Novidades

[Programação] Filmes em Destaque no Canal Brasil de 22 a 28 de Julho

UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA (2013) (75’) 





 
Horário: Segunda, dia 22, às 18:25
Direção: Luiz Bolognesi e Jean de Moura
Classificação: 14 anos

Sinopse: Um homem (Selton Mello) com quase 600 anos de idade acompanha a história do Brasil, enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína (Camila Pitanga). Ele enfrenta as batalhas entre tupinambás e tupiniquins, antes dos portugueses chegarem ao país, e passa pela Balaiada e o movimento de resistência contra a ditadura militar, antes de enfrentar a guerra pela água em 2096.
 

O BEIJO NO ASFALTO (1981) (1981) (79’) 


Horário: Terça, dia 23, às 0:15
Direção: Bruno Barreto
Classificação: 14 anos

[Nelson Rodrigues no Cinema]

Sinopse: Bruno Barreto é o responsável pelo longa, que tem no elenco Lídia Brondi, Daniel Filho, Ney Latorraca, Oswaldo Loureiro, Tarcísio Meira e Christiane Torloni, dentre outros. Ao presenciar um atropelamento, Arandir (Ney Latorraca) corre para socorrer a vítima. No entanto, o último desejo do rapaz acidentado o deixa desconcertado: tudo o que ele quer é um beijo na boca. O fato ganha as páginas dos jornais no dia seguinte e, por causa do gesto, Arandir perde o emprego e passa a vivenciar inúmeros problemas. Apenas Dália (Lídia Brondi), sua cunhada, compreende o ato.
 

MUSSUM – UM FILME DO CACILDIS (2019) (75’) 



Horário: Quarta, dia 24, às 20h

INÉDITO E EXCLUSIVO
 

Direção: Susanna Lira
Classificação: 10 anos

[É Tudo Verdade]

Sinopse:
O filme promove um mergulho na biografia do comediante Antonio Carlos Bernardes, o Mussum, a partir de uma vasta recuperação de imagens de arquivo, entrevistas dadas pelo próprio protagonista e depoimentos de quem conviveu com o querido trapalhão. Indo além da verve artística do protagonista, o documentário dedica uma parte relevante do seu roteiro a dissecar a vida pessoal de Mussum. Seus filhos – todos oriundos de diferentes relacionamentos – falam sobre a convivência familiar e desmistificam a diferença entre o personagem e a pessoa. O guião dedica ainda um momento para mostrar como Antonio Carlos refutava o racismo da época. Os depoimentos de Renato Aragão e Dedé Santana reforçam a importância do trabalho do comediante e lembram com saudade os momentos de convivência ao seu lado.

FERRUGEM (2018) (99’) 



Horário: Quinta, dia 25, às 20:25
Direção: Aly Muritiba
Classificação: 14 anos

Sinopse: Tati (Tifanny Dopke) é uma adolescente comum e, assim como as demais amigas de sua idade, adora compartilhar sua rotina nas redes sociais. Em uma viagem com os colegas da classe, ela começa um flerte com Renet (Giovanni de Lorenzi), um menino reservado, filho de Davi (Enrique Diaz), um dos professores do colégio em que estuda. Após o primeiro e esperado beijo com o rapaz, a jovem percebe ter perdido o celular e, mesmo após esforços coletivos, não o recupera. Alguém, no entanto, encontrou o aparelho e divulgou um vídeo íntimo da jovem gravado com o ex-namorado. Rapidamente, sem qualquer pista de como tudo ocorreu, a protagonista percebe que todos os discentes do lugar assistiram à filmagem, começando uma onda de bullying espalhada com a costumeira velocidade dos conteúdos na grande rede.

O BEIJO NO ASFALTO (2018) (2018) (102’) 



Horário: Sexta, dia 26 às 23:05

INÉDITO E EXCLUSIVO
 

Direção: Murilo Benício
Classificação: 12 anos

Sinopse: O filme divide-se em dois momentos distintos para aplicar a estética teatral ao universo do cinema. À mesa, todos os intérpretes sentam-se para dissecar o texto de Nelson Rodrigues, como um ensaio para levar a peça aos palcos, sob direção de Amir Haddad. Em outro momento, eles encenam as falas como um filme convencional e evidenciam a genialidade do dramaturgo em dissecar traços do cotidiano, como conservadorismo, lascívia, falsidade e fidelidade da classe média brasileira – em especial, a carioca. Filmada inteiramente em preto e branco, a película mostra como o ato nobre de um homem simples, marido dedicado e trabalhador o transformou em um criminoso, homossexual enrustido e despudorado nas mãos de dois podres poderes: a justiça e a mídia.

Arandir (Lázaro Ramos) presencia o atropelamento de um desconhecido em uma conturbada tarde no centro do Rio de Janeiro e tenta ajudar o rapaz. A vítima dá seus últimos suspiros depois de ter sido atingido por um ônibus e, como um desejo final, pede-lhe um beijo. Amado Ribeiro (Otavio Müller), repórter sensacionalista de um periódico local, presencia o afago derradeiro e leva a história ao corrupto delegado Cunha (Augusto Madeira). Juntos, enxergam a oportunidade de garantir uma manchete vendável para o jornal e notoriedade para o policial de baixa reputação. O ato nobre do protagonista, no entanto, ganha contornos trágicos quando as notícias o acusam de pederastia, adultério – seu casamento com Selminha (Débora Falabella) começa a ruir – e até assassinato em um cenário conservador da década de 1960 pouco antes do golpe militar.
 

CAZUZA – O TEMPO NÃO PARA (2004) (97’) 


Horário: Sábado, dia 27, às 19h
Direção: 16 anos
Classificação: Sandra Werneck

[Mês do Rock]

Sinopse:
A vida louca e breve do rockeiro Cazuza é o foco da cinebiografia dirigida por Sandra Werneck em parceria com Walter Carvalho. A sede de liberdade permeava a trajetória de Cazuza (Daniel de Oliveira). Embalado por canções que marcaram uma geração, o longa-metragem acompanha a carreira do cantor e compositor, desde o encontro com o grupo Barão Vermelho até o precoce desfecho causado pela Aids, em 1990. Adepto da experimentação, o artista vivia intensamente. Sempre ao lado do filho, Lucinha Araújo (Marieta Severo) foi o pilar da resistência de Cazuza frente ao vírus HIV. Corajosamente, o músico encarou a doença e não abriu mão dos poucos prazeres que lhe restavam.

ÔNIBUS 174 (2002) (133’) 



Horário: Domingo, dia 28, à 21:55
Direção: José Padilha e Felipe Lacerda
Classificação: 16 anos

Sinopse: Uma investigação cuidadosa, baseada em imagens de arquivo, entrevistas e documentos oficiais, sobre o seqüestro de um ônibus em plena zona sul do Rio de Janeiro. O incidente, que aconteceu em 12 de junho de 2000, foi filmado e transmitido ao vivo por quatro horas, paralisando o país. No filme a história do seqüestro é contada paralelamente à história de vida do seqüestrador, intercalando imagens da ocorrência policial feitas pela televisão.




Nenhum comentário