20 setembro 2017

[Resenha] A guerra do velho


A humanidade finalmente chegou à era das viagens interestelares. A má notícia é que há poucos planetas habitáveis disponíveis – e muitos alienígenas lutando por eles. Para proteger a Terra e também conquistar novos territórios, a raça humana conta com tecnologias inovadoras e com a habilidade e a disposição das FCD - Forças Coloniais de Defesa. Mas, para se alistar, é necessário ter mais de 75 anos. John Perry vai aceitar esse desafio, e ele tem apenas uma vaga ideia do que pode esperar.


O que eu achei?
Quando você tem 75 anos pensa em se aposentar e aguardar o resto dos seus dias em paz, certo?
Pois, John Perry pensou em algo diferente: visitar o túmulo de sua esposa e depois se alistar pro exército, mas este exército não é igual ao que eu e você conhecemos.

John se inscreve para Força Colonial de Defesa(FCD), onde ele só imagina que matam alienígenas. Chegando lá, ele conhece Harry, Leon e Jesse que também se inscreveram para o programa. Enfim conhecemos o tal "pé de feijão", uma estrutura enorme e construído por colonos. Mas afinal o que é isso? 
Imagine um elevador que pudesse nos levar de um andar a outro na Terra, então esta é a melhor descrição a ser dada.

Ao chegar na FCD, eles são recepcionados por alienígenas inteligentes e John começa a questionar de onde vem recursos para "manter" aquela estação? 
Após dois dias intensos e pouco incomuns de adaptação, John enfim descobrirá como irá lutar numa guerra: com o corpo que ele tinha 50 anos atrás. Mas como isso é possível? Graças a uma ciência super avançada em que são apenas suas memórias são preservadas e seu "corpo natural" será descartado.
Quando enfim volta a si, John reconhece seu corpo antigo imóvel, sem memórias, e encontra um corpo forte, esbelto e com olhos de gato. Antes mesmo que pudesse se acostumar, ele será redirecionado para sua cabine, onde descobrirá que tem um robô em seu cérebro e que ele poderá transar, algo que imediatamente será feito quando Jesse surge em frente a sua cabine. 
Mas o que é bom durará apenas 7 dias e a partir daí cada um de seus novos amigos será direcionado para uma base diferente e lutará sua própria guerra.

O livro é muito bem escrito e te prende do início ao fim, destaque para os diálogos e o humor que o autor coloca na escrita. Determinados momentos pude perceber diversas semelhanças entre o livro e a vida real. Uma leitura válida para os grandes fãs de ficção científica.

Nenhum comentário

Postar um comentário