17 julho 2018

[Programação] Teatro de 17 a 24 de julho

   Confira a programação de teatro de 17 a 24 de julho no Rio de Janeiro:

                          Teatro Bradesco:

  Laila Garin, 18 de julho (era dia 10 mas foi adiada), às 21h, de 60 a 100 reais.


Saudado pela imprensa em seu lançamento, ano passado, o primeiro álbum de Laila Garin e A ROda está prestes a ganhar um novo formato. Será lançado em DVD, em uma gravação dirigida por Ney Matogrosso.
Para o show de lançamento, dia 18 de Julho, no Teatro Bradesco Rio, Laila, Ricco Vianna (guitarra e violão), Rick De La Torre (bateria) e Marcelo Muller (baixo) , que juntos formam a  banda Laila Garin e A ROda,  mostram canções do álbum e do DVD, de compositores consagrados como Caetano Veloso (Não Me Arrependo), Alceu Valença (Na primeira manhã), Roberto e Erasmo Carlos (As curvas da estrada de Santos) e Chico Buarque (Deus lhe Pague), e também de novos compositores como Renato Luciano, Juliano Holanda, Dani Black. É um projeto de intérpretes, ao mesmo tempo muito autoral.
“Gosto de reforçar que esse não é um trabalho solo de uma cantora, mas sim de uma banda, coletivo em todos os sentidos", finaliza. Os arranjos são todos feitos pelos quatro integrantes da banda.
Conhecida do grande público por sua performance marcante em Elis, a musical, Laila Garin decidiu incluir no roteiro desse show um medley extraído de outro espetáculo, no qual canta sucessos da Elis ao lado da ROda, que vem arrebatando plateias nos teatros por onde já passou. O público vai ouvir canções como Como Nossos Pais, Upa Neguinho, Conversando no Bar e Ponta de Areia, entre outras, em novas versões e arranjos originais da ROda.

       O homem de La Mancha, dias 19 e 20 às 21h, dia 21 às 17 e 21h e dia 22 às 18h. De 75 a 180 reais.

O Homem de La Mancha volta aos palcos em temporada no Rio de Janeir

Superpodução dirigida por Miguel Falabella estreia dia 07 de junho no Teatro Bradesco.
São Paulo, 08 de maio de 2018 – O Homem de La Mancha, o emocionante musical de D. Quixote, estreia dia 07 de junho no Teatro Bradesco do Rio de Janeiro. Um ano depois da temporada de sucesso em São Paulo, que levou mais de 100 mil pessoas ao teatro, o premiado espetáculo de Miguel Falabella, produzido pelo Atelier de Cultura, desembarca em curta temporada na cidade maravilhosa. Os ingressos variam de R$ 37,50 a R$ 190 e já estão abertas as reservas para grupos a partir de 10 lugares.
A adaptação de Falabella transpõe a história original da peça “Man of La Mancha”, de Dale Wasserman, ao cotidiano brasileiro: da Inquisição Espanhola para um hospício brasileiro dos anos 50. A inspiração do diretor para cenários e figurinos é direta desse ambiente: as obras do artista plástico Arthur Bispo do Rosário, um dos internos da Colônia Juliano Moreira (RJ).
O enredo de “O Homem de la Mancha” traz a história de Miguel de Cervantes, poeta, ator de teatro e coletor de impostos, que é internado em um manicômio no final dos anos 1950. Junto com ele, é apresentado ao público seu criado, Sancho. O musical narra, a partir daí, diversos momentos que culminam na encenação da história de D. Alonso Quijana, fazendeiro tomado pela loucura que imagina ser D. Quixote, Senhor de La Mancha, um Cavaleiro Errante atrás de aventuras para combater o mal, assistir os indefesos e praticar o bem.
O espetáculo apresenta 27 números musicais, dentre os quais está a música “O Sonho Impossível”, um dos maiores ícones da história do teatro musical. A produção completa é composta por 92 profissionais, sendo 30 atores, 16 músicos e 46 integrantes da equipe técnica.
Nos papeis de Miguel de Cervantes e Dom Quixote de la Mancha está o ator Cleto Baccic, premiado em 2014, como Melhor Ator pela APCA. No mesmo ano, o espetáculo ainda foi eleito a melhor peça de 2014, pela mesma instituição, Melhor Musical pelo Júri de Críticos da Folha de São Paulo e Prêmio Aplauso Brasil, também como melhor musical. Em 2015 recebeu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical nas categorias Voto do Júri e Voto Popular.
“O Homem de La Mancha” estreou em 1965 na Broadway e é um dos musicais mais vistos no mundo. No Brasil, essa é a segunda vez que o espetáculo é montado. A primeira vez foi em 1972, com direção de Flávio Rangel, e versão das músicas por Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra. Era a vez de Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otello viverem os personagens Miguel de Cervantes/Dom Quixote, Aldonza/Dulcinéia e Sancho Pança, respectivamente.
A premiada produção fica em cartaz até 27 de julho e terá cinco sessões por semana, de quinta a domingo.

