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[Crítica] King´s Man:A Origem

 

Sinopse:

Em King’s Man: A Origem, quando um grupo formado pelos piores tiranos e criminosos mais cruéis de todos os tempos planeja uma ameaça capaz de matar milhões de inocentes, um homem é obrigado a correr contra o tempo na tentativa de salvar o futuro da humanidade.




 O quê eu achei?

Hoje foi dia de cabine de King's Man: A Origem e posso dizer que essa prequel que conta a história de como a organização foi fundada é tão boa quanto o primeiro filme!
Tudo começa na África do Sul em 1902, quando no meio da Guerra dos Bôeres, a esposa do general Orlando Oxford (Ralph Fiennes, divo como sempre), Emily (Alexandra Maria Lara) e mãe do jovem Conrad (interpretado na fase adulta por Harris Dickinson) é assassinada. Anos depois, eles começam a investigar uma série de acontecimentos envolvendo 3 primos bem influentes: o Rei George da Inglaterra, o kaiser Wilhelm da Alemanha e o Czar da Rússia Nicolau II, que acaba por culminar na Primeira Guerra Mundial após o assassinato do Arquiduque Ferdinando da Áustria pelo rebelde sérvio Gavrilo Princip.
Ajudados pelos fiéis servos Polly (Gemma Arterton) e Shola (Djimon Hounson)eles tem que descobrir quem é a mente por trás de tudo.
Embora não seja muito historicamente correto, a trama mistura fatos reais com ficção como um Rasputin(Rhys Ifans) bissexual e a lenda sobre a dificuldade em matá-lo.
Além do entretenimento garantido, a história apresenta uma interessante justificativa para a origem dos King'Man.
E certifique-se de assistir a cena pôs-créditos com Lenin, Erik Jan Hanussen (Daniel Brühl, sempre em ótima forma) e um convidado inusitado que abre margem para uma sequência!



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