03 julho 2018

[Programação] Teatro de 3 a 10 de julho

    Confira a programação de teatro no RJ da semana:

                Teatro da Gávea

Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste? , sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. 80 reais, valor único.

A partir de 1º de junho o Teatro das Artes recebe a comédia romântica “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, de Yuri Ribeiro, com argumento do próprio autor em conjunto com Claudia Wildberger. Para contar a história do casal Andréia e Daniel, o diretor Jorge Farjalla optou por uma linguagem poética e lúdica para criar uma montagem não realista, transformada em fábula.
Se valendo da atualidade do tema, Yuri Ribeiro, que também está como ator, resolveu transformar sua experiência de vida em espetáculo teatral. O espetáculo aborda as várias fases de um relacionamento amoroso, prometendo deliciosas risadas e muita reflexão. No palco, Paula Burlamarqui dá vida a Andrea, uma mulher mais “experiente” que casa com Daniel, interpretado por Ribeiro, um rapaz que tem uns bons anos de experiência a menos que ela. O filho de Andrea, Caio (Vitor Thiré), brincalhão e piadista, não se dá muito bem com “a espécie de irmão mais velho que ele arrumou”.

Vou Deixar De Ser Feliz Por Medo De Ficar Triste? é uma produção da CW MARKETING em parceria com a BRAIN +. Espetáculo com aproximadamente 70 minutos de duração, promete conquistar um público diversificado, emocionando e, principalmente, divertindo com um humor leve e inteligente.

A guerra não tem rosto de mulher, terça e quarta às 20h, últimos dias. 60 a inteira e 30 a meia.

A narrativa oficial das guerras é masculina. Na imensa maioria dos casos, conhecemos a história através de depoimentos de homens, sejam eles soldados, comandantes, capitães, presidentes ou historiadores. Recém-premiada com o Nobel de Literatura, a escritora bielorrussa Svetlana Alexievich entrevistou centenas de mulheres que sobreviveram à Segunda Guerra e transformou os relatos no premiado livro ‘A Guerra Não Tem Rosto de Mulher’.

Pela primeira vez, a obra chegará aos palcos brasileiros, no espetáculo homônimo concebido e dirigido por Marcello Bosschar, com estreia marcada para dia 1 de julho no Teatro Poeira. Em cena, Carolyna Aguiar, Luisa Thiré e Priscilla Rozenbaum dão voz às heroínas de guerra, em relatos que dão conta de temas tão complexos quanto o conflito em que estão envolvidas.

Bosschar conta que a autora precisou insistir muito para falar com as esposas dos “heróis” da guerra. ‘Elas são heroínas, mas se acostumaram aos bastidores por terem, segundo os maridos, uma versão menos ‘cinematográfica’ dos fatos. Svetlana deixa que as lembranças dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente de morte. Muitas queriam falar sobre o amor, a menstruação, as lágrimas e a sensação horripilante de matar alguém pela primeira vez’, diz o diretor.

Apesar do valor histórico e documental em cena, a proposta da direção foi a de privilegiar o humano em cena. Todas as referências de tempo e lugar foram retiradas da adaptação, assinada por Bosschar em parceria com as três atrizes. O palco estará desnudo e as imagens serão todas compostas através da coreografia e do movimento das intérpretes.
A ideia é que elas conduzam o público neste profundo mergulho pelos horrores da guerra, mas também os façam entrar em contato com os eventos cotidianos no front e nas batalhas. Do alistamento das jovens – que não faziam ideia do que iria acontecer com elas – ao anúncio do fim da guerra, vão passar pelo palco histórias de perdas, lutas e superações, mas também histórias de amor, amizade e afeto.
‘Ao retirarmos referências geográficas e culturais, fazemos com que “a Guerra” possa ser qualquer guerra, inclusive as urbanas que estão tão próximas de todos nós. O que restou foram mães, irmãs, filhos e avós. Todos nós entendemos a linguagem da perda, da esperança e do amor. A peça é universal pois é humana, são mulheres que morreram e outras que sobreviveram nas guerras passadas e nas presentes’, resume o diretor.