                        SESC Copacabana 
A invenção do Nordeste, de quinta a domingo, até dia 29, 30, 15 a meia, 7,50 para associados SESC e grátis para crianças até dez anos ou para estudantes de artes cênicas mediante apresentação de carteirinha.

Um diretor é contratado por uma grande produtora audiovisual para realizar a missão de selecionar um ator nordestino que possa interpretar com maestria um personagem também nordestino. Os atores refletem (e discordam) acerca de sua identidade, cultura, história pessoal e descobrem que ser e viver um personagem nordestino não é tarefa simples. Com Grupo Carmin (RN).

    Vocês que habitam o tempo, sexta a domingo, até 29 de julho, sexta e sábado às 20h e domingo às 19h, 16 anos. 30 a inteira, 15 a meia, 7,50 para associados SESC e grátis para PCG.

A peça sugere uma reflexão sobre a travessia do tempo. Texto de Valère Novarina. Direção de Antônio Guedes. No elenco: Oscar Saraiva, Fernanda Maia, Ângela Rebello, Sérgio Machado e Antonio Alves.

         The And,sexta, sábado e domingo até 26 de agosto, sexta e sábado às 19h e domingo às 18h, 16 anos. Grátis para PCG, 30 a inteira, 15 a meia e 7,50 para associados SESC.

                       Shopping da Gávea:
   A terapia da alegria, com Sérgio Mallandro, dias 21 e 22 de julho, às 20h, 90 a inteira e 45 a meia.

Em 2018 o humorista Sergio Mallandro inova mais uma vez, trazendo para os palcos do Rio de Janeiro a mais recente versão do seu stand up Comedy: “A Terapia da Alegria, com Sérgio Mallandro”. Neste espetáculo, Mallandro presenteia o público com INÉDITAS e hilárias histórias da carreira e da vida pessoal, além de manter no repertório as piadas e personagens que já se tornaram clássicos conhecidos do grande público, como o “General” e sua ex-mulher “Mary Leao”.
Apelidado pelos colegas como o “Fenômeno do Stand Up Comedy”, Mallandro vem lotando teatros em todo o país desde 2010. Contando com a participação intensa da plateia, Sérgio Mallandro abre sua intimidade e não economiza na auto crítica – em um Stand Up Comedy que surpreende. E então, qual é a porta que você quer abrir?

    Dora no teatro, dias 21 e 22 de julho ás 16h, 70 a inteira e 35 a meia
Embarque em várias aventuras com a turma da Dora A Aventureira das telinhas para o teatro, Dora e seus amigos Beni e Isa vão tentar realizar uma festa surpresa para o seu amigo “BOTAS” o macaco, será que o Raposo vai deixar a festa acontecer?
Além do aniversário do Botas, eles brincam de concurso de dança, de espiões e muito mais. Venha se divertir com essa incrível adaptação das telas para os palcos, as crianças conversar e ajudam a mochila e o mapa da Dora a escolher o melhor caminho a seguir, deixando o teatro muito interativo.

   Loloucas, sexta e sábado às 21h e domingo ás 20h, 90 a inteira e 45 a meia, 50 inteira popular e 25 a meia popular

