26 setembro 2017

[Crítica] O assassino: O primeiro alvo


Devastado pela morte da noiva diante de seus olhos em um atentado terrorista, Mitch Rapp (Dylan O'Brien) dedica-se incansávelmente à vingança, o que chama a atenção da CIA. Recrutado, o descontrolado rapaz é enviado para o rígido treinamento de Stan Hurley (Michael Keaton), veterano militar que prepara assassinos secretos de atuação internacional e tem sérias ressalvas à avaliação psicológica de Mitch.                                                        
O que eu achei?
Stan Hurley (Michael Keaton), veterano da Guerra Fria, recebe sua tarefa mais complexa enquanto agente de treinamento da CIA quando o seu superior ordena que Hurley treine um ex-soldado das forças especiais, cujo estado psicológico está devastado após a morte de sua noiva.

Assim que soube que Michael Keaton, imortalizado pelo Batman de 89 e pelo Birdman, recentemente fez o interessante Fome de Poder como um dos fundadores do McDonald´s, ia fazer um filme com Dylan O´Brien, de Teen Wolf, Maze Runner e Os estagiários, fiquei animada. Sou fã de filmes de ação e tenho um interesse especial pelos que contam histórias de terrorismo.

Mitt Rapp está aproveitando as férias na paradisíaca ilha de Ibiza na Espanha com a namorada até que radical jihadista e começa a atirar em todo mundo. Rapp consegue fugir mas não consegue salvar a vida de sua namorada. Dezoito meses mais tarde, consumido por seu desejo de vingança, frequenta uma sala de bate-papo na Internet e conversa com o terrorista que tirou a vida de sua namorada. Ele é interrogado sobre alguns aspectos do Islã e do Jihad e Rapp as responde de maneira correta. Ele marca um encontro com o terrorista e vai ao seu encontro mas antes que possa matá-lo, o lugar é invadido pelas Forças Especiais dos Estados Unidos. Com raiva por ter sua vingança negada, ele tenta esfaquear o terrorista mas é capturado pelos oficiais. Mitch é levado para uma base da CIA, a agência de inteligência americana e é interrogado por um mês até a diretora Irene Kennedy (Sanna Lathan, de Truque de Mestre 2) oferece a ele uma chance de entrar para o grupo de codenome Orion. O líder desse grupo, Stan Hurley (Keaton) é um SEAL (mais alto patente das forças especiais americanas) e veterano da Guerra Fria, treina jovens recrutas em guerra assimétrica (confronto em que os oponentes apresentam diferenças como arsenal, objetivos, regras, etc) e aceita treinar Rapp.

Chega ao conhecimento da inteligência que armas nucleares do arsenal russo desapareceram de uma instalação desativada e que esse material teria caído nas mãos dos iranianos, que estão revoltados com o tratado de armas nucleares que seu governo fez com o governo americano. Em Cracóvia, o plutônio que é vendido é interceptado por terceiros e esses matam os vendedores para não serem identificados e se perdem na multidão.

Enquanto isso, na sede da CIA na Virgínia, Hurley assiste as notícias sobre o que aconteceu na Polônia e identifica o assassino como um ex-SEAL que tinha desaparecido em uma missão mas voltou e assumiu a alcunha de Fantasma. Ele envia seu time para a Turquia para interceptar o comprado que Fantasma está trabalhando.

Sem exageros: foi um dos melhores filmes de ação do ano até agora. Um dos pontos altos é a variedade de locações, me fez lembrar dos filmes de James Bond. As cenas de ação são surpreendentes e em hora nenhuma o ritmo cai. Dylan O´Brien nos apresentou uma ótima performance como um agente em treinamento e Keaton como um veterano, mestre em tudo relacionado à combate. A cena de tortura de Hurley mais para o final do filme foi bem impressionante: ver ele enumerando os erros do adversário. Recomendo para todos aqueles que gostam de filmes de ação com um toque de espionagem.

Curiosidade: é baseado no livro homônimo de Vince Flynn.

Trailer:

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