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[News] Teatro Sérgio Cardoso recebe três espetáculos da MITsp 2020 e uma peça gratuita do Circuito FarOFFa

O Teatro Sérgio Cardoso também será palco da 7 ª edição da MITsp –Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, que em 2020 reúne espetáculos que abordam dramas contemporâneos e a coexistência na sociedade. A programação se inicia com ORLANDO (7 e 8/3), peça que traz o trabalho da suíça Julie Beauvais e suas instalações performáticas. A vida de um andrógino é retratada no Romance de Virginia Woolf e nos faz refletir sobre o paradigma pós-binário.

Seguindo a programação, a peça Jerk (Babaca) terá três sessões  dias 9, 10 e 11/3. Sob direção da franco-austríaca Gisèle Vienne e do escritor americano Dennis Cooper, Jerk (Babaca) é uma reconstrução imaginária que utiliza da psicologia, violência e humor para analisar a vida e fantasia do serial killer Dean Corll.

O palco do Sérgio Cardoso receberá também a duas sessões de Por Onde Andam os Porcos (12 e 13/3), performance criada por Kildery Iara do coletivo CARNE (Coletivo de Arte Negra). Em cena os artistas fazem uma releitura do porco capitalista e analisam politicamente o sistema de excessos com expressões corporais em estado hipnótico que habitam o capitalismo.

No Circuito Paralelo de Artes de São Paulo – FarOFFa, o espetáculo Auê se apresenta gratuitamente nos dias 14 e 15/3, trazendo teatro, música e dança para toda a família.

Programação completa – MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo

ORLANDO
Dias 7 e 8 de março de 2020. Sábado e domingo, às 16h e 18h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (estudantes, professores e idosos e moradores da Bela Vista).
Classificação: Livre.
Duração: 60 minutos.
Capacidade: 80 pessoas (Sala Sérgio Cardoso - PALCO)

Romance de Virginia Woolf sobre um personagem andrógino, que flui entre o feminino e o masculino, Orlando é o ponto de partida desta ópera-instalação, que combina coreografia, vídeos e música ao vivo dentro de um cenário imersivo, pelo qual o público pode circular. O trabalho, dirigido pela suíça Julie Beauvais e pelo francês Horace Lundd, investiga os temas tratados no livro, como gênero e identidade, e questiona quais seriam os Orlandos de hoje, habitantes de um mundo imerso no paradigma pós-binário. Sobre as sete telas que contornam a instalação, são projetados lado a lado personagens de Berlim, Kinshasa, Marfa, Londres, Belo Horizonte, Lisboa, Chandolin, Patagônia e Holanda, todos filmados em cenários externos e etéreos, conectando o horizonte de várias regiões do mundo.Parte superior do formulário

Ficha Técnica
Direção Artística e Coreografia: Julie Beauvais. Direção: Julie Beauvais e Horace Lundd. Direção de Arte, Direção de Fotografia e Vídeos: Horace Lundd. Composição Musical e Sonora: Christophe Fellay. Artista Musical Convidado: Bartira. Cenário: Sibylle Kössler e Wynd Van Der Woude. Criado por: Michael John Harper, Orakle Ngoy, Winsome Brown, Carolyn Cowan, Nyima, Diego Bagagal, August Schaltenbrand, Natalia Chami, Valentina Bordenave e Frans W.M. Franssens. Produção: Badnewsfromthestars* e Horace Lundd. Associados: Lapis/Epfl – Escola Politécnica Federal De Lausanne, Acelerador De Partículas de Estrasburgo. Apoio: Pro Helvetia – Fundação Suíça Para a Cultura, Pro Helvetia Coincidencia, Cnc – Centro Nacional do Cinema e da Animação – Dispositivo Dicréam de Fomento ao Desenvolvimento e à Produção, Loterie Romande Vaud, Loterie Romande Valais, Cantão de Valais – Serviço da Cultura, Drac – Direção Regional de Assuntos Culturais do Grande Leste – Fomento Individual à Criação, Região Grande Leste – Fomento à Criação do Espetáculo e das Artes Visuais, Cidade de Genebra – Departamento de Finanças e Alojamento, Hear – Haute École Des Arts Du Rhin. Apoio à Turnê Sul-Americana: Pro Helvetia – Fundação Suíça Para a Cultura, Pro Helvetia Coincidencia, Cantão de Valais – Serviço da Cultura.
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Jerk (Babaca)

