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[News] O PERCEVEJO estreia no Espaço Parlapatões no 15 de agosto

O Percevejo estreia em São Paulo, em curta temporada, no Espaço Parlapatões, a partir de 15 de agosto (5af), sob a direção de Francisco Hashiguchi. Dividida em nove cenas, a comédia com narrativa em tom circense e fantástico traz treze atores na adaptação de Francisco Hashiguchi e Laís Patrocínio para o texto do Russo Vladimir Maiakovski (1893-1930).

Com apresentações todas as quintas e sextas-feiras, de 15 a 30 de agosto, sempre às 21 horas, a obra escrita em 1928, em plena consolidação do regime stalinista, o espetáculo O Percevejo é uma crítica política e conta a história de Prissípkin, vivido pelo ator Felipe Macedo, um ex-operário que abandona seus ideais para se casar com a filha de um aristocrata, mas no dia do casamento um incêndio extermina todos sem deixar sobrevivente. Até que, 50 anos depois, um mistério se desvenda em um futuro imaginado por Maiakóvski, com um grande desenvolvimento tecnológico mas com pessoas frias e desumanizadas, o corpo de Prissípkin é encontrado congelado e através de uma votação decide-se pelo descongelamento do corpo, onde acaba sendo descongelado também um percevejo que estava em seu colarinho.

A partir disso, tudo vira uma bagunça. A sociedade asséptica passa a se ‘infectar’ com Prissípkin, os operários começam a se embebedar, as moças começam a se apaixonar e as pessoas começam a dançar. Por fim, Prissípikin e o percevejo vão parar em um zoológico, onde os dois são considerados parasitas para aquela sociedade.

Encenada pela primeira vez, no ano de 1929, sob direção de Vsévolod Meyerhold, a obra é uma crítica política sobre a conduta do governo stalinista. Meyerhold constrói uma história de maneira sarcástica. O dramaturgo e diretor brasileiro Luiz Antônio Martinez Corrêa foi quem traduziu e encenou a peça pela primeira vez no Brasil em 1981, uma obra de extrema crítica ao governo da Ditadura Militar.

“ A encenação da peça “O Percevejo”, de Vladimir Maiakóvski, busca uma atmosfera circense, própria da encenação de Meyerhold, para contar a história dessa comédia sarcástica, fazendo seus devidos paralelos com o cenário político vigente no nosso país. Trata-se também dos relacionamentos humanos, de nossas condutas e de possíveis consequências no futuro de como estamos nos conduzindo nesses tempos de tanto julgamento, ódio e intolerância ao que é diferente. O texto foi adaptado trazendo as falas para o tempo atual e algumas cenas acontecem no meio do público, sugerindo que os espectadores participem e se coloquem como sujeitos ativos na peça como um despertar de consciência sobre nossos verdadeiros papéis como cidadãos.”, declara Francisco Hashiguchi.

Sinopse:
Escrita em 1928 pelo russo Vladimir Maiakovski (1893-1930), em plena consolidação do regime stalinista, o espetáculo O Percevejo é uma crítica política. Dividida em nove cenas, a comédia tem narrativa de tom circense e fantástico. Com treze atores em cena, a adaptação de Francisco Hashiguchi e Laís Patrocínio conta a história de Prissípkin, um ex-operário que abandona seus ideais para se casar com a filha de um aristocrata, mas no dia do casamento um incêndio extermina todos sem deixar sobrevivente. Até que, 50 anos depois, um mistério se desvenda.

Redes sociais:

Facebook:

https://www.facebook.com/O-Percevejo-2406874582867457/

Instagram: o_percevejo_peca

Serviço:

O Percevejo

Espaço Parlapatões

De 15 a 30 de agosto | quintas e sextas | 15, 16,  22, 23, 29 e 30 de agosto de 2019

Horário: 21h

Preço: R$ 30 (inteira) | R$ 15,00 (meia) | R$ 15,00 (lista amiga)

Endereço: Praça Franklin Roosevelt, 158 - Consolação –SP

Classificação etária: 16 anos

Duração do espetáculo: 90 minutos

Lotação do teatro: 96 lugares

Ingressos no site: https://ingressoindependente.com.br/pecas/agenda/90



Elenco:

