (segundo caderno o globo, lº de maio de 1999). E Mackesen Luiz “fábulas com parentes de Chaplin” (jornal do Brasil – 21 de maio de 1999). Com esta carreira, Flavio seguramente contribuiu para a história da dramaturgia Brasileira. Em “Confissões de Um Senhor de Idade” Migliaccio cria uma história divertida, sadia junto com uma lição de vida, com certeza um espetáculo de sucesso, aliando o que tem de melhor em diversão e emoção no teatro.

                        Teatro Bradesco
Dancin Days, estreia dia 24 de agosto, horários variados, de 75 a 160 reais.

Asas abertas, feras soltas, o Rio de Janeiro era uma festa. E não havia lugar mais adequado para celebrar do que o Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. E por que não resgatar esse tempo quando o carioca era feliz e sabia? Os dias de alegria estão de volta!

Ao lado de Patrícia Andrade, o próprio Nelson Motta assina a história de ‘O Frenético Dancin' Days’. O musical marca a estreia da coreógrafa e bailarina Deborah Colker na direção de um espetáculo teatral, com realização das Irmãs Motta e Opus e direção de produção de Joana Motta.
O musical será uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Stella Miranda, uma das mais importantes atrizes de musicais do país, que foi convidada especialmente para o projeto. Além de Stella, que interpreta Dona Dayse, o elenco é formado por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Gabriel Manita (Inácio/Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara), Thadeu Matos (Tony Manero), além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra Pêra)
Deborah Colker (que acaba de ser premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias e terá ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenários), Maneco Quinderé (designer de luz) e Alexandre Elias (direção musical). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.
A noite carioca fervia nos anos 70, quando a casa foi criada para inaugurar também o Shopping da Gávea. A cena disco estava explodindo em Nova York, mas ainda não tinha acontecido no Brasil. O Dancin´Days foi inaugurado em 05 de agosto de 1976 e marcou a chegada da discoteca no país. Lady Zu, Banda Black in Rio, Tim Maia, a pista da boate fervia. Na casa, se apresentaram nomes como Rita Lee (ainda com o Tutti-Frutti), Raul Seixas, Gilberto Gil.
Entretanto, nada causou tanta sensação quanto o surgimento das Frenéticas. Contratadas inicialmente como garçonetes, elas também faziam uma breve apresentação durante a madrugada. O sucesso foi imediato: Leiloca, Sandra Pera, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves logo abandonaram as bandejas e assumiram os holofotes. Elas foram o primeiro grupo contratado da multinacional Warner, que estava aportando no Brasil. O país inteiro cantou ‘Dancin´Days’, ‘Perigosa’, ‘O Preto que satisfaz’ (abertura da novela ‘Feijão Maravilha’, da TV Globo), entre tantas outras.
A boate funcionou por apenas quatro meses, pois o contrato era limitado ao período que antecedia a abertura do Teatro dos Quatro. Ela celebrava um Rio e um país que conseguiam ser livres, apesar da ditadura militar. A casa reunia famosos e anônimos, hippies e comunistas, todas as tribos com o único objetivo de celebrar a vida. O sucesso foi tamanho que a casa foi reaberta no Morro da Urca e inspirou a novela ‘Dancin´ Days’, de Gilberto Braga, que tinha a música homônima das Frenéticas como tema de abertura. O país inteirou caiu na gandaia e entrou na festa.
E é justamente esta festa que estará de volta a partir de agosto. O espetáculo relembrará grandes clássicos da discoteca como ‘I love the nightlife’, ‘You make me feel might real’, ‘We are Family’, ‘Y.M.C.A’, ‘Stayin´alive’, além de clássicos das Frenéticas e grandes sucessos nacionais da época, como ‘Marrom Glacê’ e ‘A noite vai chegar’, entre outros. O Rio de Janeiro voltará a sorrir!

         Circo de estrelas da Rússia, dia 28 de agosto às 21h, de 250 a 400 reais. 

A escola do circo russo tem mais de 300 anos de tradição e na Rússia e na Ucrânia, por exemplo, o circo é uma grande instituição. São mais de 500 edifícios de circo permanente os quais podem abrigar em média quatro mil espectadores e em seus arredores contam estrutura disponível com hotéis para os artistas e pistas alternativas para ensaiar. Calcula-se que mais de meio milhão de pessoas trabalham no circo russo. E os artistas têm uma rotina densa de estudos: são oito anos na academia do circo, muitos deles ainda jovens, e a aposentadoria pode ser antes dos quarenta anos segundo uma lei especial devido ao árduo e, muitas vezes, perigoso trabalho desenvolvido.
Em quase todas as companhias importantes de circo no mundo como Ringlin Brothers, Cirque du Soleil, Circo Real da Holanda e muitos outros, ao menos a metade dos artistas são de nacionalidade russa.
Uma delegação do Circo Russo, integrada por várias dezenas de artistas, muitos deles laureados nos grandes festivais de circo como Monte Carlo, Moscou, Pequim e todos aplaudidos nos distintos rincões do planeta, trarão o show “Fantasia” o qual promete proporcionar quase duas horas de alegria e diversão em cada uma das apresentações.
PRÊMIOS:
GUINNESS RECORDS MUNDIAL DE CONTORSÃO
MEDALHA DE PRATA EM MONTE CARLO EM EQUILÍBRIO



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