04 abril 2017

[Crítica] Oscar 2017- A qualquer custo

Interior do Texas, Estados Unidos. Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster) são irmãos que, pressionados pela proximidade da hipoteca da fazenda da família, resolvem assaltar bancos para obter a quantia necessária ao pagamento. Com um detalhe: eles apenas roubam agências do próprio banco que está cobrando a hipoteca. Só que, no caminho, eles precisam lidar com um delegado veterano (Jeff Bridges), que está prestes a se aposentar.
O que eu achei?
O filme abre numa pequena cidade no oeste do Texas, onde o pai divorciado Toby Howard e seu irmão, Tanner realizam pequenos roubos nos bancos do Midland Texas.Embora os roubos sejam sempre bem-planejados, às vezes Tanner se arrisca demais, deixando Toby preocupado.

Dois rangers (policiais estaduais), Marcus Hamilton e Alberto Parker resolvem partir no encalço dos ladrões.Hamilton é um policial experiente e rapidamente descobre os planos dos larápios. Enquanto Tanner rouba mais um banco, Toby espera em um restaurante ao lado e quando os irmãos vão a um casino no estado de Oklahoma para fazer a lavagem do dinheiro e trocam uma parte por fichas. Toby faz com que o casino entregue um cheque falsificado, como se fosse do Texas Midland Bank, o que eles assaltaram. Dessa maneira, fica impossível de rastrear a origem dos fundos.
É revelado que a mãe deles faleceu recentemente,deixando o rancho endividado devido a uma hipoteca que devia ao estado.Se a dívida não for paga em alguns dias, o rancho será entregue aos cuidados da Justiça.Toby está determinado a pagar a dívida e garantir uma vida confortável a seus filhos, mesmo sendo afastado deles. E assim inicia-se um um jogo de gato e rato.

Com 4 indicações, (Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante por Jeff Bridges), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição) a produção do diretor escocês David Mackenzie, que também dirigiu Encarcerado, Sentidos do Amor, Pecados Ardentes e Jogando com prazer também foi indicada para um BAFTA e para três Globos de Ouro, embora não tenha ganho nenhum desses, arrancou elogios pela história inusitada e bela fotografia das paisagens texanas.

O maior trunfo do filme é a construção da tensão, das corridas em alta velocidade mas a qualidade cai em alguns momentos e fica monótono.É útil para ficarmos ciente da máfia que existe não apenas no Texas mas em todo os Estados Unidos e para termos uma ideia de como os bancos e a justiça americana operam.
Foi o segundo filme mais fraco dos 10 na minha opinião. Nota:7
Curiosidade:Apesar do filme se passar no Texas, nenhuma cena foi filmada lá e sim na Califórnia, na icônica Rota 66.

3 comentários

  1. Clara!
    Acredito que maridão iria gostar muito do filme, mesmo que em alguns momentos fique um tanto monótono.
    é bem o estilo que ele gosta, com máfia, ranggers, etc...
    “ Eu creio que um dos princípios essenciais da sabedoria é o de se abster das ameaças verbais ou insultos.” (Maquiavel)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP COMENTARISTA ABRIL especial de aniversário, serão 6 ganhadores, não fique de fora!

    ResponderExcluir
  2. Oi Clara
    Adoro filmes com a tensão e corridas entre os personagens. Sempre gosto de assistir filmes com o pano de fundo Texas e achei bem curioso não ser gravado por lá.
    Beijos

    ResponderExcluir
  3. Olá,para ser bem sincera não gosto muito de filmes desse gênero.
    Lembro do meu pai que gostava muito.
    Mas quem sabe eu mude de ideia ,caso eu venha a assistir.



    ResponderExcluir