Bianca Batemarque

Carol Berres

Daniel de Mello

Felipe Macedo

Goretti Smarandescu

Janaína Bentos

Júlia Bruck

Laís Patrocínio

Lisandra Paixão

Natália Bittar

Olavo Gomes

Pérola Amaral

Reyson Moraes



Ficha técnica:

Texto: Vladímir Maiakóvski

Adaptação: Francisco Hashiguchi e Laís Patrocínio

Produção: Besouro Produções Artísticas

Direção: Francisco Hashiguchi

Cenografia: Arlete Rua

Ass. Cenografia: Larissa Guimarães

Figurino: Elen Carvalho

Ass. Figurino: Lara Bezerra

Iluminação: Laís Patrocínio

Direção Musical: Salomão Waisman

Composição musical entreato: Gabriel Miranda Turner

Visagismo: Lucas de Oliveira

Ass. Visagismo: Tainá Lasmar

Designer gráfico: Kyanne Montes

Fotos divulgação: Victor Pollak

Preparação corporal: Natália Bittar

Assessoria de imprensa: MAIC Comunicação (Maria Inês Costa) e Passarim

Comunicação (Silvana Cardoso)



Sobre o elenco e direção:



Francisco Hashiguchi:

Diretor formado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), em 2018. Estudante de teatro desde 2004 na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro. Formado no Curso Profissionalizante de Ator em 2013 na mesma escola. Realizou diversos trabalhos profissionais como iluminador. Assistente de direção de renomados diretores como Celina Sodré, Renato Icarahy e Bruce Gomlevsky, sendo o último trabalhando junto na renomada peça premiada Blackbird, de David Harrower.

Diretor e produtor de dois grandes espetáculos realizadosna universidade (O Percevejo, de Vladímir Maiakóvski; e O Alienista, adaptação do conto de Machado de Assis. Nesta última sendo também dramaturgo). Pesquisador teatral desde 2015 sobre o teatro russo, principalmente sobre a vida e obra de Vsévolod Meyerhold, e seus estudos sobre o trabalho físico do ator. Instrutor de artes cênicas, desenvolvedor da oficina Estudo Física da Ação Teatral, que visa o trabalho do corpo do ator como instrumento para a realização da ação teatral, pesquisa baseada no trabalho da Biomecânica Teatral de Meyerhold.



Bianca Batemarque:

FORMAÇÃO

• Ensino Médio - Completo

• Ensino Superior em Artes Cênicas - Completo (Casa das Artes de Laranjeiras)

• DRT - 0053911/RJ

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

• 2006-2008/2013-2014–

"A Paixão de Cristo" (Grupo Teatral Tespis/Cuiabá MT)

Papel: Demônio/Povo Direção: Antônio Nicola

• 2007 – Musical: "A Bela e a Fera" (Grupo Teatral Tespis/Cuiabá MT)

Papel: Bobinha 3/Coro Direção: Antônio Nicola

• 2008 – "Coisa de Maluco" (Grupo Teatral Tespis/Cuiabá MT)

Papel: Claudia – Esposa do empresário Direção: Antônio Nicola

• 2011 – "O Veredito" (Grupo Tealtral “Os pancadinhas”/Lisboa PT)

Papel: Jurado 12 Direção: Clara de Barros

• 2012 – Musical: "Chicago" (Grupo Teatral “Os pancadinhas”/Lisboa PT)

Papel: Mona/Coro Direção: Clara de Barros

• 2013 – "O fantástico mistério de Feiurinha" (Grupo Teatral Tespis/Cuiabá MT)

Papel: Escritor/Principe Direção: Antônio Nicola

• 2015 – Varal de Cenas/"Perdoa-me por me traíres"  (Faculdade Cal/Rio de janeiro RJ)

Papel: Selminha Direção: Cecil Thirré/Nancy Galvão

• 2015 – "Nossa Cidade" (Faculdade Cal/Rio de janeiro RJ)

Papel: Sra Webb Direção: Adriana Maia

• 2016 – "Insânia" (Faculdade Cal/Rio de Janeiro RJ)

Papel: Loucura Direção: Marcelo Morato

• 2016 – "Entre Doentes Imaginários" (Faculdade Cal/Rio de Janeiro RJ)