Aérea, quintas às 21h,60 a inteira e 30 a meia.Até 26 de julho.

Comédia sobre uma comissária de bordo totalmente descontrolada emocionalmente e que debita o seu destempero numa fixação doentia por um comandante que trabalha na mesma companhia aérea. Os sentimentos não são recíprocos, o que torna o desequilíbrio da personagem mais aguçado. Misturando vida pessoal com profissional, ela se perde em diferentes padrões de comportamento. “Aérea” explora e satiriza o universo aéreo pouquíssimo explorado pelo teatro. E discute com humor o comportamento, a postura e os códigos da relação tripulação versus passageiro.

Nem tudo está azul no país azul, sábados e domingos às 17h, 60 a inteira e 30 a meia.

Baseado na obra de Willian Shakespeare, a autora Gabriela Rabello escreve o texto “Nem Tudo está Azul no País Azul”, contada pela Cia Teatral ND através de músicas, danças e acrobacias. A história se passa no País Azul, um reinado onde as cores primárias, comandadas pelo autoritário Rei Azul, não podem se misturar para não perder a pureza de suas cores. No entanto, um decreto não pode controlar a diversidade, o afeto e a amizade. Leo, um rapaz vermelho e Lina, uma moça amarela, quebram essa barreira, casam-se e têm um filho laranja, dando início a esta aventura colorida que transforma o Reino Azul numa linda Aquarela.

O mágico de Oz- uma aventura em busca do sonho, sábados, domingos e feriados às 17h, 60 a inteira e 30 a meia.

Após grande sucesso nos últimos anos, o espetáculo “O Mágico de OZ, uma aventura em busca do sonho” volta aos palcos do Teatro Vannucci em 2018 para uma nova temporada encantando crianças e adultos.
Desde sua estreia, em 2014, a montagem recebeu ótimas críticas pela adaptação e direção (Carla Reis), canções originais (Bruno Camurati), cenário (Pedro Valério) e figurinos (Fernanda Lima. Foi eleita pela revista Veja Rio entre as cinco melhores peças em cartaz na cidade. Ganhou o prêmio de “Melhor Diretor de Teatro Infantil”, além de ser indicado em diversas categorias como: Melhor Espetáculo do ano, Melhor Texto, Melhor Ator e Melhor Atriz, na premiação do site Botequim Cultural.
O musical traz como destaque principal a linha tênue entre o bem e o mal através do conflito da famosa Bruxa Má do Oeste. A dúvida em escolher ser uma Bruxa Boa ou uma Bruxa Má conduz a história e que faz com que todos os outros acontecimentos se desenrolem na trama a partir deste ponto.
Com muito humor e emoção, coreografias e números musicais, cantados ao vivo, que inclui desde country até hip-hop na trilha, o espetáculo é moderno, mas mantém toda a essência do conto original e magia do mundo de Oz. Seus personagens lúdicos e inesquecíveis contam a trajetória de uma menina, um espantalho, um homem de lata e um leão que vão à procura do Mágico de Oz para realizar seus sonhos, mas são impedidos pela Bruxa Má. A partir daí, cada um deles descubra dentro de si qualidades que eles nem imaginavam que possuíam: inteligência (espantalho), sentimentos (homem de lata), coragem (leão).
Publicado pela primeira vez em 1900, ‘O Mágico de Oz’ tornou-se um dos livros mais lidos e amados de todos os tempos e se matem atual e necessário até os dias de hoje. Um ótimo programa para a família.
Uma verdadeira lição de vida e aprendizado sobre quem realmente somos nós!

Rio in comedy, quintas às 21h, 70 reais, valor único.