Dias 9, 10 e 11 de março de 2020. Segunda, terça e quarta-feira, 19h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (estudantes, professores e idosos e moradores da Bela Vista).
Classificação: 18 anos.
Duração: 55 minutos.
Capacidade: 120 pessoas (Sala Sérgio Cardoso - PALCO)

O solo, fruto da parceria entre o escritor americano Dennis Cooper e a diretora franco-austríaca Gisèle Vienne, é uma reconstrução imaginária, estranha e sombria dos crimes cometidos pelo serial killer Dean Corll (1939-1973), conhecido como “the candy man” (o homem dos doces). Com a ajuda dos adolescentes David Brooks e Elmer Wayne Henley, ele torturou, violentou e executou mais de 20 garotos na cidade de Houston, no Texas, em meados dos anos 1970. A peça, interpretada pelo ventríloquo francês Jonathan Capdevielle, mostra David Brooks cumprindo sua sentença de prisão perpétua. Na trama criada por Cooper, ele aprendeu a arte dos fantoches e apresenta no presídio, para estudantes de psicologia, um show no qual reconstrói os assassinatos utilizando os bonecos. Com violência e humor, o espetáculo investiga as noções entre o fantástico e o real e questiona o que acontece quando a fantasia é de fato vivida. 

Ficha técnica
A partir do romance de: Dennis Cooper. Direção: Gisèle Vienne. Dramaturgia: Dennis Cooper. Música: Peter Rehberg (Música Original) E El Mundo Frio Of Corrupted. Design de Luz: Patrick Riou. Interpretado por e criado em colaboração com: Jonathan Capdevielle. Vozes Gravadas: Dennis Cooper e Paul P. Design De Figurinos: Stephen O’malley E Jean-Luc Verna. Fantoches: Gisèle Vienne E Dorothéa Vienne Pollak. Maquiagem: Ean-Luc Verna e Rebecca Flores. Figurinos: Dorothéa Vienne Polak, Marino Marchand e Babeth Martin. Professor de Ventriloquismo: Michel Dejeneffe. Com o time técnico do: Quartz – Scène Nationale De Brest. Direção Técnica Para A Criação: Nicolas Minssen. Tradução de texto do inglês para o francês: Emmelene Landon. Ilustrações: Jean-Luc Verna, Courtesy Air De Paris. Agradecimentos: Atelier De Création Radiophonique Da France Culture, Philippe Langlois E Franck Smith. Para Sophie Bissantz Pelos Efeitos De Som. Vozes E Efeitos De Som Foram Gravados No Atelier De Création Radiophonique. Também Para Justin Bartlett, Nayland Blake, Alcinda Carreira-Marin, Florimon, Ludovic Poulet, Anne S – Villa Arson, Thomas Scimeca, Yury Smirnov, Scott Treleaven, A Galeria Air De Paris, Tim/Iris E Jean-Paul Vienne. Produção E Divulgação: Anne-Lise Gobin, Alix Sarrade, Camille Queval e Andrea Kerr. Administração: Etienne Hunsinger e Giovanna Rua. Produtor Associado: Dacm.

Coprodução: Le Quartz – Scène Nationale de Brest, Centre Chorégraphique National de Franche-Comté à Belfort dans le Cadre de l’Accueil-Studio e Centro Parraga-Murcia. Com o apoio do Conselho Geral da Isère, Cidade de Grenoble e do Ménagerie de Verre no âmbito do Studiolab. A companhia Gisèle Vienne é apoiada pelo Ministério da Cultura e da Comunicação da França – Direção Regional de Assuntos Culturais Grande Leste, pela Região Grande Leste e pela cidade de Estrasburgo. Para turnês internacionais, o grupo tem apoio do Institut Français. Gisèle Vienne é artista associada no Nanterre-Amandiers, centro dramático nacional, e no Théâtre National de Bretagne, dirigido por Arthur Nauzyciel.