Papel: Nieta Direção: Eduardo Vaccari

• 2017 – "Tito Andrônico" (Galpão Gamboa/Rio de Janeiro RJ)

Papel: Tamora Direção: Bruce Gomlevsky



Carol Berres:

CAL – Curso de Formação Profissional de Ator 2013 - 2015

Mergulho no Musical Avançado – 2014

Interpretação com Menelick de Carvalho

Canto com Mirna Rubim

Dança com Soraya Bastos

CEFTEM – Aprofundamento - 2014

Interpretação com Reiner Tenente, Lívia Dabarian, Ana Achcar

Canto com Leonardo Wagner, Ana Zinger

Dança com Sueli Guerra, Soraya Bastos, Silvana Didonet

Montagens Acadêmicas

2013: Allegria Allegria como Bonnie – direção Tatiana Sobral

2014: A Partir da/A partida – direção Menelick de Carvalho

CAL Conta Tiradentes – uma homenagem a Augusto Boal como

Domingos de Abreu Vieira, Tomás Antonio Gonzaga e Caroline – direção David

Hermann

Contos e Encantos de Natal como Mamãe Noel – Fundação Cesgranrio

2015: Álbum de Família como Senhorinha – direção Luiz Furlanetto

Dibuk – O Demônio como Elijah – direção Paulo Afonso de Lima

Morrir – Um Instante Antes de Morrer como Filha e Senhora – direção Ticiana Studart

A Festa Selvagem como Mae – direção Menelick de Carvalho

Trabalho Profissional

2016: A Ópera Pânica como E e G – direção Marcelo Morato



Daniel de Mello:

Como ator participou de diversos espetáculos adultos e infantis, entre eles estão ”E se mudássemos de assunto?” com direção de Marcos França e “Capitães da areia - O musical” com direção de Marcelo Caridade. Foi assistente de direção de diretores como Sergio Modena, Ana Paula Abreu e Marcos França. Realizou sua estreia como diretor na esquete “Quando eu sonho, viro sonho” premiada em 2º lugar no Fest & Arte 2018, realizado no Parque das Ruínas. Peças:

“E se mudássemos de assunto” com direção de Marcos França – 2019

“Boris e Rufus” com direção de Viviani Rayes - 2019

“Pequena Miss Sunshine” com direção de Sergio Módena -2018

“Um inimigo do povo” com direção de Bruce Gomlevsky - 2018

“Capitães da Areia – O Musical” com direção de Marcello Caridade – 2018 “A Pequena Sereia” com direção de André Breda - 2018

“A Dama e o Vagabundo – O Musical com direção de André Breda - 2018

“Assim é(se lhe parece)” com direção de Marcus Alvisi - 2017

“A Fabulosa história de Roque Santeiro e sua fogosa viúva, a que era sem nunca ter sido” com direção de Marcos França - 2017

“Romeu e Julieta – O Blefe” com direção de Suzana Pequeno - 2017

“Tudo no Timing” com direção de Luiz Furlanetto - 2017

“Amor Bipolar” com direção de Felipe Mello - 2017

“O Que Não Se Pode Olhar” com direçao de Fernando Mendonça - 2016

“O Mundo Magico de Oz” com direção de André Breda - 2016

“A Casa de Bernarda Alba” com direção de David Herman - 2016

“Peter Pan - O Musical” com direção de André Breda – 2015



Felipe Macedo:

Natural de Santa Catarina, Felipe Macedo se mudou para o Rio de Janeiro em 2014 quando iniciou sua formação na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL). Atuou em diversas peças como “Jogos na Hora da Sesta”, de Roma Mahieu com direção de Almir Teles, “O Tempo e os Conways”, de J.B Priestley com direção de Renato Icarahy, “A Mentecapta”, de Mauro Rasi com direção de Luiz Furlanetto, “Querô”, de Plínio Marcos com direção de Paulo Afonso de Lima e “Terrorismo”, de Irmãos Presniakov com direção de Olle Erdman. Em 2017 protagonizou a peça “A Falecida” de Nelson Rodrigues com direção de Renato Carrera no Teatro Ipanema, tendo a sua temporada estendida com o projeto “2X Nelson”, englobando apresentações duplas de “ A Serpente” e “A Falecida”. Temporada esta, apresentada no Teatro Ziembinski , no teatro Maria Clara Machado, e posteriormente em circuito cultural pelo SESC no estado do Rio de Janeiro. Ainda no mesmo ano, também protagonizou “Toská”, escrita pelo premiado diretor de cinema Eduardo Nunes no Teatro Baden Powel, também dirigida por Renato Carrera.