As reflexões que costumam acompanhar a entrada na casa dos 50 anos podem gerar mudanças, crises e às vezes grandes transformações. Com a atriz, autora e roteirista Heloísa Périssé o resultado foi a comédia Loloucas (em alusão a seu apelido, Lolô), que também exalta a amizade – com a parceira de longa data Maria Clara Gueiros, com quem divide o palco, e Otávio Muller, diretor da montagem. As atrizes dão vida a duas velhinhas para falar, com humor, sobre a inexorável passagem do tempo e os laços que as unem. Apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros, a peça estreia em 20 de julho, no Teatro dos Quatro, onde cumpre temporada até 30 de setembro. A atriz ainda se desdobra em outro projeto teatral paralelo: o musical infantil Lololendi, que ocupará o mesmo teatro, em sessões vespertinas aos sábados e domingos.
Quando cheguei aos 50 anos, pensei: não vou ter mais 50 pela frente. Então, quero canalizar essa energia de uma forma sábia, resume Heloísa, sobre seu momento de vida. Pensei inicialmente em fazer um monólogo, mas ao dar vida à interlocutora da minha personagem pude trazer para este projeto uma amiga muito querida, com quem trabalho há uns 30 anos, explica Heloísa sobre a parceira de cena, Maria Clara Gueiros.
No espetáculo, as velhinhas, assíduas frequentadoras de teatro, chegam atrasadas a uma peça e, ao tentarem ir embora, se dão conta que estão no palco, onde, a partir daquele ponto de vista inédito, acabam se abrindo sobre suas histórias de vida e virando protagonistas de seu próprio espetáculo.
Quem costura a trama é o experiente ator e diretor Otávio Muller, que optou por uma cena sóbria, elaborada pelo cenógrafo Dado Marietti, onde o foco é o trabalho das duas atrizes: A coisa que mais me interessa é a comunicação, baseada em um texto vivo. Em geral, vou pelo caminho do que é mais simples, como fazia o Asdrúbal (Trouxe o Trombone), por exemplo, e como fiz n’A vida sexual da mulher feia e em Josephine Baker, duas experiências especiais que vivi como diretor, explica Otávio.
A opção pela montagem despojada é percebida também na caracterização das personagens, sintetizada nos figurinos de Teca Fichinski, que dispensam acessórios como perucas e dentaduras. O mais importante é o trabalho de corpo, voz e interpretação, em detrimento de suportes muito literais, destaca o diretor, que conta ainda com a iluminação de Paulo Cesar Medeiros.
Autora do texto e também das letras musicadas por Max Viana, diretor musical e compositor da trilha sonora da peça, Heloísa analisa: A grande conclusão é que a vida começa a acontecer na sua plenitude quando se perde o medo de perder. A partir de uma certa idade, podemos nos sentir mais livres de julgamentos. É um momento maravilhoso, onde, sem medo, se perde o telhado para ganhar as estrelas. E as duas personagens ensinam a envelhecer com muita alegria.

    O livro dos espíritos-A saga de Kardec, 14 anos, quartas às 21h e quintas ás 18h, 70 a inteira e 35 a meia

Inspirada no livro homônimo de Kardec, a peça “O livro dos espíritos – A saga de Kardec” é uma adaptação de passagens específicas de vida do educador, escritor e tradutor francês Hippolyte León Denizard Rivail, no século XIX, desde o momento em que é apresentado a experiências mediúnicas, abordando as sessões de mesas girantes, suas pesquisas, o amadurecimento de sua fé, o contato como Espírito da Verdade e as dificuldades pelas quais passou na época, até a decisão de publicar o seu primeiro livro sobre a Doutrina Espírita, chamado “O livro dos espíritos”, sob o pseudônimo de Allan Kardec.

        Os caras, 14 anos, de 2 a 30 de julho, segundas às 20h, 50 a inteira e 25 a meia

O Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, apresenta o Show de Stand Up Comedy Os Caras a partir do dia 2 de julho, 20h.
A cada segunda-feira, o espetáculo Os Caras traz no elenco os comediantes Matheus MAD (roteirista na Flocks TV, integrante do grupo “Os caras” e vencedor do quadro “Qual é sua graça”, da Rádio Globo), Jeffinho Farias (conhecido popularmente por “Ceguinho da Praça é Nossa” do SBT), Kwesny Mendonça (youtuber, ex Pânico na Band) e Yuri Marçal (conhecido por seu personagem Michelzinho de Oxóssi, semifinalista do quadro Quem Chega Lá do Domingão do Faustão e com milhões de visualizações em seus vídeos na sua fan page.)
O quarteto resolveu se juntar e criar um grupo de humor a fim de movimentar o cenário do stand up carioca. Ao início da peça, elenco interage com a plateia, em seguida, cada humorista faz o seu show e logo depois apresenta o convidado da noite.
No dia 2 de julho Hélio de La Peña (ex Casseta e Planeta) sobe ao palco dos comediantes que receberão também: Cezar Maracujá (dia 9/07), Marcos Castro (dia 16/07), e Maurício Meireles (23/07) e por último Marcelo Smigol (dia 30/07)

   Lololand, de 21 de julho a 30 de setembro (não haverá apresentações nos dias 18 e 19 de agosto)sábados e domingos às 17h, 40 a inteira e 20 a meia.

