07 maio 2018

[Critica] A Noite do Jogo

Sinopse: Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) participam de um grupo de casais que organizam noites de jogos. O irmão de Max, Brooks (Kyle Chandler), chega decidido a organizar uma festa de assassinato e mistério e acaba sequestrado, levando todos a acreditarem que o sumiço faz parte da misteriosa brincadeira. Os seis amigos competitivos precisam então resolver o caso para vencer o jogo, cujo rumo vai se tornando cada vez mais inesperado.

O que eu achei?
A Noite do Jogo é uma comédia que contém um toque de suspense e não precisa que você se esforce para dar risadas. No filme vamos conhecer Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams, um casal que se uniu devido a uma noite de jogos, agora eles casados e mais unidos do que nunca, criaram uma tradição com amigos de uma noite de jogos em casais. 
Tudo estava para ocorrer normalmente até que Brooks (Kyle Chandler), o irmão de Max chega a cidade e decide sediar uma noite de jogos em sua casa alugada e fazer valer a noite de uma forma que eles nunca esqueçam. Nesta noite eles encaram um jogo de desafio sobre um assassinato misterioso e o próprio acaba sendo sequestrado, só que todos os participantes acreditam que é parte do jogo, e ai entra todo o espírito de competitividade e eles embarcam num a jornada de desvendar este mistério.
O filme me surpreendeu muito e de uma forma positiva. Jason Bateman tem o dom de atuação para comédia e em parceria com Rachel McAdams (nossa eterna Regina George)tiveram uma perfeita conexão com os personagens e a missão de agregar o humor com sutileza.
A edição do filme foi o que mais me encantou, momentos de transição de uma cena para outra a edição te emerge na temática do filme de forma que você realmente enxerga como se tudo fosse um grande jogo de tabuleiro (bem Jogo da Vida mesmo). O filme não é corrido e você consegue sentir todo o mistério da trama com os personagens, com isso torna a história bem prazerosa de assistir e sem contar com as gargalhadas que você dará do começo ao fim.




Por Leonardo Alves

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