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07 março 2019

[Crítica] Capitã Marvel

Sinopse:
Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos, e assim vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson) e da gata Goose.









                                      O que eu achei?
Antes de mais nada preciso dizer que meu julgamento pode estar um pouco suspeito porque sou Marvete e fã da heroína. Acompanhei ansiosamente cada teaser lançado durante meses. Ano passado cheguei a ir de cosplay dela na estreia de Guerra Infinita e quando a cena do pager com o símbolo dela na cena pós-créditos apareceu, eu vibrei! 

Tendo dito isso, vamos ao filme propriamente dito: prepare-se ver um filme diferente de todos os outros já apresentados pela Casa das Ideias: ele é uma história de origem e aventura. O foco não é mostrar exatamente quem Carol era antes de ganhar os poderes mas cumpre o que precisava explicar: quem é ela, da onde ela veio e como ganhou seus poderes e como ela pode ajudar na derrota de Thanos.

Carol é apresentada como Vers, uma membro do time de elite Starforce, liderado pelo comandante Yon-Rogg (Jude Law). 
Se você acompanha as HQs, reconheceu o nome na hora. Algo inesperado acontece e ela cai na Terra no ano de 1995, quando Nick Fury ainda era um oficial da CIA e o agente Coulson tinha começado a trabalhar para ele, era apenas um novato. A interação entre ela e Fury é um dos pontos altos do filme. 

Ben Mendelsohn interpreta o vilão Talos, líder dos Skrull, raça alienígena de metamorfos capaz de alterar sua aparência que invadem a Terra. Ele e a gata Goose (cujo nome é uma homenagem ao personagem de Top Gun) roubam a cena, assim como Lashana Lynch como Monica Rambeau (fãs das HQs irão reconhecer um dos alter-egos que a heroína já teve).

Enquanto Vers se une à Fury para tentar deter a invasão Skrull ela tem que juntar as peças de seu passado para tentar descobrir quem era antes de se tornar uma guerreira da raça Kree e como conseguiu aqueles poderes. Como visto pelos teasers e trailers, ela tinha flashbacks que a remetiam á sua antiga vida como piloto e colega de Monica. 

O Tesseract, a Jóia do Espaço tem um papel importante na trama. Certifique-se de ficar até o final para ver as duas cenas pós-créditos pois ambas são importantes. A primeira diz respeito ao quarto filme dos Vingadores e a segunda traça uma ponte com o primeiro filme dos Vingadores. 

No geral, Capitã Marvel é uma aventura divertida, que mostra uma heroína poderosíssima descobrindo seu potencial e tendo que combater o machismo. Foram divulgados alguns teasers mostrando ela criança ouvindo frases de seu pai e irmão mais velho frases como ¨você não vai conseguir¨ e ¨¨você é apenas uma mulher.¨
Os efeitos especiais são um destaque à parte,especialmente as batalhas no espaço.
A única coisa que me decepcionou foi que a participação do vilão do primeiro filme do Guardiões da Galáxia, Ronan, o Conquistador (interpretado por Lee Pace) foi pequena, achei que a importância dele fosse maior.
A trilha sonora é outro destaque: tem Metallica, Halestorm, TLC...
 Ela não irá decepcionar os fãs!


                            Trailer:



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