10 maio 2018

[Crítica] Desejo de matar


Sinopse: Um homem gentil tem sua vida transformada quando sua família é abalada por um ato de violência que machuca a todos. Em busca de justiça, ele se transforma em uma máquina mortífera, para conseguir fazer justiça com as próprias mãos.

O que eu achei?
Paul é um médico com uma família estruturada, ama sua mulher e sua filha acaba de ser aceita numa faculdade. No dia do teu aniversário após ser chamado as pressas para atender um paciente terá que deixar sua família, mas o que ele não contava era com o perigo que elas estavam correndo.

Em tempo de políticos como Trump e Bolsonaro temos uma leve versão do que podemos esperar no futuro atual(ah mas é só um filme). 
Assim que a tragédia ocorre com sua família, Paul irá começar  a fazer justiça com as próprias mãos. 
Ele irá querer agir paralelo a lei, e assim todo e qualquer bandido que cruzar seu caminho será executado a queima-roupa. 

Enquanto sua esposa morre logo no começo do filme, sua filha ficará internada lutando pela vida. Enquanto isso, Paul ficará a margem da sociedade, aguardando a oportunidade de encontrar os verdadeiros culpados pelo crime ocorrido com sua família.
O filme é uma refilmagem de um dos clássicos de Charlie Bronson e me fez questionar se ainda teremos esperança para um futuro melhor, afinal a história do filme nunca foi tão parecida como é agora.

O filme me ganhou com a atuação impecável de Bruce Willis que dá vida ao médico sofrido e vingativo.
As cenas são super bem dirigidas com destaque para as cenas de morte. 
O filme estreia hoje nos cinemas de todo o Brasil.


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