O festival Rio in Comedy tem por objetivo reunir diferentes espetáculos de humor que já estiveram em cartaz no Rio de janeiro. A cada semana um espetáculo diferente se apresenta, encenados todas as quintas de junho e julho no Teatro Vannucci, ás 21:00h no shopping da Gávea, um dos mais conceituados teatros do Rio de Janeiro.
Com uma diversidade de linguagens o festival promete atender ao mais variado público, trazendo todos os estilos de humor, stand up, besteirol, esquetes, comédia de tipos e humor “cult” estarão presentes neste festival que busca promover a divulgação da comédia carioca e principalmente a solidificação do gênero no cenário cultural da cidade.
A temporada do festival Rio in Comedy se inicia no dia 31 de Maio, tendo como espetáculo de abertura a já renomada comédia Terapia do Riso que completa 12 anos em cartaz no Rio de janeiro, a cada semana toda quinta-feira o festival vai apresentar um espetáculo diferente.
O festival Rio In Comedy vai até o dia 29 de Julho, onde cada semana a renovação do público contribui para fomentar a cultura no Rio de Janeiro.
Gargalhadas que transformam Crise econômica, violência, dificuldades financeiras, corrupção… são momentos difíceis para a cidade do Rio de Janeiro que nos últimos tempos tem sofrido com tantos acontecimentos e insegurança pública, o que acaba prejudicando a vida da população carioca. São tantos problemas que fica a pergunta: Há quanto tempo você não dá uma boa gargalhada? Em meio a tantos desafios, rir parece impossível. Neste contexto, a risada precisa ganhar força e, porque não, espaço.
É com esse propósito em meio a isso tudo surge o Festival Rio In Comedy, que tem como objetivo fazer rir e trazer de volta a alegria que sempre contagiou a cidade maravilhosa, serão nove comédias que durante dois meses prometem fazer o público gargalhar, e se rir é o melhor remédio, o bom humor é contagiante e faz bem à Saúde.

Programação do Festival 31/05 – Terapia do Riso – Especial 12 Anos
07/06 – Querida Comédia
14/06 – Salto em Fúria
21/06 – Eu Sou Eles
28/06 – Cario Comedy
05/07 – Os Melhores Personagens de Todos os Tempos
12/07 – Noite Cachorra (espetáculo de improviso)
19/07 – #sóprarir 26/07 – Versão de 2

 A jóia do palácio, sábados e domingos às 18:30, 60 a inteira e 30 a meia. Até 29 de julho

Era uma vez, em um reino feliz, um Rei e uma Rainha que se amavam mais do que tudo no mundo. O amor dos dois era tão intenso que todos os casais mais lindos da história poderiam invejá-los diante de tamanho afeto.
Um dia o rei mandou lapidar o maior diamante já encontrado, e fazer dele um colar. A este o nomeou como a Joia do Palácio, que presentearia a Rainha como demonstração de seu amor.
Havia também no reino uma bruxa que se mantinha isolada de tudo e de todos. Mas ao saber do colar travou conhecimento com um traidor que o rei acreditava ser um grande amigo, para roubar o colar. Por não ter conseguido realizar seu plano a bruxa amaldiçoou o amor dos dois. E aprisionou a rainha no colar.
O final desta história só depende de você! Venha fazer parte de uma peça com trilha sonora ao vivo e atores cantores que dão vida a personagens fantásticos de um mundo que deve pertencer ao imaginário de todas as crianças.


  O homem de La Mancha,de quinta a domingo em horários alternados,   de 75 a 180 reais.