Goretti Smarandescu:

Pós graduada em direção teatral e  formada em bacharel em teatro na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), onde realizou diversas peças, dentre elas: Bexiga Real escrita por Goretti Smarandescu e dirigida por Macus Alvisi, “A História do Comunismo Contada Aos Doentes Mentais”, de Matéi Visniec com direção de Isaac Bernat, “Dibuk o demônio”, de Schan-ski com direção de Paulo Afonso de Lima, “Tartufo”, de Molirére com direção de David Herman. Atuou nos curtas: “Tempo Fechado: Leonardo”, de Rafael Barbosa, “Werther”, DE Rubens Takamine e Felipe Ribeiro. Foi atriz, diretora de arte, figurinista e maquiadora do curta "Quem é Diva Gação". Diretora atriz e idealizadora do curta "Égua da Pincesa gravado no Pará. Atriz, autora e diretora do esquete “Ervilha Real”, se apresentando no Festival de Niterói e na Mostra de Cenas Autorais. Performer de "Conchinha", e "Princesa" pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro. Atriz e drmaturga juntamente com a diretora Júlia Sarmento do número de paçhaçaria "Vingativa, Pero no Mucho!" realizado em diversas cidades como Fortaleza, São Paulo e Picos. Atualmente está imersa no universo do burlesco se apresentando com a performance "Alma Sebosa". Está em processo de criação do também número de burlesco "Chuva de Arroz".



Janaína Bentos:

22 anos, mineira. Formada pela CAL (Casa das Artes das Laranjeiras), é atriz, cantora e bailarina. Dentre suas experiências profissionais, destacam-se a temporada da peça “Yerma” de Federico García Lorca e direção de Antônio Gilberto noTeatro Dulcina, bem como a peça “O maravilhoso mundo de Dissócia” de Anthony Nielsen e direção de Gustavo Paso, apresentada no Espaço Sérgio Britto. Como cantora, se apresentou no “Tributo à Fernando Torres”, acompanhada por Cecelo Frony, no Largo Fernando Torres, à convite da família do homenageado, assim como  no espetáculo musical "Em terra de mineiro, quem dança canta, uai!", da Cia de dança Fabiana França, no Teatro Municipal de Uberlândia.

Ademais, atuou na peça “Profundo” de José Ignácio Cabrujas, com direção de Ticiana Studart, na peça “Medida Provisória” de Diogo Liberano, com direção de Vinícius Arneiro e em “Nossa Cidade” de Thornton Wilder, com direção de Antônio Gilberto. Foi dirigida por David Hermann na peça “Nunca é Tarde” (adaptação de “A Escada”, de Jorge Andrade) e por Renato Icarahy na

peça “Os Fuzis da Senhora Carrar” de Bertolt Brecht.



Júlia Bruck:

Estudante no curso de Bacharelado em Atuação Cênica na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro desde 2018.

Fez parte do coletivo Teatro de Herdeiros sob a direção de Eduardo Fraga, onde foi elenco em “Sob Insetos e Lâmpadas” em 2017.

Já participei de oficinas de máscaras: confecção e encenação, Encontro Limbseen Lab, memória, participei da pesquisa para tese de mestrado de Hugo Kerth, fiz oficinas com a Rafaela Azevedo sobre fluxo de energia e estudei manipulação de bonecos com a cia le Tróis Cle e sobre a técnica de etienne decroux com o Amok Teatro ao longo de algumas oficinas.

Atualmente atua como parte do elenco e assistente de direção da peça “ATERRO” com direção de Daniel Belmonte e como atriz na peça O Percevejo.



Laís Patrocínio:

Formação Acadêmica: Oficina Estudo Físico da Ação Teatral, com Francisco Hashiguchi, agosto de 2018.

