31 julho 2018

[Crítica] Uma quase dupla

Sinopse:
Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio (Cauã Reymond) receberá a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla (Tatá Werneck) nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalhará a solução do caso.

O que eu achei?
Keyla é convidada pela polícia de uma pequena cidade para ajudar a descobrir o assassino de uma mulher.Claudio é um policial meio tonto, abobalhado e super mimado pela mãe.
Logo que chega na polícia local descobre que seu parceiro não é um policial tão dedicado.

Keyla irá ter que se dedicar por dois, afinal Claudio tende a proteger os moradores de sua cidade e não consegue perceber os riscos que ele e sua parceira correm.
Claudio terá por diversos momentos para se destacar na carreira, mas perde a oportunidade de ir atrás do verdadeiro culpado da série de assassinatos que ocorre na cidade.
O que ambos irão perceber é que terão em comum pessoas que tendem "a irritar as outras pessoas", mesmo que seja apenas por sua voz ou forma de agir, as pessoas que são assassinadas são meio que "excluídas" pelo assassino, causando assim sua fúria e consequentemente suas mortes.

Um filme repleto de momentos para arrancar gargalhas do público, mas que falha com um roteiro raso e que decide apenas mostrar o lado cômico dos personagens.
Este filme será o típico filme para fazer apenas rir!
Única coisa maravilhosa neste longa é a atuação impecável de Kauã  Reymond e TatáWerneck.

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