28 agosto 2017

[Resenha] O diário de Anne Frank


Em 1942, Anne Frank, uma garota judia de apenas 13 anos, é forçada a se esconder com a família diante das constantes ameaças dos nazistas. Em seu diário, ela narra a própria história, privada do mundo exterior, enquanto sonha em ter sua liberdade de volta. Por meio dele, podemos acessar os sentimentos mais profundos da garota que, presa por tanto tempo em um pequeno abrigo com outras sete pessoas, ainda se revela uma jovem engraçada, sensível e cheia de esperança.

O que eu achei?
Anne Frank ganhou um diário no dia 12 de junho de 1942, um dia antes de seu aniversário de 13 anos. Anne e sua família eram judeus, viviam bem usufruindo uma fortuna herdada de sua vó paterna.

Anne nomeia seu diário de Kitty e através dele pude entender os anseios de uma jovem que viveu durante a s2ª Guerra Mundial. Nascida na Alemnaha teve que se mudar para Holanda em 1933, pois nesta época os judeus já eram perseguidos na Alemanha.
Em 1942, Otto Frank(pai de anne) recebe a informação que deverão se esconder, afinal o regime hitlheriano havia chegado até a Holanda, e já estava a caça de raças impuras. Em julho de 1942 a família Frank se muda para o "Anexo secreto", onde viverão escondidos até 1944.

Nos dois anos em que viveram no anexo, Anne sofre de depressão e ansiedade causado pelo temor da Grande Guerra. EM 1942 mais uma família chega para viver no anexo: os Van Pels. Em meio a tanta dor e sofrimento acompanhamos o desnvolvimento físico e psicológico de uma jovem menina que sonhava em se tornar jornalista, repleta de sonhos como toda garota de sua idade e que desejav com todas sua forças por um tempo melhor.
No anexo Anne se apaixona por Peter que a beijou pela 1ª vez, lutava com sua família por tempos melhoes. Passaram dificuldades fisicas e por muitas vezes até higiênicas, que perderam sua batalha em agosto de 1944, quanmdo foram capturados por soldados nazistas.

O último registro de Anne em seu diário foi no dia 1º de agosto de 1944, um registro humano onde uma menina queria apenas tempos melhores. Não se sabe ao certo quando Anne morreu, mas seria entre o fim de fevereiro e o começo de março de 1945, em 12 de abril de 1945 as tropas inglesas libertaram os judeus, vítimas do holocausto.
O sonho de uma menina que não queria ser esquecida se realizou, Anne deixou suas memórias para que o mundo soubesse o terror que jovens judeus passaram. 
Se eu pudesse deixar um recado para Anne, seria assim: "Anne seu sofrimento não foi em vão." 
Essa hq é incrivelmente bem produzida e resumiu muito bem o que se passou com Anne.

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