08 junho 2017

[Crítica] Um Homem de Família

Dane Jensen (Gerard Butler), um implacavél headhunter corporativo de Chicago, está disputando com uma colega de trabalho (Alison Brie) a chance de substituir o chefe da empresa (Willem Dafoe), prestes a se aposentar. Ele é o favorito, mas ainda assim precisa bater as metas nos últimos três meses do ano. Enquanto a rivalidade atinge níveis extremos, no entanto, uma tragédia familiar faz com que ele coloque na balança suas prioridades.                                
O que eu achei?
Dane é um homem de negócios, trabalha duro para manter seu estilo de vida e permitir que sua esposa possa ficar em casa cuidando de seus três filhos. Uma nova oportunidade de trabalho surge e, em conjunto, um de seus filhos, Rhodi, é diagnosticado com leucemia, mas Dane precisa continuar presente no trabalho todos os dias, pois concorre à vaga de gerente geral da empresa, precisando assim abdicar sua presença nas sessões de quimioterapia do filho. E com esse pano e fundo inicia-se um filme sensível e tocante. 

Nosso protagonista passará por uma fase de extremo estresse, pois embora não queira abandonar sua família, também sente que não pode deixar o emprego de lado. Ao perceber o risco iminente de morte de Rhodi, ele começará a realizar alguns de seus pequenos desejos e assim percebemos o desenvolvimento do personagem. Surgem momentos sensíveis e que nos fazem refletir no verdadeiro sentido da vida. Afinal, dinheiro é tudo? Se seu familiar falecer hoje, você fez tudo por ele? Fica o questionamento.

Um homem de família é um filme muito bem dirigido e com uma fotografia incrivelmente linda, atentem-se para as cenas dos passeios de pai e filho. A atuação impecável de Gerard Butler como Dane, sua esposa (Gretchen Mol) e Rhodi (Max Jenkins II) certamente irá te emocionar!

Estou acostumada a ver Gerard atuando em comédias românticas ou sendo um gladiador, então vê-lo atuar num drama foi incrível. Ótimo filme para assistir em família!


Um comentário

  1. Oi Maisa
    não tinha conhecimento deste filme, adorei a temática e com certeza deve ser bem reflexivo.
    Beijos

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