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[News] Clube Manouche - primeiros shows e também teatro na programação de janeiro


03/01 - Sexta, 22h – “Baile Charme Black Tie” com William Horvees e DJ Corello
 “Baile Charme Black Tie”, de William Vorhees e o “mago das pickups”, DJ Corello – que cunhou o termo “charme” nos anos '80, definindo um novo caminho para o R&B –, abre as festas e shows do Clube Manouche em 2020, onde se apresentou pela primeira na Zona Zul do Rio de Janeiro, com mais uma edição do seu irresistível balanço.

O baile traz a alma e o coração da black music. “O charme que tem ritmo, harmonia, melodia e vocais bonitos”, define Corello, conhecido por falar para a plateia “Chegou a hora do charminho, transe seu corpinho bem devagarinho”.

O anfitrião William Vorhees também é presença de luxo, grande conhecedor do estilo de vida carioca. Nascido no Complexo do Alemão, ele já levou figuras de peso, como Kanye West e Will Smith para programas típicos da cidade, como visitar o Baile do Méier. Vorhees é a figura perfeita para essa ponte entre a zona norte, onde o Baile Black Tie acontecia no Imperatório, com a Zona Sul do Rio de Janeiro.

Assim como a mistura do suingue do Baile de Charme com elegância do Black Tie, a experiência de Corello DJ já transformou as noites na casa num evento inesquecível.

Serviço

Evento: Baile Charme Black Tie

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 03 de janeiro, sexta, 22h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 30,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)

04/01- sábado, 22h - Taryn Szpilman com o show “Marilyn Monroe, Luz & Sombras”

A cantora de jazz e blues Taryn Szpilman, que também é atriz, traz o espetáculo em que canta e conta a história de um dos maiores ícones da cultura pop, Marilyn Monroe, no espetáculo musical "Marilyn: Luz & Sombras".

Com texto da própria Taryn com Anna Cristina Campagnoli e Maria Pia Sconamilio, que também assina a direção cênica, este é um espetáculo multi-linguagem que traz as canções de jazz e blues que a diva interpretou em filmes musicais da década de 50, assim como canções que ilustram a sua trajetória e seus amores como Frank Sinatra, com quem viveu um ardente caso amoroso, a grande amiga e diva do jazz Ella Fitzgerald, que ela revelou para o mundo, e também músicas populares que homenageiam Marilyn Monroe, além de temas que a homenageiam, do rock & roll à bossa nova.

A dramaturgia revela a Marilyn que poucos conhecem, na sua dualidade de luz e sombras, pois apesar de ser a maior estrela e símbolo sexual do mundo, foi emocionalmente instável e frágil, lutando por toda a sua vida contra os seus fantasmas internos e vícios, conseqüência do seu histórico de abandono.

Marilyn também foi uma mulher culta e politizada, que se posicionou de forma pioneira na indústria de celebridades contra o machismo, o racismo e pró minorias e foi uma atriz com talento acima da média, apesar da imagem limitada criada para ela.

A direção musical tem a assinatura de Cláudio Infante, que também estará na bateria, como também Samuel Ramos, baixo e trombone, e Lulu Martin, piano.

Serviço

Show: “Marilyn, Luz & Sombras” - Taryn Szpilman canta e conta a história de Marylin Monroe

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 04 de janeiro, sábado, 22h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 60,00  (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 40,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

08 e 15/01, Quarta, 20h - “Hannah Arendt - Uma Aula Magna” - Primeiros Passos - peça com Eduardo Wotzik e Natally Do Ó

Unindo teatro e educação, o Clube Manouche recebe em janeiro os primeiros passos para o mais novo espetáculo do diretor Eduardo Wotzik: “Hannah Arendt – Uma Aula Magna”, nos dias 08 e 15 de janeiro

De salto e barba, Eduardo Wotzik vive Hannah Arendt 

Peça Hannah Arendt - Eduardo Wotzik RED - foto Juliana Hilal“O premiado diretor Eduardo Wotzik, que acaba de completar 40 anos de carreira no cenário teatral brasileiro, desembarca no Rio de Janeiro, nos dias 08 e 15 de janeiro, quarta, às 20h, para duas apresentações de sua “Hannah Arendt – Uma Aula Magna” - primeiros passos, da peça inédita com previsão de estreia para o primeiro trimestre de 2020 no Rio de Janeiro

