18 dezembro 2018

[Programação] Teatro da semana

   Confira a programação de teatro da semana:

                   Shopping da Gávea:

Diário de Pilar na Grécia, sábados e domingos às 17h, até 23 de dezembro. 60 a inteira e 30 a meia.


Pilar é uma menina muito esperta e bem humorada. Ela mora com a mãe e o avô Pedro. Não conheceu o próprio pai, que “misteriosamente” saiu de sua vida, antes mesmo dela nascer. Um dia seu avô parte para uma viagem rumo à Grécia, e ela morrendo de saudades, resolve viajar também. Mas logo depois recebe a notícia de que seu avô não voltará mais de lá… Inconformada e decidida, Pilar encontra um presente deixado por ele: uma rede mágica que pode levá-la a qualquer lugar que desejar.

Junto com o gato Samba e o seu grande amigo Breno, Pilar embarca em busca do seu avô, e descobre alguns dos maiores mistérios da vida e o fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis.

Diário de Pilar na Grécia é uma comédia infanto-juvenil, feita para toda a família, que de maneira leve e divertida, revela histórias e curiosidades sobre o berço da civilização, a partir da ótica dos Deuses, valorizando a amizade, o companheirismo e a coragem.

Com texto ágil, inteligente e delicado, a história narra as peripécias de nossa protagonista com seus amigos, numa viagem inesquecível.

A peça reúne um time de profissionais de alta excelência do mercado cultural. O elenco é formado por Miriam Freeland (idealizadora e protagonista), Roberto Bomtempo, Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira e Pedro Monteiro, sob a direção de Symone Strobel, que também entra em cena.

O inoportuno, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. Até 23 de dezembro, Inteira 80 e meia 40.

Ambientada no sótão decadente de uma casa abandonada em Londres. Três personagens: Mick (Well Aguiar) divide um apartamento com seu irmão mais velho Aston (André Junqueira), este traz para dentro de casa Davies (Daniel Dantas), um velho, supostamente um mendigo, que resgatou numa briga em um bar. Com pena do homem, Aston lhe oferece a casa como abrigo até que ele se recupere fisicamente e consiga organizar seus documentos, ora extraviados. Ao longo da trama, obrigados a conviver mais próximos do que desejariam, os interesses, mentiras e conflitos vão se revelando e provocando mudanças no comportamento dos personagens, que navegam entre amor e ódio, pena e repulsa, solidão e tristeza.


Escrita em 1959 e estreou em Londres no ano seguinte com enorme sucesso. Foi com esta peça que Pinter passou a ser conhecido e tornou-se um dos dramaturgos mais respeitados e discutidos em todo o mundo, assim permanecendo até sua morte, três anos depois de ter recebido o prêmio Nobel de literatura em 2005. Influenciado inicialmente por Samuel Beckett – e também por Franz Kafka – Pinter foi um dos mestres do teatro d0 absurdo, expressão criada por Martin Esslin nos anos 50 do século passado. Depois de um tempo, ele desenvolveu um estilo próprio e as características de suas peças são únicas, marcantes, como a ambiguidade, a iminência do desastre, a passagem do tempo, as possíveis verdades e mentiras, as falhas da memória e, claro, as famosas pausas. Tudo isso está presente em “O Inoportuno”, um drama com pinceladas de tragédia e de comédia, que aborda a impossibilidade de comunicação, envolvendo personagens marginais e solitários. A peça, com o título de “O Inoportuno”, foi montada pela primeira vez no Brasil em 1964, pelo Grupo Decisão, com direção de Antônio Abujamra. É considerada como uma das obras-primas de Pinter.
  
  Os homens querem casar e as mulheres querem sexo 2,sábados ás 22:50, até 22 de dezembro. 70 a inteira e 35 a meia.

Se em “Os Homens Querem Casar e As Mulheres Querem Sexo”, Jonas (Carlo Simões) entra em crise após ser abandonado no altar pela terceira vez e se desespera por constatar que é apenas usado sexualmente pelas moças, agora duas revelações mudam sua vida. Ele encontra Deus (Drika Matos) e descobre que, além de mulher, o Divino é cearense. É quando Deus propõe a Jonas passar a sentir tudo que as mulheres sentem para entender, enfim, a visão feminina sobre o universo masculino. “Além de atender a um pedido do público para que a peça ganhasse sequência, esta continuação tem muito do amor que sinto pelo mundo feminino e pelas nordestinas, em especial pelas cearenses. Já namorei quatro e acho que o humor das nordestinas está relacionado diretamente à inteligência”, relata Carlo.

A demitida,quintas às 21:30,até 20 de dezembro. 60 a inteira e 30 a meia. 

Família estruturada composta por pai, mãe, um casal de filhos e a empregada doméstica

se veem diante de novas situações com a demissão da matriarca. Fato que mexe com todo
o cotidiano dessa família e traz dúvidas e afirmações à tona para serem discutidas. Júlia,
a mãe, avalia sua importância e futuro papel na família; sempre muito preocupada também
com a própria vaidade e no quanto essa demissão pode mudar o rumo de sua vida, até
mesmo sua forma física e mental. Patrícia, filha consumista ao extremo, não mede
consequência de seus gastos, simplesmente por considerar que cada despesa não é nada
menos que uma prova de amor para consigo mesma. Júnior, filho muito atencioso e
dedicado à mãe; inteligência não é o seu forte, mas se preocupa com o bem estar da
família. Vive o dilema da abertura do diálogo sobre sua sexualidade que já é bem definida.
Josevânia, é uma doméstica, que por servir a família durante anos, tornou-se intimamente
um membro dela. Debochada, tem humor satírico palpitando em tudo. É convencida de si
própria e se acha uma diva incompreendida. Carlos, o pai, é quem menos mostra
preocupação com o fato do desemprego da mulher, talvez pelo conceito de que essa
mudança agora lhe dará uma esposa mais dedicada, uma “Amélia” nas obrigações
matrimoniais. Obrigações estas que são refletidas em cena. Sua preocupação maior é a
dúvida sobre a sexualidade do filho.

