08 dezembro 2017

[Crítica] Cromossomo 21


Sinopse:
Vitória (Adriele Lopes Pelentir) é uma moça com Síndrome de Down que leva a vida como qualquer jovem da sua idade. Entre as aulas de natação, piano e a faculdade, ela conhece Afonso (Luís Fernando Irgang) e a paixão é instantânea. Agora, os dois vão iniciar uma história de amor que nenhuma diferença conseguirá abalar.


O que eu achei?
Nunca havia visto um filme idealizado e com personagem por uma atriz portadora de síndrome de Down, e mesmo com erros de direção e furos no roteiro, ainda assim foi um filme capaz de me trazer empatia pela causa.


Vitória é uma menina que é capaz de sair com suas amigas, namora e trabalha. Tudo ia normal em sua vida, até o dia que sua vida esbarra na de Afonso, um rapaz encantador que parece não perceber ou não deixa transparecer algum problema relacionado a deficiência de Vitória. Mas neste ponto algo não me agradou, afinal como assim ambos se apaixonam tão rápido e Vitória irá terminar seu namoro para ficar com Afonso. Tudo isso acontece em um único dia.

Afonso leva uma vida muito diferente de Vitória, filho de uma mãe cheia da grana, não vive apenas pelo dinheiro. Ele faz teatro e se apaixona da mesma forma que Vitória. Mas o que eles não contavam que a mãe de Afonso fosse causar tantos problemas, dona de uma instituição que cuida de crianças e jovens como Vitória. Ela não irá se conformar por seu filhinho querer namorar uma menina defeituosa.
Para isso criará junto à sua filha um plano para destruir essa relação.
Enquanto isso, Vitória e Afonso se envolvem cada vez mais e toda dificuldade se transformará em degraus para superar todo preconceito.

O filme mostra que os portadores da síndrome podem fazer tudo aquilo que pessoas normais podem fazer. Cromossomo 21 é um filme educativo e exibe um amor puro, capaz de enfrentar tudo e todos, menos passar por cima de si mesmo.

Trailer:

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