Heloísa Périssé está de volta aos palcos e em dose dupla. Além de escrever e atuar na comédia Loloucas, em que fala da passagem do tempo e da amizade, a atriz, autora e roteirista assina outro projeto simultaneamente, desta vez destinado ao público infantil. O musical Lololendi, idealizado em parceria com o diretor Paulo Dimantas, ocupa o mesmo Teatro dos Quatro que abrigará o espetáculo adulto, em sessões vespertinas nos fins de semana, a partir de 21 de julho. Com copatrocínio da Vivo, forte incentivadora do teatro brasileiro, a peça fica em cartaz até 30 de setembro e conta a história de uma ex-dona de cantina de escola que vira cuidadora de crianças e, sem abrir mão da tecnologia, mostra a elas que há todo um mundo de brincadeiras e aventuras além da telinha do celular.
“Eu e Paulinho (Paulo Dimantas, diretor, roteirista e produtor, enteado da atriz) há um bom tempo pensamos em fazer algo juntos. E sempre que a família se reúne, inventamos brincadeiras para Pietra, a filha dele de 5 anos, e isso, aos poucos, foi se desenhando em um projeto e dando material para bolarmos a peça”, explica Heloísa, que escreveu o texto, montado com a direção de Paulo. “Comecei minha carreira trabalhando com teatro infantil e sempre quis fazer uma personagem que fosse uma mistura de Mary Poppins, Noviça Rebelde e Nanny McPhee”, confessa a atriz.
No musical, Lolô é ex-dona da cantina de uma escola, que fecha por causa da crise. Pressionada pelas dívidas e por Leleco Casas (Vitor Thiré) – rico proprietário de vários imóveis da região, que faz de tudo para comprar a casa que é da família dela há várias gerações –, Lolô resolve virar cuidadora de crianças e resgatar brincadeiras da sua época como pique esconde, pique pega e pula bandeira. Ao perceber e despertar o talento e as habilidades de cada criança em áreas como esportes, moda, culinária, música e contação de histórias, Lolô faz de sua casa – que, desde pequena, acredita ser encantada – um lugar de magia e diversão, o sonho de qualquer criança: a Lololendi. Quem pontua a história como narradores são os cachorros Arroz e Feijão, que vivem no quintal da casa, bonecos manipulados por Thaisa Violati e Alexandre Guimarães, que pularam da realidade para a ficção: “São os nomes dos meus cachorros de verdade. E eu e Paulinho já nos divertíamos, inventando vozes e personalidades para eles, nas brincadeiras com Pietra e resolvemos colocá-los na peça”, diverte-se Heloísa.
Para criar esse mundo fantástico, o diretor Paulo Dimantas elaborou uma cena em que a tecnologia marcasse presença, com uso de projeções e vídeo mapping (criados por Dado Marietti e Bruno Grieco), e ao mesmo tempo destacasse o caráter lúdico das brincadeiras que atravessam gerações, concretizada na cenografia colorida e geométrica de Teca Fichinski, que assina também o figurino. Seguindo a mesma linha, a luz de Maneco Quinderé acentua o lado mágico e alegre que permeia o espetáculo: “Não há como ignorar que as crianças são tecnológicas hoje em dia, mas pensamos em usar isso de uma forma que elas conseguissem ser crianças e ao mesmo tempo não ficassem bitoladas nesse mundo cibernético; que o celular, ao invés de tomar conta da vida delas, fosse uma ferramenta para explorar suas habilidades”, explica Paulo
A trilha sonora inédita, com letras de Heloísa Périssé e melodias do diretor musical Max Viana (há ainda um música assinada por Raquel Farias) é interpretada pelo elenco, que canta e dança as coreografias criadas por Johayne Hildefonso e Gisele Bastos.
Em breve, a peça irá extrapolar o palco para ganhar um canal no Youtube: “A história tem potencial para vários desdobramentos. Temos várias ideias a partir desse trabalho e essa é uma que já iremos colocar em prática”, adianta Heloísa.


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