22 março 2018

[Crítica] A Livraria

Sinopse: No final da década de 50, uma mulher recém-chegada em uma pacata cidade do litoral da Inglaterra decide abrir uma livraria. Contudo, sua iniciativa é vista com maus olhos pela conservadora comunidade local, que passa a se opor tanto a ela quanto ao seu negócio, obrigando-a lutar por seu estabelecimento.
O que eu achei?
Françoise é  uma viúva que reside numa pequena vila, neste lugar todos sabem da vida de todos e sempre foi apaixonada por livros, então decide abrir uma pequena livraria. Mas não imagina o que irá acontecer a partir desta decisão. 

Françoise enfrentará uma mulher poderosa da vila, pois a mesma deseja criar um Centro de Artes no mesmo local. Ela contará apenas com o apoio próprio, enquanto capta recursos para abrir sua livraria enfrentará banqueiros, pessoas ricas e pessoas desprovidas de cultura.
A personagem é sem sal, não chama atenção e tem um olhar triste que ao invés de me sensibilizar, hora ou outra me irritava por não ver felicidade em seu rosto. Acredito que esse era o real objetivo da direção, mas ainda assim me incomodou.
Retornando a história do filme...
Françoise conseguirá abrir sua livraria e contará com o apoio de uma jovem ajudante que estará ao teu lado até o fim. 

No meio do filme Françoise conhecerá um viúvo rico e recluso, ele é apaixonado por livros e  começam a se aproximar através da venda dos livros a distância, dono de humor único e muitas vezes gélido. Françoise encontra enfim alguém que realmente apoie seu sonho, mas nem tudo será  perfeito e muitas reviravoltas virão. E o final é  de surpreender.
O filme tem uma bela fotografia, lugares incríveis, mas pecou em ser tão bucólico, tão devagar. Mas para apaixonados por livros o filme será satisfatório.

Assista ao trailer:



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