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Por Onde Andam Os Porcos


Dias 12 e 13 de março de 2020. Quinta-feira, às 21h; e sexta-feira, 17h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudantes, professores e idosos e moradores da Bela Vista).
Classificação: 18 anos.
Duração: 80 minutos.
Capacidade: 120 pessoas (Sala Sérgio Cardoso - PALCO)

A imagem do porco capitalista ganha uma releitura na performance. Em vez de pensar na figura centralizada do opressor, o trabalho apresenta o sistema como um organismo auto regulável, que impõe sua lógica a movimentos divergente. Os indivíduos são vistos como seres políticos, pessoas que vestem a máscara de porco e ajudam a sustentar a estrutura de mundo. A partir de obras como A Sociedade do Cansaço, de Byung Chul Han, o espetáculo questiona a lógica de desempenho super produtivo da sociedade capitalista – com sistemas de autoexploração e monitoramento que disfarçam o custo humano para manter essa ordem. Em cena, os artistas propõem expressões e movimentos que questionam qual é o corpo desse estado hipnótico do desempenho e buscam não se apagar em meio ao excesso de individualização. O trabalho é feito de cenas improvisadas, e as intérpretes modificam seus gestos de acordo com estímulos do espaço. Tudo acontece como numa galeria de arte, onde o público tem livre circulação.

Ficha técnica
Direção Geral: Kildery Iara. Direção de Arte: Iagor Peres. Direção Artística: Iagor Peres e Kildery Iara. Intérpretes-Criadoras: Kildery Iara, Marcela Aragão, Meujael Gonzaga e Marcela Felipe. Figurino e Próteses: Meujael Gonzaga. Iluminação: Iagor Peres. Objetos de Cena: Iagor Peres e Meujael Gonzaga. Ambiência Sonora: Hugo Coutinho. Produção: Kildery Iara. Operador de Drone: Ricardo Moura.

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FarOFFa – Circuito Paralelo de Artes de São Paulo
Auê


Dias 14 e 15 de março de 2020. Sábado, às 21h; e domingo, 17h
Ingressos: Grátis – retirar com uma hora antes do início do espetáculo. Caso o espectador desejar contribuir, é possível doar qualquer valor para a companhia na saída do espetáculo.
Classificação: 12 anos.
Duração: 90 minutos.
Capacidade: 827 pessoas, sendo oito espaços para cadeirantes (Sala Sérgio Cardoso).

Dirigido por Duda Maia, Auê se tornou um dos espetáculos mais premiados da companhia Barca dos Corações Partidos. com 18 prêmios na bagagem e mais de 35 mil espectadores, Auê apresenta canções autorais do grupo e mescla teatro, música, dança e performance num espetáculo encantador para toda família.Parte superior do formulário
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Ficha técnica
Direção: Duda Maia. Direção musical e arranjos: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos. Direção de produção: Andréa Alves.  Com a companhia Barca dos Corações Partidos: Ádren Alves (Percussão, sax soprano e vocais), Alfredo Del-Penho (Violão, guitarra, baixo, cavaquinho, flauta, percussão e vocais), Beto Lemos (Guitarra, violão, rabeca, sanfona e percussão), Eduardo Rios (Sanfona, sax tenor e vocais), Fabio Enriquez (Trompete, percussão e vocais), Renato Luciano (Violão, trombone e vocais), Ricca Barros (Baixo, sax alto e vocais) e o artista convidado Rick de La Torre (Bateria). Iluminação: Renato Machado. Direção de Arte: Kika Lopes. Diretor assistente: Eduardo Rios. Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno. Produção Executiva: Rafael Lydio. Assistente de iluminação: Rodrigo Maciel. Assistente de direção de Arte: Rocio Moure. Preparação dos instrumentos de sopro: Gilson Santos. Fotografia: Silvana Marques. Programação Visual: Beto Martins e Gabriela Rocha.

Sobre a Amigos da Arte

A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Teatro Sérgio Cardoso,  trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo difundir a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos como o Museu da Diversidade Sexual e o Teatro Estadual de Araras. Saiba mais em: www.amigosdaarte.org.br.

Teatro Sérgio Cardoso
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP. CEP 01326-010.

Estações do Metrô Próximas: São Joaquim e Brigadeiro. Linhas de ônibus: 475M-10 Jd. da Saúde; 967A-10 Imirim/Pinheiros.
Bilheteria - 11 3288-0136. Horário de Funcionamento: Vendas Antecipadas – de terça a sábado das 14h às 19h | Vendas para o Espetáculo do dia – das 14h até o início do espetáculo.


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