Doidas e santas,sextas e domingos às 20h e sábados ás 21h.Até 24 de fevereiro.Sexta 80 a inteira e 40 a meia.Sábado e domingo 90 a inteira e 45 a meia.Ingresso popular no valor de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). Este valor é disponível somente para vendas antecipadas na bilheteria do teatro.

A peça conta a história de Beatriz (Cissa Guimarães), uma psicanalista no auge da carreira, mas em crise no casamento. Seu marido (Giuseppe Oristânio), acomodado e machista, não tolera a ideia da separação. Depois de vinte anos de casamento, está cada vez mais distante, mais surdo, mais mudo, mais morno, mais jogado no sofá. Ao mesmo tempo, a mãe de Beatriz, a extravagante D. Elda (Josie Antello), voltou a morar com ela e vive às turras com a neta adolescente (também Josie Antello).

Um dia, depois de uma conversa reveladora com sua irmã, a solteirona Berenice (também Josie Antello), Beatriz decide dar um basta. Separa-se de Orlando e resolve abraçar os prazeres da vida. O tempo passa e a nova vida de Beatriz parece finalmente seguir como ela sempre sonhou, até que um dia Orlando volta a procurá-la, e o que tem a lhe dizer muda mais uma vez seus planos.

                            CCBB Rio de Janeiro

Teatro Natal Brasileiro, entrada franca.
O CCBB Rio apresenta “Natal Brasileiro” de 8 a 23/12 com programação que inclui contação de história, apresentação do Coral Centro de Música Jim Capaldi e a peça “Noite Feliz” da Cia Pequod. Atividades gratuitas para a família inteira celebrar o Natal em clima de paz e confraternização.


NATAL BRASILEIRO 2
Nos dias 8 e 9 (sábado e domingo), às 18 horas, o contador de histórias Joaquim de Paula conta em 50 minutos a saga de um grupo de pastores que, ao saber do nascimento de Jesus, resolve peregrinar até o local para lhe homenagear em “Uma árvore para o Natal”. A viagem vira uma aventura, pois se perdem no caminho. Quando chegam em uma pequena gruta em Belém, constroem uma torre no formato de árvore e depositam os muitos presentes arrecadados em oferecimento ao nascimento de Jesus. O evento acontecerá na sala 26, no 4o andar do CCBB.

Nos dias 15 e 16, às 18 horas,Ilana Pogrebinschi apresenta “Contos de Paz”, histórias com o espírito natalino e que de maneira lúdica falam da fraternidade entre os seres humanos, os reinos da natureza e a esperança de um mundo melhor. A contadora utiliza bonecos, música e a participação do público que, no último conto, será personagem da história. Canções natalinas tradicionais serão tocadas ao violão e flauta transversa. O evento terá duração de 50 minutos e será realizado na sala 26/4º andar.

O Coral Centro de Música Jim Capaldi, formado por crianças e adolescentes moradores de comunidades cariocas e integrantes do projeto social da Fundação São Martinho apresentará canções natalinas populares na rotunda do CCBB, às 14 horas nos dias 22 e 23 (sábado e domingo). O grupo se apresentou recentemente no show do Roger Waters, quando fez coro em “Another brick in the wall”, sucesso do Pink Floyd.

A peça “Noite Feliz”, um musical que usa o teatro de bonecos para contar a história do nascimento de Jesus, será apresentada pela Cia Pequod, às 16 horas, nos dias 22 e 23 (sábado e domingo), no Teatro II.  Músicos e cantores interpretam canções criadas especialmente para o espetáculo que narra os fatos desde o casamento de Maria e José até a fuga da Sagrada Família para o Egito, sempre com graça e leveza. Nesta remontagem específica para a programação no CCBB, o humor é o elo entre as referências culturais da época e alguns aspectos atuais de cultura pop.

Já a Cia do Solo apresenta nos dias 22 e 23 (sábado e domingo), às 18 horas, duas histórias: “Pastoril Brincantes” e “A menina da Caixa de Fósforos”. A primeira narra o nascimento do menino Jesus inspirada no pastoril, folguedo popular de origem portuguesa e bastante difundido no nordeste brasileiro. Utiliza instrumentos musicais como violão, cavaquinho, acordeon e percussões diversas enquanto dois contadores dividem a narrativa por meio da palavra, do canto e de belíssimas imagens em nanquim da ilustradora Fran Junqueira.

A segunda história apresenta o conto do escritor Hans Christian Andersen sobre uma menina que tenta vender fósforos na noite de Natal, mas só recebe desprezo e indiferença dos transeuntes até que decide usar o calor da imaginação para conseguir tudo que deseja. A encenação tem duração de 50 minutos e ocorrerá no 4º andar – sala 26.

08, 09, 15, 16, 22 e 23/12 (sábados e domingos)
Contação de histórias: Em Cantos e Contos de Natal – Sala 26 – 4º andar – 18h

22 e 23/12 (sábado e domingo)
Coral Educagente – Rotunda  – 14h

22 e 23/12 (sábado e domingo)

Espetáculo “Noite Feliz” (Cia Pequod) – Teatro II - 2º andar – 16h

Os ingressos são distribuídos uma hora antes da sessão.


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