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[News]Do Festival Assad ao Rock In Rio: Badi Assad se prepara para voltar aos palco

 

Do Festival Assad ao Rock In Rio: Badi Assad se prepara para voltar aos palco

Cantora se apresenta no dia 30 de julho em São João da Boa Vista e nos dias 2, 3 e 4 de setembro na Cidade Maravilhosa


Badi Assad (Divulgação)

Badi Assad, uma das artistas mais versáteis do país, está finalmente voltando aos palcos após o período de afastamento pandêmico. Ao lado de seu irmão Sérgio e da sobrinha Carolina, a artista se apresenta no Festival Assad no dia 30 de julho, trazendo composições de seu novo álbum “Ilha” e outras quando performa em combinações entre  duos e trio com a família. Já nos dias 2, 3 e 4 a cantora divide palco com a Orquestra Mundana Refugi, no palco Rock Street Mediterrâneo no Rock In Rio.

A história musical da Família Assad tem início na década de 1950 com Seu Jorge (bandolinista autodidata) e a esposa Dona Ica (intérprete e amante das Serestas). Ambos passaram aos filhos Sérgio, Odair e Badi, a paixão pela música, mas não imaginaram que ela viria a ser o diferencial que faria dos ‘Assad’ músicos conhecidos em todo o mundo.


Com uma sensibilidade típica dos grandes mestres da música, Seu Jorge logo viu o talento dos filhos Sergio e Odair e depois de se certificar que era esse também o desejo das crianças, se mudou com a família para o Rio de Janeiro já disposto a investir no talento musical dos pequenos. Na cidade, Sérgio e Odair estudaram violão clássico, por sete anos, com Monina Távora – ex-pupila de Andrés Segovia – e desde então não pararam mais. Em 1970, começaram a investir na carreira internacional e ganharam o mundo, prêmios e o merecido reconhecimento.

Ao ver assegurada a carreira dos filhos, Seu Jorge e Dona Ica dedicaram-se à formação da filha mais nova Badi. Inspirada pelos irmãos famosos, a sanjoanense começou a estudar violão aos 14 anos, desenvolveu estilo próprio e mergulhou no universo da música. Ainda jovem, gravou discos nos Estados Unidos e  na Europa, conquistou uma promissora carreira internacional e plateias do mundo todo. E se o talento para a música está no DNA, isso ajuda a explicar o sucesso que já fazem outras gerações da Família, aqui representada por Clarice (filha de Sérgio) e Carolina (filha de Odair), talentos presumíveis pela herança genética e consolidados com muito trabalho.

Agora, a família de músicos realiza o Festival Assada dos dias 27 a 31 de julho em São João da Boa Vista com diversas apresentações musicais e masterclasses. Confira a programação completa: https://festivalassad.com.br/programacao/

Rock In Rio

Badi Assad também vai subir ao palco do maior festival de música do país, o Rock in Rio. Como participação especial da Orquestra Mundana Refugi, no palco Rock Street Mediterrâneo, representando a Itália, a artista cantará, entre outras, As Caravanas, de Chico Buarque, traduzida para o italiano e Estate (de Bruno Brighetto e Bruno Martins) que ficou famosa na voz de João Gilberto.

BADIART

Embasando-se nas artes como veículo fundamental para uma comunicação interpessoal e sem fronteiras, mas onde a excelência de seus exercícios nos leva ao que chamamos de Arte, Badiart amplia a gama de atuação artística, misturando à música, principal fonte de expressão de Badi, outras investigações ligadas ao teatro, dança, literatura, saúde física, mental e espiritual. Um caminho para refazer os processos de descoberta de um corpo que tem ritmo, atua, canta, dança e como tal se manifesta.

Esta imersão poderá ser presenciada entre os dias 26 e 28 de agosto na Fazenda Serrinha em Bragança Paulista. Mais informações no site: https://www.badiassad.com/badiart

Violonista, cantora, malabarista vocal e compositora, Badi Assad emergiu como uma das artistas mais versáteis de sua geração. Com 20 álbuns lançados em todo o mundo e mais de 40 países visitados, seu CD Wonderland de 2006 foi selecionado entre os 100 melhores da prestigiada BBC London  e também foi incluído entre os 30 melhores da Amazon.com. Em 2018 o filme sobre sua vida ‘Badi’ ganhou vários prêmios nacionais e internacionais, como o de melhor documentário no LABAFF (Los Angeles Brazilian Festival de Cinema).

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