05 abril 2017

[Crítica] Oscar 2017-La La Land


Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente.Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade,os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.


O que eu achei?    
O filme que mais faturou estatuetas na edição do Oscar 2017 (embora não tenha vencido o grande prêmio, depois daquela gafe dos envelopes trocados) conseguiu os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Cinematografia, Melhor Atriz para Emma Stone,Melhor Trilha Sonora,Melhor Canção Original para City of Stars e Melhor Design de Produção.Acho que foi superestimado. Pessoalmente, não achei essas coisas todas que ele foi considerado. É um filme visualmente bonito Sim. É clichê Sim.As músicas ficam gravadas na cabeça Não (bom, pelo menos, na minha não ficaram)Achei monótono em várias partes. A fotografia realmente foi um show á parte mas acho que A Chegada deveria ter ganho Melhor Cinematografia. Nota:6,5
Curiosidade: Emma Stone e Ryan Gosling recusaram, respectivamente, os papéis Bela e Fera no live-action da Disney para trabalharem na produção de Damien Chazelel. Curiosamente, ambos são musicais.
Sempre curti musicais e já tinha ouvido vários feedbacks positivos de amigos estrangeiros que viram e se emocionaram com a história de amor de 2017 e já era considerado o filme do ano, embora tenha sido lançado ainda em fevereiro! 
 A cena de abertura já tem um número musical: durante um engarrafamento no centro de Los Angeles, a aspirante a atriz Mia tem uma discussão com um pianista de jazz, Sebastian.Ela vai para o teste de um filme e dá tudo errado quando o diretor de elenco recebe uma ligação no meio de uma cena emocional e Mia tem que sair. As amigas de Mia a levam para uma festa para levantar seu ânimo.   Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente.
 Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.Durante uma apresentação ao vivo,Sebastian desafia as ordens do dono do estabelecimento de tocar apenas as músicas do repertório e acaba demitido.Mia entra no restaurante durante a apresentação e presencia a demissão.Ela tenta cumprimentá-lo mas ele deixa o recinto abruptamente.Meses depois, Mia encontra-o numa festa onde ele toca uma versão dos anos 80 e ela o provoca cantando a música I ran so far away (Eu corri para bem longe), o que ele considera um insulto para ´´um músico sério´´. 
Após a música, ambos vão andando juntos até seu carro, discutindo mais uma vez mas é claro que uma química começa a rolar entre eles.Sebastian convida Mia para ir em um clube de jazz e eles vão marcando outros encontros, até que circunstâncias maiores os separam.Já na primeira meia hora do filme tinha ficado claro que o maior triunfo era a bela e a fotografia, com a intenção de fazer uma homenagem aos musicais da era Hollywood. A trilha sonora, na minha opinião, foi boa embora nenhuma das músicas tenham me marcado.

Trailer:

3 comentários

  1. Oi Clara,esse tipo de filme sempre parece feito exatamente para faturar estatuetas.
    Como eu não gosto do gênero,não tenho a menor intenção de assistir.
    Vi alguns trechos,e não me interessou nem um pouco. Achei artificial!
    Mas para quem gosta de um musical,talvez até curta. ;)

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  2. Oi Clara,
    Não assisti La la land mas por amar musicais sei que irei me apaixonar. As poucas cenas que vi em trailers eu achei muito lindo e super bem trabalhada a parte estética do filme.
    Beijos

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  3. Eu ainda não assisti ao filme, acredita? Acho que é a primeira vez que vejo uma crítica negativa ao filme, mas tem tanta gente falando bem que sinto que preciso assistir e tirar minhas próprias conclusões, rs.

    Beijos,
    literarizandomomentos.blogspot.com

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