Formação Profissional de Ator por Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), de

2014 a 2016.

Mergulho Teatral, com Arnaldo Marques e Claudia Mele por Casa das Artes

de Laranjeiras (CAL), julho de 2013.

Trabalhos no Teatro

- O Tempo e os Conways, J.B. Priestley - dir. Renato Icarahy (2014);

- A Mente Capta, Mauro Rasi - dir. Luiz Furlanetto (2015);

- Querô - uma reportagem maldita, Plínio Marcos - dir. Paulo Afonso de Lima (2015);

- Terrorismo, irmãos Presniakov - dir. Ole Erdmann (2015);

- Sonho de Uma Noite de Verão, W. Shakespeare - dir. Giullia Luciano (2016);

- O Percevejo, Vladimir Maiakóvski - dir. Francisco Hashiguchi (2017);

- O Alienista, Machado de Assis - dir. Francisco Hashigushi (2018);



Natural de Minas Gerais, em 2014 Laís Patrocínio iniciou seus estudos na CAL, onde atuou em peças como “O Tempo e os Conways”, dir. de Renato Icarahí; “A Mente Capta”, dir. de Luiz Furlaneto; “Querô – Uma Reportagem Maldita”, dir.De Paulo Afonso de Lima; e “Terrorismo”, dir. de Ole Erdman. Em 2016 atuou na adaptação de “Sonho de Uma Noite de Verão”, com direção de Giullia Luciano, na Amostra Grátis da UFRJ. Também em 2016 começou a trabalhar com o diretor Francisco Hashiguchi pesquisando sobre a Biomecânica Teatral proposta por Vsevolod Meyerhold, e desse processo de pesquisa resultaram, em 2017, a montagem da peça “O Percevejo” e, em 2018, a peça “O Alienista”. Em 2018 fez seu primeiro trabalho como assistente de direção na peça “Discórdia” e em 2019, junto com o diretor Francisco Hashiguchi, está remontando a peça “O Percevejo”.



Lisandra Paixão:

Graduada em Artes Cênicas pela Federal de Ouro Preto, tem nível fluente em inglês, avançado em espanhol e intermediário em italiano.

Durante a graduação, fez parte de montagens adaptadas de diversas obras: em 2013 Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues(1959), em 2014 O Abajur Lilás, de Plínio Marcos (1969) e O Despertar da Primavera, de Wedekind (1891), em 2015 Mão na Luva (2007), de Oduvaldo Vianna Filho e em 2016 GET OUT! De Assis  Benevenuto (2013) e em 2018 Mar e Lua de Luiz Estellita Lins.

Participou de Oficinas como: Oficina e Apresentação no Cortejo Abre-Alas do grupo LUME(2013); Arte: História, Abrangência e Possibilidades de Atuação no Contexto Escolar. Instituto de Desenvolvimento Waldorf, IDW (2014); Curso Introdução a Crítica de Cinema. Serviço. SESCMT (2015); Oficina Cumplicidade e Criação. Teatro em Movimento com Inês Peixoto- Grupo Galpão (2016); e da Oficina “Ator o espelho da cena” com Glauco Wiltenbug (2017).

Desde que chegou ao Rio de Janeiro, participou dos curta-metragens "Se um não quer, três não dançam" e "Casa de praia", é protagonista na peça "Mar e Lua" de Luiz Estellita Lins e atua em "O Percevejo", todos em montagem.



Natália Bittar:

* Graduação em Pedagogia, pesquisa em Circo Social e a arte como ferramenta de transformação - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - 2008

* Formação profissional em técnicas circenses - Fundação Nacional das Artes / Escola Nacional Circo Luís Olimecha - 2010

* Curso de Formação Profissional de Atores da Casa das Artes de Laranjeiras - CAL – 2012/2014;

* Treinamento de professores de Yoga - AYM Yoga School Rishikesh - Índia.

Experiência:

* Como artista circense: atuou em cruzeiros no mar Báltico e grandes eventos como a abertura dos jogos Pan-Americanos; além de artista, também coordenou artistas no Parque de Diversões Gruna Lund em Estocolmo, Suécia; enquanto artista, pedagoga e diretora artística atuou em festivais internacionais na Itália e Áustria.