O Homem de La Mancha, o emocionante musical de D. Quixote, estreia dia 07 de junho no Teatro Bradesco do Rio de Janeiro. Um ano depois da temporada de sucesso em São Paulo, que levou mais de 100 mil pessoas ao teatro, o premiado espetáculo de Miguel Falabella, produzido pelo Atelier de Cultura, desembarca em curta temporada na cidade maravilhosa. Os ingressos variam de R$ 37,50 a R$ 190 e já estão abertas as reservas para grupos a partir de 10 lugares.
A adaptação de Falabella transpõe a história original da peça “Man of La Mancha”, de Dale Wasserman, ao cotidiano brasileiro: da Inquisição Espanhola para um hospício brasileiro dos anos 50. A inspiração do diretor para cenários e figurinos é direta desse ambiente: as obras do artista plástico Arthur Bispo do Rosário, um dos internos da Colônia Juliano Moreira (RJ).
O enredo de “O Homem de la Mancha” traz a história de Miguel de Cervantes, poeta, ator de teatro e coletor de impostos, que é internado em um manicômio no final dos anos 1950. Junto com ele, é apresentado ao público seu criado, Sancho. O musical narra, a partir daí, diversos momentos que culminam na encenação da história de D. Alonso Quijana, fazendeiro tomado pela loucura que imagina ser D. Quixote, Senhor de La Mancha, um Cavaleiro Errante atrás de aventuras para combater o mal, assistir os indefesos e praticar o bem.
O espetáculo apresenta 27 números musicais, dentre os quais está a música “O Sonho Impossível”, um dos maiores ícones da história do teatro musical. A produção completa é composta por 92 profissionais, sendo 30 atores, 16 músicos e 46 integrantes da equipe técnica.
Nos papeis de Miguel de Cervantes e Dom Quixote de la Mancha está o ator Cleto Baccic, premiado em 2014, como Melhor Ator pela APCA. No mesmo ano, o espetáculo ainda foi eleito a melhor peça de 2014, pela mesma instituição, Melhor Musical pelo Júri de Críticos da Folha de São Paulo e Prêmio Aplauso Brasil, também como melhor musical. Em 2015 recebeu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical nas categorias Voto do Júri e Voto Popular.
“O Homem de La Mancha” estreou em 1965 na Broadway e é um dos musicais mais vistos no mundo. No Brasil, essa é a segunda vez que o espetáculo é montado. A primeira vez foi em 1972, com direção de Flávio Rangel, e versão das músicas por Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra. Era a vez de Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otello viverem os personagens Miguel de Cervantes/Dom Quixote, Aldonza/Dulcinéia e Sancho Pança, respectivamente.
A premiada produção fica em cartaz até 27 de julho e terá cinco sessões por semana, de quinta a domingo.

                           CCBB RJ:
Tchekohv é um cogumelo, quarta, quinta,sexta, sábado e domingo, das 19 às 20:30, inteira 20 e meia 10.
A peça aborda por múltiplos ângulos e linguagens a peça As Três Irmãs, de Tchekhov, numa adaptação contemporânea que combina neurociência, teatro, dança e música. O elenco é composto por três atrizes de gerações distintas, um cantor de músicas tradicionais, dois dançarinos e uma pequena banda de jovens músicos que tocam instrumentos não convencionais.

A peste, segunda, quinta, sexta, sábado e domingo, 19:30 às 20:50, 20 a inteira e 10 a meia.
A peça aborda por múltiplos ângulos e linguagens a peça As Três Irmãs, de Tchekhov, numa adaptação contemporânea que combina neurociência, teatro, dança e música. O elenco é composto por três atrizes de gerações distintas, um cantor de músicas tradicionais, dois dançarinos e uma pequena banda de jovens músicos que tocam instrumentos não convencionais.

Lugar nenhum- uma peça-ensaio da Companhia do Latão, quinta, sexta, sábado e domingo, 19:30 às 21:10, 20 a inteira e 10 a meia
Em comemoração aos seus 20 anos, a Companhia do Latão apresenta espetáculo inédito inspirado em escritos de Anton Tchekhov. A peça dialoga com as primeiras encenações da companhia, tanto por adotar a forma livre de uma peça-ensaio como por refletir novamente sobre os desajustes ideológicos na experiência cultural brasileira.


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