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[Crítica] O GRITO



Sinopse:

Em uma casa, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante.

O produtor Sam Raimi traz uma nova e aterrorizante versão do clássico de horror. Dirigido por Nicolas Pesce, O GRITO é estrelado por Andrea Riseborough, Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver. Com roteiro de Nicolas Pesce e Jeff Buhler, O GRITO é baseado no filme "Ju-on: O Grito (Ju-On: The Gruge)", escrito e dirigido por Takashi Shimizu. O GRITO é produzido por Sam Raimi, Rob Tapert e Taka Kahane, Erin Westerman, Brady Fujikawa, Andrew Pfeffer, Roy Lee, Doug Davison, John Powers Middleton e Schuyler Weiss.

Trailer legendado:






Trailer dublado:



O que eu achei?


As presenças espirituais negativas continuam suas perseguições, num ciclo de amaldiçoados que parece um tempo sem fim de horror. A abertura traz uma breve recapitulação do que aconteceu anteriormente, reforçando a máxima "quando alguém morre em um momento de raiva, seu espírito rancoroso retorna para aterrorizar as pessoas vivas".

Sob a direção de Takashi Shimizu, o filme mostra um exercício bem elaborado da linguagem cinematográfica. Durante 102 minutos, acompanhamos o desenrolar de uma nova investigação em torno da maldição que destruiu as vidas dos desafortunados da produção anterior. Sarah Michelle Gellar (a eterna "Buffy, a Caça-Vampiros") faz uma ponta mas seu destino é logo traçado. As irmãs Karen e Aubrey travam suas disputas, vivem suas perseguições, lutam, mas não há solução para vencer os espíritos malignos que se apossaram da casa.

Música (trilha sonora de Christopher Young) e fotografia (Katsumi Yanagijima) dão o tom do filme, mas a história não tem muito mais a acrescentar. Poderia ser mais bem elaborado, apesar do cuidado com a cenografia (Tatsuo Ozeki), mas para os fãs de suspense psicológico é um bom programa.



Paula Ramagem

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