25 janeiro 2018

[Crítica] Sobrenatural- A última chave

 

 Sinopse
Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México. O que seria apenas mais um caso ganha ares especiais quando Elise descobre que a atividade sobrenatural está acontecendo justamente na casa em que ela passou a infância. Enquanto tenta resolver o caso do morador de sua antiga casa, ela será obrigada a confrontar vários fantasmas e demônios de sua infância, alguns literais. Ao lado de Specs (Leigh Whannell) e Tucker (Angus Sampson), Elise se depara com seu caso mais pessoal

O que eu achei?
Sobrenatural foi uma franquia que me conquistou desde o primeiro capítulo. Usando métodos de sustos de filmes antigos, com menos computação gráfica e mais efeitos práticos como a maquiagem. Todas essas características me surpreenderam e me cativaram a dar uma nova chance para os filmes de terror. Um dos responsáveis desse sucesso é o incrível talento de James Wan em manobrar a atenção do expectador para direção que ele quer.

Pelo sucesso do primeiro era certo que teria uma seqüência e finalmente chegamos ao “último capítulo” (Acho bem difícil ser o último, já que além do próprio filme deixar uma brecha tem também a arrecadação da bilheteria que promete ser alta.) O problema das seqüências de sucesso e que sempre querem ser maiores do que o filme anterior e pensam menos em forma narrativa e mais nos lucros. Com medo de arriscarem o filme é mais do mesmo, ou seja, entregaram o feijão com arroz que estamos acostumados. Isso não significa que o filme é ruim, pelo contrário tem ótimas cenas e visualmente ainda é bonito. Porém como espectador é normal gerar uma expectativa de algo além, principalmente quando a historia pode nos apresentar isso.

A médium Elise, uma das melhores personagens do filme é aqui interpretada pela ótima Lin Shaye que está de volta. Digo “de volta” pelo grande flashback com o tema você tem que encarar seu passado para seguir em frente. Como eu disse anteriormente o roteiro e bem simplório, se eu me prolongar posso até estragar um pouco da supresa. Vale parabenizar pelas ótimas cenas e novamente um excelente visual do mundo dos mortos e do vilão principal.

Em seus 104min (sim, o filme é curto) temos os sustos de sempre e o final aberto. Será o último capítulo da franquia? Sabemos que esse gênero tem um bom retorno de bilheteria. Mas como fã espero que seja o último, quem sabe uma sequência com outros personagens no mesmo universo.

Sobrenatural a última chave é o feijão com arroz de sempre, com medo de adicionar novos temperos fica no básico. Apesar de ser um filme bom já mostra o seus desgastes.

3 comentários

  1. Olá!
    Na verdade, muitos fãs não gostam desse final mais aberto, gerando a expectativa de um novo filme e mesmo achando que já está bom, se vier outro, com certeza asssistiremos também...kkkkk
    Desejo uma ótima semana, cheia de luz e paz!
    “Que o novo ano que se inicia seja repleto de felicidades e conquistas. Feliz ano novo!” (Desconhecido)
    cheirinhos
    Rudy
    1º TOP COMENTARISTA do ano 3 livros + Kit de papelaria, 3 ganhadores, participem!

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  2. Nunca assisti nenhum dos filmes da franquia! Adoro o gênero terror, porém cansei de assistir filmes do gênero, por serem filmes com mais suspense do que sustos, em si! Não sabia que os filmes de Sobrenatural utilizavam-se apenas de maquiagem, um recurso que é mais antigo e, se bem feita, até melhor do que a computação gráfica! Ainda estou ponderando se vou assistir, porém geralmente os filmes que vem depois do primeiro da Saga são "menos bons" que o original! Então nunca espero demais das continuações desses filmes!

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  3. Eu não sei porque eles insistem em continuar com a franquia. Fiquei com o primeiro filme e a magnífica performance de Patrick Wilson. Ele sempre surpreende com os seus papeis, pois se mete de cabeça nas suas atuações e contagia profundamente a todos com as suas emoções. Fome de poder é um dos seus filmes mais recentes e foi, na minha opinião, um dos mehores filmes 2016 que eu vi. O filme superou as minhas expectativas, o ritmo da historia nos captura a todo o momento. Além, acho que a sua participação neste filme drama realmente ajudou ao desenvolvimento da história.

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