* Como atriz: Os Fuzis da Senhora Carrar, de Bertold Brecht, dirigido por Renato Icarahy, em dezembro de 2012 – Locais: CAL e Arena da Escola Técnica da Fiocruz/Manguinhos/RJ;A volta da velha senhora, de Friederich Durrenmatt, dirigido por Renato Icarahy, em junho de 2013 – Local: CAL; Uma peça por outra, de Jean Tardieu, dirigido por Luiz Furlanetto, em setemro de 2013 – Local: CAL; Sete gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigido por Paulo Afonso, em dezembro de 2013 – Local: CAL; Ladrões, dirigido por Ole Erdmann, em junho de 2014 - CAL; Noises off, adaptado e dirigido por Luiz Valcazaras, em novembro de 2014. Local: Teatro Sérgio

* Como atriz física e artista premium integrou um elenco com 35 artistas do mundo inteiro implementando uma nova visão de entretimento em um projeto do Emir do Qatar.



Olavo Gomes:

Formado no curso profissionalizante de atores da Casa das Artes das Laranjeiras, em 2014.

Espetáculos:

Os Fuzis da Senhora Carrar, de Bertold Brecht, dirigido por Renato Icarahy, em dezembro de 2012 – Locais: CAL e Arena da Escola Técnica da Fiocruz/Manguinhos/RJ;

■ A volta da velha senhora, de Friederich Durrenmatt, dirigido por Renato Icarahy, em junho de 2013 – Local: CAL;

■ Uma peça por outra, de Jean Tardieu, dirigido por Luiz Furlanetto, em setemro de 2013 – Local: CAL;

■ Sete gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigido por Paulo Afonso, em dezembro de 2013 – Local: CAL;

■ Ladrões, dirigido por Ole Erdmann, em junho de 2014 - CAL;

■ Noises off, adaptado e dirigido por Luiz Valcazaras, em novembro de 2014. Local: Teatro Sérgio Britto.

■ O Alienista, de Machado de Assis, adaptada e dirigida por Francisco Hashiguchi, com supervisão de direção de Renato Icarahy, em maio de 2018. Local: Sala Glauce Rocha (UNIRIO).



Pérola Amaral:
Atriz formada pela CAL, graduada em Publicidade pela UFF – Universidade Federal Fluminense, Ilustradora e Escritora. Artista desde criança, comecei aos cinco anos com o ballet. Ainda criança, surgiram meus primeiros textos e desenhos, que aos poucos deram lugar a contos, poesias e fanzines. Na adolescência, descobri as artes cênicas e o circo; e logo eu me apaixonei pela sétima arte também.



Reyson Moraes: 

Formação Artística e Cursos Livres:

CAL – Faculdade CAL Artes Cênicas 2015 - 2018 - Rio De Janeiro

- Curso de Interpretação em Teatro pela Escola de Teatro ARTECENA – Manaus (2012-2015);

- Oficina “Onde eu meto meu nariz – “Um Convite ao Direito de Errar” com a Cia

dos Notáveis Clowns – Belém - Pará. (2014);

Trabalhos:

- “Yerma” de Federico García Lorca direção de Leonel Worton. (2014) – Manaus;

- “ Encanta: Histórias do Mundo ” dirigido e escrito por Roger Barbosa. Vencedor dos Prêmios de Melhor Texto Original e Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil no 11º Festival de Teatro da Amazônia. (2014);

- Peça Teatral “De Sol a Sol” dirigido e escrito por Roger Barbosa. Melhor Espetáculo pelo Juri Popular no 11º Festival de Teatro da Amazônia. (2014);

- “Abajur Lilás” de Plínio Marcos direção de Leonel Worton. (2014) – Manaus;

- ‘’Rasto Atrás’’ direção de Antônio De Bonnis - Rio de Janeiro (2016);

- ‘’ Prova De Fogo’’ e ‘’A Lira Dos Vinte Anos’’ direção de Adriana Maia – Rio de

Janeiro (2017);

- ‘’Berro’’ direção de Marcelo Morato - Rio de Janeiro (2018);


- ‘’Discórdia’’ direção de Francisco Hashiguchi - Rio de Janeiro (2018)



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