21 outubro 2017

[Review] Primeiras impressões de Mindhunter


Dois agentes do FBI expandem as fronteiras da ciência criminal nos anos 70 com um perigoso mergulho no universo da psicologia do assassinato.


O que eu achei?

Holden Ford é um negociador de reféns que estuda como fazer para entrar na mente de criminosos. Mas nada é um acaso da vida, afinal tudo que ele começa a querer mudar é por conta do padrão de negociação da polícia que pouco conversa durante a ação para liberar reféns. Até o momento em que ele presencia um bandido que estoura sua cabeça após a negociação não dar certo.

Quando Holden começa a analisar os métodos utilizados na ação que mesmo seguindo todas as regras padrão ainda deu errado, surge repentinamente um desejo de tornar as coisas melhores e quem sabe adentrar a mente de psicopatas. Ele começa a estudar, ler diversos livros de psicologia e sociologia para tentar entender sobre o que realmente pode fazer para desvendar os crimes.

Jonathan Groof está super à vontade ao dar vida ao agente Holden que mostra ser incrivelmente habilidoso em suas novas técnicas, mas ainda assim reticente e inseguro na sua vida particular.
Os outros atores ainda são bem longe de coadjuvantes, ao menos no episódio piloto.
Como sou amante de Criminal Minds e tudo que envolva esse tipo de inteligência mental, Caçador de mentes é maravilhoso com jogos de câmeras incríveis. E fiquei extremante entusiasmada em ver que tudo será exposto, cenas de sexo bem desenvolvidas e com nudez totalmente coerente a cena, mortes exibidas friamente sem pensar se irá ou não chocar o expectador.

Um seriado que foi adaptado de um livro lançado a pouco tempo pela editora Intrínseca, que ainda não li, mas vou deixar a capa aqui embaixo para deixar você com vontade de comprar, ok?

Trailer:

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