No palco intimista do Manouche, Hannah Arendt (1906-1975) volta a nosso tempo convidada a dar uma aula magna sobre a educação e a refletir nossa noção de civilidade e cidadania. A peça torna-se lugar de um grande diálogo entre Hannah e Wotzik, que promete chacoalhar os corpos inertes e as cabeças pensantes. Estão presentes discussões sobre ética, fascismo, e temas relevantes como a massa silenciosa, Eichmann, e o cidadão comum.
“Hannah Arendt – Uma Aula Magna” é escrita, dirigida e interpretada por Eduardo Wotzik, que vive a própria filósofa Hannah Arendt, de salto alto e barba. O elenco conta também com a atriz Natally do Ó. O projeto ainda provoca a investigação sobre a cena e suas diversas possibilidades.

“Pela primeira vez estou abrindo meu processo de criação e tendo a oportunidade de sentir o impacto do texto no público antes mesmo da estreia. Bem diferente de como aconteceu com ‘Missa para Clarice – Um espetáculo sobre o homem e seu deus’, que estreamos em 2016 e viajamos o Brasil apresentando para 60 mil pessoas. Esse tem sido um dos melhores acontecimentos, ainda mais porque com Hannah o processo é 100% autoral – texto, atuação e direção”, comenta Eduardo.

Hannah Arendt foi uma das mais importantes pensadoras do século XX e empresta sua imagem e seus conceitos para que, de forma urgente, possamos discursar sobre a diferença entre educação e ensino, a importância da diversidade, do pensamento, e refletir sobre a banalização do mal e a nossa responsabilidade perante ela.

Serviço:

Peça: “Hannah Arendt – Uma Aula Magna” – primeiros passos, com Eduardo Wotzik e Natally do Ó

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 08 e 15 de janeiro de 2020, quartas-feiras, às 20h

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (Ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 35,00 (meia)

Duração: 50 minutos

Classificação: 15 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

10 e 11/01- Sexta e Sábado, 22h - Francis Hime e quinteto mostram as canções do álbum “Hoje”


Os 80 anos de Francis Hime, completados em 31 de agosto, foram comemorados com alegria e muita música, “já que a música é um combustível inigualável” para o compositor, músico, arranjador e regente. Cercado por canções inéditas, parceiros e convidados especiais, Francis preparou um álbum comemorativo às oito décadas de vida, mais de cinco delas dedicadas à musica, batizado de “Hoje” (Biscoito Fino), já disponível nos formatos físico e digital.

Com 12 faixas, o álbum traz parcerias de Francis Hime com Geraldo Carneiro, Paulo César Pinheiro, Olivia Hime, Adriana Calcanhotto, Thiago Amud, Herminio Bello de Carvalho, Tiago Torres da Silva, Ana Terra e Silvana Gontijo.  “Há alguns meses acordei com uma melodia na cabeça!  Passei a mão no celular e gravei-a toscamente, quase que balbuciando o canto, voltando a dormir em seguida. Dias depois recebi de meu parceiro português Tiago Torres da Silva um poema pra que eu musicasse, e tive a ideia de sobrepô-lo àquele tema que me aparecera em sonho. O resultado nos deixou tão felizes que resolvi pensar na possibilidade de gravar um disco de inéditas”, conta Francis sobre a origem do novo álbum. A partir daí, o compositor passou a enviar músicas para os parceiros fazerem letras.

Dias 10 e 11 de janeiro, Francis se apresentará pela primeira vez no Manouche, agora ao lado do quinteto formado por Paulo Aragão (violão), Jorge Helder (baixo), Diego Zangado (bateria), Dirceu Leite (flauta, clarinete e saxes) e Hugo Pilger no violoncelo.  Depois de ter sido homenageado no Festival Villa-Lobos, em novembro, Francis mostra o repertório do álbum que celebra os seus 80 anos, além de clássicos da carreira.

Olivia Hime, parceira na música e na vida, surge como letrista nas canções “Samba Dolente” e “Laura”. Da nova safra, Francis Hime inclui ainda “Desdenhosa”, choro em parceria com Hermínio Bello de Carvalho, “Mais sagrado” (Francis e Ana Terra), “Sofrência”, com Thiago Amud, “O tempo e a vida”, com o português Tiago Torres da Silva, e “Samba Funk”, com o parceiro Geraldo Carneiro.

Serviço

Show: Francis Hime e quinteto mostram as canções do álbum “Hoje”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 10 e 11 de janeiro, sexta e sábado, 22h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), e R$ 100,00 (Ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)


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