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[Resenha] Chinobyl

Sinopse:

Em 2015, Rafael Fontana se mudou para a China para trabalhar como professor na Universidade de Hebei, província próxima a Pequim. Em poucas semanas, havia se integrado àquilo que batizou de festas da fraude: eventos em que os estrangeiros eram contratados e apresentados como autoridades em assuntos diversos para a população local. E a China de mentira ia se descortinando na sua frente. Com a experiência de jornalista, decidiu investigar a fundo os tentáculos do Partido Comunista na vida dos chineses. Formou então uma rede de contatos, oriundos de diversas partes do mundo, dentro e fora do país, que colaboravam com informações em tempo real. De volta ao Brasil, foi contratado pela gigante chinesa do 5G Huawei, o que completou seu pacote de dados sobre a ação do PCCh no mundo. O que ele traz aqui pode ser comparado a uma bomba, já armada, e próxima de explodir. Sua investigação é um alerta para todos os países – especialmente o Brasil –, sobre questões de segurança e os mecanismos que a ditadura desenvolveu para minar democracias, controlar informações e expandir seu projeto totalitário para além de suas fronteiras
      
                                                            O quê eu achei?
Além do título inusitado-que achei super criativo-logo no começo do livro, antes do sumário, tem duas citações:

1)A China é um país que não existe no mundo real. Morei lá para conferir.

2)O povo chinês e sua cultura milenar merecem a nossa admiração. O mesmo não se pode dizer do Partido Comunista Chinês.

Nem precisei ler muito da obra para entender ambas as citações.Rafael Fontana é um jornalista nascido em SP e criado em Brasília que se mudou para a China alguns anos após começar a estudar mandarim e geopolítica asiática. Ele recebeu uma oferta para lecionar na Universidade de Hebei em 2015 assim que se mudou para lá, ficou impressionado- e horrorizado- com as farsas do PCCh(Partido Comunista Chinês) e do modo como está enraizado na população.

Já no primeiro dia em Pequim, sofreu uma tentativa de golpe de um motorista de riquixá, que tentou cobrar 300 yuans ao invés de 3.Depois, em um restaurante, tentaram empurrar-lhe comida para aumentar a conta.

Na universidade, fizeram-no participar de esquemas bizarros como participar de eventos fingindo ser um profissional de uma área completamente diferente, um esquema de fraudar as notas dos alunos para que ninguém seja reprovado e por aí vai.

Rafael montou uma rede de contatos do mundo inteiro enquanto lecionava e chegou a trabalhar no departamento de Português. 
Ele também relata episódios do avanço do domínio chinês pelo mundo, incluindo aqui no Brasil, como a apropriação ilegal de um terreno em Brasília e chegaram até mesmo a obrigar o governo do DF a mudar o projeto que conectaria 4 km da orla, desde o Morro da Asa Delta até o Pontão.

Esse é um livro que deve servir de alerta para todos sobre a ameaça da ditadura comunista chinesa!




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